O filme tem seus pontos altos e baixos. A fotografia e a trilha sonora são excelentes, e o elenco também não fica por menos.
Um dos grandes méritos dessa obra é nos aprofundar mais sobre o quão complexas são a história e a realidade da África, um continente que em geral é abordado de forma genérica e ideologizada.
O filme se baseia em acontecimentos factuais (é inspirado num livro de mesmo nome, de um jornalista) e pontua duas coisas: 1) que os Estados Unidos estão longe de serem gloriosos em todos os seus empreendimentos e que 2) o racismo não se resume ao branco europeu querendo explorar as outras raças. No caso do filme, temos um conflito entre diferentes etnias negras, que desencadeia uma chacina terrível. E como bem pontuou um dos personagens do filme, essa sempre foi a realidade histórica (vide japoneses x chineses, franceses x ingleses etc).
O grande ponto negativo é que o filme se torna cansativo e caótico (assim como o foram os eventos). Embora o começo seja interessante, no fim das contas o roteiro não consegue segurar as pontas e manter o mesmo nível. Uma pena, porque esse é um tema histórico que deveria ser mais abordado no cinema.
O filme retrata uma história verídica, a de são Nectários, o taumaturgo de Égina. Ele é um dos santos mais venerados pelos gregos, um homem de fé e devoção muitas vezes inimagináveis para nós, modernos. Mesmo para os não-cristãos, a obra é importante e interessante, visto que os fatos retratados são reais e fieis à história. Sempre é bom ampliarmos o nosso conhecimento sobre as possibilidades humanas.
É preciso destacar, contudo, que a obra se foca num recorte específico da vida do santo, com ênfase em suas provações - o que é normal, se considerarmos a mensagem que a diretora desejava transmitir. Há de se ver, por outro lado, que ainda durante a vida São Nectários teve incontáveis defensores, e uma multidão de devotos e apoiadores, que são pouco retratados no filme.
Um ponto fraco é a atuação do protagonista, que deixa muuuuito a desejar. Na verdade, a maior parte dos atores atua mal, o que podemos perdoar, se considerarmos o baixo orçamento da obra, mas ainda assim é um ponto que precisa ser destacado e que deixa a desejar.
Em linhas gerais, contudo, é uma obra interessante, que vale a pena ser assistida. Recomendo.
Vou dar 5 estrelas pq o filme merece uma avaliação melhor do que a que o pessoal tá dando.
É um filme como há muito não lançavam, e quem souber captar a mensagem por trás perceberá que está longe de ser um filme raso. É uma obra sobre como o ódio e as ideologias podem destruir e corromper. Muito bom.
Como me surpreendi com esse filme! Pela história simples, honesta, que toca em pontos profundos da alma humana sem ser panfletária. O filme também tem uns símbolos belos demais.
Quando tudo o que Hollywood produz sobre gays parece ser forçado e demasiadamente militante, esse filme é um bálsamo.
Elementos comprova o que já sabemos: O dedo dos estúdios (e aquilo falo em geral) têm feito as obras perderem o seu caráter autoral. São tantos os envolvidos dando palpites, modificando e incrementando a ideia original que no fim é como se o filme tivesse tentado nos levar em mil direções sem conseguir nos tirar do lugar. Um monte de coisas é trabalhada e trazida à tela, mas nenhuma delas é aprofundada de forma devida. No fim, fica aquele gosto amargo, aquela percepção de que a obra é um amontoado de ideias jogadas, um frankenstein esquizofrênico.
Como comédia romântica o filme é raso, porque o protagonista masculino não passa de um acessório usado para mover o filme. Wade repete três, três vezes que teve problemas com o pai, mas em nenhum momento essa ideia foi trabalhada como devia! O pior é que ele começa o filme como um personagem desesperado tentando não perder seu emprego, para depois descobrirmos que ele é o herdeiro de uma família rica, que nem do maldito emprego precisava!!! kkkkkk e no fim ele ignora o emprego, que a propósito foi o motivador de toda a briga inicial, para sair pelo mundo em viagem! E logo ele, que não sabia onde se encontrar, de repente assume o papel de coach da Ember. Repare que a personalidade e a história dele mudam só para fazer a trama caminhar.
Como filme motivacional é idiota por partir da ideia de que tudo pode ser superado com o poder do protagonismo. Quando Ember tenta entrar na água e a personagem responde que não é porque os outros falaram que ela não pode que ela realmente não pode, mas que basta desejar para conseguir, fiquei com vontade de levantar da poltrona e gritar: Hóstia, é pelo fato de que ela morre se entrar na água! A propósito, me digam, o filme se trata de aceitar suas tradições e sua natureza ou de superá-las? Nem ele sabe, porque afirma essas duas ideias opostas sem se tocar disso.
E assim o filme também peca como crítica social. Ele fala dos imigrantes que se sentem desencaixados, mas isso tudo é retratado de forma tão fraca que no fim nada se altera no status quo! Quanto ao pai da Ember, o enredo não sabe se mostra ele como um fanático por suas tradições ou como alguém que não se importa com elas, porque isso também muda ao longo da trama SÓ para agradar ao roteiro. Aliás, a própria cultura do povo do fogo é pisoteada na medida em que o filme dá a entender que eles só serão felizes se a deixarem de lado e se integrarem na sociedade "aburguesada" em que os demais vivem.
Não é tão ruim, é simplesmente genérico. A fotografia também é bem batidinha.
A sensação que tive é que foi um amontoado de ideias vindas de um monte de roteiristas diferentes, o que fez o filme perder identidade. Ele simplesmente não sabe aonde quer chegar e que tipo de mensagem deseja transmitir. Pra compensar, colocaram algumas pautas sociais. Penso que chega a ser ofensivo tentar esconder o quanto o filme é raso através disso.
Filme merece nota melhor que tem. Pessoal relacionando com vacina, pandemia e outros aspectos, mas o filme no fundo é uma ótima metáfora sobre coragem e verdade.
Piadas mal colocadas, o filme não sabe se quer ser um épico ou uma comédia. O negócio não se desenvolve e não funciona. Num momento existe toda uma pegada de filme de ação distópico com músicas ao estilo Duna, no outro lutinhas com músicas de fundo. Cristo, que coisa mais batida.
A Sociedade da Justiça é tosca e não gera empatia. Não existe entrosamento entre os heróis e as motivações são pífias. E olha que eu relevo muita coisa ruim, hein.
E o plot twist poderia ser feito por uma criança de 5 anos. Isso sem contar os furos de roteiro né.
Moana: Um Mar de Aventuras
4.1 1,5KNada que surpreenda muito quando comparado com outras animações do estúdio.
Falcão Negro em Perigo
3.8 429 Assista AgoraO filme tem seus pontos altos e baixos. A fotografia e a trilha sonora são excelentes, e o elenco também não fica por menos.
Um dos grandes méritos dessa obra é nos aprofundar mais sobre o quão complexas são a história e a realidade da África, um continente que em geral é abordado de forma genérica e ideologizada.
O filme se baseia em acontecimentos factuais (é inspirado num livro de mesmo nome, de um jornalista) e pontua duas coisas: 1) que os Estados Unidos estão longe de serem gloriosos em todos os seus empreendimentos e que 2) o racismo não se resume ao branco europeu querendo explorar as outras raças. No caso do filme, temos um conflito entre diferentes etnias negras, que desencadeia uma chacina terrível. E como bem pontuou um dos personagens do filme, essa sempre foi a realidade histórica (vide japoneses x chineses, franceses x ingleses etc).
O grande ponto negativo é que o filme se torna cansativo e caótico (assim como o foram os eventos). Embora o começo seja interessante, no fim das contas o roteiro não consegue segurar as pontas e manter o mesmo nível. Uma pena, porque esse é um tema histórico que deveria ser mais abordado no cinema.
Homem de Fé
3.2 11 Assista AgoraO filme retrata uma história verídica, a de são Nectários, o taumaturgo de Égina. Ele é um dos santos mais venerados pelos gregos, um homem de fé e devoção muitas vezes inimagináveis para nós, modernos. Mesmo para os não-cristãos, a obra é importante e interessante, visto que os fatos retratados são reais e fieis à história. Sempre é bom ampliarmos o nosso conhecimento sobre as possibilidades humanas.
É preciso destacar, contudo, que a obra se foca num recorte específico da vida do santo, com ênfase em suas provações - o que é normal, se considerarmos a mensagem que a diretora desejava transmitir. Há de se ver, por outro lado, que ainda durante a vida São Nectários teve incontáveis defensores, e uma multidão de devotos e apoiadores, que são pouco retratados no filme.
Um ponto fraco é a atuação do protagonista, que deixa muuuuito a desejar. Na verdade, a maior parte dos atores atua mal, o que podemos perdoar, se considerarmos o baixo orçamento da obra, mas ainda assim é um ponto que precisa ser destacado e que deixa a desejar.
Em linhas gerais, contudo, é uma obra interessante, que vale a pena ser assistida. Recomendo.
100 Coisas Para Fazer Antes de Virar Zumbi
2.6 68 Assista AgoraQue viagem foi essa?
Godzilla: Minus One
4.0 563A grande moral do filme é: A centralidade da vida não está tanto entre viver ou morrer, mas em viver e morrer por algo que valha a pena.
Contra o Mundo
3.2 160 Assista AgoraVou dar 5 estrelas pq o filme merece uma avaliação melhor do que a que o pessoal tá dando.
É um filme como há muito não lançavam, e quem souber captar a mensagem por trás perceberá que está longe de ser um filme raso. É uma obra sobre como o ódio e as ideologias podem destruir e corromper. Muito bom.
Toc Toc Toc: Ecos do Além
2.6 267 Assista AgoraSó pode ser lavagem de dinheiro.
Os Segredos do Universo por Aristóteles e Dante
3.4 52 Assista AgoraComo me surpreendi com esse filme! Pela história simples, honesta, que toca em pontos profundos da alma humana sem ser panfletária. O filme também tem uns símbolos belos demais.
Quando tudo o que Hollywood produz sobre gays parece ser forçado e demasiadamente militante, esse filme é um bálsamo.
O Grande Hotel Budapeste
4.2 3,0KUm filme de comédia que esconde uma excelente reflexão sobre a Europa e os regimes totalitários que marcaram o século XX.
Belíssimo.
Elementos
3.7 501Elementos comprova o que já sabemos: O dedo dos estúdios (e aquilo falo em geral) têm feito as obras perderem o seu caráter autoral. São tantos os envolvidos dando palpites, modificando e incrementando a ideia original que no fim é como se o filme tivesse tentado nos levar em mil direções sem conseguir nos tirar do lugar. Um monte de coisas é trabalhada e trazida à tela, mas nenhuma delas é aprofundada de forma devida. No fim, fica aquele gosto amargo, aquela percepção de que a obra é um amontoado de ideias jogadas, um frankenstein esquizofrênico.
Como comédia romântica o filme é raso, porque o protagonista masculino não passa de um acessório usado para mover o filme. Wade repete três, três vezes que teve problemas com o pai, mas em nenhum momento essa ideia foi trabalhada como devia! O pior é que ele começa o filme como um personagem desesperado tentando não perder seu emprego, para depois descobrirmos que ele é o herdeiro de uma família rica, que nem do maldito emprego precisava!!! kkkkkk e no fim ele ignora o emprego, que a propósito foi o motivador de toda a briga inicial, para sair pelo mundo em viagem! E logo ele, que não sabia onde se encontrar, de repente assume o papel de coach da Ember. Repare que a personalidade e a história dele mudam só para fazer a trama caminhar.
Como filme motivacional é idiota por partir da ideia de que tudo pode ser superado com o poder do protagonismo. Quando Ember tenta entrar na água e a personagem responde que não é porque os outros falaram que ela não pode que ela realmente não pode, mas que basta desejar para conseguir, fiquei com vontade de levantar da poltrona e gritar: Hóstia, é pelo fato de que ela morre se entrar na água! A propósito, me digam, o filme se trata de aceitar suas tradições e sua natureza ou de superá-las? Nem ele sabe, porque afirma essas duas ideias opostas sem se tocar disso.
E assim o filme também peca como crítica social. Ele fala dos imigrantes que se sentem desencaixados, mas isso tudo é retratado de forma tão fraca que no fim nada se altera no status quo! Quanto ao pai da Ember, o enredo não sabe se mostra ele como um fanático por suas tradições ou como alguém que não se importa com elas, porque isso também muda ao longo da trama SÓ para agradar ao roteiro. Aliás, a própria cultura do povo do fogo é pisoteada na medida em que o filme dá a entender que eles só serão felizes se a deixarem de lado e se integrarem na sociedade "aburguesada" em que os demais vivem.
Morte Morte Morte
3.1 697 Assista Agorakkkkkkk tá ai, o filme mostra bem o que acontece com gente burra kkkkkk
Bernardo e Bianca
3.6 248 Assista AgoraSinto que faltou algum tempo de tela pra desenvolver melhor as ideias. Faria uma diferença e tanto.
Mas o filme tem pontos bons. Não é o melhor do estúdio, certamente, mas vale assistir pra se aprofundar mais nas obras da Disney.
Mundo Estranho
3.1 143Não é tão ruim, é simplesmente genérico. A fotografia também é bem batidinha.
A sensação que tive é que foi um amontoado de ideias vindas de um monte de roteiristas diferentes, o que fez o filme perder identidade. Ele simplesmente não sabe aonde quer chegar e que tipo de mensagem deseja transmitir.
Pra compensar, colocaram algumas pautas sociais. Penso que chega a ser ofensivo tentar esconder o quanto o filme é raso através disso.
A Caminho da Lua
3.4 280Tão chatinho, tão batido, tão genérico, tão infantil. Mas, acima de tudo, tão brega.
Avatar: O Caminho da Água
3.9 1,4K Assista AgoraFalar da parte técnica é falar mais do mesmo que todo mundo já comentou né.
Agora, não posso deixar de parafrasear que alguns furos de roteiro me incomodaram. O mais óbvio é o que envolve o plot do vilão.
Dito isto, vou esperar o diretor concluir a saga antes de ter uma opinião melhor formada.
P.S.: Algo que amei foram as referências a tantos filmes. Isso foi incrível.
Wendell & Wild
3.3 75 Assista Agorabasta dizer que é nível Netflix
A Família Noel
2.7 24 Assista AgoraTão ruim que desisti.
A Última Noite
2.8 109Filme merece nota melhor que tem. Pessoal relacionando com vacina, pandemia e outros aspectos, mas o filme no fundo é uma ótima metáfora sobre coragem e verdade.
Adão Negro
3.1 711 Assista AgoraBrega demais, por favor kkkk.
Piadas mal colocadas, o filme não sabe se quer ser um épico ou uma comédia. O negócio não se desenvolve e não funciona. Num momento existe toda uma pegada de filme de ação distópico com músicas ao estilo Duna, no outro lutinhas com músicas de fundo. Cristo, que coisa mais batida.
A Sociedade da Justiça é tosca e não gera empatia. Não existe entrosamento entre os heróis e as motivações são pífias. E olha que eu relevo muita coisa ruim, hein.
E o plot twist poderia ser feito por uma criança de 5 anos. Isso sem contar os furos de roteiro né.
Um Menino Chamado Natal
3.3 70 Assista AgoraNão é dos melhores filmes de natal, mas cumpre seu papel. 3/5 estrelas está de bom tamanho.
As Aventuras de Erik, o Viking
3.5 25 Assista AgoraNão está na altura de o A Vida de Bryan, mas traz algumas boas reflexões, como os outros filmes do Monty Python.
Elvis
3.8 772Não precisa falar muito sobre esse filme né. É impecável.
Ghostbusters: Mais Além
3.5 431 Assista AgoraSou muito suspeito pra falar desse filme, porque simplesmente o amei.
O Sono da Morte
3.2 580 Assista AgoraNão é ruim, mas se tirarmos todas as metáforas, muito pouca coisa do filme sobrevive no final.