Foi uma boa experiência acompanhar essas 10 temporadas, comecei a assistir pra comprovar se a série realmente era boa, e agora posso dizer que é sim. Mas eu diria que o ponto forte de Friends não é necessariamente a comédia, e sim a combinação da comédia com uma pitada de romance - às vezes exagerada, diga-se de passagem - e um bom draminha. A construção dos personagens durante os dez anos foi ótima, presenciamos mudanças drásticas, como a da Rachel, e alguns personagens que continuaram os mesmos, como o Joey. No fim, fico feliz por quase tudo, apesar de achar que realmente forçaram demais a existência desse casal no final e que esqueceram bastante do Joey nessa última season, ele poderia ter tido um final melhor. Algumas incoerências no roteiro me incomodam: o fato da Phoebe começar a falar francês de um dia pro outro (?) e também dela esquecer que já teve um namorado sério (aquele policial), entre outras coisas, mas ok. Essa foi a melhor season, fechou com chave de ouro a série e ainda deixou aquela vontade de saber o que aconteceria caso continuasse, mas ainda bem que terminou na hora certa.
Faltou muito, né? A história poderia ter sido melhor explorada, principalmente os conflitos familiares. Também não entendo por que o filme aparece em várias listas de filmes gays, o máximo que rola ali são dois meninos ficando com a mesma menina, nada mais do que isso.
Achei interessante como o filme retratou a realidade dos relacionamentos gays e como às vezes parecem um tanto vazios, os questionamentos do Franck estão na nossa mente a todo momento, e as perguntas do detetive são as respostas que nem sempre queremos ouvir.
O meu maior choque ao ler boa parte dos comentários sobre o filme é perceber o quanto homens heterossexuais se incomodam com o homoerotismo, mesmo que muito leve.
Cythia Nixon está simplesmente fenomenal no papel de uma das maiores poetistas da história dos Estados Unidos, do início ao fim da obra ela dá um show de atuação juntamente com o resto do elenco que também é excelente. Um filme que faz jus a obra grandiosa de Dickinson.
Tudo nesse filme é tão sutil que por vezes eu me peguei admirando o silêncio sem esperar pela próxima cena, apenas contemplando o que eu estava vendo naquele exato momento. A fotografia, a direção, o roteiro, tudo me remete à paixão, a performance da Haley então, me transportou pra um lugar onde arquitetura é a coisa mais incrível do mundo e onde o medo de ficar longe de alguém querido existe em cumplicidade com a vontade de liberdade.
Mais do que um filmes sobre documentos vazados do governo norte-americano e sobre a liberdade de imprensa, The Post também tangencia temas tão discutidos nos dias de hoje como o sexismo. A direção de Spielberg deixa claro que Kay lida com uma sútil e constante repressão no ambiente de trabalho, enfatizando que até mesmo aquela que tem o poder de decisão nas suas mãos enfrenta grandes questionamentos por conta da sociedade em que vivemos. Destaco momentos importantes do filme em que a personagem de Meryl Streep demonstra a consciência de que é uma exceção à regra (infelizmente), e que representa muito mais do que os seus interesses, representa também a tomada do poder de uma mulher, como na cena do confronto durante a decisão de publicar ou não e no final, no momento em que a personagem emerge em meio a uma multidão de mulheres, passagem sútil mas com grande significado. Em termos técnicos o filme é excelente, capta o ritmo acelerado de uma redação, os conflitos de poder e toda a tensão envolvida na trama. Streep e Hanks, que fez dessa a sua melhor performance em anos, dão um show de atuação e demonstram uma grande cumplicidade quando juntos em cena. Talvez o ponto fraco do filme seja as inúmeras falhas no roteiro, o quão lento ele é no início e o quão rápido tudo flui no final, dando origem a uma obra que ao todo parece um pouco rasa, uma obra que por vezes foge do que inicialmente era o seu foco.
Semelhante à outra grande aposta da temporada, "I, Tonya", Molly's Game também retrata a vida de uma pessoa já conhecida pelo grande público e que, coincidentemente, também guarda fortes marcas de uma infância em que muito lhe foi exigido. As semelhanças não param por aí, além de pais que passam dos limites os dois filmes compartilham performances incríveis de suas protagonistas, tanto Margot Robbie quanto Chanstain estão então entre aquele que podemos denominar o hall das novas, ou não tão novas, queridinhas de hollywood. O filme tem um início muito denso para um público leigo em se tratando de poker, os inúmeros "códigos" utilizados pela personagem causam estranheza até o momento em que o espectador percebe que pode simplesmente ignorar muitos deles. A partir da metade, eu diria, a história dá uma grande virada e daí sim fica interessante de se acompanhar a vida de Molly Bloom, seja pela extrema inteligência da personagem, seja pelo desenvolvimento de um caso tão complexo que até o final do filme ainda parece um tanto vago. Entre erros e acertos Molly's Game se encaminha para um final típico de biografias, o momento de superação, mas talvez não tão óbvio como a maioria das pessoas poderia esperar, aquela mulher que era acusada por diversos crimes preferia manter o seu nome a entregar aqueles que a fizeram chegar ao topo e, consequentemente, também ao fundo do poço. Diria que o momento mais interessante do filme é o diálogo final entre pai e filha, a tentativa incessante de concertar um relacionamento conturbado no passado por meio de uma espécie de terapia no central park, que é tocante e revela uma diferente faceta da personagem. Uma obra bem feita, com atuações ótimas como a de Chastain e Idris Elba - a maior surpresa do filme -, e que entrega um roteiro de excelente qualidade, mas não é tão acessível ao grande público por parecer mais longa do que realmente é.
Que série, heim. Chega ao fim uma das séries mais originais dos últimos anos. Quando começou Orphan Black não recebeu tanta atenção, mas bastaram alguns episódios para que a genialidade da série e principalmente de Tatiana fosse percebida. Difícil não se apegar ao clone club, depois de tantas emoções, tanto sofrimento e pouca felicidade, mas que parece ser a recompensa tão merecida nesse final. Esse é o tipo de série que te faz amar e odiar a mesma personagem, como Helena, que começou como uma possível antagonista e acabou se tornando uma das queridinhas dos fãs. Ou como Rachel, que passou quase todas as temporadas dificultando a vida das outras clones, mas buscou sua redenção e certamente conquistou o coração de muitos. E até mesmo Sarah, nossa protagonista, que já fez tantas besteiras mas continua em nossos corações. Enfim, a série vai fazer muita falta. Um show que combinou ciência, ação, drama, discussões de gênero, de sexualidade, de ética, e também de amor. Orphan Black é um bom resumo do mundo em que vivemos, das pessoas tão diferentes que encontramos por aí, e que no fim isso não quer dizer nada, todos temos uma ligação muito maior, todos somos semelhantes. Farewell Orphan Black.
Apesar de se passar na década de 60, o filme ainda dialoga muito com os dias de hoje. Acho interessante como a figura da mãe, ou melhor, da mulher dona de casa lhe parece algo distante no início do filme, algo que ela não quer se tornar, e com o tempo isso muda, e apesar de não almejar tal futuro, parece bastante conformada que caso venha a se casar tão nova, também terá um futuro parecido com o de sua mãe. Quando paramos para refletir sobre a situação em que a protagonista se encontra percebemos que, muitas décadas depois, imposições continuam a ser feitas sobre o que uma mulher pode ser ou não, com o que pode sonhar ou não. Carey Mulligan simplesmente maravilhosa, com certeza o melhor trabalho dela até hoje.
A primeira parte do filme é ótima, instigante, tem um clima de tensão no ar e parece super promissor, mas da metade pro final se perde bastante. O principal erro é o personagem de Brad Pitt, muito fraco e mal desenvolvido, culpa dos roteiristas e diretores, mas também do ator que parece não ter se entregado ao papel e fez um trabalho bem raso, pra não dizer quase ruim. A personagem de Marion é definitivamente muito mais interessante, desde o início do filme, uma pena que perde o foco na segunda metade, o que eu também acho um grande erro. Os figurinos do filme são maravilhosos, to apostando que leva esse Oscar. Passa longe de ser um filme totalmente ruim, mas cai nos clichês e não apresenta nenhum ponto tão forte.
Esse filme é todo errado, desde a premissa. O roteiro é extremamente fraco, ainda mais pra um filme de sci-fi, depois de uma onda de obras maravilhosas como Interstellar, Gravity, e até o ótimo The Martian, Passengers é uma decepção. JLaw que é uma das melhores de sua geração está muito abaixo da média, provavelmente porque a personagem é fraca e mal desenvolvida, tudo muito superficial. O personagem de Chris Pratt deveria ter uma complexidade maior, já que ficou um ano sozinho, essa solidão poderia ter sido abordada de uma forma melhor. Mas o grande problema do filme fica por conta do roteiro e direção que parecem iniciantes com um grande projeto na mão. Entre tantos defeitos o que se sobressai no filme é definitivamente o visual, a cena da piscina é maravilhosa, muito bem feita. Mas ainda que seja um blockbuster, é bem abaixo da média, mas deve contentar o público que acredita nesse romance que parece psicótico.
O filme não é nada original, mas extremamente bem feito e pensado. A fotografia é ótima, transmite todo aquele clima texano mas não cai tanto no clichê do faroeste, acho interessante como tocam bastante nessa questão da exploração do petróleo também, e a ênfase que dão ao que grande parte das pessoas pensam sobre os bancos. O final do filme não é surpreendente mas tem um pouco de originalidade, acho interessante a forma como tudo se encerra. Adorei a trilha sonora também, impossível fazer um filme desses sem contar com a música country. O ponto alto do filme é o personagem do Jeff Bridges, o típico texano conservador, mas com um lado "cômico" que funciona, e o ator dá um show na tela, rouba a cena, portando foi muito merecida a indicação ao Oscar. Chris Pine está ótimo também, irreconhecível, Ben Foster too, em alguns momentos acho que ele passa um pouco do ponto mas a cena dele dirigindo e cantando é genial.
Uma belíssima surpresa pra mim, que não dava nada pelo filme. A história não é tão original, mas o personagem é encantador, apesar do seu jeito ranzinza, e o filme mostra a constante evolução dele até o final, que é extremamente emocionante. Eu adoro ela linha tênue entre o drama e o humor do filme, e naturalmente do personagem. Já tem minha torcida nessa edição do Oscar, e entra na minha lista de favoritos entre todos os indicados também.
RuPaul abdicou da escolha final, mas em compensação tomou MUITAS escolhas equivocadas e injustas para high e bottom. Sem dúvidas a Alyssa e Katya foram as queens mais prejudicadas nisso tudo. Essa season pelo menos me fez gostar um pouco da Roxxxy que nem parece mais a mesma, e também da Tatianna que é uma rainha, choices. Detox também mostrou uma evolução gigante, a colocação dela foi muito merecida. E para terminar, Alaska cotada SIM, aceitem que ela não merecia ganhar nem metade dos desafios e deveria ter saído no desafio da família em que ela foi péssima, o pior momento de qualquer queen na temporada.
a eliminação da Katya e a Ginger no top 3, além de sentir que a Pearl foi bem arrastada
. Mas a Katya é uma das melhores queens que já passou pelo programa e também se tornou uma das favoritas dos fãs, além da Violet que é maravilhosa e mostrou algumas das melhores runways ever. Uma temporada muito fashionista, mas que esqueceu um pouco do lado divertido, tanto que não tivemos nenhuma queen comedy na final.
Não acho o cast dessa temporada tão memorável quanto o da anterior, mas definitivamente teve o melhor top 3 de todos. Bianca, Adore e Courtney entraram pra história do programa com certeza, são algumas das queens mais lembradas até hoje, e as que mais fizeram sucesso.
Friends (10ª Temporada)
4.7 934 Assista AgoraFoi uma boa experiência acompanhar essas 10 temporadas, comecei a assistir pra comprovar se a série realmente era boa, e agora posso dizer que é sim. Mas eu diria que o ponto forte de Friends não é necessariamente a comédia, e sim a combinação da comédia com uma pitada de romance - às vezes exagerada, diga-se de passagem - e um bom draminha. A construção dos personagens durante os dez anos foi ótima, presenciamos mudanças drásticas, como a da Rachel, e alguns personagens que continuaram os mesmos, como o Joey. No fim, fico feliz por quase tudo, apesar de achar que realmente forçaram demais a existência desse casal no final e que esqueceram bastante do Joey nessa última season, ele poderia ter tido um final melhor. Algumas incoerências no roteiro me incomodam: o fato da Phoebe começar a falar francês de um dia pro outro (?) e também dela esquecer que já teve um namorado sério (aquele policial), entre outras coisas, mas ok. Essa foi a melhor season, fechou com chave de ouro a série e ainda deixou aquela vontade de saber o que aconteceria caso continuasse, mas ainda bem que terminou na hora certa.
À Flor Da Pele
2.8 96Faltou muito, né? A história poderia ter sido melhor explorada, principalmente os conflitos familiares. Também não entendo por que o filme aparece em várias listas de filmes gays, o máximo que rola ali são dois meninos ficando com a mesma menina, nada mais do que isso.
Um Estranho no Lago
3.3 472Achei interessante como o filme retratou a realidade dos relacionamentos gays e como às vezes parecem um tanto vazios, os questionamentos do Franck estão na nossa mente a todo momento, e as perguntas do detetive são as respostas que nem sempre queremos ouvir.
Thor: Ragnarok
3.7 1,9K Assista AgoraSe esse é o melhor filme do Thor eu nem quero saber qual é o pior.
Me Chame Pelo Seu Nome
4.1 2,6KO meu maior choque ao ler boa parte dos comentários sobre o filme é perceber o quanto homens heterossexuais se incomodam com o homoerotismo, mesmo que muito leve.
Além das Palavras
3.5 44 Assista AgoraCythia Nixon está simplesmente fenomenal no papel de uma das maiores poetistas da história dos Estados Unidos, do início ao fim da obra ela dá um show de atuação juntamente com o resto do elenco que também é excelente. Um filme que faz jus a obra grandiosa de Dickinson.
Columbus
3.7 134Tudo nesse filme é tão sutil que por vezes eu me peguei admirando o silêncio sem esperar pela próxima cena, apenas contemplando o que eu estava vendo naquele exato momento. A fotografia, a direção, o roteiro, tudo me remete à paixão, a performance da Haley então, me transportou pra um lugar onde arquitetura é a coisa mais incrível do mundo e onde o medo de ficar longe de alguém querido existe em cumplicidade com a vontade de liberdade.
The Post: A Guerra Secreta
3.5 605 Assista AgoraMais do que um filmes sobre documentos vazados do governo norte-americano e sobre a liberdade de imprensa, The Post também tangencia temas tão discutidos nos dias de hoje como o sexismo. A direção de Spielberg deixa claro que Kay lida com uma sútil e constante repressão no ambiente de trabalho, enfatizando que até mesmo aquela que tem o poder de decisão nas suas mãos enfrenta grandes questionamentos por conta da sociedade em que vivemos. Destaco momentos importantes do filme em que a personagem de Meryl Streep demonstra a consciência de que é uma exceção à regra (infelizmente), e que representa muito mais do que os seus interesses, representa também a tomada do poder de uma mulher, como na cena do confronto durante a decisão de publicar ou não e no final, no momento em que a personagem emerge em meio a uma multidão de mulheres, passagem sútil mas com grande significado.
Em termos técnicos o filme é excelente, capta o ritmo acelerado de uma redação, os conflitos de poder e toda a tensão envolvida na trama. Streep e Hanks, que fez dessa a sua melhor performance em anos, dão um show de atuação e demonstram uma grande cumplicidade quando juntos em cena. Talvez o ponto fraco do filme seja as inúmeras falhas no roteiro, o quão lento ele é no início e o quão rápido tudo flui no final, dando origem a uma obra que ao todo parece um pouco rasa, uma obra que por vezes foge do que inicialmente era o seu foco.
A Grande Jogada
3.7 349Semelhante à outra grande aposta da temporada, "I, Tonya", Molly's Game também retrata a vida de uma pessoa já conhecida pelo grande público e que, coincidentemente, também guarda fortes marcas de uma infância em que muito lhe foi exigido. As semelhanças não param por aí, além de pais que passam dos limites os dois filmes compartilham performances incríveis de suas protagonistas, tanto Margot Robbie quanto Chanstain estão então entre aquele que podemos denominar o hall das novas, ou não tão novas, queridinhas de hollywood.
O filme tem um início muito denso para um público leigo em se tratando de poker, os inúmeros "códigos" utilizados pela personagem causam estranheza até o momento em que o espectador percebe que pode simplesmente ignorar muitos deles. A partir da metade, eu diria, a história dá uma grande virada e daí sim fica interessante de se acompanhar a vida de Molly Bloom, seja pela extrema inteligência da personagem, seja pelo desenvolvimento de um caso tão complexo que até o final do filme ainda parece um tanto vago. Entre erros e acertos Molly's Game se encaminha para um final típico de biografias, o momento de superação, mas talvez não tão óbvio como a maioria das pessoas poderia esperar, aquela mulher que era acusada por diversos crimes preferia manter o seu nome a entregar aqueles que a fizeram chegar ao topo e, consequentemente, também ao fundo do poço. Diria que o momento mais interessante do filme é o diálogo final entre pai e filha, a tentativa incessante de concertar um relacionamento conturbado no passado por meio de uma espécie de terapia no central park, que é tocante e revela uma diferente faceta da personagem.
Uma obra bem feita, com atuações ótimas como a de Chastain e Idris Elba - a maior surpresa do filme -, e que entrega um roteiro de excelente qualidade, mas não é tão acessível ao grande público por parecer mais longa do que realmente é.
Liga da Justiça
3.3 2,5K Assista AgoraNem parece a mesma DC da trilogia fenomenal do Batman.
Lady Bird: A Hora de Voar
3.8 2,1K Assista AgoraMais um grande acerto na carreira de Greta Gerwig e Saiorse Ronan, dois dos nomes mais relevantes dessa nova geração do cinema.
Antes do Amanhecer
4.3 2,0K Assista AgoraAh, Celine <3
Orphan Black (5ª Temporada)
4.4 335Que série, heim. Chega ao fim uma das séries mais originais dos últimos anos. Quando começou Orphan Black não recebeu tanta atenção, mas bastaram alguns episódios para que a genialidade da série e principalmente de Tatiana fosse percebida.
Difícil não se apegar ao clone club, depois de tantas emoções, tanto sofrimento e pouca felicidade, mas que parece ser a recompensa tão merecida nesse final.
Esse é o tipo de série que te faz amar e odiar a mesma personagem, como Helena, que começou como uma possível antagonista e acabou se tornando uma das queridinhas dos fãs. Ou como Rachel, que passou quase todas as temporadas dificultando a vida das outras clones, mas buscou sua redenção e certamente conquistou o coração de muitos. E até mesmo Sarah, nossa protagonista, que já fez tantas besteiras mas continua em nossos corações.
Enfim, a série vai fazer muita falta. Um show que combinou ciência, ação, drama, discussões de gênero, de sexualidade, de ética, e também de amor. Orphan Black é um bom resumo do mundo em que vivemos, das pessoas tão diferentes que encontramos por aí, e que no fim isso não quer dizer nada, todos temos uma ligação muito maior, todos somos semelhantes.
Farewell Orphan Black.
A Conspiração da Vaca: O Segredo da Sustentabilidade
4.4 213 Assista AgoraAssisti há um tempo e mudou minha vida, mesmo. A forma como ele joga na nossa cara tanta coisa é assustadoramente incrível.
Educação
3.8 1,2KApesar de se passar na década de 60, o filme ainda dialoga muito com os dias de hoje. Acho interessante como a figura da mãe, ou melhor, da mulher dona de casa lhe parece algo distante no início do filme, algo que ela não quer se tornar, e com o tempo isso muda, e apesar de não almejar tal futuro, parece bastante conformada que caso venha a se casar tão nova, também terá um futuro parecido com o de sua mãe. Quando paramos para refletir sobre a situação em que a protagonista se encontra percebemos que, muitas décadas depois, imposições continuam a ser feitas sobre o que uma mulher pode ser ou não, com o que pode sonhar ou não.
Carey Mulligan simplesmente maravilhosa, com certeza o melhor trabalho dela até hoje.
Réquiem para um Sonho
4.3 4,4K Assista AgoraEsse é provavelmente o filme mais angustiante que eu já assisti.
Derrubando Barreiras
3.5 221Muito bonitinho o filme, curti o desenvolvimento e o final, apesar de ser bem clichê, é bem leve e gostoso de assistir.
Fiquei surpreso por não ter terminado em um relacionamento amoroso.
Aliados
3.5 453 Assista AgoraA primeira parte do filme é ótima, instigante, tem um clima de tensão no ar e parece super promissor, mas da metade pro final se perde bastante. O principal erro é o personagem de Brad Pitt, muito fraco e mal desenvolvido, culpa dos roteiristas e diretores, mas também do ator que parece não ter se entregado ao papel e fez um trabalho bem raso, pra não dizer quase ruim. A personagem de Marion é definitivamente muito mais interessante, desde o início do filme, uma pena que perde o foco na segunda metade, o que eu também acho um grande erro.
Os figurinos do filme são maravilhosos, to apostando que leva esse Oscar.
Passa longe de ser um filme totalmente ruim, mas cai nos clichês e não apresenta nenhum ponto tão forte.
Passageiros
3.3 1,5K Assista AgoraEsse filme é todo errado, desde a premissa. O roteiro é extremamente fraco, ainda mais pra um filme de sci-fi, depois de uma onda de obras maravilhosas como Interstellar, Gravity, e até o ótimo The Martian, Passengers é uma decepção. JLaw que é uma das melhores de sua geração está muito abaixo da média, provavelmente porque a personagem é fraca e mal desenvolvida, tudo muito superficial. O personagem de Chris Pratt deveria ter uma complexidade maior, já que ficou um ano sozinho, essa solidão poderia ter sido abordada de uma forma melhor. Mas o grande problema do filme fica por conta do roteiro e direção que parecem iniciantes com um grande projeto na mão.
Entre tantos defeitos o que se sobressai no filme é definitivamente o visual, a cena da piscina é maravilhosa, muito bem feita. Mas ainda que seja um blockbuster, é bem abaixo da média, mas deve contentar o público que acredita nesse romance que parece psicótico.
Aquele cara aparecendo durante o filme é uma das coisas mais ridículas e desnecessárias que vi no cinema nesse último ano.
A Qualquer Custo
3.8 805 Assista AgoraO filme não é nada original, mas extremamente bem feito e pensado. A fotografia é ótima, transmite todo aquele clima texano mas não cai tanto no clichê do faroeste, acho interessante como tocam bastante nessa questão da exploração do petróleo também, e a ênfase que dão ao que grande parte das pessoas pensam sobre os bancos. O final do filme não é surpreendente mas tem um pouco de originalidade, acho interessante a forma como tudo se encerra. Adorei a trilha sonora também, impossível fazer um filme desses sem contar com a música country. O ponto alto do filme é o personagem do Jeff Bridges, o típico texano conservador, mas com um lado "cômico" que funciona, e o ator dá um show na tela, rouba a cena, portando foi muito merecida a indicação ao Oscar. Chris Pine está ótimo também, irreconhecível, Ben Foster too, em alguns momentos acho que ele passa um pouco do ponto mas a cena dele dirigindo e cantando é genial.
Um Homem Chamado Ove
4.2 380Uma belíssima surpresa pra mim, que não dava nada pelo filme.
A história não é tão original, mas o personagem é encantador, apesar do seu jeito ranzinza, e o filme mostra a constante evolução dele até o final, que é extremamente emocionante. Eu adoro ela linha tênue entre o drama e o humor do filme, e naturalmente do personagem.
Já tem minha torcida nessa edição do Oscar, e entra na minha lista de favoritos entre todos os indicados também.
RuPaul's Drag Race: All Stars (2° Temporada)
4.2 224RuPaul abdicou da escolha final, mas em compensação tomou MUITAS escolhas equivocadas e injustas para high e bottom. Sem dúvidas a Alyssa e Katya foram as queens mais prejudicadas nisso tudo. Essa season pelo menos me fez gostar um pouco da Roxxxy que nem parece mais a mesma, e também da Tatianna que é uma rainha, choices. Detox também mostrou uma evolução gigante, a colocação dela foi muito merecida.
E para terminar, Alaska cotada SIM, aceitem que ela não merecia ganhar nem metade dos desafios e deveria ter saído no desafio da família em que ela foi péssima, o pior momento de qualquer queen na temporada.
RuPaul's Drag Race (7ª Temporada)
3.7 321 Assista AgoraEssa é a temporada mais fraca, principalmente por tantas escolhas precipitadas, como
a eliminação da Katya e a Ginger no top 3, além de sentir que a Pearl foi bem arrastada
RuPaul's Drag Race (6ª Temporada)
4.6 338 Assista AgoraNão acho o cast dessa temporada tão memorável quanto o da anterior, mas definitivamente teve o melhor top 3 de todos. Bianca, Adore e Courtney entraram pra história do programa com certeza, são algumas das queens mais lembradas até hoje, e as que mais fizeram sucesso.