Não sei se só eu tenho a impressão, mas todos os filmes do Godard que eu vi (Pierrot, le fou, Vivre sa vie, Bande à part e o Acossado) parecem ser o mesmo. Sempre o embate entre uma moça romântica contra um rapaz cínico, carros roubados, moças trando os rapazes e personagens sendo baleados no final... Gosto dos filmes em sí, mas me faz pensar se o Godard na época da Nouvelle Vague não era um diretor um tanto limitado... Se alguém tiver alguma explicação para essas similaridades, eu adoraria saber.
O nome faz jus ao filme: as estórias são somente superficialmente conectadas, e no decorrer do filme eu me perguntava se não seria melhor ter escolhido apenas uma delas e aprofundar melhor. O final foi igualmente frustrante e óbvio.
Interessante esse uso de um protagonista que é coadjuvante na estória, que como na realidade, não é só feita de personalidades marcantes e ousadas e sim de gente comum apática e irrelevante. A Marie Antoniette da Kruger não convence em momento nenhum, tanto pela atuação quanto pelo texto aguinha com açúcar
Mesmo não gostando de comparar os dois, eu tenho que dizer que o Rodriguez é um Tarantino sem a menor pretensão de ser "artsy". And I fucking love that.
Eu sinto que preciso ver de novo.... A personagem principal é complexa sem parecer irreal e suas mudanças ao decorrer do filme fluem naturalmente e o roteiro não é nada previsível. Mas mesmo tendo isso tudo o filme só me provocou um interesse superficial, acredito que por mudanças muito bruscas na cronologia, ou vai ver a culpa foi minha porque fui esperando um outro Lili Marleen....
Adoro filmes que não se levam a sério. E todas as referências à biografia do Bowie, Iggy e outras personalidades só tornaram ainda mais delicioso esse filme com um pezinho no trash.
Cara, quando vão começar a reconhecer a Toni Collette? Ela sempre se destaca em todos os filmes que faz, infelizmente somente em papéis secundários...
É um filme bem mais ou menos... esteticamente tem cenas bem fortes e comoventes, mas abusa de ângulos tortos e desfoque implorando por um experimentalismo que passa bem longe. O enredo em algumas partes beira a genialidade e em outras pesa a mão recursos bobinhos para a produção de sentido. Éum filme que poderia ser bem melhor explorado
Que filme chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaato! Reune tudo de mais batido e idiota no gênero: separações traumáticas, personagens masculinas castradas, capacidade especial inexplicada e totalmente inútil, lovely losers e romancezinho água com açúcar com direito a briguinha no meio e tudo. No fim é só mais um pouco de todo o resto.
Não vi como um filme de terror, se encarar assim realmente vai ser frustrante, mas sim como um drama sobre a condição materna e a construção de afetos que desafiam até mesmo a morte tornando as duas personagens femininas (Mama e Annabel) os eixos centrais da trama e todos os outros secundários ou até mesmo dispensáveis. O que não as divide em idéias dicotômicas de vivo/bom X morto/ruim, e sim em como conseguem conquistar o afeto das crianças e o final exemplifica perfeitamente isso. (Sendo pra mim a parte mais surpreendente do filme) e uma simples frase no pós-créditos: "To our moms" que me arrancou lágrimas dos olhos
Acossado
4.1 520 Assista AgoraNão sei se só eu tenho a impressão, mas todos os filmes do Godard que eu vi (Pierrot, le fou, Vivre sa vie, Bande à part e o Acossado) parecem ser o mesmo. Sempre o embate entre uma moça romântica contra um rapaz cínico, carros roubados, moças trando os rapazes e personagens sendo baleados no final...
Gosto dos filmes em sí, mas me faz pensar se o Godard na época da Nouvelle Vague não era um diretor um tanto limitado... Se alguém tiver alguma explicação para essas similaridades, eu adoraria saber.
Phenomena
3.7 264 Assista AgoraImpressão minha ou a Jennifer Connelly foi hipersexualizada nesse filme não só pelos insetos?
Os Desconectados
3.9 441 Assista AgoraO nome faz jus ao filme: as estórias são somente superficialmente conectadas, e no decorrer do filme eu me perguntava se não seria melhor ter escolhido apenas uma delas e aprofundar melhor. O final foi igualmente frustrante e óbvio.
O Grande Hotel Budapeste
4.2 3,0KImpecável.
Amantes Eternos
3.7 790 Assista AgoraClassudo.
Ninfomaníaca: Volume 2
3.6 1,6KSou muito fã do diretor, mas tenho que essa segunda parte só serviu pra proselitismos e masturbar a pretensão do próprio autor.
Adeus, Minha Rainha
3.0 169 Assista AgoraInteressante esse uso de um protagonista que é coadjuvante na estória, que como na realidade, não é só feita de personalidades marcantes e ousadas e sim de gente comum apática e irrelevante. A Marie Antoniette da Kruger não convence em momento nenhum, tanto pela atuação quanto pelo texto aguinha com açúcar
O Lobo de Wall Street
4.1 3,4K Assista AgoraEu ainda prefiro o Eike Batista...
Coco Chanel & Igor Stravinsky
3.6 108Bonitinho, mas ordinário.
Blow-Up: Depois Daquele Beijo
3.9 379 Assista AgoraSobre esse filme:
http://bit.ly/19J0yjA
Planeta Terror
3.7 1,2K Assista AgoraMesmo não gostando de comparar os dois, eu tenho que dizer que o Rodriguez é um Tarantino sem a menor pretensão de ser "artsy". And I fucking love that.
E a parte do rolo de filme faltando foi mais do que genial.
O Casamento de Maria Braun
4.1 64 Assista AgoraEu sinto que preciso ver de novo.... A personagem principal é complexa sem parecer irreal e suas mudanças ao decorrer do filme fluem naturalmente e o roteiro não é nada previsível. Mas mesmo tendo isso tudo o filme só me provocou um interesse superficial, acredito que por mudanças muito bruscas na cronologia, ou vai ver a culpa foi minha porque fui esperando um outro Lili Marleen....
Pi
3.8 770 Assista AgoraUm filme que o Cronenberg iria gostar de ter feito...
Velvet Goldmine
3.9 337Adoro filmes que não se levam a sério. E todas as referências à biografia do Bowie, Iggy e outras personalidades só tornaram ainda mais delicioso esse filme com um pezinho no trash.
Cara, quando vão começar a reconhecer a Toni Collette? Ela sempre se destaca em todos os filmes que faz, infelizmente somente em papéis secundários...
As Horas
4.2 1,4KTive a mesma sensação que ao ler o Mrs. Dalloway: A vulgaridade das horas fustiga o espírito suspenso em laços frágeis de egoísmo e solidão.
Azul é a Cor Mais Quente
3.7 4,3K Assista AgoraGente, Desculpa se eu estou meio por fora mas... Por que vocês querem tanto ver esse filme?
Felicidade
4.1 399Apaixonado por esse filme...
Elena
4.2 1,3KÉ um filme bem mais ou menos... esteticamente tem cenas bem fortes e comoventes, mas abusa de ângulos tortos e desfoque implorando por um experimentalismo que passa bem longe. O enredo em algumas partes beira a genialidade e em outras pesa a mão recursos bobinhos para a produção de sentido. Éum filme que poderia ser bem melhor explorado
Aurora
3.6 66Bem bonito e viajadão, só perde pontos por ser bastante prolixo, o que acaba tirando grande parte do impacto das melhores cenas.
Fonte da Vida
3.7 782 Assista AgoraÉ uma pena um filme tão bonito ter um enredo tão brega e nada surpreendente...
Barbarella
3.2 281Teve um momento que eu jurei que o Great tyrant ia ser o Frank-n-Further.... seria lindo!
Fausto
3.4 219Visualmente lindo, mas ainda estou até agora tentando sacar o que se passou...
Cashback, Bem-vindo ao Turno da Noite
3.7 528Que filme chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaato! Reune tudo de mais batido e idiota no gênero: separações traumáticas, personagens masculinas castradas, capacidade especial inexplicada e totalmente inútil, lovely losers e romancezinho água com açúcar com direito a briguinha no meio e tudo. No fim é só mais um pouco de todo o resto.
Mama
3.0 2,8K Assista AgoraNão vi como um filme de terror, se encarar assim realmente vai ser frustrante, mas sim como um drama sobre a condição materna e a construção de afetos que desafiam até mesmo a morte tornando as duas personagens femininas (Mama e Annabel) os eixos centrais da trama e todos os outros secundários ou até mesmo dispensáveis. O que não as divide em idéias dicotômicas de vivo/bom X morto/ruim, e sim em como conseguem conquistar o afeto das crianças e o final exemplifica perfeitamente isso. (Sendo pra mim a parte mais surpreendente do filme) e uma simples frase no pós-créditos: "To our moms" que me arrancou lágrimas dos olhos