Porra, só queria deixar aqui minha indignação mesmo: Eu li o livro só pra ver essa caralha, né. Quando saiu, vi geral falando bem. Fui ver o vídeo da Mikannn e ela tava super elogiando o livro com a convidada do vídeo. Já corri atrás do livro e tava super hypada, esperando super bem do filme. Terminei o livro hoje mesmo, fiquei com um sentimento de apenas "gostei, muito bom". Não o achei a melhor coisa da minha vida, porém diria que tinha gostado bastante (ele era um livro bastante descritivo e me incomodou um pouco, já que eu queria ir logo para o final ver no que iria dar, por isso não gostei 100%). Então, fui pro filme, achando que ele adaptaria a história do livro de uma forma tão boa ou melhor quanto. Bicho, quebrei a cara bem legal. Se eu tivesse assistido primeiro, com certeza teria gostado, mas porra, ainda bem que li o livro. Depois de assistir a esse filme, o livro ficou duas vezes melhor na minha mente. Todas as coisas boas que estavam no livro NÃO EXISTEM. As únicas coisas que têm nesse filme são as ideias iniciais (Área X, o marido indo para a expedição e voltando estranho, a protagonista ser bióloga...). Eu fiquei realmente decepcionada, eu não esperava por isso (foi a primeira vez na minha vida que eu li primeiro antes de ver o filme, então eu não sou acostumada com esse tipo de tombo). Sei que vai ter alguém que vai comentar "filme é filme, livro é livro. São duas coisas diferentes". Mas custava pelo menos pegar algumas ideias melhores do livro? Odiei o filme? Diria que não, mas não vou mentir que fiquei bem pistola com essa GIGANTESCA diferenças entre o livro e o filme. Ao perceber a diferença após uns quarenta minutos de filme, já fui atrás pra ver se continuava assim e, mesmo sabendo depois que seria diferente do livro, não deu pra mim: eu continuei comparando os dois até o final e acabei não gostando. Entretanto, não posso negar que esse filme, de certa forma, mexeu comigo. O final onde
Fica aquela música esquisita e o alienígena(?) imitando a Natalie Portman... Bicho, arrepiou de verdade. É uma cena que vai ficar marcada na memória. E a cena que aquela espécie de urso abre a boca e solta um "socorro"... Meu Deus...
Acredito que o diretor tenha feito o filme desse jeito porque ele pensava em um "filme solo", pois o final do livro é BEM DIFERENTE do filme, e o livro de Aniquilação é apenas o primeiro de uma trilogia. Bem, é isso. Eu realmente queria ter gostado desse filme de verdade, MORRIDO DE AMORES e tudo mais, tinha tudo pra ser um dos meus xodós de 2018, mas não deu pra mim. Sugiro vocês lerem o primeiro livro da trilogia. Ainda não li os outros, porém a partir do primeiro, acredito que os outros dois últimos sejam bons também :)
Inicialmente e pelo título do filme, achamos que se trata sobre o protagonista Ray (interpretado por Elle Fanning) e sua transexualidade, como ele irá passar pelas mudanças da terapia hormonal e como as pessoas ao seu redor vão lidar com esses fatores. Em parte, o filme chega a abordar o assunto, porém o foco é completamente mudado para a mãe do protagonista, Maggie (Naomi Watts). As partes em relação a como é ser um adolescente transgênero em um ambiente escolar é completamente desviado e esquecido para focar na história de vida da mãe de Ray e conflitos familiares, acabando deixando essas partes onde abordam um tema sério fracas e superficiais. Como dito por David Rooney, o filme deixa de ser "Sobre Ray" para virar "Sobre Maggie". Diria que Elle Fanning faz um bom trabalho, mostrando um personagem decidido com o que deseja. Naomi Watts traz uma boa interpretação com uma mulher cheia de crises por relações antigas que acabaram por causar problemas no presente. Porém, alguns personagens são desperdiçados, como Susan Sarandon, que poderiam trazer mais grandes conflitos no filme se fossem bem aprofundados. O filme poderia ter sido mais denso e comovente, mas prefere ficar em um drama mediano e esquecível. É uma pena.
Eu acredito que seja meu primeiro filme onde há um personagem com traços de psicopatia que não mata com suas próprias mãos. O personagem de Jake Gyllenhaal é bem mais... sutil. Ele espera o problema chegar até ele e o transforma de uma forma que faça virar algo ao seu favor. Que atuação, que homem! Teve momentos que cheguei a me arrepiar com esse homem falando. Além da puta crítica social que o filme traz... Gostei pra caramba, mais do que imaginaria.
Extremamente forçado, estereótipos exagerados e senti como se estivesse assistindo uma novela da Nickelodeon, aquelas tipo Isa Tkm, só que com palavrões. Eu realmente tentei ser menos negativa com esse filme, mas os diálogos eram tão horríveis e vergonhosos que não deu mesmo. Bem... Legal a mensagem no final, mas foi TÃO FORÇADO, que só deu vontade de chorar. É isso que o público mais novo está gostando? Até que perdoou. Kefera é uma imagem importante para esse tipo de público e, mesmo sendo extremamente forçada no filme, tem carisma, encanta as pessoas mais jovens. Nos meus onze anos, eu amava filmes terríveis e que até hoje eu amo, mesmo sabendo como é ruim, por conta da nostalgia. Acredito que pessoas do público da Kefera e que sejam bem jovens - exemplo, 11 anos e tal - podem gostar do filme. Falei com uma amiga que assistiu com as primas e elas amaram, sendo que elas tinham uma idade próxima a essa e amavam a Kefera, diferente da minha amiga. Se você não suporta a Kefera, sugiro não chegar perto disso. E se você gosta de filmes bons também.
Eu estou surpresa que há pessoas falando que o final é uma decepção e a quantidade de pessoas tratando a série como se fosse a MELHOR DO MUNDO. Sinceramente, a única coisa que me fez continuar com essa história foi justamente o final (sim, eu cheguei a pesquisar se aconteceria algo de interessante e vou já explicar o porquê na parte com SPOILER). Você acha uma coisa no começo, muda de ideia no meio da trama e a sua cabeça começa a girar mais ainda no final da temporada. A melhor coisa a se fazer é assistir a série até o final sem saber quase de nada e se entregando a ela, procurando não desistir por causa dos grandes problemas que ela tem.
A ideia de anjos colocada me deixou completamente desinteressada, achei simples demais para uma série que aparentava ter um atmosfera mais densa. Eu imaginei uma coisa completamente diferente. Provavelmente não fui a única a pensar nisso. Tive que ir atrás de spoiler, porque não estava acreditando. Quando vi que havia sido deixado aberto se a principal era louca ou não, aí eu mudei de ideia. Amo séries/filmes/animações que deixam certas coisas em aberto para o público discutir. A forma como The OA joga essa dúvida no ar é sensacional.
The OA é uma série que tem uma proposta extremamente interessante, mas sinto que ela não sabe muito bem abordá-la. É o tipo de série que apenas deixa algumas coisas jogadas e não as fecha para assim deixá-las para mais tarde - ou seja, propositalmente -, o que é bom para o público gerar discussões e teorias, entretanto há outras coisas que deveriam ter sido mais exploradas. Uma delas é situações que alguns personagens se encontram, como a transexualidade e drogas na adolescência. É nessa parte que achamos um grande problema: personagens do novo ciclo de amizade (por exemplo, Buck) são apenas jogados e há pouquíssimo desenvolvimento, mostrando bem pouco suas dificuldades; já personagens da história contada por Prairie são explorados detalhadamente. Também senti como se Steve tivesse mais destaque do que os novos amigos de Prairie, tendo um arco mais fechado, o que me incomodou bastante. Apesar de tudo, é muito interessante ver o grupo se reunindo para ajudar a protagonista e a história, se você deixar se levar, sempre questionando e indo atrás de respostas, conseguirá te prender até o fim, deixando-o boquiaberto com reviravoltas inusitadas ao chegar no final. Provavelmente, se tivesse mais episódios, resolveria um pouco os problemas da série. Os primeiros episódios, até o terceiro (não tenho certeza), eu senti um cuidado com o enredo e me empolguei, lá pro meio eu senti uma bagunça sem fim. A série parecia ter um ar muito fantasioso e infantil, mesmo tentando se manter como algo sério e realista, não funcionando muito. A minha visão só foi mudar mesmo com o final da temporada. Espero que a conclusão de toda a história não seja tão triste. E pelo amor de Deus, não falem dessa série como se fosse o novo "Stranger Things". A única coisa que elas tem em comum é o fato de serem da Netflix, deixarem os fãs malucos com teorias e falarem bastante de um tema: a amizade. Não recomendaria essa série para qualquer um. Se você é uma pessoa que não lidou com o tombo que a série Lost lhe proporcionou, melhor não arriscar. Se você gosta de séries com um tom diferenciado e que trazem teorias e discussões, é uma boa opção; porém, lembre-se: a possibilidade de arrependimento é gigantesca. Cuidado.
Eu gostei e continuarei a acompanhar, mesmo tendo muitos problemas e ter ficado bastante incomodada. Torço para melhorar na segunda temporada e não decepcionar.
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Coringa: Delírio a Dois
2.5 925 Assista Agora.
A Perfeição
3.3 738 Assista Agoraé praticamente a MESMA narrativa que a de A criada, do Park Chan-wook, mas mal feito.
Homem-Aranha: No Aranhaverso
4.4 1,5K Assista Agorasem palavras. incrível.
Desculpe Te Incomodar
3.8 283muita critica ao capitalismo e
bojack
Aquaman
3.7 1,7K Assista Agorari o filme todo mas não foi pq ele era engraçado é pq eu achei ruim mesmo
Bird Box
3.4 2,3K Assista Agoranão achei muito bom pensando apenas no filme em si. comparando ao livro, fica pior ainda pra esse filme: ele se torna péssimo.
mas sandra bullock fez um bom trabalho. uma pena.
Kill Bill: Volume 1
4.2 2,4K Assista Agoraesse filme so nao eh perfeito pq nao tem sapatao
Confissões
4.2 865muito bom ator esse cachorro
Aniquilação
3.4 1,6K Assista AgoraPorra, só queria deixar aqui minha indignação mesmo:
Eu li o livro só pra ver essa caralha, né. Quando saiu, vi geral falando bem. Fui ver o vídeo da Mikannn e ela tava super elogiando o livro com a convidada do vídeo. Já corri atrás do livro e tava super hypada, esperando super bem do filme. Terminei o livro hoje mesmo, fiquei com um sentimento de apenas "gostei, muito bom". Não o achei a melhor coisa da minha vida, porém diria que tinha gostado bastante (ele era um livro bastante descritivo e me incomodou um pouco, já que eu queria ir logo para o final ver no que iria dar, por isso não gostei 100%). Então, fui pro filme, achando que ele adaptaria a história do livro de uma forma tão boa ou melhor quanto.
Bicho, quebrei a cara bem legal. Se eu tivesse assistido primeiro, com certeza teria gostado, mas porra, ainda bem que li o livro. Depois de assistir a esse filme, o livro ficou duas vezes melhor na minha mente.
Todas as coisas boas que estavam no livro NÃO EXISTEM. As únicas coisas que têm nesse filme são as ideias iniciais (Área X, o marido indo para a expedição e voltando estranho, a protagonista ser bióloga...). Eu fiquei realmente decepcionada, eu não esperava por isso (foi a primeira vez na minha vida que eu li primeiro antes de ver o filme, então eu não sou acostumada com esse tipo de tombo). Sei que vai ter alguém que vai comentar "filme é filme, livro é livro. São duas coisas diferentes". Mas custava pelo menos pegar algumas ideias melhores do livro?
Odiei o filme? Diria que não, mas não vou mentir que fiquei bem pistola com essa GIGANTESCA diferenças entre o livro e o filme. Ao perceber a diferença após uns quarenta minutos de filme, já fui atrás pra ver se continuava assim e, mesmo sabendo depois que seria diferente do livro, não deu pra mim: eu continuei comparando os dois até o final e acabei não gostando.
Entretanto, não posso negar que esse filme, de certa forma, mexeu comigo. O final onde
Fica aquela música esquisita e o alienígena(?) imitando a Natalie Portman... Bicho, arrepiou de verdade. É uma cena que vai ficar marcada na memória. E a cena que aquela espécie de urso abre a boca e solta um "socorro"... Meu Deus...
Acredito que o diretor tenha feito o filme desse jeito porque ele pensava em um "filme solo", pois o final do livro é BEM DIFERENTE do filme, e o livro de Aniquilação é apenas o primeiro de uma trilogia.
Bem, é isso. Eu realmente queria ter gostado desse filme de verdade, MORRIDO DE AMORES e tudo mais, tinha tudo pra ser um dos meus xodós de 2018, mas não deu pra mim. Sugiro vocês lerem o primeiro livro da trilogia. Ainda não li os outros, porém a partir do primeiro, acredito que os outros dois últimos sejam bons também :)
Meu Nome é Ray
3.3 270Inicialmente e pelo título do filme, achamos que se trata sobre o protagonista Ray (interpretado por Elle Fanning) e sua transexualidade, como ele irá passar pelas mudanças da terapia hormonal e como as pessoas ao seu redor vão lidar com esses fatores. Em parte, o filme chega a abordar o assunto, porém o foco é completamente mudado para a mãe do protagonista, Maggie (Naomi Watts). As partes em relação a como é ser um adolescente transgênero em um ambiente escolar é completamente desviado e esquecido para focar na história de vida da mãe de Ray e conflitos familiares, acabando deixando essas partes onde abordam um tema sério fracas e superficiais. Como dito por David Rooney, o filme deixa de ser "Sobre Ray" para virar "Sobre Maggie".
Diria que Elle Fanning faz um bom trabalho, mostrando um personagem decidido com o que deseja. Naomi Watts traz uma boa interpretação com uma mulher cheia de crises por relações antigas que acabaram por causar problemas no presente. Porém, alguns personagens são desperdiçados, como Susan Sarandon, que poderiam trazer mais grandes conflitos no filme se fossem bem aprofundados.
O filme poderia ter sido mais denso e comovente, mas prefere ficar em um drama mediano e esquecível. É uma pena.
O Abutre
4.0 2,6K Assista AgoraEu acredito que seja meu primeiro filme onde há um personagem com traços de psicopatia que não mata com suas próprias mãos. O personagem de Jake Gyllenhaal é bem mais... sutil. Ele espera o problema chegar até ele e o transforma de uma forma que faça virar algo ao seu favor. Que atuação, que homem! Teve momentos que cheguei a me arrepiar com esse homem falando.
Além da puta crítica social que o filme traz...
Gostei pra caramba, mais do que imaginaria.
Mãe!
4.0 3,9K Assista AgoraO poster da Jennifer segurando o seu coração e o de Javier sentado consumido pelas chamas são de tirar o fôlego.
É Fada!
2.0 315Extremamente forçado, estereótipos exagerados e senti como se estivesse assistindo uma novela da Nickelodeon, aquelas tipo Isa Tkm, só que com palavrões.
Eu realmente tentei ser menos negativa com esse filme, mas os diálogos eram tão horríveis e vergonhosos que não deu mesmo.
Bem... Legal a mensagem no final, mas foi TÃO FORÇADO, que só deu vontade de chorar.
É isso que o público mais novo está gostando? Até que perdoou. Kefera é uma imagem importante para esse tipo de público e, mesmo sendo extremamente forçada no filme, tem carisma, encanta as pessoas mais jovens. Nos meus onze anos, eu amava filmes terríveis e que até hoje eu amo, mesmo sabendo como é ruim, por conta da nostalgia.
Acredito que pessoas do público da Kefera e que sejam bem jovens - exemplo, 11 anos e tal - podem gostar do filme. Falei com uma amiga que assistiu com as primas e elas amaram, sendo que elas tinham uma idade próxima a essa e amavam a Kefera, diferente da minha amiga.
Se você não suporta a Kefera, sugiro não chegar perto disso. E se você gosta de filmes bons também.
The OA (Parte 1)
4.1 979 Assista AgoraEu estou surpresa que há pessoas falando que o final é uma decepção e a quantidade de pessoas tratando a série como se fosse a MELHOR DO MUNDO. Sinceramente, a única coisa que me fez continuar com essa história foi justamente o final (sim, eu cheguei a pesquisar se aconteceria algo de interessante e vou já explicar o porquê na parte com SPOILER). Você acha uma coisa no começo, muda de ideia no meio da trama e a sua cabeça começa a girar mais ainda no final da temporada. A melhor coisa a se fazer é assistir a série até o final sem saber quase de nada e se entregando a ela, procurando não desistir por causa dos grandes problemas que ela tem.
A ideia de anjos colocada me deixou completamente desinteressada, achei simples demais para uma série que aparentava ter um atmosfera mais densa. Eu imaginei uma coisa completamente diferente. Provavelmente não fui a única a pensar nisso. Tive que ir atrás de spoiler, porque não estava acreditando. Quando vi que havia sido deixado aberto se a principal era louca ou não, aí eu mudei de ideia. Amo séries/filmes/animações que deixam certas coisas em aberto para o público discutir. A forma como The OA joga essa dúvida no ar é sensacional.
The OA é uma série que tem uma proposta extremamente interessante, mas sinto que ela não sabe muito bem abordá-la. É o tipo de série que apenas deixa algumas coisas jogadas e não as fecha para assim deixá-las para mais tarde - ou seja, propositalmente -, o que é bom para o público gerar discussões e teorias, entretanto há outras coisas que deveriam ter sido mais exploradas. Uma delas é situações que alguns personagens se encontram, como a transexualidade e drogas na adolescência. É nessa parte que achamos um grande problema: personagens do novo ciclo de amizade (por exemplo, Buck) são apenas jogados e há pouquíssimo desenvolvimento, mostrando bem pouco suas dificuldades; já personagens da história contada por Prairie são explorados detalhadamente. Também senti como se Steve tivesse mais destaque do que os novos amigos de Prairie, tendo um arco mais fechado, o que me incomodou bastante. Apesar de tudo, é muito interessante ver o grupo se reunindo para ajudar a protagonista e a história, se você deixar se levar, sempre questionando e indo atrás de respostas, conseguirá te prender até o fim, deixando-o boquiaberto com reviravoltas inusitadas ao chegar no final. Provavelmente, se tivesse mais episódios, resolveria um pouco os problemas da série.
Os primeiros episódios, até o terceiro (não tenho certeza), eu senti um cuidado com o enredo e me empolguei, lá pro meio eu senti uma bagunça sem fim. A série parecia ter um ar muito fantasioso e infantil, mesmo tentando se manter como algo sério e realista, não funcionando muito. A minha visão só foi mudar mesmo com o final da temporada. Espero que a conclusão de toda a história não seja tão triste.
E pelo amor de Deus, não falem dessa série como se fosse o novo "Stranger Things". A única coisa que elas tem em comum é o fato de serem da Netflix, deixarem os fãs malucos com teorias e falarem bastante de um tema: a amizade.
Não recomendaria essa série para qualquer um. Se você é uma pessoa que não lidou com o tombo que a série Lost lhe proporcionou, melhor não arriscar. Se você gosta de séries com um tom diferenciado e que trazem teorias e discussões, é uma boa opção; porém, lembre-se: a possibilidade de arrependimento é gigantesca. Cuidado.
Eu gostei e continuarei a acompanhar, mesmo tendo muitos problemas e ter ficado bastante incomodada. Torço para melhorar na segunda temporada e não decepcionar.