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"Desilusão, desilusão, danço eu, dança você na dança da solidão."

Últimas opiniões enviadas

  • Ivan

    Vale pelas posições adotadas por Marx e Engels para conseguirem alguma inserção no início do movimento organizado dos trabalhadores na primeira metade do século XIX, especialmente pela crítica aos ideias liberais dos anarquistas, encabeçados por Prodhoun à época. Peca um pouco pela superficialidade da abordagem da filosofia marxiana, mas o que é compensado pela escolha mesma da fase em que se é dado enfoque (o período da juventude de Marx e Engels), em que o próprio corpo teórico estava em construção. Por outro lado, as cenas dos créditos finais dão a tônica da importância do pensamento marxiano para a análise do desenvolvimento do capitalismo e dos mecanismos que lhe são essenciais e dão suporte.

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  • Ivan

    As torres que, em realidade, são fortalezas com suas regras estritas de acesso e de saída. A ordem é controlar e impedir que os de fora possam entrar. Um processo seletivo para poder trabalhar nesse ambiente que não se sabe o que se produz, não obstante permanece-se na portaria com aquelas mesmas regras de acesso. O querer não estar, a dificuldade de ficar. As relações que daí decorrem e tendem a adquirir algum sentido, amizade, amor, filhos, apesar da realidade do trabalho para os que estão isolados em uma periferia qualquer, os negros, os imigrantes, as jovens mães. O desejo de dançar, de ser dona do próprio corpo, de poder se relacionar com quem quiser e do jeito que se queira, a ânsia por alguma liberdade ainda que relativa. De fato, Mercuriales trata de todos esse temas (e mais tantos) sem cair em um formato pedante. Está tudo presente nos nossos dias em uma cidade qualquer do mundo, ainda que invisibilizado, escondido. Porém, alguma mudança é possível, destruir o edifício que foi construído e sobre o qual nossas vidas são moldadas...

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