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Últimas opiniões enviadas

  • Philipe

    O novo e esperado filme da casa de ideias mostra Wakanda, o país fictício do Pantera Negra, a nação mais rica do Universo Marvel. A direção de arte é tão boa quanto a de Guardiões da Galáxia e Thor: Ragnarok, mas o diferencial se evidencia no texto. A trama, altamente política, tem um subtexto que toca em temas do passado e do presente como: colonização, escravidão, refugiados, porte de armas, e traz até uma alfinetada pro Donald Trump e outros conservadores, quando T'Challa diz: “...enquanto os tolos constroem barreiras, devemos encontrar uma forma de cuidarmos uns dos outros como se fôssemos uma única tribo."

    Outros paralelos podem ser feitos quando se compara Wakanda aos EUA quando se trata de isolacionismo, já que ela não compartilhou o vibranium com o resto do mundo durante muito tempo. Do mesmo modo, pode ser feita uma analogia com os discursos opostos entre T'Challa e Killmonger e os diferentes pontos de vista de Martin Luther King e Malcolm X, ao defender suas crenças. E num dos melhores diálogos, Killmonger,

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    a beira da morte, fala: "Me joga no oceano junto dos meus ancestrais,

    porque a escravidão era bem pior do que a morte".

    A trilha sonora, que faz uso de músicas africanas que instantaneamente trazem memórias de O Rei Leão, juntamente dos figurinos e da ambientação, colaboram pra tornar esse o filme com maior identidade do Universo Cinematográfico da Marvel. Destaque também para os coadjuvantes, em especial, a Okoye e a Nakia. E o mais importante, assim como Mulher Maravilha, que inspirou e inspirará meninas e mulheres, Pantera Negra deverá inspirar muitas crianças negras a se sentirem representadas em um mundo onde a diversidade tem sido valorizada e ao mesmo tempo ameaçada. WAKANDA FOREVER!

    Obs: Favor Marvel, providenciar um filme sobre as Dora Milaje! ❤️

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  • Philipe

    Depois de décadas de espera, Mulher Maravilha finalmente saiu do papel e enfim temos o filme de uma das personagens mais importantes das HQ’s sendo adaptado, num gênero onde só os heróis tinham maior espaço. Através das percepções de Diana, chocada com a crueldade dos humanos, lembramos que é preciso ter esperança de um mundo melhor. É um filme que vai ser importante principalmente para as meninas, que terão uma personagem feminina forte para se inspirar. Vi umas mulheres comentando que esse era o filme que elas queriam ter visto quando eram crianças. Isso evidencia o quando Hollywood sempre foi limitada.

    No entanto, a qualidade e o sucesso de Mulher Maravilha serão decisivos para abrir portas e mudar esse quadro. Ao ver o filme dirigido pela diretora Patty Jenkins, é visível em várias cenas que o olhar de uma mulher é diferente do de um homem, e até os bastidores reforçam isso, já que os executivos queriam cortar o momento em que Diana

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    entra no campo de batalha sozinha, pois questionavam: “quantas balas ela pode rebater?” e Patty respondeu: “Não se trata disso!”. Nesse caso, além dela aparecer sozinha em grande parte da cena, também não ataca ninguém,

    o que parecia absurdo para os executivos.

    É disso que o cinema precisa. De visões diferentes contadas por pessoas diferentes. A pluralidade de ideias é o caminho certo para o futuro das próximas historias a serem contadas. É um momento para se comemorar e para lembrar que o potencial feminino é muito maior do que alguns ainda ousam subestimar. Que esse filme sirva de exemplo para outras mulheres ganharem mais destaque na Marvel, DC e em outras franquias.

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  • Philipe

    É maravilhoso ver que finalmente um ator conseguiu adaptar tanto o Peter atrapalhado, como o Aranha amigão da vizinhança. Tom Holland é realmente o Homem-Aranha definitivo que a gente sempre quis. O filme foge das cenas de ação e acerta ao focar na parte juvenil, imatura, e em enfatizar os dilemas colegiais como estar apaixonado pela garota mais bonita da escola, estudar e aprender a ser um super-herói diante das mudanças do corpo advindas da adolescência, o que torna a trama mais próxima do espectador e muito diferente dos anteriores.

    O filme é também, uma prova de amor aos filmes de escola dos anos 80 de John Hughes como: Clube dos 5, Curtindo a Vida Adoidado, A Garota de Rosa Schoking, e traz aquela leveza e inocência pra história, como na cena em que ele observa, de longe, a Liz na piscina se divertindo com os amigos, querendo estar ali ou na cena em que a Tia May o ajuda a arrumar a gravata pra ele ir ao baile. Apesar de eu não ter sentido a mesma coisa que senti vendo Homem-Aranha 2, fiquei satisfeito com a nova abordagem e com o que foi explorado, e as continuações prometem ser ainda melhores.

    Obs.: Destaque pra cena do carro. Faz tempo que eu não ficava tenso em filmes de super herói. O Abutre já é o meu segundo vilão do aranha preferido, só perde pro Dr. Octopus.

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