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Nenhuma opinião enviada.

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • João Vitor Pinheiro
    João Vitor Pinheiro

    Essa sensação de ausência de aleatoriedade no Pynchon (ainda mais quando somada a certas manifestações da paranoia prodigiosamente defendidas pelo autor) me parece um bom caminho pra literatura dele, principalmente pros 'leitores garimpeiros,' que vão numa abordagem talvez não muito distante das dos leitores que engrossam a lista já-morbidamente-obesa de referências da 'pynchonwiki.' Lembro quando comecei a ler o GR, eu comecei precisamente com essa mentalidade garimpeira, consultando a 'pynchonwiki' quase hiperativamente, 'isso aqui também parece uma alusão, mas ao que exatamente...' Mas chega um ponto em que pra manter um certo ritmo de leitura que reforça o poder do texto (que, paradoxalmente, cada vez mais me parece ser um tanto quanto rápido, o que já deve parecer extremamente desafiador pelo menos nas partes mais intrincadas ao que eu acredito que seja um 'leitor normal,' e se revelou francamente inalcançável para o leitor particularmente lento que eu era na época e em um grau diferente provavelmente ainda sou até hoje; eis aí que entra a releitura, quando algo como uma 'fluência bem-mais-congenial ao universo pynchoniano' parece se tornar animadoramente menos inalcançável), parte do peso do espírito do 'leitor-garimpeiro' é deixado em algum ponto da estrada, e quem prossegue é um viajante com uma mochila bem mais leve (às vezes quase tanto quanto a dos beatnicks de quem o Pynchon soube assimilar alguns dos melhores atributos), mas não menos atento às possibilidades dos caminhos...

  • João Vitor Pinheiro
    João Vitor Pinheiro

    O PHB fez uma leitura de um livro de poemas dele no Museu de Arte Murilo Mendes na época em que eu estava morando em Juiz de Fora e me lembro que fui parar lá com mais ou menos a mesma intenção que você descreveu: fazer o maior número possível de perguntas sobre traduções/edições específicas, tanto as que ele fez como as que eu gostaria que ele fizesse (pretendendo também abrir parênteses-divagativos em que tentaria sondar algo da opinião dele sobre autores como o Gass e Gaddis [parece nome de banda quase, rs] e tentar descobrir se tinha algum motivo além da dificuldade em si dos textos por trás da ausência quase completa de tradução dos mesmos por aqui [no caso do Gass, talvez até completa, nunca ouvi falar de nada dele em português...]), enfim, um monte de notas mentais que não serviram pra nada porque depois da leitura, quando a oportunidade de stalkeamento se manifestou, eu fiquei esperando algum momento em que não fosse interromper o diálogo que ele estava tendo com outras pessoas e quando fui ver ele já tinha feito uma saída à francesa e desaparecido completamente do mapa. Lembro que eu estava com minha edição do 'Arco´-Íris da Gravidade' na mochila, não lembro bem o motivo; acabei utilizando-a depois de um modo que me trouxe alguns momentos curiosos durante a faculdade, sugerindo a quem por-ventura-estivesse-ali-que-eu-conhecesse que abrisse alguma passagem aleatoriamente, o que era seguido por resultados igualmente aleatórios. Me pergunto se eu torci alguma vez pra alguém abrir na infame passagem de coprofagia e nunca mais me olhar direito, ou o contrário, pra não abrirem justamente nessa passagem. Se bem que tem outros (vários) tipos de merda que causaria impressões talvez ainda mais hediondas, rs. Pensando bem agora eu só devo ter feito essa coisa da passagem-aleatória com umas duas pessoas, não devia ter comentado assim como se tivesse sido algum tipo de 'experimento informal' com margem a surgimento de padrões e resultados mais definitivos, rs.

    Essa 'passagem' que te enviei, não-tão-aleatoriamente, enviei pensando em como em um único parágrafo estão reunidos algumas frases com o que me parece um notável poder-sintético em relação ao todo-insintetizável do livro (e.g., '[...] é difícil permanecer no presente por muito tempo [...]') com outras... talvez inteiramente divagativas, em que parece que a prosa oscila mais claramente entre espécies de consciência e inconsciência ou algo do tipo; não representa muito as inúmeras referências frequentemente obscuras nem a profusão semi-maníaca com que encharcam as páginas (acho que o único traço de algo disso nesse parágrafo é o navio Marie-Celeste e, ah é, a referência aos óxidos com 'uma molécula de espessura' ...), mas mesmo assim, uma passagem representativa dentro do possível...

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