mas que porra de relação esquisita pra caralho foi essa? ninguém está vendo isso não? galera? essa relação de um adulto e uma menor de idade está estranha demais.
Esse filme é espetacular, a cena da foto no jornal me faz chorar de tanto rir. O filme tem tudo: comédia, suspense, romance. Impossível não amar Roger Tornhill!
O filme é legalzinho, mas, por precaução, passei o filme inteiro tampando os ouvidos e cantando "eu sou um cordeirinho, e Jesus é meu pastor". Por sorte, existe um recurso cinematográfico incrível chamado legenda. Contudo, quando aquele símbolo aparecia, eu fechava os olhos. Ou seja, devo ter visto e ouvido 30% do filme. Ao fim, só por prevenção supersticiosa, acendi um incenso de palo santo e pedi proteção do universo. Gosto de filmes de terror, porém, cagona.
Esse filme é tão simples (e penso que esse seja o objetivo). Mas simples não é simplório, pelo contrário: nos aquece e faz com que terminemos o filme com um sorriso de orelha à orelha.
Um humor negro excelente, personagens super cativantes e uma das fotografias mais lindas do mestre Hitchcock. Filme descontraído, se assistido em família todos acharão engraçado e se pegarão rindo.
P.S.: Capitão Albert Wiles é um show à parte, que graça de personagem!
Esse filme é espetacularmente bem analisado diante do que Jung chama na Psicologia Analítica de Sombra e Persona. Ele denomina que a Persona é a nossa parcela social, aquilo que temos consciência, quem somos em nosso exterior, e Sombra é a nossa parcela que encontra-se naturalmente escondida e que não é conhecida conscientemente, podendo muitas vezes ser assustadora. Jung diz ainda que o problema não é possuirmos essa Sombra, já que ela é naturalmente parte de nós, o problema é negarmos ela, fugirmos e não refletimos sobre a tomada de consciência, pois quando conscientes, ela se torna parte integrativa de nossa psique, mas se ignorada, ela nos domina por completo, como as pessoas que surtam, descompensam e nem elas acreditam no que fizeram.
O filme marca isso muito bem, não somente quando há a "fuga" emocional da personagem da Lupita, mas como forma analítica a refletirmos sobre como TODOS os seres humanos simplesmente se negam a ver e aceitar essa Sombra, e isso só faz com que a mesma os domine, formando a corrente. Algo interessante pra notarmos sobre esse Duplo é que o Duplo Sombra pode parecer mais forte, mais ágil, mas ele é somente uma cópia daquilo que naturalmente já podemos fazer e só não temos consciência, como a Filha mostra muito bem quando assume a sombra daquela que mata sem pensar duas vezes pra salvar a mãe.
O quão próxima (e perigosa) está essa linha tênue que nos separa entre pacifistas e violentos. O filme mostra além do esteriótipo de violência do "homem mau", e talvez a maior lição está em mostrar que todos temos uma violência guardada: ou fingimos que ela não existe e uma hora ela vai precisar sair de uma forma ruim, ou tomamos consciência e não deixamos que ela nos domine.
Esse filme deve ser usado como um exemplo claro de que relacionamento não se trata da expectativa que você cria sobre as pessoas, mas sim sobre como você lida com a realidade.
E que não adianta você querer construir um ser humano com essa expectativa, moldar e tentar ter a perfeição, pois mais cedo ou mais tarde é a sua expectativa que te sabota e te derruba!
Só me faz pensar que requer muita coragem para que nós, depois de adultos, nos permitamos ver o mundo com os olhos inocentes, amáveis e inclusivos da Louise, uma reflexão diária pra mantermos o nosso lado infantil sempre apurado.
A cena dos gritos vindos diretamente da casa no momento em que a família está fora é uma das cenas mais assustadoras do cinema, e assusta justamente por se tratar de algo desconhecido.
"O número não é nada. É o significado. A sintaxe. É o que está entre os números."
Esse filme é perfeito para mostrar questões como genialidade, dedicação e obsessão, sendo que, separadas, as duas primeiras possuem resultado positivo, enquanto que a última, possui uma finalização negativa. E, quando juntos, corroboram para diversas questões de desvantagens.
A maneira como o personagem se constrói é de extremo amadurecimento, não apenas em sua busca, mas na desenvoltura de sua personalidade.
Além disso, o filme me marcou muito pela parte técnica: a trilha sonora é arrebatadora. O filme, solto e cru, poderia se tornar simplório, apesar de ter algumas cenas e diálogos maduros e marcantes. Entretanto, a maneira como as filmagens foram feitas e a trilha tornaram-no um filme com um clima de extrema tensão, de tirar o fôlego.
Confesso que fiquei extremamente apaixonada pela fotografia, tanto na qualidade, quanto no realce de sombras. Isso ajuda a mostrar a parte mais "psicopatológica" do personagem, corroborando para a tensão e o desgaste deste, onde muitas vezes me questionava sobre um estado paranoico, a obsessão e a genialidade.
Algo que eu achei genial foi a sacada de que não saber ou não mostrar que sabe algo pode ser, na grande parte das vezes, a coisa mais inteligente que o ser humano faz. A sensatez e o fato de ser reservado faz um ser humano ser inteligente. Achei legal como o filme mostra a matemática não apenas presente, mas "instigando" todos ramos da vida, como a religião.
Particularmente, precisei ver o filme mais de uma vez, não sei se fui a única. Mas na primeira vez eu senti pontos soltos, e que ficara melhor esclarecidos na segunda vez.
"Eu estou tão feliz por estar vivo, inteiro e partindo. Sim, estou num mundo atolado em merda. Mas estou vivo. E não estou com medo!"
O filme foi "crescendo", como se cada cena fosse lapidada cuidadosamente. Gostei muito da maneira como o Kubrick expressou questões como a dualidade, força (e não apenas física), e a maneira como o desconhecido é encarado.
A maneira como os personagens (em especial o Hilário) crescem é incrível, e me refuta à uma ideia de como o medo e coragem são camuflados.
O roteiro é incrível, e gostei muito da maneira como são realizadas as filmagens das cenas.
Este é, sem dúvida alguma, um dos melhores filmes de drama que já vi. Garantindo muita emoção, ele mostra com maestria o ápice da esquizofrenia, e como esta pode prejudicar a vida de qualquer um (até mesmo daqueles que menos imaginamos). O filme não é pra agradar um único público: quem gosta de matemática, gosta, de psicopatologias, gosta, de drama, gosta... e por aí vai.
Um detalhe são as atuações. Um show, em especial por parte do Paul Bettany e do Russel Crowe, que tanto me emocionam nesse filme.
Tenho reparado que as fotografias dos filmes do Tarkovsky são estonteantes e um deleite para os olhos. Não adentro nisto, porque concordo com todos os comentários que exploraram a fundo esse ponto. Mas algo que eu reparei é que o diretor usa a cor muito mais como um fator de arte comum: a cor não expressa sentimento, a cor É sentimento. As ambientações externas são magníficas.
A cena inicial já me fez querer desabar e engolir o filme. É uma explosão de sentimentos em coisas simples: natureza, voz e som.
A sonoplastia também é incrível. É impossível não captar sussurros, e, por que não dizer, ser empática com os personagens?! Eu consegui sentir dor, raiva, confusão... Gosto muito da maneira como Tarkovsky utiliza recursos simples, como a água e as árvores, dando uma representação simbólica grande de desabamento (água) e o velho e nostálgico (árvore).
Em suma, como qualquer outro filme do diretor, te leva a fazer uma reflexão, apontando todos os caminhos, mas sem te dar as ideias. Você constrói. É tanta melancolia, triste e lembrança, que a tragédia se torna bonita.
Um Estranho Entre Nós
2.0 9 Assista Agoranão tá escrito o tanto de raiva que eu passei vendo esse filme.
conclusão:
sempre tem um jurandir horroroso pra estragar tudo!
Não Fale o Mal
3.3 622só digo uma coisa:
O MOLEQUE É FODA!
Post Mortem
2.7 73 Assista Agoramas que porra de relação esquisita pra caralho foi essa? ninguém está vendo isso não? galera? essa relação de um adulto e uma menor de idade está estranha demais.
Cinema Paradiso
4.5 1,5K Assista Agorameu Deus do céu, como eu estou triste.
Intriga Internacional
4.1 353 Assista AgoraEsse filme é espetacular, a cena da foto no jornal me faz chorar de tanto rir.
O filme tem tudo: comédia, suspense, romance. Impossível não amar Roger Tornhill!
O Reino dos Gatos
3.9 413 Assista AgoraA amizade da Haru com a Yuki. <3
Elas descobrindo que salvaram a vida uma da outra... Apenas lágrimas e coraçõezinhos nos olhos.
Embora esse seja um filme mais simples, os personagens são muito encantadores. Quero ser amiga do Moon Muta.
Marcas da Maldição
3.2 249 Assista AgoraO filme é legalzinho, mas, por precaução, passei o filme inteiro tampando os ouvidos e cantando "eu sou um cordeirinho, e Jesus é meu pastor". Por sorte, existe um recurso cinematográfico incrível chamado legenda. Contudo, quando aquele símbolo aparecia, eu fechava os olhos. Ou seja, devo ter visto e ouvido 30% do filme. Ao fim, só por prevenção supersticiosa, acendi um incenso de palo santo e pedi proteção do universo. Gosto de filmes de terror, porém, cagona.
Nota 2, porque me fez gastar muita energia.
La Bamba
3.6 302 Assista AgoraChorei mais do que bebê.
Definição de "queria proteger do mundo".
Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe (Histórias Novas e Selecionadas)
3.4 257 Assista AgoraO Adam Sandler vendo os filmes da guria foi o ponto alto do filme. Adoro um constrangimento.
Artista do Desastre
3.8 557 Assista AgoraEu quase abracei o James Franco e disse: "migo, dessa vez deu certo, meu Deus, finalmente um dia de glória".
Durante a Tormenta
3.9 929 Assista AgoraQuando eu pensei que havia entendido, percebi que não entendi foi nada.
Meu Amigo Totoro
4.3 1,3K Assista AgoraEsse filme é tão simples (e penso que esse seja o objetivo). Mas simples não é simplório, pelo contrário: nos aquece e faz com que terminemos o filme com um sorriso de orelha à orelha.
O Terceiro Tiro
3.6 152 Assista AgoraUm humor negro excelente, personagens super cativantes e uma das fotografias mais lindas do mestre Hitchcock. Filme descontraído, se assistido em família todos acharão engraçado e se pegarão rindo.
P.S.: Capitão Albert Wiles é um show à parte, que graça de personagem!
A Marca do Demônio
1.3 154 Assista AgoraMinha parte favorita era o patriarca puto por interromperem ele montando o quebra-cabeça. haha
Nós
3.8 2,4K Assista AgoraEsse filme é espetacularmente bem analisado diante do que Jung chama na Psicologia Analítica de Sombra e Persona. Ele denomina que a Persona é a nossa parcela social, aquilo que temos consciência, quem somos em nosso exterior, e Sombra é a nossa parcela que encontra-se naturalmente escondida e que não é conhecida conscientemente, podendo muitas vezes ser assustadora. Jung diz ainda que o problema não é possuirmos essa Sombra, já que ela é naturalmente parte de nós, o problema é negarmos ela, fugirmos e não refletimos sobre a tomada de consciência, pois quando conscientes, ela se torna parte integrativa de nossa psique, mas se ignorada, ela nos domina por completo, como as pessoas que surtam, descompensam e nem elas acreditam no que fizeram.
O filme marca isso muito bem, não somente quando há a "fuga" emocional da personagem da Lupita, mas como forma analítica a refletirmos sobre como TODOS os seres humanos simplesmente se negam a ver e aceitar essa Sombra, e isso só faz com que a mesma os domine, formando a corrente.
Algo interessante pra notarmos sobre esse Duplo é que o Duplo Sombra pode parecer mais forte, mais ágil, mas ele é somente uma cópia daquilo que naturalmente já podemos fazer e só não temos consciência, como a Filha mostra muito bem quando assume a sombra daquela que mata sem pensar duas vezes pra salvar a mãe.
Relatos Selvagens
4.4 2,9K Assista AgoraO quão próxima (e perigosa) está essa linha tênue que nos separa entre pacifistas e violentos. O filme mostra além do esteriótipo de violência do "homem mau", e talvez a maior lição está em mostrar que todos temos uma violência guardada: ou fingimos que ela não existe e uma hora ela vai precisar sair de uma forma ruim, ou tomamos consciência e não deixamos que ela nos domine.
Ruby Sparks - A Namorada Perfeita
3.8 1,4KEsse filme deve ser usado como um exemplo claro de que relacionamento não se trata da expectativa que você cria sobre as pessoas, mas sim sobre como você lida com a realidade.
E que não adianta você querer construir um ser humano com essa expectativa, moldar e tentar ter a perfeição, pois mais cedo ou mais tarde é a sua expectativa que te sabota e te derruba!
O Sol É Para Todos
4.3 424 Assista AgoraSó me faz pensar que requer muita coragem para que nós, depois de adultos, nos permitamos ver o mundo com os olhos inocentes, amáveis e inclusivos da Louise, uma reflexão diária pra mantermos o nosso lado infantil sempre apurado.
A Casa das Almas Perdidas
3.4 170A cena dos gritos vindos diretamente da casa no momento em que a família está fora é uma das cenas mais assustadoras do cinema, e assusta justamente por se tratar de algo desconhecido.
Ela
4.2 5,8K Assista AgoraLembra-me os amores líquidos de Bauman: uma contemporaneidade líquida, onde tudo é tão líquido que corre pelos dedos e se esvai.
Pi
3.8 770 Assista Agora"O número não é nada. É o significado. A sintaxe. É o que está entre os números."
Esse filme é perfeito para mostrar questões como genialidade, dedicação e obsessão, sendo que, separadas, as duas primeiras possuem resultado positivo, enquanto que a última, possui uma finalização negativa. E, quando juntos, corroboram para diversas questões de desvantagens.
A maneira como o personagem se constrói é de extremo amadurecimento, não apenas em sua busca, mas na desenvoltura de sua personalidade.
Além disso, o filme me marcou muito pela parte técnica: a trilha sonora é arrebatadora. O filme, solto e cru, poderia se tornar simplório, apesar de ter algumas cenas e diálogos maduros e marcantes. Entretanto, a maneira como as filmagens foram feitas e a trilha tornaram-no um filme com um clima de extrema tensão, de tirar o fôlego.
Confesso que fiquei extremamente apaixonada pela fotografia, tanto na qualidade, quanto no realce de sombras. Isso ajuda a mostrar a parte mais "psicopatológica" do personagem, corroborando para a tensão e o desgaste deste, onde muitas vezes me questionava sobre um estado paranoico, a obsessão e a genialidade.
Algo que eu achei genial foi a sacada de que não saber ou não mostrar que sabe algo pode ser, na grande parte das vezes, a coisa mais inteligente que o ser humano faz. A sensatez e o fato de ser reservado faz um ser humano ser inteligente. Achei legal como o filme mostra a matemática não apenas presente, mas "instigando" todos ramos da vida, como a religião.
Particularmente, precisei ver o filme mais de uma vez, não sei se fui a única. Mas na primeira vez eu senti pontos soltos, e que ficara melhor esclarecidos na segunda vez.
Nascido Para Matar
4.3 1,2K Assista Agora"Eu estou tão feliz por estar vivo, inteiro e partindo. Sim, estou num mundo atolado em merda. Mas estou vivo. E não estou com medo!"
O filme foi "crescendo", como se cada cena fosse lapidada cuidadosamente. Gostei muito da maneira como o Kubrick expressou questões como a dualidade, força (e não apenas física), e a maneira como o desconhecido é encarado.
A maneira como os personagens (em especial o Hilário) crescem é incrível, e me refuta à uma ideia de como o medo e coragem são camuflados.
O roteiro é incrível, e gostei muito da maneira como são realizadas as filmagens das cenas.
Uma Mente Brilhante
4.3 1,7K Assista AgoraEste é, sem dúvida alguma, um dos melhores filmes de drama que já vi. Garantindo muita emoção, ele mostra com maestria o ápice da esquizofrenia, e como esta pode prejudicar a vida de qualquer um (até mesmo daqueles que menos imaginamos). O filme não é pra agradar um único público: quem gosta de matemática, gosta, de psicopatologias, gosta, de drama, gosta... e por aí vai.
Um detalhe são as atuações. Um show, em especial por parte do Paul Bettany e do Russel Crowe, que tanto me emocionam nesse filme.
Nostalgia
4.3 191 Assista AgoraTenho reparado que as fotografias dos filmes do Tarkovsky são estonteantes e um deleite para os olhos. Não adentro nisto, porque concordo com todos os comentários que exploraram a fundo esse ponto. Mas algo que eu reparei é que o diretor usa a cor muito mais como um fator de arte comum: a cor não expressa sentimento, a cor É sentimento. As ambientações externas são magníficas.
A cena inicial já me fez querer desabar e engolir o filme. É uma explosão de sentimentos em coisas simples: natureza, voz e som.
A sonoplastia também é incrível. É impossível não captar sussurros, e, por que não dizer, ser empática com os personagens?! Eu consegui sentir dor, raiva, confusão... Gosto muito da maneira como Tarkovsky utiliza recursos simples, como a água e as árvores, dando uma representação simbólica grande de desabamento (água) e o velho e nostálgico (árvore).
Em suma, como qualquer outro filme do diretor, te leva a fazer uma reflexão, apontando todos os caminhos, mas sem te dar as ideias. Você constrói. É tanta melancolia, triste e lembrança, que a tragédia se torna bonita.