uma construção de cenário maravilhosa, pensada em todos os seus detalhes. vale muito a pena ver o making of pra entender a dedicação com que foi feito cada espaço. sem falar na trilha sonora, que usou a mesma orquestra que se presta como figurantes de algumas cenas. lindo, lindo. grande trabalho de direção, roteiro e principalmente de produção!
e essa emoção é lograda, especialmente na relação entre as seguintes cenas: logo no começo, acontece a premiere de um filme onde atua Valentin, e se mostra a plateia de um grande teatro surpreendida e logo rindo de algo que veem no filme que lhes é mostrado. é exatamente a mesma reação que temos como público ao final do filme, quando Valentin aponta uma arma para sua boca e a placa anuncia um "bang", que logo é justificado por uma batida de carro de Peppy Miller. nesse momento o espectador reage exatamente como a plateia do princípio do filme, confirmando que a emoção de ver um filme PB sem som ainda pode ser a mesma, quase 100 anos depois do invento do cinema. e que isso depende muito mais do roteiro, direção e atuação que do uso dos sentidos ou de modismos e estilos.
filme que tem feito muito sucesso no Brasil e que cativa pela história, pela identificação com os personagens e pelo olhar fresco e delicado de Gustavo Taretto. dica: não vejam o curta antes do longa.
ótimo filme, especial para os que trabalham com publicidade. praticamente todas as cenas são referências à propaganda de algum produto. é crítico, irônico e divertido. já vi tres vezes e continuo descobrindo detalhes de produção que não tinha visto antes. muito bem feito. pathé sempre assinando boas produções.
gosteeeeei. gostei da mistura de épocas, gostei da linguagem fresca, dos lugares bonitos, das luzes, das roupas. amo cada vez mais a Marion Cotillard. e acabei me conformando com a época em que vivo, mesmo preferindo os anos 20, ou a belle époque. deve ser normal mesmo...
me senti tensa durante todo o filme, com algo latente por acontecer, que no fim das contas não acontece. ou acontece de uma maneira totalmente nonsense, fora do que eu imaginava que pudesse acontecer. gosto dos personagens. gosto das cenas repetidas. gosto dos fade ins e outs. só não gosto da capa do dvd que mais parece uma comédia.
puxa, eu tinha muitas expectativas sobre esse filme e não consegui disfrutar da história, pela maneira que ela é retratada. me explico. o filme é uma propaganda escrachada do estilo de vida americano. o estilo de narração é hollywoodiano demais e as cenas de maior impacto emocional são, uma vez mais, americanizadas. eu esperava mais poesia. me desculpem os que gostaram.
imagens e melodias sincronizadas. uma composição no presente, que acontece ao mesmo tempo que a história. um filme feito de silêncios, de sombras, de tons de azul. a busca pela liberdade, pelo esquecimento, pela superação.
cenas maravilhosas, com um jogo de luzes sensível e em lugares muito simbólicos e envolventes. o rio gangi em todas suas formas, com todos os usos que têm. considero o rio como um protagonista do filme. a história... não tenho conhecimentos suficientes para julgar. não consigo defini-la exatamente. não posso dizer que conheci um pouco do costume de outros povos, porque não sei até onde vai a fantasia da diretora. há partes muito românticas, muito trágicas, que talvez não sejam muito prováveis na realidade dessas mulheres. talvez. como obra cinematográfica, vale. e gosto muito.
alguns problemas de narração, principalmente do aproveitamento dos momentos mais comoventes, do encadeamento dessas emoções. mas mesmo assim, a história é apaixonante, comovente, e retratada com muita beleza e sutileza. sim, bom filme. vale a pena conhecer a historia da Waris Dirie. =)
casamento ou luxo? sério.. os títulos brasileiros de certos filmes dão dó! e esse filme é surpreendente mesmo, ainda que a argumentação seja um pouco turva as vezes. quero dizer.. algumas motivações não convencem, algumas soluções não batem com a realidade. a isso me refiro. mas não quero contar o filme! =D
roteiro bem encadeado, que consegue juntar a entropia do universo, a tailandia e a vida de um adolescente no interior do RS. algo ingênuo, mas bonito, como eu gostaria que fosse mesmo, um crescimento sem drogas sujas, sem babaquice. alguns valores. o respeito, a honestidade. o primeiro amor e o primeiro porre. bonito filme!
eu não consigo ignorar que a estética é completamente americana e nenhum desses bonecos fizeram parte da minha infância. simplesmente não me identifiquei.
visto na semana de cinema da UFSC, em Florianópolis, em presença do diretor Eduardo Coutinho. ainda que a ideia fosse ver outro filme, a ser debatido com Coutinho e João Moreira Salles, não me desgostou ver esse filme. é envolvente, anedótico, emocional, "humano". ** a seleção dos entrevistados foi feita nas ruas do Rio de Janeiro, com um cartaz que dizia "alguma música já marcou sua vida? cante e conte uma história." assim, conhecemos histórias relacionadas a canções de amor e de superação, todas marcantes para aqueles que as escolheram. Coutinho afirma que não tem nenhuma canção marcante para ele. e que canta mal.
vi metade, não acompanhei direito a trama.. mas embora tenha boas imagens, planos bem feitos e mise-en-scene competente, a única opinião que restou foi: vampiros estão superestimados.
notaram que diversas atrizes de outros filmes do almodovar aparecem nesse filme? até a zeladora do prédio é o mesmo personagem de Mulheres a beira de um ataque de nervos, interpretado pela mesma atriz, muitos anos depois!
tinha um potencial muito grande nessas imagens. a figura do gorila, a relação das irmãs, a romântica kombi, o espetáculo de circo, os lugares, as cidades do interior.. tudo isso era muito bom e podia ser melhor explorado. mas essa narração aberta demais, pausada demais, desestruturada demais me fez perder o interesse pelo filme. é isso.
Qual é o Nome do Bebê?
4.0 161uma construção de cenário maravilhosa, pensada em todos os seus detalhes.
vale muito a pena ver o making of pra entender a dedicação com que foi feito cada espaço. sem falar na trilha sonora, que usou a mesma orquestra que se presta como figurantes de algumas cenas. lindo, lindo. grande trabalho de direção, roteiro e principalmente de produção!
O Artista
4.2 2,1K Assista Agoraum filme simpático e ousado, que desafia um público acostumado ao som e à cor a viverem novamente as emoções de um filme antigo.
e essa emoção é lograda, especialmente na relação entre as seguintes cenas: logo no começo, acontece a premiere de um filme onde atua Valentin, e se mostra a plateia de um grande teatro surpreendida e logo rindo de algo que veem no filme que lhes é mostrado. é exatamente a mesma reação que temos como público ao final do filme, quando Valentin aponta uma arma para sua boca e a placa anuncia um "bang", que logo é justificado por uma batida de carro de Peppy Miller. nesse momento o espectador reage exatamente como a plateia do princípio do filme, confirmando que a emoção de ver um filme PB sem som ainda pode ser a mesma, quase 100 anos depois do invento do cinema. e que isso depende muito mais do roteiro, direção e atuação que do uso dos sentidos ou de modismos e estilos.
Boystown
3.1 12é preciso manter a cabeça aberta ao humor negro, à sátira social e ao clichê gay pra ver esse filme. se conseguir, vai gostar!
Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras
3.8 2,2K Assista Agora"Sherlock Homes: O jogo de sombras" ou "como transformar Sherlock num boneco hétero e raso num filme de aventura"
Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual
4.3 2,3K Assista Agorafilme que tem feito muito sucesso no Brasil e que cativa pela história, pela identificação com os personagens e pelo olhar fresco e delicado de Gustavo Taretto. dica: não vejam o curta antes do longa.
99 Francs
3.9 20ótimo filme, especial para os que trabalham com publicidade.
praticamente todas as cenas são referências à propaganda de algum produto.
é crítico, irônico e divertido. já vi tres vezes e continuo descobrindo detalhes de produção que não tinha visto antes.
muito bem feito. pathé sempre assinando boas produções.
Meia-Noite em Paris
4.0 3,8Kgosteeeeei. gostei da mistura de épocas, gostei da linguagem fresca, dos lugares bonitos, das luzes, das roupas. amo cada vez mais a Marion Cotillard. e acabei me conformando com a época em que vivo, mesmo preferindo os anos 20, ou a belle époque. deve ser normal mesmo...
A Igualdade é Branca
4.0 380 Assista Agorame senti tensa durante todo o filme, com algo latente por acontecer, que no fim das contas não acontece. ou acontece de uma maneira totalmente nonsense, fora do que eu imaginava que pudesse acontecer.
gosto dos personagens. gosto das cenas repetidas. gosto dos fade ins e outs.
só não gosto da capa do dvd que mais parece uma comédia.
O Último Dançarino de Mao
4.1 231puxa, eu tinha muitas expectativas sobre esse filme e não consegui disfrutar da história, pela maneira que ela é retratada. me explico. o filme é uma propaganda escrachada do estilo de vida americano. o estilo de narração é hollywoodiano demais e as cenas de maior impacto emocional são, uma vez mais, americanizadas. eu esperava mais poesia. me desculpem os que gostaram.
A Liberdade é Azul
4.1 670 Assista Agoraimagens e melodias sincronizadas. uma composição no presente, que acontece ao mesmo tempo que a história.
um filme feito de silêncios, de sombras, de tons de azul. a busca pela liberdade, pelo esquecimento, pela superação.
uma liberdade representada na água, nos banhos de piscina de Julie. que apazigua, que envolve, que sufoca.
um filme marcante por sua própria natureza. para ver mais de uma vez.
Princesa Mononoke
4.4 977 Assista Agoraarrancou meu coração e o colocou de volta ao lugar.
Às Margens do Rio Sagrado
4.0 41cenas maravilhosas, com um jogo de luzes sensível e em lugares muito simbólicos e envolventes.
o rio gangi em todas suas formas, com todos os usos que têm. considero o rio como um protagonista do filme.
a história... não tenho conhecimentos suficientes para julgar. não consigo defini-la exatamente. não posso dizer que conheci um pouco do costume de outros povos, porque não sei até onde vai a fantasia da diretora. há partes muito românticas, muito trágicas, que talvez não sejam muito prováveis na realidade dessas mulheres. talvez.
como obra cinematográfica, vale. e gosto muito.
Como Água para Chocolate
3.6 235 Assista Agoraé triste. e demorado. e mexicano.
Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague
4.1 56vai passar amanha, domingo, no telecine cult.
às 14h.
Flor do Deserto
4.2 274alguns problemas de narração, principalmente do aproveitamento dos momentos mais comoventes, do encadeamento dessas emoções. mas mesmo assim, a história é apaixonante, comovente, e retratada com muita beleza e sutileza. sim, bom filme. vale a pena conhecer a historia da Waris Dirie. =)
Casamento ou Luxo?
3.9 33 Assista Agoracasamento ou luxo? sério.. os títulos brasileiros de certos filmes dão dó!
e esse filme é surpreendente mesmo, ainda que a argumentação seja um pouco turva as vezes.
quero dizer.. algumas motivações não convencem, algumas soluções não batem com a realidade. a isso me refiro.
mas não quero contar o filme! =D
Antes Que o Mundo Acabe
3.5 352roteiro bem encadeado, que consegue juntar a entropia do universo, a tailandia e a vida de um adolescente no interior do RS. algo ingênuo, mas bonito, como eu gostaria que fosse mesmo, um crescimento sem drogas sujas, sem babaquice. alguns valores. o respeito, a honestidade. o primeiro amor e o primeiro porre. bonito filme!
Toy Story
4.2 1,4K Assista Agoraeu não consigo ignorar que a estética é completamente americana e nenhum desses bonecos fizeram parte da minha infância. simplesmente não me identifiquei.
Thor
3.3 3,1K Assista Agorafico pensando em todas essas imagens do universo, explosões magníficas, gráficos bem feitos, cores tão vivas... e Thor. massa!
As Canções
4.2 169visto na semana de cinema da UFSC, em Florianópolis, em presença do diretor Eduardo Coutinho.
ainda que a ideia fosse ver outro filme, a ser debatido com Coutinho e João Moreira Salles, não me desgostou ver esse filme.
é envolvente, anedótico, emocional, "humano".
**
a seleção dos entrevistados foi feita nas ruas do Rio de Janeiro, com um cartaz que dizia "alguma música já marcou sua vida? cante e conte uma história." assim, conhecemos histórias relacionadas a canções de amor e de superação, todas marcantes para aqueles que as escolheram.
Coutinho afirma que não tem nenhuma canção marcante para ele. e que canta mal.
2019: O Ano da Extinção
3.0 816 Assista Agoravi metade, não acompanhei direito a trama.. mas embora tenha boas imagens, planos bem feitos e mise-en-scene competente, a única opinião que restou foi: vampiros estão superestimados.
Fale com Ela
4.2 1,0K Assista Agoranotaram que diversas atrizes de outros filmes do almodovar aparecem nesse filme? até a zeladora do prédio é o mesmo personagem de Mulheres a beira de um ataque de nervos, interpretado pela mesma atriz, muitos anos depois!
A Fuga da Mulher Gorila
2.8 14tinha um potencial muito grande nessas imagens. a figura do gorila, a relação das irmãs, a romântica kombi, o espetáculo de circo, os lugares, as cidades do interior.. tudo isso era muito bom e podia ser melhor explorado. mas essa narração aberta demais, pausada demais, desestruturada demais me fez perder o interesse pelo filme. é isso.
Onde os Fracos Não Têm Vez
4.1 2,4K Assista Agoraonde a humanidade não tem vez.
só existe maldade nesse filme. fiquei com uma péssima impressão. detestei.