Em uma entrevista a Petra fala de um jeito desmistificado sobre o que acontece nesse documentário. Ela percebeu que mais ou menos na mesma idade ela, a irmã e a mãe tiveram crises. Cada uma lidou como pôde, mas o ponto é: às vezes precisamos de ajuda. Ela criou esse documentário, transformou dor em compreensão, novas perspectivas, arte.
Alguns filmes conquistam pela fotografia, trilha sonora, ideia, efeitos, tudo isso junto ou não. Esse filme é basicamente uma conversa de 1h40 que conquista.
A Grace, que vem de uma família que possui um poder social de dominação, experimenta o lugar de opressora (mesmo que passivamente), e é sensível ao sofrimento do oprimido. A partir disso, decide abrir mão de tudo isso e se junta aos "oprimidos". Mas no desenrolar da história, essas pessoas acabam aproveitando vantagens que têm sobre ela para oprimi-la. Daí é só ladeira abaixo. E o final mostra o peso da opressão, por mais que ela tenha tentado resistir naquele lugar e que não goste de exercer o poder, ela acaba cedendo e continuando o ciclo, oprimindo. A posição de opressora podia ser amarga, mas a dor de ser oprimida era insuportável.
Li críticas sobre o enredo não sair do clichê romântico. Mas a minha experiência foi um filme que usa esse clichê, de fato, para distorcê-lo, questioná-lo. Para mostrar como o "ideal romântico" pode ser abusivo. Li críticas sobre cenas excessivamente piegas. Mas, como expectadora, achei o exagero parte da proposta. Li críticas sobre já existirem filmes com a mesma ideia. Tá, mas e daí? Só pode ter um filme? Li críticas sobre apelação fotográfica "indie". Ok, podia ser cowboy. Quem sabe a próxima. Ah, mas é claro, sejamos livres para criticar :)
"É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade." Nise da Silveira Entre diversos gestos de humanidade, esse filme chama a atenção para nossa necessidade de nos sensibilizarmos e não engolir simplesmente que a maneira como as coisas normalmente são feitas é regra para que estejam sendo bem feitas.
Elena
4.2 1,3KEm uma entrevista a Petra fala de um jeito desmistificado sobre o que acontece nesse documentário. Ela percebeu que mais ou menos na mesma idade ela, a irmã e a mãe tiveram crises. Cada uma lidou como pôde, mas o ponto é: às vezes precisamos de ajuda.
Ela criou esse documentário, transformou dor em compreensão, novas perspectivas, arte.
Questão de Tempo
4.2 4,1K Assista AgoraAcho que todo filme acaba passando uma lição. Esse filme não passa, ele introjeta na veia
Gênio Indomável
4.2 1,3K Assista Agoraàs vezes tudo que eu queria era que o robin williams (descanse em paz) me segurasse pelos ombros e dissesse "não é sua culpa"
Antes do Amanhecer
4.3 2,0K Assista AgoraAlguns filmes conquistam pela fotografia, trilha sonora, ideia, efeitos, tudo isso junto ou não. Esse filme é basicamente uma conversa de 1h40 que conquista.
Dogville
4.3 2,0K Assista AgoraO diálogo final é sensacional.
A Grace, que vem de uma família que possui um poder social de dominação, experimenta o lugar de opressora (mesmo que passivamente), e é sensível ao sofrimento do oprimido. A partir disso, decide abrir mão de tudo isso e se junta aos "oprimidos". Mas no desenrolar da história, essas pessoas acabam aproveitando vantagens que têm sobre ela para oprimi-la. Daí é só ladeira abaixo. E o final mostra o peso da opressão, por mais que ela tenha tentado resistir naquele lugar e que não goste de exercer o poder, ela acaba cedendo e continuando o ciclo, oprimindo. A posição de opressora podia ser amarga, mas a dor de ser oprimida era insuportável.
Paris, Texas
4.3 757 Assista AgoraBelchior
Mãe!
4.0 3,9K Assista AgoraÉ aquela história, se com esse filme tu ainda não entendeu, eu duvido que um dia irá.
Um Estranho no Ninho
4.4 1,8K Assista AgoraAlgumas liberdades custam mais que outras.
Cidade de Deus
4.2 1,8K Assista AgoraJá dizia Tom Jobim, "o Brasil não é para principiantes".
Ruby Sparks - A Namorada Perfeita
3.8 1,4KLi críticas sobre o enredo não sair do clichê romântico. Mas a minha experiência foi um filme que usa esse clichê, de fato, para distorcê-lo, questioná-lo. Para mostrar como o "ideal romântico" pode ser abusivo.
Li críticas sobre cenas excessivamente piegas. Mas, como expectadora, achei o exagero parte da proposta.
Li críticas sobre já existirem filmes com a mesma ideia. Tá, mas e daí? Só pode ter um filme?
Li críticas sobre apelação fotográfica "indie". Ok, podia ser cowboy. Quem sabe a próxima.
Ah, mas é claro, sejamos livres para criticar :)
Quero Ser John Malkovich
4.0 1,4K Assista AgoraAi, que dor nas costas
Moonrise Kingdom
4.2 2,1K Assista AgoraConsegue imaginar uma história comovente e leve ao mesmo tempo? Moonrise Kingdom (:
Ela
4.2 5,8K Assista AgoraPlay melancholy song
O Show de Truman
4.2 2,7K Assista AgoraNão consegui parar de pensar "e depois?"
Nise: O Coração da Loucura
4.3 655 Assista Agora"É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade." Nise da Silveira
Entre diversos gestos de humanidade, esse filme chama a atenção para nossa necessidade de nos sensibilizarmos e não engolir simplesmente que a maneira como as coisas normalmente são feitas é regra para que estejam sendo bem feitas.
Era mulher, Jung!!