Fui surpreendida com um excelente filme sobre uma mulher independente aprendendo a ser mãe de uma criança adorável que nem dela é. A história demonstra de uma forma leve, mas ainda sim realista, como o mundo enxerga as mulheres e as descarta quando "servem" menos ou não "servem" mais na visão mediocre deles. Mas, JC mostrou pra todo mundo que é foda pra caralho e pode sim ter tudo o que ela quiser, mesmo que seja difícil no começo. Algo que os homens que a julgaram e a substituíram acrediravam ser impossível. Tem sim uma boa romantização nas circunstancias, pois na realidade, sem uma boa rede de apoio ou dinheiro, nem sempre o esforço dá em algo, entretanto, é bom poder se iludir com algo assim na noite antes de voltar para o seu trabalhado arromb...
Achei a ideia interessante, e por mais absurdo que seja, acho super realista a humanidade se revoltar com a cura de uma doença assin. Veja só o movimento antivacina, doenças quase irradicadas voltando a matar ou a causar sequelas graves que poderiam ser evitadas ou amenizadas por uma vacina. E o pior é que não aprendem, um psicopata foi curado e usou todo o preconceito para influenciar pessoas vulneráveis de que infectar todo mundo era a melhor saída. E pra ser sincera, bem feito, a humanidade que se foda. E se eu fosse curada pra ser tratada como lixo, prefiriria levar logo um tiro e morrer.
Eis a representação de um esquedomacho, finge que te entende pra te seduzir e depois tenta te controlar igual aos demais homens.O roteiro é muito bom e eu amei a limonada que elas fizeram. No final, tudo que elas aprenderam e toda a evolução foi mantida. Jack ficou excelente no papel de demônio doido. Hahaha
Não gosto de cara de bombados, mas esse homem é fora do normal, sou apaixonada pela bondade e o senso de justiça dele. Amo a forma como a série trabalha as personagena femininas e o respeito que tem com elas. A cena final do Reacher no metrô, fechando o ciclo do primeiro episódio, dividindo o sanduíche com aquela senhora, que chorava no mesmo banco que a Anna Merrick, que também chorou antes de morrer, me doeu de tão simbólica, triste e bonita. Amo essa série e amei essa temporada comovente, e estou ansiosa por mais.
O maior superpoder do Nick é ser o protagonista, gosto de todo o elenco exceto dele. O pior namorado do mundo. Gostava mais da Adalind longe dele, sempre gostei da Juliet e ela só melhorou depois que deixou de ser "a namorada do Nick". Enfim, tirando o protagonista sem sal, a série é super divertida e criativa.
Duas mulheres maquiavelicas se enfrentam por causa de um banana, uma é a mãe dele e a outra quer namora-lo. Ambas sendo interpretadas por duas atrizes maravilhosas. Tirando o furos absurdos de roteiro, eu amei o desfecho da Cherry. Pena que o da Laura não tenha sido a altura.
Muitas pessoas podem pensar: "Nossa, ainda bem que não é mais assim". Outras, porém, repetem frases como "não se fazem mais homens como antigamente" ou "antigamente era melhor". Mas melhor para quem?
De fato, as coisas mudaram. Hoje, ao menos em teoria, homens não podem mais matar, torturar ou violentar mulheres sem enfrentar algumas consequências. As mulheres conquistaram mais direitos, liberdade e autonomia. No entanto, perceber o quão atual são os temas de um filme sobre do século XIX é pertubador pra mim.
Violência doméstica, abuso sexual, coerção, assédio, feminicídio e tentativas de controlar a autonomia das mulheres ainda existem em diferentes graus ao redor do mundo. O que mudou não foi a existência desses problemas, mas a forma como eles se manifestam e a maneira como a sociedade reage a eles. Para mim foi muito difícil de assistir, pois não consegui ver a violência retratada como algo pertencente apenas ao passado. A realidade é extrema demais e encontra ecos no presente. É muito triste essa sensação de que, apesar de todo o progresso alcançado, algumas feridas continuam abertas sem muita esperança de cicatrizar.
Tem uma premissa que eu adoro, atores e atrizes coreanos que gosto muito e uma música de abertura marcante. Pena que esqueceram de fazer o roteiro. A série aborda temas como a crueldade, a ganância e o egoísmo humanos diante do fim do mundo, alem da empatia, amor e heroísmo. Entretanto, existem inúmeros dramas que exploram esses mesmos temas com muito mais profundidade e impacto. Os motivos dos protagonistas podem até estar claros para o espectador, mas suas jornadas não são construídas de forma que faça sentido. A trama passa boa parte do tempo andando em círculos, sem dar a sensação de progresso. O resultado é um drama anticlimático, que raramente transmite a urgência ou o peso emocional que uma história sobre o fim iminente da humanidade deveria ter. Esse drama é um grande exemplo de como disperdiçar: uma premissa popular, um ótimo elenco e muito potencial. Demorei quase dois meses para terminar porque a série nunca conseguiu me fazer sentir verdadeiramente envolvida com seus personagens ou com o destino deles. Uma pena.
Começa morno, tem grandes momentos e termina bem. A amizade entre a Glinda e a Euphaba é a melhor parte. Acho que outro ponto forte é o amadurecimento da Glinda. Além da reflexão sobre as pessoas muitas vezes preferirem acreditar numa mentira enfeitada do que numa verdade incomoda e complexa. É uma ficção que dá pra ver na prática, mas quem deveria se tocar, talvez nunca consiga e seja só mais um que categoriza uma inocente como bruxa baseado em opiniões convenientes invés de fatos num efeito manada.
Não é uma obra que eu considere particularmente impactante ou inovadora. Seu desenvolvimento é simplório e frequentemente beira a superficialidade. Falta emoção, profundidade e tempo para que os personagens sejam devidamente desenvolvidos. As relações, os conflitos e até os momentos mais dramáticos acontecem de forma mecânica e acelerada, impedindo uma conexão mais forte com a narrativa. A própria passagem do tempo é tratada de maneira anticlimática, fazendo com que acontecimentos que deveriam carregar peso emocional pareçam apenas etapas burocráticas do roteiro. Ainda assim, é possível extrair alguma reflexão da obra sobre as consequências de como a evidente negligência e irresponsabilidade pública, em escala global, na proteção de crianças e mulheres, persistem de forma sistemática e generalizada em diversas sociedades independente da sua localização no mundo.
Poderia e talvez devesse também ser classificado como comédia, ainda que de humor ácido. A premissa é excelente, e o roteiro constrói um personagem cheio de camadas: nem bom, nem mau, apenas humano e profundamente falho. O filme não minimiza o fato de que ele pode ser perigoso, tanto para si quanto para os outros, mas ainda assim cria uma empatia involuntária com o espectador, ao dar vazão àqueles sentimentos intrusivos que todos reprimimos algum dia.
Trilha sonora marcante do compositor John Williams, efeitos revolucionários para a época… mas não deu pra mim. E fiquei com aquela sensação de “onde é que eu já vi algo assim?”. Obsessão beirando o fanatismo, "cidadão de bem" subindo montanha, traindo a esposa e/ou abandonando a família… só faltou uma oração em volta de um pneu (mas, até teve um culto sem esse objeto iconico). Steven Spielberg quase um profeta dos delírios da família tradicional brasileira, com sua imaginação masculina messiânica e aquela vibe eterna de “eu fui escolhido, o resto que se vire”. É no mínimo criativa a versão do diretor do “pai de família que foi comprar cigarro e nunca mais voltou”. =D
Presente de Grego
3.4 78 Assista AgoraFui surpreendida com um excelente filme sobre uma mulher independente aprendendo a ser mãe de uma criança adorável que nem dela é. A história demonstra de uma forma leve, mas ainda sim realista, como o mundo enxerga as mulheres e as descarta quando "servem" menos ou não "servem" mais na visão mediocre deles. Mas, JC mostrou pra todo mundo que é foda pra caralho e pode sim ter tudo o que ela quiser, mesmo que seja difícil no começo. Algo que os homens que a julgaram e a substituíram acrediravam ser impossível.
Tem sim uma boa romantização nas circunstancias, pois na realidade, sem uma boa rede de apoio ou dinheiro, nem sempre o esforço dá em algo, entretanto, é bom poder se iludir com algo assim na noite antes de voltar para o seu trabalhado arromb...
Super 8
3.6 2,5K Assista AgoraQue bom que o ET conseguiu fugir, mais inteligente e empatico que muitos humanos
Epidemia
3.2 282 Assista AgoraDivertido, minha maior preocupação era a coitada da macaca.
Os Curados
2.6 115 Assista AgoraAchei a ideia interessante, e por mais absurdo que seja, acho super realista a humanidade se revoltar com a cura de uma doença assin. Veja só o movimento antivacina, doenças quase irradicadas voltando a matar ou a causar sequelas graves que poderiam ser evitadas ou amenizadas por uma vacina.
E o pior é que não aprendem, um psicopata foi curado e usou todo o preconceito para influenciar pessoas vulneráveis de que infectar todo mundo era a melhor saída.
E pra ser sincera, bem feito, a humanidade que se foda.
E se eu fosse curada pra ser tratada como lixo, prefiriria levar logo um tiro e morrer.
O Especialista
3.0 202 Assista AgoraQue dupla sensual e eu o tempo todo,salvem o gato e cade o gato? Rsrs
As Bruxas de Eastwick
3.4 285 Assista AgoraEis a representação de um esquedomacho, finge que te entende pra te seduzir e depois tenta te controlar igual aos demais homens.O roteiro é muito bom e eu amei a limonada que elas fizeram. No final, tudo que elas aprenderam e toda a evolução foi mantida. Jack ficou excelente no papel de demônio doido. Hahaha
Reacher (4ª Temporada)
3.7 44Não gosto de cara de bombados, mas esse homem é fora do normal, sou apaixonada pela bondade e o senso de justiça dele. Amo a forma como a série trabalha as personagena femininas e o respeito que tem com elas.
A cena final do Reacher no metrô, fechando o ciclo do primeiro episódio, dividindo o sanduíche com aquela senhora, que chorava no mesmo banco que a Anna Merrick, que também chorou antes de morrer, me doeu de tão simbólica, triste e bonita.
Amo essa série e amei essa temporada comovente, e estou ansiosa por mais.
Extermínio: O Templo dos Ossos
3.3 271 Assista AgoraSe não tivesse a tortura gratuíta, eu teria gostado mais.
Os Últimos Sobreviventes
1.6 35 Assista AgoraMais um daqueles que não passam de ideia.
Contágio
3.2 1,8K Assista AgoraTema sempre atual...
Perseguição Zumbi
1.7 28 Assista AgoraComeça sem sentido e termina do jeito que começou.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 293 Assista AgoraEu gostei, pois gosto da animação. Mas, tanto faz.
13 Minutos de Tormenta
2.2 35 Assista AgoraGosto de filmes de catastrofe.
Grimm: Contos de Terror (6ª Temporada)
4.1 106 Assista AgoraO maior superpoder do Nick é ser o protagonista, gosto de todo o elenco exceto dele. O pior namorado do mundo. Gostava mais da Adalind longe dele, sempre gostei da Juliet e ela só melhorou depois que deixou de ser "a namorada do Nick". Enfim, tirando o protagonista sem sal, a série é super divertida e criativa.
A Namorada Ideal
3.5 85 Assista AgoraDuas mulheres maquiavelicas se enfrentam por causa de um banana, uma é a mãe dele e a outra quer namora-lo. Ambas sendo interpretadas por duas atrizes maravilhosas. Tirando o furos absurdos de roteiro, eu amei o desfecho da Cherry. Pena que o da Laura não tenha sido a altura.
Amaldiçoada
3.8 408 Assista AgoraMuitas pessoas podem pensar: "Nossa, ainda bem que não é mais assim". Outras, porém, repetem frases como "não se fazem mais homens como antigamente" ou "antigamente era melhor". Mas melhor para quem?
De fato, as coisas mudaram. Hoje, ao menos em teoria, homens não podem mais matar, torturar ou violentar mulheres sem enfrentar algumas consequências. As mulheres conquistaram mais direitos, liberdade e autonomia. No entanto, perceber o quão atual são os temas de um filme sobre do século XIX é pertubador pra mim.
Violência doméstica, abuso sexual, coerção, assédio, feminicídio e tentativas de controlar a autonomia das mulheres ainda existem em diferentes graus ao redor do mundo. O que mudou não foi a existência desses problemas, mas a forma como eles se manifestam e a maneira como a sociedade reage a eles.
Para mim foi muito difícil de assistir, pois não consegui ver a violência retratada como algo pertencente apenas ao passado. A realidade é extrema demais e encontra ecos no presente.
É muito triste essa sensação de que, apesar de todo o progresso alcançado, algumas feridas continuam abertas sem muita esperança de cicatrizar.
Adeus, Terra
2.8 12 Assista AgoraTem uma premissa que eu adoro, atores e atrizes coreanos que gosto muito e uma música de abertura marcante. Pena que esqueceram de fazer o roteiro.
A série aborda temas como a crueldade, a ganância e o egoísmo humanos diante do fim do mundo, alem da empatia, amor e heroísmo. Entretanto, existem inúmeros dramas que exploram esses mesmos temas com muito mais profundidade e impacto.
Os motivos dos protagonistas podem até estar claros para o espectador, mas suas jornadas não são construídas de forma que faça sentido. A trama passa boa parte do tempo andando em círculos, sem dar a sensação de progresso.
O resultado é um drama anticlimático, que raramente transmite a urgência ou o peso emocional que uma história sobre o fim iminente da humanidade deveria ter.
Esse drama é um grande exemplo de como disperdiçar: uma premissa popular, um ótimo elenco e muito potencial. Demorei quase dois meses para terminar porque a série nunca conseguiu me fazer sentir verdadeiramente envolvida com seus personagens ou com o destino deles.
Uma pena.
Uma Mulher Diferente
3.5 7 Assista AgoraEu como Autista tardia, me identifiquei muito com a personagem, mas senti que faltou algo e não gostei do desfecho.
Wicked: Parte 2
3.4 167 Assista AgoraComeça morno, tem grandes momentos e termina bem. A amizade entre a Glinda e a Euphaba é a melhor parte.
Acho que outro ponto forte é o amadurecimento da Glinda.
Além da reflexão sobre as pessoas muitas vezes preferirem acreditar numa mentira enfeitada do que numa verdade incomoda e complexa.
É uma ficção que dá pra ver na prática, mas quem deveria se tocar, talvez nunca consiga e seja só mais um que categoriza uma inocente como bruxa baseado em opiniões convenientes invés de fatos num efeito manada.
A Testemunha
2.8 10 Assista AgoraNão é uma obra que eu considere particularmente impactante ou inovadora. Seu desenvolvimento é simplório e frequentemente beira a superficialidade. Falta emoção, profundidade e tempo para que os personagens sejam devidamente desenvolvidos. As relações, os conflitos e até os momentos mais dramáticos acontecem de forma mecânica e acelerada, impedindo uma conexão mais forte com a narrativa. A própria passagem do tempo é tratada de maneira anticlimática, fazendo com que acontecimentos que deveriam carregar peso emocional pareçam apenas etapas burocráticas do roteiro.
Ainda assim, é possível extrair alguma reflexão da obra sobre as consequências de como a evidente negligência e irresponsabilidade pública, em escala global, na proteção de crianças e mulheres, persistem de forma sistemática e generalizada em diversas sociedades independente da sua localização no mundo.
56 Dias
3.2 23 Assista AgoraSopa na banheira.
Um Dia de Fúria
3.9 943 Assista AgoraPoderia e talvez devesse também ser classificado como comédia, ainda que de humor ácido. A premissa é excelente, e o roteiro constrói um personagem cheio de camadas: nem bom, nem mau, apenas humano e profundamente falho.
O filme não minimiza o fato de que ele pode ser perigoso, tanto para si quanto para os outros, mas ainda assim cria uma empatia involuntária com o espectador, ao dar vazão àqueles sentimentos intrusivos que todos reprimimos algum dia.
Contatos Imediatos do Terceiro Grau
3.7 609 Assista AgoraTrilha sonora marcante do compositor John Williams, efeitos revolucionários para a época… mas não deu pra mim. E fiquei com aquela sensação de “onde é que eu já vi algo assim?”.
Obsessão beirando o fanatismo, "cidadão de bem" subindo montanha, traindo a esposa e/ou abandonando a família… só faltou uma oração em volta de um pneu (mas, até teve um culto sem esse objeto iconico). Steven Spielberg quase um profeta dos delírios da família tradicional brasileira, com sua imaginação masculina messiânica e aquela vibe eterna de “eu fui escolhido, o resto que se vire”.
É no mínimo criativa a versão do diretor do “pai de família que foi comprar cigarro e nunca mais voltou”. =D
Dele & Dela
3.6 153 Assista AgoraA vingança mais satisfatória de todas.