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Moderador
38 years, Sergipe (BRA)
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Baseado em 0 avaliações em comum

Últimas opiniões enviadas

  • Wesley PC>

    Tenho muita raiva de INTOCÁVEIS. Acho o filme uma ode ao oportunismo e sobremaneira indulgente em relação ao mau caratismo sobrevivencial. Cria que tudo isso se repetisse nesta obra sobre as mazelas da imigração, mas, para a minha surpresa, o tom foi comedido, sério inclusive: identifiquei-me bastante com o retrato verossímil da depressão da personagem de Charlotte Gainsbourg e apreciei bastante o modo como ela lida com as conseqüências da Síndrome de 'Burn-out', exceto pelo desfecho ridículo. E, aqui, preciso voltar a difamar estes diretores: depois de uma ótima primeira hora, eles erram completamente a mão ao criarem um personagem incomodamente caricato e sardonicamente cafajeste, o improvável "brasileiro" interpretado por Tahar Rahim. De repente, a caracterização mui sóbria de Omar Sy volta a incorrer num festival enfadonho de caras e bocas exageradas. Porém, ainda assim acostumamo-nos ao ritmo desta parte do filme, bastante interessante enquanto retrato da convivência ilegal na França. O filme continuava verossímil, ainda que ritmicamente chato. Até mudar de entonação directiva mais uma vez, e descambar para o absurdo mote final, para aquela imperdoável conclusão antiética. Sinceramente, estes diretores não me convencem. Mas quase acertaram: há algo de muito simpático aqui. A imagem da velhinha cantando "Waiting in Vain" em alto som quase me fez chorar, de tão bela, bem como a hipercodificação ninfomaníaca da insone protagonista feminina! (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Estou surpreso com a minha própria avaliação e estive prestes a favoritá-lo, de tanto que o filme afetou-me intimamente: relutei em vê-lo por vários meses, pois decepcionei-me solenemente com a preguiça malévola do cineasta que tanto amei no horroroso T2: TRAINSPOTTING. Mas, aqui, ele volta aos seus bons tempos modernosos: o filme é repleto de estilo, possui ângulos espertos de direção e termina com uma seqüência inspiradíssima de créditos finais. Há muita coisa escrita na tela, um de meus pontos fracos (risos). Filme 'pop' na medida certa, que serve-se de um protagonista presunçoso para inserí-lo numa comédia romântica com vistas à redenção moral, quase como uma regravação amorosa de ADVOGADO DO DIABO, pasme! O achei ótimo, divertido, ritmicamente célere... e espertamente roteirizado. Ao contrário do que eu temia, a guerra de egos entre o diretor e o celebrado (e dono de um universo próprio de convenções situacionais) roteirista Richard Curtis dissipou-se numa trama orgânica e gostosa de se acompanhar. Tem seus problemas óbvios (o assistente bobalhão, a empresária vilanaz), mas nada que interponha-se à inaudita simpatia em relação ao desdentado protagonista. E, mesmo sem ser 'beatlemaníaco', temos que admitir: eis uma banda que sabia compor obras-primas! Uau! Sem querer soar exagerado, preciso confessar: numa segunda-feira de amargura, este filme salvou a minha vida. Recomendo-o afoitamente! (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Se, por um lado, a direção é mui criativa e inteligente, por outro, ela apenas revitaliza os clichês benfazejos dos filmes 'cults' sobre festas de colegiais adolescentes (risos). As protagonistas são ótimas em seu delineamento complementar de personalidades, e os coadjuvantes são muito especiais também, emulando a candura dos personagens hugheanos. Ri altíssimo em inúmeras situações e apreciei os sustos positivos da trilha cancional - que insere uma "homenagem" a Alanis Morissette e uma obra-prima dançante e melancólica de Perfume Genius em meio a 'raps' de autoafirmação. E aí começam os "problemas" - aspeados porque sumamente subjetivos: ao rir com as protagonistas, o roteiro também zomba delas, num sadismo cômico à la Todd Solondz. Fiquei depressivo após a sessão: gargalhei e achei o filme ótimo mas não pude ficar incólume ao impacto melodramático violento daquela seqüência na piscina. Em revisões, o filme demonstrar-se-á muito melhor, mas, neste primeiro contato, ele reativa traumas. De qualquer sorte, uma estréia directiva deveras madura! (WPC>)

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  • Oh, dear Orpheus!
    Oh, dear Orpheus!

    Sua lista de favoritos é impressionante!

  • Caio
    Caio

    Wesley, eu seleciono e baixo os filmes que quero ver de acordo com tuas avaliações e favoritos! Tuas reviews as vezes fazem até eu ver os filmes com outros olhos!

  • 𝔉𝔲𝔫𝔢𝔰𝖙𝖊𝖗𝖊∕⧸⎠
    𝔉𝔲𝔫𝔢𝔰𝖙𝖊𝖗𝖊∕⧸⎠

    Olá, grande ídolo crítico, sempre leio as suas escritas! ♥ Gostaria que me ajudasse a confirmar a data deste título que você cadastrou, ou se é uma outra versão: https://filmow.com/blue-movie-o-filme-proibido-t14259/
    No IMDb consta como 1970, mas creio que você incluiu 1995 no título e ''até a sofisticação pop do pornô nos anos 80'' na sinopse, além da duração mais extensa e a atriz Traci Lords que não está constando (ou só faltando mesmo) lá no cast do IMDb. Obg =)

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