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21 years Santa Maria - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Pedro Somavilla

    As referências às comedias românticas de adultos são bem engraçadas, muito de "The Graduate". Rolou até uma piração com ciúmes.
    Acontece na perspectiva de um garoto e é interessante como pra ele tudo é muito gigantesco. O espaço, os blocos que ele andava, ou o tempo, se passa mais ou menos em uma semana, mas parece uma história gigante.
    Se não houvesse narração talvez fosse mais interessante. Fiquei querendo muito ver algo parecido na perspectiva da menina.

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    Gostei também da coisa de um "amor-ódio" hehed. I hate you, I love you.

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  • Pedro Somavilla

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    Amarrei alguns acontecimentos do filme com uma frase que aparece na televisão logo no inicio, que diz para não contar com as coisas que foram perdidas, mas com as que ainda restam. Parece-me que isso é uma constante no filme, perda e aceitação. Começando logo no inicio quando Arash perde o carro: foi algo significativo, 2191 dias de trabalho, ele fica irado, mas a próxima cena mostra ele de bicicleta e voltando a trabalhar, como se ele estivesse atrás de outro carro. Apesar da perda, restou algo a que ele se apegou, talvez a vontade de recuperar o carro ou ainda o seu pai. Esse pai, Hossein, porém, parece alguém atormentado pelas perdas. Se tornou um viciado, assombrado e apegado ao passado, tanto por sua mulher que aparece através do gato e que ele culpa por sua situação, quanto por Atti, a outra mulher que ele persegue. A cena de sua morte, no quarto com Atti, parece uma tentativa desesperada de forçar uma volta aos velhos tempos. Houssein parece ter feito o oposto do aviso da TV, se entorpece para curar a dor, tentar reviver amores perdidos e negligencia seu filho: sofre pelo que não possui e ignora o que ainda tem. Na cena final esse dilema aparece mais claramente. Ao descer do carro, Arash parece estar decidindo se seguirá com a garota ou se reclamará a morte do pai, morto justamente por ela. Ele decide ir com ela, o que me parece a decisão de abandonar o que foi perdido e seguir com o que restou, mesmo que naquele caso o que restou foi o mesmo que gerou sua perda.

    Para além desse elemento que achei interessante, há outras questões centrais. "Bad city" pode ser uma espécie de arquétipo das cidades sem lei. Tráfico, prostituição, estupro, homicídios, tudo ocorre naturalmente, sem punição; na história não há qualquer coisa próximo a uma autoridade institucional ou algo assim. Ou ainda a questão do consentimento, observando que as vítimas da vampira parecem ter sido homens que violaram isto, como o traficante ou Houssein, que morre justamente quando amarra e obriga Atti a se drogar. Há também a situação das mulheres que o filme traz e a força da personagem feminina ("a garota"), uma mulher que em vez de estar em perigo na noite, oferece perigo. Pensando nesses aspectos acho que varias leituras podem ser feitas, mas achei a das perdas uma interessante, que parece ser também uma constante no filme.

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  • Pedro Somavilla

    Eu assisto e assisto esse filme e sempre vejo elementos que me soam tão familiares e que não consigo identificar precisamente. Não só a violência, mas o sentimento de fuga de algo mais forte, o sentimento de impotência, a necessidade da força... Não sei exatamente, mas o filme me passa essas coisas de uma forma muito peculiar e assisto e reassisto e sempre sinto que faltou algo e que preciso assistir de novo.

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    Mas algo que sempre me ocorre é a semelhança do assassino com a figura da morte. As roupas pretas, a perseguição incessante, a onipresença, a força inabalável. Inocentes, culpados, gente forte, gente fraca, acabam todos cedendo. E ele não negocia. Como diz uma das vítimas, seus valores estão para além de dinheiro, drogas e coisas mortais.
    O que pra mim torna muito marcante a cena no final do filme em que a mulher volta de um velório, vestida de preto e encontra ele lá, esperando.
    Me faz também pensar no acidente que ele sofre e em como ele aparece mais fraco diante das crianças, as figuras mais distantes da morte. É uma cena em que ele parece mais humano (mesmo que ainda não muito), precisando de ajuda, e elas tratam ele com inocência, não veem perigo.
    Enfim, não sei se é uma analogia a ser levada ao pé da letra, mas sempre me deixa essa impressão.
    Seria uma boa personificação, porque o cara é muito sinistro.

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  • Sssssss
    Sssssss

    vc sabia que algum dia eu viria

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Tamara Juriatti
    Tamara Juriatti

    Acho que já falei deste pra você, vale apena!
    http://filmow.com/santiago-t4021

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