O grande defeito dessa série é não existir uma única unidade de personagem que fizesse com que eu me importasse. Zero. Todos péssimos serem humanos. Achei a série bem chatinha e arrastada e o último plot twist é bem qualquer coisa. Existiam pontos interessantes em alguns dos personagens que, se tivessem sido trabalhados de forma diferente, poderiam ter gerado um resultado melhor.
apesar de entender que é normal ela desejar viver esse amor de infância. A ideia do que poderia ter sido não a deixaria se entregar de verdade pra outra pessoa agora que, mais velhos, foram capazes de verbalizar o que sentem e tendo a chance de viver esse relacionamento.
Maaaaaas... Que foi uma péssima escolha, isso foi.
Eu não diria nem que eles funcionam como amigos, já que o Freddie tava passando por várias situações e confiou mais no rival do que em quem deveria ser sua melhor amiga, sendo que provavelmente nem a parceira dele sabia também.
Não sei se Adriana e Brayden tiveram química de fato, mas pelo tempo de tela dos dois juntos, pelas cenas de mais entrega nas danças, tendo a acreditar que ela combina muito mais com ele do que com o Freddie. Num geral, eu curti a série, adoro produções envolvendo patinação no gelo, mas tem muitas questões. Tudo foi MUITO raso, mesmo tentando ser profundo. Os personagens não conseguiram se desenvolver em nenhum nível. Nem mesmo os protagonistas. Esse é o problema de uma série com tantos personagens e temporadas com tão poucos episódios. A relação das três irmãs é confusa, mas as coisas conseguiram se encaixar até o final da série. De todas, a Elise é a que menos fez sentido, a mudança na personagem foi pro bem, mas aconteceu sem um desenvolvimento que ela merecia. Adriana é uma ameba do início ao fim e Maria poderia ter tido mais destaque, ela também foi outra que a mudança foi meio do nada.
Não fica claro como que esse pai deixou a situação do rink ficar tão extrema se ele tem bons competidores treinando lá, se a imagem dele e do rink eram de tanto prestígio quanto tentam vender. Imagino que os patrocínios sejam mais difíceis e restritos que em esportes mais famosos, mas ainda assim. Podíamos ter um contexto maior. Não sei se a série queria focar na Adriana, nas irmãs ou no rink como um todo, mas falhou em todos os aspectos. Assistiria uma segunda temporada, mas não me surpreenderia se fosse cancelada também. Ainda não superei o cancelamento de Spinning Out/Spin Out que era muito superior a essa aqui.
Decepcionante. A primeira temporada foi incrível, essa aqui foi chata, arrastada, com um enredo fraco e muito aquém do esperado. O último episódio foi bom - mas não incrível como o último episódio da primeira temporada.
Nota: dó. A série é bem arrastada, chatinha, com personagens pouco cativantes, nada sexy ao contrário do filme que conseguiu fazer muito mais com muito menos tempo de tela - eu não amo o original, mas estava esperando um pouco mais aqui por ser uma série. Não sei se hoje em dia, especialmente entre os jovens, esse tipo de personagem - ricos, cheio de possibilidades e muito pouca consequência para os atos criminosos - tem o mesmo apelo que tinha com os jovens de antigamente.
Se a química - eu achei que teve, pelo menos - entre o Lucien e a Caroline fosse melhor explorada - ou qualquer química, na verdade, é o que falta demais nessa série - talvez pudesse ter dado uma levantada. A sensação é de que poderia se encaminhar para algum lugar, mas o grande momento nunca veio pra nenhuma das histórias, protagonistas ou coadjuvantes.
Eu não lembrava 100% do filme - ele era proibido em casa porque na época eu era criança - e fui ver algumas cenas e o final é diferente na série, um gancho para a próxima temporada que não sei se vem. PrimeVideo cancelou outras séries melhores que essa, como Panic (não, nunca superarei não ter segunda temporada), então seria uma grande surpresa se eles fizessem uma segunda dessa aqui que foi bem lixosa, bem mais ou menos.
Acho que a segunda pior coisa sobre esse caso - depois do fato em si - é que mais da metade dos envolvidos não foram sequer acusados e estão vivendo a vida como se nada tivesse acontecido simplesmente porque a justiça não tem o endereço deles. QUE ÓDIO! Eu sabia muito pouco sobre o caso, e não sou de ouvir muitos podcasts (nem sabia que teve um sobre o caso), então o documentário foi esclarecedor. Acredito que esse é o papel das diferentes mídias, expor o assunto para públicos diferentes. Não deixa de ser um documentário bem-feito apenas porque as informações já haviam sido divulgadas.
Não amo dublagens, apesar de entender o motivo delas. E valorizei o fato de que deixaram a vítima falar com sua própria voz - sem dublagem e com legenda. Ela e todas as outras mulheres que viveram algo tão absurdo e violento merecem ter esse poder de falar e ser ouvida e, de alguma forma, obter justiça.
Que morte terrível. TRÊS personagens deixaram a série nessa temporada. Algo de errado não está certo nos bastidores da série, não é possível. Ainda foi uma temporada muito boa, apesar da decisão de tirar a
meio do nada, ela ainda teve uma despedida. Depois fizeram questão de bagunçar o personagem do Greg pra ele não ficar também, mesmo que fosse um personagem que pudesse ser muito bem desenvolvido se quisessem, mas ele chegou depois, então a gente até entende. Mas o
COMO ASSIM ELE DECIDIU SAIR DA SÉRIE? Eu não sou de ver notícias e mesmo que ele tivesse estado bem ausente durante essa temporada, eu jamais desconfiaria que tirariam o protagonista da série. E pior do que isso, não darem uma despedida pra ele? Ele simplesmente não gravou um final pro personagem. Por que? Aí meteram um personagem aleatório que tiveram que introduzir porque provavelmente pensam em mantê-lo na série na 4 temporada e que eu até gostei dele, mas é triste que com a saída do
precisem colocar outro homem pra liderar e não possam simplesmente subir a Cam de cargo porque ela ainda não está pronta - e não apenas isso, ainda tiraram toda a autonomia que ela tinha conquistado nessa temporada ocupando o lugar da Jamie pra sempre precisar da opinião e ajuda do cara novo. Que ódio. Provavelmente verei a 4 temporada quando sair, mas confesso que fiquei, sim, bem decepcionada com os caminhos que levaram os personagens. Os casos em si continuam muito bons, na minha opinião e seguem mais interessantes que os casos de NY. E adorei a adição da personagem Tate, apesar de ter sentido que ela roubou um pouco do protagonismo do Raines já que ele também era da tecnologia. E pareceu que quiseram dar mais autonomia (e investimento) pro FlyTeam colocando uma central com mais gente mais parecida com a que tem no FBI de NY.
Gostei muito mais desse spin-off do que da série original - talvez porque, nas duas últimas temporadas, os protagonistas da série original estavam zero interessantes e os "coadjuvantes" entregavam muito mais de tudo. Aqui, por ser novidade, todo mundo tinha potencial de entregar e achei as viagens e casos mais interessantes também.
Eu esperava um pouco mais. O enredo é bom, gostei da dinâmica dos personagens, mas o fechamento poderia ter sido muito melhor. O ápice do último capítulo não veio, acho que faltou um pouco de aprofundamento e respostas para alguns dos personagens, apesar de eu ter gostado do que vi da maioria deles. Acho que um pouco menos do WL tr***do com todas as mulheres da série - e olha que eu geralmente não reclamo, mas aqui pareceu bem deslocado, especialmente porque não tem uma cena com quem realmente importava - e um episódio a mais fariam milagres aqui.
A série não começa tão empolgante, mas melhora. Porém, mudanças bruscas em personagens, resoluções simplistas atrapalharam um pouco o meu envolvimento com os personagens. Podia ter sido muito melhor. Gosto muito do aspecto cidade de interior que difere bastante de outras séries com bombeiros e a aproxima de Virgin River e Doces Magnólias, por exemplo. Mas faltou alguma coisa.
infinitamente inferior à primeira temporada. diria que não vale a pena assistir, mas adoraria uma terceira temporada com o criador estando envolvido - já que, sem ele nessa temporada, as coisas não andaram tão bem assim. a maioria dos episódios são enfadonhos, os personagens não envolveram, não senti nem empatia e nem raiva por nenhum deles - só pelo Luke, que foi um babaca 80% do tempo, impossível não odiar esse boy lixo. em determinado momento, ainda nos primeiros capítulos, já tinha ficado claro quem tinha matado o Luke, só restando descobrir o como nos últimos segundos do décimo episódio.
é quase inacreditável que A MÃE de uma pessoa que foi assassinada precisou se meter a fazer o trabalho da polícia e dos investigadores, correndo atrás das testemunhas pra formar um caso! sério! é insano. se não fosse isso, dificilmente teriam provas o suficiente para uma condenação porque a polícia não se indignou a isso. tipo... "ah, a gente descobriu em horas quem era o assassino", tá, mas e pra sustentar que ele era o assassino? teu trabalho é só prender e depois f*da-se? que raiva que me deu! documentário muito bem conduzido, detalhado e explicativo para alguém que não era nem nascida quando o crime ocorreu. só achei um tanto repetitivo em alguns momentos, mas definitivamente um ótimo documentário. é triste pensar em quantas vidas são tiradas por motivos torpes, é assustador pensar que a nossa vida vale tão pouco e é pavoroso pensar que a gente não sabe quem são as pessoas que cruzam a nossa vida e o tipo de crueldade podem cometer.
Forte, intenso e muito necessário. Não é uma série pra todo mundo. Entendo quem não curta o argumento dramático da série. No início, eu também não sabia o que esperar. Mas foi bem conduzida, os paralelos com as histórias reais e as homenagens falam por si só. Os primeiros episódios são de muito choro. É muito doloroso, agonizante. E os finais de muita raiva, frustração. A sensação de que a lei é falha - ou melhoro, que as pessoas responsáveis por exercê-la são. Cumpriu bem o papel de jogar luz no assunto. De esclarecer pro público a linha cronológica e deixar claro em que pé está o caso hoje. É impactante. Significativo. Dez anos de impunidade. Dez anos de sofrimento. 242 vidas que foram levadas. A série é sobre isso. Não sobre sotaque, atuação, ou transformar um livro documental em dramatização. Fica a dica.
Pra quem não consumiu nenhum conteúdo que contasse a história do início ao crime, será um bom documentário, especialmente pelas imagens da própria Globo. Mas pra quem já viu, a cronologia de vai e volta me irritou e, mesmo com os depoimentos, senti que não entregou tudo o que poderia.
Série envolvente, com personagens cativantes e histórias interessantes. Senti falta de um pouco mais de desenvolvimento no par romântico da mocinha, mas valeu muito a pena terem dado destaque para as histórias dos melhores amigos. Eu sabia que os caminhos que eles estavam tomando os levariam exatamente para onde eles terminaram indo e eu AMEI que a série entregou direitinho o que eu imaginei.
É muito doido como às vezes a vida te dá o cara PERFEITO e você escolhe errado. Eu ainda acredito que o final foi só um artifício pra ter uma segunda temporada - por favor, Netlifx! -, mas as coisas vão se esclarecer com um "ele mentiu pra você e descobriu de outra forma".
Eu tava bem ansiosa pra assistir desde que vi o trailer e atingiu todas as minhas expectativas.
Achei o documentário fraco, mas assisti no escuro porque sabia da história muito por alto. Que show de irresponsabilidade de todos os lados envolvidos, desorganização, negação de culpabilidade, ganância da parte dos organizadores e o machismo nojento e descarado da esmagadora maioria dos homens presentes no evento. Que lixo - literalmente. Eles devem ter se identificado com a podridão que se tornou o ambiente e resolveram se mostrar. Meu coração doeu pelas mulheres que sofreram abusos de todos os tipos, e que, em sua esmagadora maioria, tiveram a liberdade ceifada num evento que, ops, era sobre ser livre.
Os valores, comportamentos e referências da sociedade - jovem - em 99 não era a mesma de 69, e foi até ingênuo da produção encarar o evento com os mesmos olhos mesmo depois de 30 anos e achar que era saudável e possível dar a mesma liberdade pra jovens tão diferentes.
Gostei dos personagens, especialmente Emilia, Dixon e MJ. Não desgostei dos outros, mas achei que foram desperdiçados nesse primeiro momento, não entregaram tanto e não sei o que vão inventar para a próxima temporada confirmada. O roteiro pecou demais, né? Pra mim, todos os erros vieram daí,
do limbo entre mostrar uma cena de sexo hetero e não ir fundo numa lésbica, de fazer os personagens tomarem decisões infantis e que não tinham como dar certo
. Por um lado, faz sentido porque era o jeito de Rebelde originalmente, porém não funciona com atitudes mais adultas, numa classificação 16 e sabendo que boa parte do público é mais velho.
Não desgostei da referência ao colocar um personagem indo para o EWS mais ou menos parecido com o Miguel - por motivos diferentes, claro -, mas achei meio sei lá, faltou uma profundidade. Pilar aparecendo foi uma surpresa e não mudou nada, né? Bleh.
Não entendi quem é Jana direito, achei que isso prejudicou a minha conexão com a personagem, então não rolou esse casal pra mim - mesmo que eu tivesse curtido bastante o Esteban ajudando ela com a música nos primeiros episódios.
MJ canta muito! É a melhor voz dali, com certeza. Senti que o plot dela foi o único que teve um começo, um meio e um fim.
Tive sentimentos conflituosos com relação a Luka e Sebas, um mostrando que não é cem por cento ruim e outro que não é cem por cento bom. Espero bastante evolução dos dois personagens no futuro.
Não tenho muito o que falar do Dixon, curti o personagem. Andi deu a entender que seria de uma forma no início, na presença dos pais, e então não aconteceu nada demais.
No começo eu fiquei meio assim com a Emília, mas logo a personagem subiu no meu conceito e eu curti bastante. Achei legal eles terem incorporado algumas palavras brasileiras nos diálogos dela, e ela ter podido falar palavras em espanhol com a pronuncia brasileira.
EWS virou uma escola de música unicamente? Não teve nenhuma outra aula.
Os cortes são péssimos, o tempo não é explicado, então não sei se passou muito tempo ou pouco - a impressão que deu é de que foi pouco, mas talvez pra eles tenha sido muito. A seita na história foi completamente fora de lugar, a motivação é quase nula, não convenceu,
pareceu mais intriga do ex com o futuro atual da Jana e não precisava.
Tinha outros argumentos que poderiam ser usados, já que queriam fazer essa referência. É sempre bom tomar cuidado com esse tipo de decisão num remake, a prioridade deve ser o roteiro - foi mais ou menos o que aconteceu com Welcome to Raccoon City, o remake de Resident Evil.
Gostei pela nostalgia, especialmente pelas versões das músicas antigas e algumas das músicas novas. Aguardarei melhorias na segunda temporada.
A curiosidade venceu aqui. No início, senti uma forçação de barra no destaque que deram pra Wanessa. Fiquei meio em cima do muro com relação a ela, porque não tirou cem por cento a imagem de "mimada" que ela passou em diversos momentos ao longo dos anos, mas ao mesmo tempo conseguiu dar uma amplitude pra tudo e uma humanizada com relação aos pais e à questão pela qual ela está passando. Os amigos dela foram meio aleatórios, mas cumpriram o seu papel. Gostei da preocupação dela em afirmar que estavam todos testados e que podiam tirar as máscaras. Me irritei em diversos momentos com o jeito do Zezé, principalmente a maneira como ele sai das situações e as falar problemáticas com relação à Zulu. Nunca procurei muito sobre ele, mas vi um cara bem machista, bem egoísta, bem distante, bem esnobe, bem intragável. Achei curioso não ter tido um nada do/sobre o Luciano, afinal tem "Família Camargo" no título e ele faz parte da família. Não tava sabendo da fofoca sobre a proibição, fui procurar depois de ter assistido à série/reality e, vendo o resultado final, acho que eu faria o mesmo em proibir a veiculação da minha imagem. Não estou acostumada com esse tipo de entretenimento, não teve nada muito grandioso que fizesse diferença, talvez se eu fosse interessada na música sertaneja, talvez aproveitasse mais dessas cenas de música e composição e produção, mas como não é o caso... Foi só alguns momentos do meu dia que eu perdi em nome da curiosidade mesmo.
Então... Hahahahahahahahahahahaha. Só isso mesmo. A série tinha tudo pra ser legal, mas...
Eu gostei da base do enredo, toda a questão com as gêmeas, o pai, a policia, (alguns d)os amigos, mas todas as decisões tomadas a partir do segundo episódio foram muito ruins. O enredo não colou, muitas pontas soltas, muitas perguntas sem resposta que não necessariamente acrescentariam muito numa possível segunda temporada.
A atuação da Madison tava muito boa, mas que desfecho bosta, sem or.
Em determinado momento, eu imaginei quem era o assassino,
Fiquei na dúvida se o fato de o PrimeVideo ter decidido liberar um episódio por semana ajudou ou prejudicou na audiência (já que, ao mesmo tempo em que alguns se sentiriam presos a esperar pelo próximo episódio, alguns mais desprendidos que largaram a série na metade poderiam ter assistido até o final se todos os epis tivessem disponíveis).
Caso tenha uma segunda temporada, o trailer terá que ser muito, MUITO interessante e chocante pra me fazer voltar pra ela.
Como o fato de a namorada do irmão ter contatos, mas não ter sido explorado; não terem revelado nada importante sobre a carta (quando foi escrita, para quem foi enviada, etc, etc, etc); o jornalista fala sobre um erro em terem designado a investigação à divisão de menores e nunca foi explicado o porquê (com todas as letras, além do óbvio da falta de uma investigação correta) e outras coisas menores.
Tudo poderia ter sido diferente se a polícia tivesse começado a investigar no primeiro momento após a primeira denúncia. Talvez tivessem encontrado o corpo ainda na cena do crime. De certo modo, é bem provável que o caso de desaparecimento tivesse sido encerrado sem maiores investigações se não fosse a mídia e as entrevistas do pai pressionando a polícia, o resultado teria sido bem pior e mais esdrúxulo do que já foi.
Primeiro dorama que vi na vida e acho que comecei bem. Apesar de sentir que foi um pouco lento demais pro meu gosto, especialmente no primeiro episódio - e acho que no sexto (?) -, valeu muito a pena. Eu tinha algumas suspeitas quanto ao plot, uma delas foi inclusive o desfecho real, mas ela não foi a primeira que tive. A série envolve e tirando uma ou outra cena mal feita
, mas quando eu estava no sexto, ainda não tinha visto sentido pra ter. Sou a louca dos romances, confesso, mas eu preciso sentir que existe algo ali e que não está só por estar. Até comecei a sentir isso em determinado momento, mas achei meio desnecessário
o porquê da demora de ANOS em investigar o Choi Mu-jin, o porquê de o policial que tava seguindo a Yoon Jiwoo no começo da série conhecer o Cha Gi-ho e não ter contado pra ele onde ela estava naquela época, já que ele estava atrás dela, queria conhecê-la e etc
.
Foi bem difícil pra mim, que não estou nada acostumada a assistir produções orientais, identificar quem era quem. Tiveram alguns momentos em que eu realmente não sabia quem era. Acho que por isso eu adoro o recurso do PrimeVideo (Netflix podia ajudar e fazer algo parecido também) de x-ray que mostra quais são os atores e seus personagens naquele momento da tela. Ajudaria demais.
No geral, recomendo pra todo mundo que curte ação, plot de vingança e um pouco de sangue na tela.
P.S.: Como pode o Lee Hak-joo, que interpreta o Jung Ta-ho TER 33 ANOS COM AQUELA CARINHA DE NENÉM?
(todos os nomes nessa review foram escritos consultando o Google porque sem condições de lembrar como se escreve)
Eu juro que tentei gostar dessa série, mas não rolou pra mim. A série peca em não tirar um tempo pra apresentar aquele mundo, deixar a gente a par dos três pontos principais (Alina e Maly / Kaz, Inej e Jesper / Darkling e Ravka - esse último tanto juntos e separados) e quais lutas eles faziam parte, mas especialmente os porquês. Ele te deixa perdida o tempo todo.
Por isso, achei chato, confuso, não consegui comprar qualquer uma das linhas, não entendi as motivações de ninguém, muito menos do vilão que, apesar de gato, é tão mal trabalhado e porcamente apresentado como todos os outros personagens. Entendo que numa série de livros, com muito mais detalhes, um livro acabe te prendendo no outro. Numa série de TV, precisa rolar a empatia. E só senti isso por uma dupla de personagens, mas chego neles mais pra frente.
No início, pensei que shipparia a mocinha com o melhor amigo. Afinal, escrevo romance, esse é um dos meus tipos preferidos de enredo. Mas achei o mocinho fofo demais pra força que a Alina aparentava ter, por conta de toda a história dela - que também não foi cem por cento explicada, mas ela sendo a protagonista, foi a que mais conhecemos. Foi uma surpresa quando joguei no Google e vi que tinham mudado a personalidade do Maly dos livros pra série. Acho que prefiro o que vi na telinha do que o que li nas opiniões por aí, e não ligo tanto assim pro fato de que a mocinha é, em definitivo e não apenas pelos poderes, mais forte que ele. Girlpower que chama?
Mas aí vem mais um ponto negativo - pra mim: (quase) nunca é bom quando eu sinto vontade de pausar o filme e ir procurar spoiler. Eu odeio spoiler, mas se fui procurar é porque tava esperando que eu algo que lesse me fizesse acreditar que melhoraria.
Não melhorou quando descobri quem era o vilão. Não consegui sentir nada por ele - além de achar gato, de novo - porque ele não conversou comigo, nem pro bem e nem pro mal. Tava tentando fortemente shippar ele com a mocinha, fiquei feliz de não precisar, mas ainda acho que as pessoas shippam tanto os dois porque se é melhor shippar eles na série, sem o Maly ser escroto com a Alina, imagina nos livros? Não vejo previsão de melhora pra essa parte.
Lembra da força que eu achei que a mocinha tinha lá no começo? Pois é, essa sensação foi sumindo pra mim ao longo dos episódios. Passei a achar a mocinha mega sem graça e sem química com nenhum dos boys designados pra ela. Não considerei um triângulo amoroso, pelo menos não nesse momento. Cheguei a preferir que ela ficasse sozinha, vê se pode uma autora de romances tendo esse tipo de pensamento?
Até o Jesper e o carinha com quem ele fica ali no final - não lembro o nome - tiveram mais química que os protagonistas. Mas curti especialmente Nina e Matthias. Meu Deus, como shippei esse casal. As melhores cenas foram dos dois, AMEI demais todas as interações entre eles desde o primeiro momento e se a segunda temporada for confirmada, talvez eu assista única e exclusivamente por causa deles.
Os efeitos especiais são perfeitos, curti MUITO os poderes envolvidos e que foram mais menos explicados conforme iam aparecendo e achei a premissa em si interessante. Por fim, continuo batendo na tecla de que todo o universo criado é pessimamente explicado pra quem não leu os livros e se os oito episódios tivessem se estendido por mais dois, talvez tivessem conseguido usar um ou dois deles pra apresentar aquele mundo.
Tinha amado a primeira temporada e estava ansiosíssima pela sequência, mas achei os desdobramentos dessa segunda temporada somente ok. Assistirei a terceira temporada esperando que seja a última.
As pinturas do Gardner já foram usadas em várias séries e filmes envolvendo criminosos - oi Dotcom, de Blindspot <3 -, mas nunca tinha ido atrás de saber a real história por trás delas. Os episódios iniciais desse documentário são muito bons, especialmente os dois primeiros. Depois, por mais que eu tenha curtido todas as informações sobre as suspeitas, as ligações e as informações sobre máfia, achei que as conexões eram vagas demais para serem levadas em consideração e perdeu um pouco o foco. Entendo que eles queriam mostrar que a investigação não morreu completamente ao longo dos anos e não queria deslegitimar as suspeitas que tiveram e perduraram por mais tempo, mas tendo em vista as falhas nas investigações iniciais... Muito bom, faz a gente pensar nas possibilidades e tomar lados porque existem muitos caminhos, sem provas concretas e nada que tenha surgido ao longo dos anos como os casos de Cold Case pra movimentar as coisas. É realmente buscar num palheiro, só que ele está vazio. Muito bom!
Dele & Dela
3.6 154 Assista AgoraO grande defeito dessa série é não existir uma única unidade de personagem que fizesse com que eu me importasse. Zero. Todos péssimos serem humanos.
Achei a série bem chatinha e arrastada e o último plot twist é bem qualquer coisa.
Existiam pontos interessantes em alguns dos personagens que, se tivessem sido trabalhados de forma diferente, poderiam ter gerado um resultado melhor.
Patinando no Amor (1ª Temporada)
2.7 13 Assista AgoraEu já sabia qual seria a escolha final antes de começar a assistir, então já estava preparada, mas ainda assim não curti,
apesar de entender que é normal ela desejar viver esse amor de infância. A ideia do que poderia ter sido não a deixaria se entregar de verdade pra outra pessoa agora que, mais velhos, foram capazes de verbalizar o que sentem e tendo a chance de viver esse relacionamento.
Maaaaaas... Que foi uma péssima escolha, isso foi.
Eu não diria nem que eles funcionam como amigos, já que o Freddie tava passando por várias situações e confiou mais no rival do que em quem deveria ser sua melhor amiga, sendo que provavelmente nem a parceira dele sabia também.
Não sei se Adriana e Brayden tiveram química de fato, mas pelo tempo de tela dos dois juntos, pelas cenas de mais entrega nas danças, tendo a acreditar que ela combina muito mais com ele do que com o Freddie.
Num geral, eu curti a série, adoro produções envolvendo patinação no gelo, mas tem muitas questões.
Tudo foi MUITO raso, mesmo tentando ser profundo.
Os personagens não conseguiram se desenvolver em nenhum nível. Nem mesmo os protagonistas. Esse é o problema de uma série com tantos personagens e temporadas com tão poucos episódios.
A relação das três irmãs é confusa, mas as coisas conseguiram se encaixar até o final da série. De todas, a Elise é a que menos fez sentido, a mudança na personagem foi pro bem, mas aconteceu sem um desenvolvimento que ela merecia.
Adriana é uma ameba do início ao fim e Maria poderia ter tido mais destaque, ela também foi outra que a mudança foi meio do nada.
Não fica claro como que esse pai deixou a situação do rink ficar tão extrema se ele tem bons competidores treinando lá, se a imagem dele e do rink eram de tanto prestígio quanto tentam vender. Imagino que os patrocínios sejam mais difíceis e restritos que em esportes mais famosos, mas ainda assim. Podíamos ter um contexto maior.
Não sei se a série queria focar na Adriana, nas irmãs ou no rink como um todo, mas falhou em todos os aspectos.
Assistiria uma segunda temporada, mas não me surpreenderia se fosse cancelada também.
Ainda não superei o cancelamento de Spinning Out/Spin Out que era muito superior a essa aqui.
Operação Lioness (2ª Temporada)
3.6 26 Assista AgoraDecepcionante.
A primeira temporada foi incrível, essa aqui foi chata, arrastada, com um enredo fraco e muito aquém do esperado.
O último episódio foi bom - mas não incrível como o último episódio da primeira temporada.
Segundas Intenções (1ª Temporada)
2.6 19 Assista AgoraNota: dó.
A série é bem arrastada, chatinha, com personagens pouco cativantes, nada sexy ao contrário do filme que conseguiu fazer muito mais com muito menos tempo de tela - eu não amo o original, mas estava esperando um pouco mais aqui por ser uma série.
Não sei se hoje em dia, especialmente entre os jovens, esse tipo de personagem - ricos, cheio de possibilidades e muito pouca consequência para os atos criminosos - tem o mesmo apelo que tinha com os jovens de antigamente.
Se a química - eu achei que teve, pelo menos - entre o Lucien e a Caroline fosse melhor explorada - ou qualquer química, na verdade, é o que falta demais nessa série - talvez pudesse ter dado uma levantada.
A sensação é de que poderia se encaminhar para algum lugar, mas o grande momento nunca veio pra nenhuma das histórias, protagonistas ou coadjuvantes.
Eu não lembrava 100% do filme - ele era proibido em casa porque na época eu era criança - e fui ver algumas cenas e o final é diferente na série, um gancho para a próxima temporada que não sei se vem.
PrimeVideo cancelou outras séries melhores que essa, como Panic (não, nunca superarei não ter segunda temporada), então seria uma grande surpresa se eles fizessem uma segunda dessa aqui que foi bem lixosa, bem mais ou menos.
O Caso Robinho
3.8 15 Assista AgoraAcho que a segunda pior coisa sobre esse caso - depois do fato em si - é que mais da metade dos envolvidos não foram sequer acusados e estão vivendo a vida como se nada tivesse acontecido simplesmente porque a justiça não tem o endereço deles.
QUE ÓDIO!
Eu sabia muito pouco sobre o caso, e não sou de ouvir muitos podcasts (nem sabia que teve um sobre o caso), então o documentário foi esclarecedor. Acredito que esse é o papel das diferentes mídias, expor o assunto para públicos diferentes. Não deixa de ser um documentário bem-feito apenas porque as informações já haviam sido divulgadas.
Não amo dublagens, apesar de entender o motivo delas. E valorizei o fato de que deixaram a vítima falar com sua própria voz - sem dublagem e com legenda. Ela e todas as outras mulheres que viveram algo tão absurdo e violento merecem ter esse poder de falar e ser ouvida e, de alguma forma, obter justiça.
FBI: Internacional (3ª Temporada)
3.6 1 Assista AgoraQue morte terrível.
TRÊS personagens deixaram a série nessa temporada.
Algo de errado não está certo nos bastidores da série, não é possível.
Ainda foi uma temporada muito boa, apesar da decisão de tirar a
Jamie
Mas o
Luke?
E pior do que isso, não darem uma despedida pra ele? Ele simplesmente não gravou um final pro personagem. Por que?
Aí meteram um personagem aleatório que tiveram que introduzir porque provavelmente pensam em mantê-lo na série na 4 temporada e que eu até gostei dele, mas é triste que com a saída do
Luke
Que ódio.
Provavelmente verei a 4 temporada quando sair, mas confesso que fiquei, sim, bem decepcionada com os caminhos que levaram os personagens. Os casos em si continuam muito bons, na minha opinião e seguem mais interessantes que os casos de NY.
E adorei a adição da personagem Tate, apesar de ter sentido que ela roubou um pouco do protagonismo do Raines já que ele também era da tecnologia. E pareceu que quiseram dar mais autonomia (e investimento) pro FlyTeam colocando uma central com mais gente mais parecida com a que tem no FBI de NY.
FBI: Internacional (2ª Temporada)
3.8 2 Assista AgoraEssa segunda temporada conseguiu ser tão boa quanto a primeira, apesar de eu ter sofrido de leve com a saída da
Katrin
Gostei muito do destaque que a Cam recebeu nessa temporada.
FBI: Internacional (1ª Temporada)
3.7 3Gostei muito mais desse spin-off do que da série original - talvez porque, nas duas últimas temporadas, os protagonistas da série original estavam zero interessantes e os "coadjuvantes" entregavam muito mais de tudo. Aqui, por ser novidade, todo mundo tinha potencial de entregar e achei as viagens e casos mais interessantes também.
Montecristo
3.2 4 Assista AgoraEu esperava um pouco mais.
O enredo é bom, gostei da dinâmica dos personagens, mas o fechamento poderia ter sido muito melhor.
O ápice do último capítulo não veio, acho que faltou um pouco de aprofundamento e respostas para alguns dos personagens, apesar de eu ter gostado do que vi da maioria deles.
Acho que um pouco menos do WL tr***do com todas as mulheres da série - e olha que eu geralmente não reclamo, mas aqui pareceu bem deslocado, especialmente porque não tem uma cena com quem realmente importava - e um episódio a mais fariam milagres aqui.
Fire Country (1ª Temporada)
3.2 11 Assista AgoraA série não começa tão empolgante, mas melhora.
Porém, mudanças bruscas em personagens, resoluções simplistas atrapalharam um pouco o meu envolvimento com os personagens.
Podia ter sido muito melhor.
Gosto muito do aspecto cidade de interior que difere bastante de outras séries com bombeiros e a aproxima de Virgin River e Doces Magnólias, por exemplo. Mas faltou alguma coisa.
Cruel Summer (2ª Temporada)
3.1 44 Assista Agorainfinitamente inferior à primeira temporada.
diria que não vale a pena assistir, mas adoraria uma terceira temporada com o criador estando envolvido - já que, sem ele nessa temporada, as coisas não andaram tão bem assim.
a maioria dos episódios são enfadonhos, os personagens não envolveram, não senti nem empatia e nem raiva por nenhum deles - só pelo Luke, que foi um babaca 80% do tempo, impossível não odiar esse boy lixo.
em determinado momento, ainda nos primeiros capítulos, já tinha ficado claro quem tinha matado o Luke, só restando descobrir o como nos últimos segundos do décimo episódio.
Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez
4.4 417é quase inacreditável que A MÃE de uma pessoa que foi assassinada precisou se meter a fazer o trabalho da polícia e dos investigadores, correndo atrás das testemunhas pra formar um caso!
sério!
é insano.
se não fosse isso, dificilmente teriam provas o suficiente para uma condenação porque a polícia não se indignou a isso. tipo... "ah, a gente descobriu em horas quem era o assassino", tá, mas e pra sustentar que ele era o assassino? teu trabalho é só prender e depois f*da-se?
que raiva que me deu!
documentário muito bem conduzido, detalhado e explicativo para alguém que não era nem nascida quando o crime ocorreu. só achei um tanto repetitivo em alguns momentos, mas definitivamente um ótimo documentário.
é triste pensar em quantas vidas são tiradas por motivos torpes, é assustador pensar que a nossa vida vale tão pouco e é pavoroso pensar que a gente não sabe quem são as pessoas que cruzam a nossa vida e o tipo de crueldade podem cometer.
Todo Dia a Mesma Noite
4.0 286 Assista AgoraForte, intenso e muito necessário.
Não é uma série pra todo mundo.
Entendo quem não curta o argumento dramático da série.
No início, eu também não sabia o que esperar. Mas foi bem conduzida, os paralelos com as histórias reais e as homenagens falam por si só.
Os primeiros episódios são de muito choro. É muito doloroso, agonizante.
E os finais de muita raiva, frustração. A sensação de que a lei é falha - ou melhoro, que as pessoas responsáveis por exercê-la são.
Cumpriu bem o papel de jogar luz no assunto.
De esclarecer pro público a linha cronológica e deixar claro em que pé está o caso hoje.
É impactante. Significativo.
Dez anos de impunidade. Dez anos de sofrimento. 242 vidas que foram levadas.
A série é sobre isso. Não sobre sotaque, atuação, ou transformar um livro documental em dramatização. Fica a dica.
Flordelis: Questiona ou Adora
3.2 38 Assista AgoraPra quem não consumiu nenhum conteúdo que contasse a história do início ao crime, será um bom documentário, especialmente pelas imagens da própria Globo. Mas pra quem já viu, a cronologia de vai e volta me irritou e, mesmo com os depoimentos, senti que não entregou tudo o que poderia.
Hierarquia (1ª Temporada)
3.4 13 Assista AgoraSérie envolvente, com personagens cativantes e histórias interessantes.
Senti falta de um pouco mais de desenvolvimento no par romântico da mocinha, mas valeu muito a pena terem dado destaque para as histórias dos melhores amigos.
Eu sabia que os caminhos que eles estavam tomando os levariam exatamente para onde eles terminaram indo e eu AMEI que a série entregou direitinho o que eu imaginei.
É muito doido como às vezes a vida te dá o cara PERFEITO e você escolhe errado.
Eu ainda acredito que o final foi só um artifício pra ter uma segunda temporada - por favor, Netlifx! -, mas as coisas vão se esclarecer com um "ele mentiu pra você e descobriu de outra forma".
Eu tava bem ansiosa pra assistir desde que vi o trailer e atingiu todas as minhas expectativas.
Desastre Total: Woodstock 99
3.8 126 Assista AgoraAchei o documentário fraco, mas assisti no escuro porque sabia da história muito por alto.
Que show de irresponsabilidade de todos os lados envolvidos, desorganização, negação de culpabilidade, ganância da parte dos organizadores e o machismo nojento e descarado da esmagadora maioria dos homens presentes no evento.
Que lixo - literalmente.
Eles devem ter se identificado com a podridão que se tornou o ambiente e resolveram se mostrar.
Meu coração doeu pelas mulheres que sofreram abusos de todos os tipos, e que, em sua esmagadora maioria, tiveram a liberdade ceifada num evento que, ops, era sobre ser livre.
Os valores, comportamentos e referências da sociedade - jovem - em 99 não era a mesma de 69, e foi até ingênuo da produção encarar o evento com os mesmos olhos mesmo depois de 30 anos e achar que era saudável e possível dar a mesma liberdade pra jovens tão diferentes.
Rebelde (1ª Temporada)
3.1 189 Assista AgoraGostei dos personagens, especialmente Emilia, Dixon e MJ.
Não desgostei dos outros, mas achei que foram desperdiçados nesse primeiro momento, não entregaram tanto e não sei o que vão inventar para a próxima temporada confirmada.
O roteiro pecou demais, né?
Pra mim, todos os erros vieram daí,
do limbo entre mostrar uma cena de sexo hetero e não ir fundo numa lésbica, de fazer os personagens tomarem decisões infantis e que não tinham como dar certo
Não desgostei da referência ao colocar um personagem indo para o EWS mais ou menos parecido com o Miguel - por motivos diferentes, claro -, mas achei meio sei lá, faltou uma profundidade. Pilar aparecendo foi uma surpresa e não mudou nada, né? Bleh.
Não entendi quem é Jana direito, achei que isso prejudicou a minha conexão com a personagem, então não rolou esse casal pra mim - mesmo que eu tivesse curtido bastante o Esteban ajudando ela com a música nos primeiros episódios.
MJ canta muito!
É a melhor voz dali, com certeza. Senti que o plot dela foi o único que teve um começo, um meio e um fim.
Tive sentimentos conflituosos com relação a Luka e Sebas, um mostrando que não é cem por cento ruim e outro que não é cem por cento bom. Espero bastante evolução dos dois personagens no futuro.
Não tenho muito o que falar do Dixon, curti o personagem.
Andi deu a entender que seria de uma forma no início, na presença dos pais, e então não aconteceu nada demais.
No começo eu fiquei meio assim com a Emília, mas logo a personagem subiu no meu conceito e eu curti bastante. Achei legal eles terem incorporado algumas palavras brasileiras nos diálogos dela, e ela ter podido falar palavras em espanhol com a pronuncia brasileira.
EWS virou uma escola de música unicamente? Não teve nenhuma outra aula.
Os cortes são péssimos, o tempo não é explicado, então não sei se passou muito tempo ou pouco - a impressão que deu é de que foi pouco, mas talvez pra eles tenha sido muito. A seita na história foi completamente fora de lugar, a motivação é quase nula, não convenceu,
pareceu mais intriga do ex com o futuro atual da Jana e não precisava.
É sempre bom tomar cuidado com esse tipo de decisão num remake, a prioridade deve ser o roteiro - foi mais ou menos o que aconteceu com Welcome to Raccoon City, o remake de Resident Evil.
Gostei pela nostalgia, especialmente pelas versões das músicas antigas e algumas das músicas novas.
Aguardarei melhorias na segunda temporada.
É o Amor: Família Camargo (1ª Temporada)
2.7 17A curiosidade venceu aqui.
No início, senti uma forçação de barra no destaque que deram pra Wanessa. Fiquei meio em cima do muro com relação a ela, porque não tirou cem por cento a imagem de "mimada" que ela passou em diversos momentos ao longo dos anos, mas ao mesmo tempo conseguiu dar uma amplitude pra tudo e uma humanizada com relação aos pais e à questão pela qual ela está passando. Os amigos dela foram meio aleatórios, mas cumpriram o seu papel. Gostei da preocupação dela em afirmar que estavam todos testados e que podiam tirar as máscaras.
Me irritei em diversos momentos com o jeito do Zezé, principalmente a maneira como ele sai das situações e as falar problemáticas com relação à Zulu. Nunca procurei muito sobre ele, mas vi um cara bem machista, bem egoísta, bem distante, bem esnobe, bem intragável.
Achei curioso não ter tido um nada do/sobre o Luciano, afinal tem "Família Camargo" no título e ele faz parte da família. Não tava sabendo da fofoca sobre a proibição, fui procurar depois de ter assistido à série/reality e, vendo o resultado final, acho que eu faria o mesmo em proibir a veiculação da minha imagem.
Não estou acostumada com esse tipo de entretenimento, não teve nada muito grandioso que fizesse diferença, talvez se eu fosse interessada na música sertaneja, talvez aproveitasse mais dessas cenas de música e composição e produção, mas como não é o caso...
Foi só alguns momentos do meu dia que eu perdi em nome da curiosidade mesmo.
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1ª …
2.1 186 Assista AgoraEntão... Hahahahahahahahahahahaha.
Só isso mesmo.
A série tinha tudo pra ser legal, mas...
Eu gostei da base do enredo, toda a questão com as gêmeas, o pai, a policia, (alguns d)os amigos, mas todas as decisões tomadas a partir do segundo episódio foram muito ruins. O enredo não colou, muitas pontas soltas, muitas perguntas sem resposta que não necessariamente acrescentariam muito numa possível segunda temporada.
A atuação da Madison tava muito boa, mas que desfecho bosta, sem or.
Em determinado momento, eu imaginei quem era o assassino,
a pessoa mais passional.
Fiquei na dúvida se o fato de o PrimeVideo ter decidido liberar um episódio por semana ajudou ou prejudicou na audiência (já que, ao mesmo tempo em que alguns se sentiriam presos a esperar pelo próximo episódio, alguns mais desprendidos que largaram a série na metade poderiam ter assistido até o final se todos os epis tivessem disponíveis).
Caso tenha uma segunda temporada, o trailer terá que ser muito, MUITO interessante e chocante pra me fazer voltar pra ela.
Onde Está Marta del Castillo?
3.6 22 Assista AgoraCaso complicado, cheio de falhas e o documentário em si também tem algumas pontas soltas
Como o fato de a namorada do irmão ter contatos, mas não ter sido explorado; não terem revelado nada importante sobre a carta (quando foi escrita, para quem foi enviada, etc, etc, etc); o jornalista fala sobre um erro em terem designado a investigação à divisão de menores e nunca foi explicado o porquê (com todas as letras, além do óbvio da falta de uma investigação correta) e outras coisas menores.
Tudo poderia ter sido diferente se a polícia tivesse começado a investigar no primeiro momento após a primeira denúncia. Talvez tivessem encontrado o corpo ainda na cena do crime.
De certo modo, é bem provável que o caso de desaparecimento tivesse sido encerrado sem maiores investigações se não fosse a mídia e as entrevistas do pai pressionando a polícia, o resultado teria sido bem pior e mais esdrúxulo do que já foi.
My Name
4.1 112 Assista AgoraPrimeiro dorama que vi na vida e acho que comecei bem.
Apesar de sentir que foi um pouco lento demais pro meu gosto, especialmente no primeiro episódio - e acho que no sexto (?) -, valeu muito a pena.
Eu tinha algumas suspeitas quanto ao plot, uma delas foi inclusive o desfecho real, mas ela não foi a primeira que tive.
A série envolve e tirando uma ou outra cena mal feita
(tipo a cena em que o Do Gan-jae cai e morre, o que foi aquilo????)
Confesso que o que me fez assistir foi o
amorzinho no último episódio
o Pildo morrer no final
A jornada da personagem é incrível de ser assistida, gostaria de um pouco mais de explicações sobre a organização criminosa em si,
o porquê da demora de ANOS em investigar o Choi Mu-jin, o porquê de o policial que tava seguindo a Yoon Jiwoo no começo da série conhecer o Cha Gi-ho e não ter contado pra ele onde ela estava naquela época, já que ele estava atrás dela, queria conhecê-la e etc
Foi bem difícil pra mim, que não estou nada acostumada a assistir produções orientais, identificar quem era quem. Tiveram alguns momentos em que eu realmente não sabia quem era. Acho que por isso eu adoro o recurso do PrimeVideo (Netflix podia ajudar e fazer algo parecido também) de x-ray que mostra quais são os atores e seus personagens naquele momento da tela. Ajudaria demais.
No geral, recomendo pra todo mundo que curte ação, plot de vingança e um pouco de sangue na tela.
P.S.: Como pode o Lee Hak-joo, que interpreta o Jung Ta-ho TER 33 ANOS COM AQUELA CARINHA DE NENÉM?
(todos os nomes nessa review foram escritos consultando o Google porque sem condições de lembrar como se escreve)
Sombra e Ossos (1ª Temporada)
3.7 197 Assista AgoraEu juro que tentei gostar dessa série, mas não rolou pra mim.
A série peca em não tirar um tempo pra apresentar aquele mundo, deixar a gente a par dos três pontos principais (Alina e Maly / Kaz, Inej e Jesper / Darkling e Ravka - esse último tanto juntos e separados) e quais lutas eles faziam parte, mas especialmente os porquês. Ele te deixa perdida o tempo todo.
Por isso, achei chato, confuso, não consegui comprar qualquer uma das linhas, não entendi as motivações de ninguém, muito menos do vilão que, apesar de gato, é tão mal trabalhado e porcamente apresentado como todos os outros personagens. Entendo que numa série de livros, com muito mais detalhes, um livro acabe te prendendo no outro. Numa série de TV, precisa rolar a empatia. E só senti isso por uma dupla de personagens, mas chego neles mais pra frente.
No início, pensei que shipparia a mocinha com o melhor amigo. Afinal, escrevo romance, esse é um dos meus tipos preferidos de enredo. Mas achei o mocinho fofo demais pra força que a Alina aparentava ter, por conta de toda a história dela - que também não foi cem por cento explicada, mas ela sendo a protagonista, foi a que mais conhecemos.
Foi uma surpresa quando joguei no Google e vi que tinham mudado a personalidade do Maly dos livros pra série. Acho que prefiro o que vi na telinha do que o que li nas opiniões por aí, e não ligo tanto assim pro fato de que a mocinha é, em definitivo e não apenas pelos poderes, mais forte que ele. Girlpower que chama?
Mas aí vem mais um ponto negativo - pra mim: (quase) nunca é bom quando eu sinto vontade de pausar o filme e ir procurar spoiler. Eu odeio spoiler, mas se fui procurar é porque tava esperando que eu algo que lesse me fizesse acreditar que melhoraria.
Não melhorou quando descobri quem era o vilão.
Não consegui sentir nada por ele - além de achar gato, de novo - porque ele não conversou comigo, nem pro bem e nem pro mal.
Tava tentando fortemente shippar ele com a mocinha, fiquei feliz de não precisar, mas ainda acho que as pessoas shippam tanto os dois porque se é melhor shippar eles na série, sem o Maly ser escroto com a Alina, imagina nos livros?
Não vejo previsão de melhora pra essa parte.
Lembra da força que eu achei que a mocinha tinha lá no começo? Pois é, essa sensação foi sumindo pra mim ao longo dos episódios. Passei a achar a mocinha mega sem graça e sem química com nenhum dos boys designados pra ela. Não considerei um triângulo amoroso, pelo menos não nesse momento. Cheguei a preferir que ela ficasse sozinha, vê se pode uma autora de romances tendo esse tipo de pensamento?
Até o Jesper e o carinha com quem ele fica ali no final - não lembro o nome - tiveram mais química que os protagonistas. Mas curti especialmente Nina e Matthias. Meu Deus, como shippei esse casal. As melhores cenas foram dos dois, AMEI demais todas as interações entre eles desde o primeiro momento e se a segunda temporada for confirmada, talvez eu assista única e exclusivamente por causa deles.
Os efeitos especiais são perfeitos, curti MUITO os poderes envolvidos e que foram mais menos explicados conforme iam aparecendo e achei a premissa em si interessante.
Por fim, continuo batendo na tecla de que todo o universo criado é pessimamente explicado pra quem não leu os livros e se os oito episódios tivessem se estendido por mais dois, talvez tivessem conseguido usar um ou dois deles pra apresentar aquele mundo.
Quem Matou Sara? (2ª Temporada)
3.0 106Tinha amado a primeira temporada e estava ansiosíssima pela sequência, mas achei os desdobramentos dessa segunda temporada somente ok.
Assistirei a terceira temporada esperando que seja a última.
O Maior Roubo de Arte de Todos os Tempos
3.6 14 Assista AgoraAs pinturas do Gardner já foram usadas em várias séries e filmes envolvendo criminosos - oi Dotcom, de Blindspot <3 -, mas nunca tinha ido atrás de saber a real história por trás delas.
Os episódios iniciais desse documentário são muito bons, especialmente os dois primeiros. Depois, por mais que eu tenha curtido todas as informações sobre as suspeitas, as ligações e as informações sobre máfia, achei que as conexões eram vagas demais para serem levadas em consideração e perdeu um pouco o foco. Entendo que eles queriam mostrar que a investigação não morreu completamente ao longo dos anos e não queria deslegitimar as suspeitas que tiveram e perduraram por mais tempo, mas tendo em vista as falhas nas investigações iniciais...
Muito bom, faz a gente pensar nas possibilidades e tomar lados porque existem muitos caminhos, sem provas concretas e nada que tenha surgido ao longo dos anos como os casos de Cold Case pra movimentar as coisas.
É realmente buscar num palheiro, só que ele está vazio.
Muito bom!