Quase tão bom quanto Mulher Maravilha, um bom protagonista e um ótimo vilão, cenas de ação fodas e uma direção do James Wan que tá de parabéns. A maioria das cenas "embaixo d'água" são de encher os olhos, enfim, o filme é ótimo, mas a trilha sonora é horrível, com exceção da sequência da batalha final e a dos créditos finais.
"Bohemian Rhapsody" consegue arrepiar somente nos momentos musicais, graças às músicas do Queen e a voz de Freddie Mercury.
O filme tenta contar tanto em pouco tempo que parece não contar nada, ou contar de forma superficial.
A história começa com a banda se formando, e em poucos minutos, ela já está fazendo um sucesso estrondoso. Freddie solta várias frases de efeito, um drama aqui, outra lá em meio a passagens de tempo que você não consegue sentir tanta empatia pelos acontecimentos.
Os pontos cruciais da história são tratadas friamente, como a descoberta da sexualidade e também da doença, talvez você se emocione por conhecer a realidade, saber quem foi ele e como ele morreu, mas se fosse uma história completamente fictícia sobre um personagem qualquer, duvido você sentir alguma compaixão.
Até mesmo porque, em alguns momentos Freddie Mercury é retratado como uma espécie de vilão, justamente pela "liberdade poética" do filme, que é um dos seus maiores defeitos, pois tem muita coisa distorcida, diferente do que realmente aconteceu (tô pensando em fazer um post sobre isso).
Me emocionei? Sim, principalmente nos últimos momentos do filme, onde eles retratam 15 minutos do show Live Aid, mas ainda assim, acredito que tal emoção, seja mais pela sensação de nostalgia do que por algum mérito do roteiro, por ser fã do Queen, é impossível não sentir aquele desejo de ter pertencido àquela época e ter participado daquele dia.
As interpretações mais destacadas são de Sami Malek que apesar do roteiro um tanto preguiçoso consegue entregar um Freddie Mercury digno. Lucy Boynton também brilha toda vez que aparece como Mary, também sou suspeito pra falar, pois sou fã dela desde "Sing Street" (2016).
Os demais integrantes da banda estão ali simplesmente pra serem os integrantes da banda. Não sabemos muito sobre eles, nem sobre a personalidade deles.
Talvez mais algumas horas de filme resolveria o problema, afinal a vida tanto de Freddie quanto do Queen merecia isso. Por fim, vale a experiência.
Aquaman
3.7 1,7K Assista AgoraQuase tão bom quanto Mulher Maravilha, um bom protagonista e um ótimo vilão, cenas de ação fodas e uma direção do James Wan que tá de parabéns. A maioria das cenas "embaixo d'água" são de encher os olhos, enfim, o filme é ótimo, mas a trilha sonora é horrível, com exceção da sequência da batalha final e a dos créditos finais.
Bohemian Rhapsody
4.1 2,2K Assista AgoraBiografia pequena para a grandeza de Freddie.
"Bohemian Rhapsody" consegue arrepiar somente nos momentos musicais, graças às músicas do Queen e a voz de Freddie Mercury.
O filme tenta contar tanto em pouco tempo que parece não contar nada, ou contar de forma superficial.
A história começa com a banda se formando, e em poucos minutos, ela já está fazendo um sucesso estrondoso.
Freddie solta várias frases de efeito, um drama aqui, outra lá em meio a passagens de tempo que você não consegue sentir tanta empatia pelos acontecimentos.
Os pontos cruciais da história são tratadas friamente, como a descoberta da sexualidade e também da doença, talvez você se emocione por conhecer a realidade, saber quem foi ele e como ele morreu, mas se fosse uma história completamente fictícia sobre um personagem qualquer, duvido você sentir alguma compaixão.
Até mesmo porque, em alguns momentos Freddie Mercury é retratado como uma espécie de vilão, justamente pela "liberdade poética" do filme, que é um dos seus maiores defeitos, pois tem muita coisa distorcida, diferente do que realmente aconteceu (tô pensando em fazer um post sobre isso).
Me emocionei? Sim, principalmente nos últimos momentos do filme, onde eles retratam 15 minutos do show Live Aid, mas ainda assim, acredito que tal emoção, seja mais pela sensação de nostalgia do que por algum mérito do roteiro, por ser fã do Queen, é impossível não sentir aquele desejo de ter pertencido àquela época e ter participado daquele dia.
As interpretações mais destacadas são de Sami Malek que apesar do roteiro um tanto preguiçoso consegue entregar um Freddie Mercury digno.
Lucy Boynton também brilha toda vez que aparece como Mary, também sou suspeito pra falar, pois sou fã dela desde "Sing Street" (2016).
Os demais integrantes da banda estão ali simplesmente pra serem os integrantes da banda. Não sabemos muito sobre eles, nem sobre a personalidade deles.
Talvez mais algumas horas de filme resolveria o problema, afinal a vida tanto de Freddie quanto do Queen merecia isso.
Por fim, vale a experiência.
Cam
3.1 546Parece um episódio de Black Mirror. Vale a pena conferir.