Nossa, não me lembro se a primeira foi parecida com essa. Não suportei um segundo episódio. CHATA, muito chata. Personagens chatos, enredo chato, roteiro chato, situações chatas. Um desperdício de talentos e recursos.
Comecei a assistir Veep depois que terminei Seinfeld, obviamente pela Julia Louis-Dreyfus. A atuação dela dispensa comentários, quantas nuances, a facilidade em transitar por distintas emoções em frações de segundos é impressionante. O ritmo da série em si é notável, roteiro inteligente, afiadíssimo. Piscou perdeu, hahahah. Prefiro as primeiras temporadas, essa última foi a mais difícil de assistir por tantas atrocidades, o limite da maldade, egoísmo e até mesmo o bom senso sendo rompido a cada minuto me deixou desconfortável. Mas persisti, queria saber o desfecho. Gostei. Mesmo sendo romântica e sempre esperar alguma mínima redenção ou justiça, sou sensata o bastante pra compreender que a vida é isso mesmo. O fato da significância histórica de Selina Meyer ser pífia, e tudo o que ela fez pelo poder parecer ter sido "em vão", não repara todo o mal que causou com cada decisão que tomou. Seus assessores seguiram sendo o que são, vivendo escalas diferentes de sua toxicidade. Exceções Mike e Richard, ambos com um certo grau de ingenuidade se desvincularam e alçaram bom vôo. Acho que esse é o segredo.
Parece que essa temporada a serie quis conquistar o público masculino, a maioria dos diálogos sobre mulheres e sua sexualização. Pro final da temporada isso se abranda um pouco. A gritaria constante me incomoda também. Mas sem dúvidas a temporada da uma guinada na qualidade, parece que encontra seu lugar explorando situações cotidianas as vezes até beirar o absurdo. Os personagens também se consolidam, Kramer ganha destaque com sha interpretação quase circense e Elaine é de longe a personagem mais cativante e interessante.
Série belíssima, comecei a assistir logo após o nascimento do meu filho. E sim, é tudo o que dizem. Para quem da valor as relações humanas e especialmente familiares, vale muito a pena. Grandes lições de perseverança, amor, perdão e que sempre é tempo enquanto existir vida.
Todos os arcos são incríveis. Amei que a série começa enaltecendo o Jack mas que aos poucos vai mostrando a grande mãe que Rececca foi. Nunca me esquecerei da cena em que ela diz para Kate que ser mãe é estar no melhor assento do melhor espetáculo que existe: a vida de um filho. É exatamente isso.
Somente na terceira vez que tentei assistir que me envolvi. Ufa, ainda bem, é uma das melhores séries que assisti. Gargalho e me emociono.
O que torna uma série especial são os personagens, todos icônicos até mesmo os que não tem tanto destaque. Melhor personagem é o Dwight, de longe, e agora entendo toda a comoção que Jim e Pam despertam, eles são MUITO fofos. Do Michael tenho pena hahhaa claramente muito carente, mas por trás de todas os absurdos quer ser um bom amigo.
Quando terminar todas as temporadas com certeza terei muito mais a dizer.
Série ótima, leve e certeira. Foi consistente até o final da temporada. Fiquei confusa com os últimos episódios, a princípio achei as cenas do tipo "capítulo final" de novela fossem projeções futuras da mente dela, mas não, realmente aceleraram a narrativa para os desfechos finais. Achei lamentável.
Legal abordar a importância do rádio para a época. Fotografia bonita, diálogos legais. O final destoou completamente de toda a série. Uma garota cega que acaba de conhecer um soldado alemão naquela situação e se beijam em questão de minutos. Não colou. Ficaria mais bonito e poético apenas deixar subentendido.
Série de camadas. MUITAS camadas. Talvez por isso tantas pessoas não a "compreendam".
A primeira temporada tem um ar esquisito, no bom sentido, ficamos um pouco desorientados tentando entender as dinâmicas, as mensagens. Foca nas estruturas sociais e econômicas.
A segunda, é superior em todos os sentidos. Ainda mantém em certo nível a sátira sobre a desigualdade, mas é definitivamente sobre SEXO. Como ser humano é bicho. Sobre vaidades individuais e como transar, algo tão primitivo, ainda move as dinâmicas relacionais e tudo o que vem disso.
Até que é bem produzida, estética bonita. Mas não consegui terminar, devo ter assistindo 4 episódios.
Admito que detesto musicais, mesmo não sendo tem muita cantoria. Aquele popzinho pintado como rock foi de lascar.
Tem personagens com desvios de caráter e personalidade questionável que me interessam profundamente enquanto arte. Mas a construção da personagem principal só provoca ranço mesmo.
Não consegui terminar. A princípio pensei que fosse por me incomodar absurdamente o fato de todas aquelas pessoas tivessem sido enganadas. Mas depois entendi que o que não me convenceu foi a atriz. Péssima atuação. Talvez a verdadeira Anna tivesse o garbo, a altivez e o poder pra sustentar todo o personagem e chegar aonde chegou, mas essa atriz definitivamente não tem e não conseguiu sustentar. Um dissonância tremenda.
Série um pouco corrida, mas feliz por ter conhecido por meio dela a história dessa grande mulher. Pena ter desfrutado tão pouco de seu sucesso e visto o legado de sua existência. Algumas vezes questionei seu temperamento e suas decisões, mas compreendo que dentro da sua vivência e suas ambições, faziam sentido.
Minha série de comédia preferida, em quase todos os episódios RI verdadeiramente. <3
Personagens icônicos. Timing perfeito.
A última temporada foi inegavelmente politizada, inseriu no roteiro temas pertinentes a época e embora destoasse da proposta percebo que não tinha como ignorar, ainda mais sendo a última temporada.
Acaba redondinha. Com certeza irei reassistir um dia.
É esquisita demais. No melhor dos sentidos. Abordar tecnologias tão avançadas (como o processo de ruptura) com cenários/objetos/filosofias tão ultrapassadas causa uma tremenda dissonância interna. E isso cativa.
O minimalismo evidencia cada estranheza daquele lugar.
Me incomoda muito a ausência de funcionários em uma empresa tão poderosa quanto a Lumen.
Adoro a trilha sonora e as atuações da Britt Lower e Patricia Arquete.
Enfim. N pontas soltas. Curiosa pra ver como amarrarão toda a trama.
O lance de quebrar a quarta parede a torna uma série ÚNICA. Roteiro e atuações incríveis.
Me lembrou demais Frances Ha.
Não sei se sou privilegiada mas me gera uma grande desconforto ver pessoas tão ferradas e uma família tão disfuncional. Fico incrédula com a falta de inteligência emocional. Mas acho que sátiras são pra isso mesmo.
Não assisti Bridgerton. Acredito que as pessoas que estão avaliando bem esta série devem ter assistido devido a ela, e gostaram de Charlotte por alguma relação afetiva. Porque 4.3 pra uma séria tão rasa e tantos comentários positivos não fazem sentido pra mim. É uma série ok, passatempo. Embora os figurinos e alguns cenários ajudem, nem de longe é possível sentir o poder e a profundidade da realeza de um Império. O romance convence, mas achei o tom da atuação da India muito destoante. A atuação mais congruente é a da Michelle Fairley.
Ninguém Quer (2ª Temporada)
3.3 55 Assista AgoraNossa, não me lembro se a primeira foi parecida com essa. Não suportei um segundo episódio. CHATA, muito chata. Personagens chatos, enredo chato, roteiro chato, situações chatas. Um desperdício de talentos e recursos.
Veep (7ª Temporada)
4.3 54 Assista AgoraComecei a assistir Veep depois que terminei Seinfeld, obviamente pela Julia Louis-Dreyfus. A atuação dela dispensa comentários, quantas nuances, a facilidade em transitar por distintas emoções em frações de segundos é impressionante. O ritmo da série em si é notável, roteiro inteligente, afiadíssimo. Piscou perdeu, hahahah. Prefiro as primeiras temporadas, essa última foi a mais difícil de assistir por tantas atrocidades, o limite da maldade, egoísmo e até mesmo o bom senso sendo rompido a cada minuto me deixou desconfortável. Mas persisti, queria saber o desfecho. Gostei. Mesmo sendo romântica e sempre esperar alguma mínima redenção ou justiça, sou sensata o bastante pra compreender que a vida é isso mesmo. O fato da significância histórica de Selina Meyer ser pífia, e tudo o que ela fez pelo poder parecer ter sido "em vão", não repara todo o mal que causou com cada decisão que tomou. Seus assessores seguiram sendo o que são, vivendo escalas diferentes de sua toxicidade. Exceções Mike e Richard, ambos com um certo grau de ingenuidade se desvincularam e alçaram bom vôo. Acho que esse é o segredo.
Seinfeld (3ª Temporada)
4.5 107 Assista AgoraParece que essa temporada a serie quis conquistar o público masculino, a maioria dos diálogos sobre mulheres e sua sexualização. Pro final da temporada isso se abranda um pouco. A gritaria constante me incomoda também. Mas sem dúvidas a temporada da uma guinada na qualidade, parece que encontra seu lugar explorando situações cotidianas as vezes até beirar o absurdo. Os personagens também se consolidam, Kramer ganha destaque com sha interpretação quase circense e Elaine é de longe a personagem mais cativante e interessante.
Quem Vê Casa... (1ª Temporada)
3.5 23 Assista AgoraBem feitinha, prende e o plot funcionou pra mim.
Arrested Development (2ª Temporada)
4.4 104 Assista AgoraTerminei The Office e me senti orfã de séries de comédia antigas, com personagens icônicos e com muitos episódios.
Arrested Development salvou!
This Is Us (6ª Temporada)
4.7 283 Assista AgoraSérie belíssima, comecei a assistir logo após o nascimento do meu filho. E sim, é tudo o que dizem. Para quem da valor as relações humanas e especialmente familiares, vale muito a pena. Grandes lições de perseverança, amor, perdão e que sempre é tempo enquanto existir vida.
Todos os arcos são incríveis. Amei que a série começa enaltecendo o Jack mas que aos poucos vai mostrando a grande mãe que Rececca foi. Nunca me esquecerei da cena em que ela diz para Kate que ser mãe é estar no melhor assento do melhor espetáculo que existe: a vida de um filho. É exatamente isso.
Emily em Paris (4ª Temporada)
3.4 82 Assista AgoraAté que enfim arranjaram um par romântico melhor, meu deus Gabriel mais apático impossível, zero carisma.
Série despretensiosa e rasa, tudo acontece tão facilmente, um conto de fadas moderno hahhahahh
Boa pra ver lookinhos e se alienar
The Office (4ª Temporada)
4.5 251Somente na terceira vez que tentei assistir que me envolvi. Ufa, ainda bem, é uma das melhores séries que assisti. Gargalho e me emociono.
O que torna uma série especial são os personagens, todos icônicos até mesmo os que não tem tanto destaque. Melhor personagem é o Dwight, de longe, e agora entendo toda a comoção que Jim e Pam despertam, eles são MUITO fofos. Do Michael tenho pena hahhaa claramente muito carente, mas por trás de todas os absurdos quer ser um bom amigo.
Quando terminar todas as temporadas com certeza terei muito mais a dizer.
Insecure (5ª Temporada)
4.3 55Série ótima, leve e certeira. Foi consistente até o final da temporada. Fiquei confusa com os últimos episódios, a princípio achei as cenas do tipo "capítulo final" de novela fossem projeções futuras da mente dela, mas não, realmente aceleraram a narrativa para os desfechos finais. Achei lamentável.
Objetos Cortantes
4.3 877 Assista AgoraQue saudade estava de alguma produção me fazer maratonar
Toda Luz que Não Podemos Ver
3.8 86 Assista AgoraLegal abordar a importância do rádio para a época. Fotografia bonita, diálogos legais.
O final destoou completamente de toda a série. Uma garota cega que acaba de conhecer um soldado alemão naquela situação e se beijam em questão de minutos. Não colou. Ficaria mais bonito e poético apenas deixar subentendido.
Insecure (2ª Temporada)
4.4 48 Assista AgoraConsegue captar em suas diversas nuances o supra sumo da solteirice, kkkkkkkk
The White Lotus (2ª Temporada)
4.2 405 Assista AgoraSérie de camadas. MUITAS camadas. Talvez por isso tantas pessoas não a "compreendam".
A primeira temporada tem um ar esquisito, no bom sentido, ficamos um pouco desorientados tentando entender as dinâmicas, as mensagens. Foca nas estruturas sociais e econômicas.
A segunda, é superior em todos os sentidos. Ainda mantém em certo nível a sátira sobre a desigualdade, mas é definitivamente sobre SEXO. Como ser humano é bicho. Sobre vaidades individuais e como transar, algo tão primitivo, ainda move as dinâmicas relacionais e tudo o que vem disso.
Trilha sonora PERFEITA. Fotografia e transições belíssimas. Ótimas atuações. Roteiro incrível.
Ansiosa pela terceira temporada.
B.O. (1ª Temporada)
2.8 26 Assista AgoraImpossível não associar a Brooklyn 99. Mas é sempre gostoso ver nas telas nossa estética ou particularidades que só nosso povo tem.
Dentro de expectativas limitadas, começa bem e declina.
O episódio do carnaval foi uma perca de tempo total.
Adoro a Luciana Paes.
Daisy Jones & The Six
3.9 172Até que é bem produzida, estética bonita. Mas não consegui terminar, devo ter assistindo 4 episódios.
Admito que detesto musicais, mesmo não sendo tem muita cantoria. Aquele popzinho pintado como rock foi de lascar.
Tem personagens com desvios de caráter e personalidade questionável que me interessam profundamente enquanto arte. Mas a construção da personagem principal só provoca ranço mesmo.
Inventando Anna
3.4 185 Assista AgoraNão consegui terminar. A princípio pensei que fosse por me incomodar absurdamente o fato de todas aquelas pessoas tivessem sido enganadas. Mas depois entendi que o que não me convenceu foi a atriz. Péssima atuação. Talvez a verdadeira Anna tivesse o garbo, a altivez e o poder pra sustentar todo o personagem e chegar aonde chegou, mas essa atriz definitivamente não tem e não conseguiu sustentar. Um dissonância tremenda.
A Vida e a História de Madam C.J. Walker
4.2 224 Assista AgoraSérie um pouco corrida, mas feliz por ter conhecido por meio dela a história dessa grande mulher. Pena ter desfrutado tão pouco de seu sucesso e visto o legado de sua existência.
Algumas vezes questionei seu temperamento e suas decisões, mas compreendo que dentro da sua vivência e suas ambições, faziam sentido.
Octavia Spencer INCRÍVEL.
Uma Advogada Extraordinária (1ª Temporada)
4.4 148 Assista AgoraDireito + baleias: ahhhhhhh <3 <3 <3 <3 <3
Série prática, técnica, séria e ao mesmo tempo muito doce, leve e poética.
Fundação (1ª Temporada)
3.8 142 Assista AgoraFazia tempo que uma série não me empolgava tanto.
Brooklyn Nine-Nine (8ª Temporada)
4.2 149 Assista AgoraMinha série de comédia preferida, em quase todos os episódios RI verdadeiramente. <3
Personagens icônicos. Timing perfeito.
A última temporada foi inegavelmente politizada, inseriu no roteiro temas pertinentes a época e embora destoasse da proposta percebo que não tinha como ignorar, ainda mais sendo a última temporada.
Acaba redondinha. Com certeza irei reassistir um dia.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 876 Assista AgoraÉ esquisita demais. No melhor dos sentidos. Abordar tecnologias tão avançadas (como o processo de ruptura) com cenários/objetos/filosofias tão ultrapassadas causa uma tremenda dissonância interna. E isso cativa.
O minimalismo evidencia cada estranheza daquele lugar.
Me incomoda muito a ausência de funcionários em uma empresa tão poderosa quanto a Lumen.
Adoro a trilha sonora e as atuações da Britt Lower e Patricia Arquete.
Enfim. N pontas soltas. Curiosa pra ver como amarrarão toda a trama.
Fleabag (1ª Temporada)
4.4 646 Assista AgoraO lance de quebrar a quarta parede a torna uma série ÚNICA. Roteiro e atuações incríveis.
Me lembrou demais Frances Ha.
Não sei se sou privilegiada mas me gera uma grande desconforto ver pessoas tão ferradas e uma família tão disfuncional. Fico incrédula com a falta de inteligência emocional. Mas acho que sátiras são pra isso mesmo.
Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton
4.2 138 Assista AgoraNão assisti Bridgerton. Acredito que as pessoas que estão avaliando bem esta série devem ter assistido devido a ela, e gostaram de Charlotte por alguma relação afetiva. Porque 4.3 pra uma séria tão rasa e tantos comentários positivos não fazem sentido pra mim. É uma série ok, passatempo. Embora os figurinos e alguns cenários ajudem, nem de longe é possível sentir o poder e a profundidade da realeza de um Império. O romance convence, mas achei o tom da atuação da India muito destoante. A atuação mais congruente é a da Michelle Fairley.
Ted Lasso (1ª Temporada)
4.4 282 Assista AgoraÉ boa, mas é superestimada. Não terminarei a segunda.