Oliver Stone criou um personagem ideal para o Al Pacino, onde fez o que mais gosta na atuação: gritar e dar chilique. Ficava postergando esse filme pela temática de futebol americano, mas dá pra se entreter, mesmo não se interessando pelo esporte e desconhecendo as regras. Gostei da homenagem que fizeram ao Charlton Heston, com sua breve participação e cenas de Ben-Hur intercaladas com o embate entre o Beamen e o técnico.
Normalmente nesse tipo de enredo, onde alguém sabe que tem pouco prazo de vida, o personagem busca algum tipo de redenção, corrigir erros do passado. Só que o empresário interpretado Anthony Hopkins não apresenta grandes falhas, a não ser dar pouca atenção para a filha mais velha. Faz pouco ou nenhum sentido que ele seja avisado da brevidade do tempo que lhe resta.
A trilha sonora setentista está fantástica. Sobre o filme, o pior de tudo é saber que até hoje as pessoas, por melhores intenções que tenham, não saibam lidar com alguém com problemas de saúde mental. Deveria ser algo ensinado nas escolas.
É o típico filme onde a ideia é melhor que a execução. As críticas sociais são ótimas e pertinentes, mas é tudo feito de forma confusa e sem capricho, a montagem foi o que mais me incomodou. É claramente influenciado pelo Godard, mas o resultado aqui não foi satisfatório.
Tem que assistí-lo sem fazer comparações com 2001, são propostas bem diferentes. Enquanto o filme do Kubrick tem um tom contemplativo, esse foca mais no didatismo.
Que filme enfadonho, tem notas altas e avaliações positivas somente pela embalagem cult. A única coisa interessante é notar o embrião do personagem do McDowell em Laranja Mecânica.
O que eu não curto nessa última temporada é a pouca presença do Paul, sempre foi o complemento ideal do Kevin e os outros amigos do caçula da família Arnold não tem o mesmo carisma que ele.
A série é fantástica, perfeita pra quem é saudosista e nostálgico. E acho até que parou no momento certo, os temas adultos não combinariam com a leveza mostrada ao longo desses seis anos de exibição.
Quando eles estão vendo “La Dolce Vita” no quarto do Bob, passa a cena do Mastroianni e da Anita Ekberg na Fontana di Trevi, mas deveria ter sido ou a cena inicial ou a final porque ambas tratam do mesmo tema de Lost in Translation: a falta de conexão entre as pessoas.
É um filme que pode ser dividido em duas partes: antes e depois da revelação do plot twist. A primeira parte é ótima, o clima sombrio e de suspense é bem construído, porém a direção se perde na segunda e cai a qualidade, com muitas situações inverossímeis.
Uma das piores coisas que eu já tive o desprazer de ver na vida. Demora exatamente uma hora e quatro minutos pra acontecer um fato relevante no filme, durante esse tempo todo temos um absoluto pastel de vento. E o enredo inicial acaba por ser completamente ignorado.
O que eu mais gostei no filme foi a crítica à falta de memória no Brasil. Aquele diálogo em que uma das estudantes diz que não há nada sobre o caso na busca do google e que dá muito trabalho pesquisar os jornais da época é bem elucidativo sobre isso.
Esse filme deve ser visto com a melhor resolução possível, um espetáculo visual. E é uma pena que as críticas negativas tenham desestimulado um gênio como o Lean de fazer filmes. Poderia ter nos contemplado com mais preciosidades no hiato que ficou até Passagem para Índia.
Um Domingo Qualquer
3.5 121 Assista AgoraOliver Stone criou um personagem ideal para o Al Pacino, onde fez o que mais gosta na atuação: gritar e dar chilique.
Ficava postergando esse filme pela temática de futebol americano, mas dá pra se entreter, mesmo não se interessando pelo esporte e desconhecendo as regras. Gostei da homenagem que fizeram ao Charlton Heston, com sua breve participação e cenas de Ben-Hur intercaladas com o embate entre o Beamen e o técnico.
Encontro Marcado
3.8 858 Assista AgoraNormalmente nesse tipo de enredo, onde alguém sabe que tem pouco prazo de vida, o personagem busca algum tipo de redenção, corrigir erros do passado. Só que o empresário interpretado Anthony Hopkins não apresenta grandes falhas, a não ser dar pouca atenção para a filha mais velha. Faz pouco ou nenhum sentido que ele seja avisado da brevidade do tempo que lhe resta.
Christine
3.7 215A trilha sonora setentista está fantástica. Sobre o filme, o pior de tudo é saber que até hoje as pessoas, por melhores intenções que tenham, não saibam lidar com alguém com problemas de saúde mental. Deveria ser algo ensinado nas escolas.
Todo Mundo em Pânico
3.3 1,3K Assista AgoraDá pra encarar como um documentário sobre a cultura pop da época
O Bandido da Luz Vermelha
3.9 279 Assista AgoraÉ o típico filme onde a ideia é melhor que a execução. As críticas sociais são ótimas e pertinentes, mas é tudo feito de forma confusa e sem capricho, a montagem foi o que mais me incomodou. É claramente influenciado pelo Godard, mas o resultado aqui não foi satisfatório.
2010: O Ano Em Que Faremos Contato
3.2 151 Assista AgoraTem que assistí-lo sem fazer comparações com 2001, são propostas bem diferentes. Enquanto o filme do Kubrick tem um tom contemplativo, esse foca mais no didatismo.
Se...
3.9 174Que filme enfadonho, tem notas altas e avaliações positivas somente pela embalagem cult. A única coisa interessante é notar o embrião do personagem do McDowell em Laranja Mecânica.
Minha Vida Louca
3.5 5O filme tinha um potencial bom enquanto focava nas duas amigas, mas acaba inserindo muitos personagens ao longo da trama e isso prejudica o enredo.
Perigo Duplo
3.0 5É um intercine que prende bem a atenção, mas o final é preguiçoso, poderia ter um pouco mais de capricho na conclusão.
Kick-Ass: Quebrando Tudo
3.9 2,8KExcelente maneira de ridicularizar filmes de super-heróis
O Último Pistoleiro
3.7 51 Assista AgoraAs melhores cenas são os diálogos entre os personagens do John Wayne e da Lauren Bacall.
Uma História de Natal
3.4 51Foi o filme que inspirou a criação da série Anos Incríveis.
Anos Incríveis (6ª Temporada)
4.6 77O que eu não curto nessa última temporada é a pouca presença do Paul, sempre foi o complemento ideal do Kevin e os outros amigos do caçula da família Arnold não tem o mesmo carisma que ele.
A série é fantástica, perfeita pra quem é saudosista e nostálgico. E acho até que parou no momento certo, os temas adultos não combinariam com a leveza mostrada ao longo desses seis anos de exibição.
Velozes e Furiosos 6
3.6 1,3K Assista AgoraAquele pulo do Toretto pra dar uma cabeçada lembra o gol do van Persie contra a Espanha na copa de 2014.
Encontros e Desencontros
3.8 1,8KQuando eles estão vendo “La Dolce Vita” no quarto do Bob, passa a cena do Mastroianni e da Anita Ekberg na Fontana di Trevi, mas deveria ter sido ou a cena inicial ou a final porque ambas tratam do mesmo tema de Lost in Translation: a falta de conexão entre as pessoas.
A Empregada
3.4 667 Assista AgoraÉ um filme que pode ser dividido em duas partes: antes e depois da revelação do plot twist. A primeira parte é ótima, o clima sombrio e de suspense é bem construído, porém a direção se perde na segunda e cai a qualidade, com muitas situações inverossímeis.
Sirāt
3.4 199 Assista AgoraUma das piores coisas que eu já tive o desprazer de ver na vida. Demora exatamente uma hora e quatro minutos pra acontecer um fato relevante no filme, durante esse tempo todo temos um absoluto pastel de vento. E o enredo inicial acaba por ser completamente ignorado.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraO que eu mais gostei no filme foi a crítica à falta de memória no Brasil. Aquele diálogo em que uma das estudantes diz que não há nada sobre o caso na busca do google e que dá muito trabalho pesquisar os jornais da época é bem elucidativo sobre isso.
Os Dois Mundos de Charly
3.3 29A cena em que ele se compadece do garçom e vai ajudá-lo é muito bonita
Consciências Mortas
4.2 75 Assista AgoraÓtima surpresa esse filme e aborda bem um tema que nunca será datado.
007 Contra o Satânico Dr. No
3.6 308É um filme que chama mais a atenção pela forma do que pelo conteúdo.
Segredo de Sangue
3.0 192Pelo desenrolar do filme, eu esperava um final bem mais impactante, deixou muito a desejar.
A Filha de Ryan
4.1 39 Assista AgoraEsse filme deve ser visto com a melhor resolução possível, um espetáculo visual. E é uma pena que as críticas negativas tenham desestimulado um gênio como o Lean de fazer filmes. Poderia ter nos contemplado com mais preciosidades no hiato que ficou até Passagem para Índia.
Aeroporto 77
3.1 68É bem nítido que esse filme pegou muitas referências de O Destino de Poseidon