O que eu achei ok: - Os cenários com cara de falsos, porque me remetiam aos filmes de fantasia de baixo orçamento dos anos 80 - Batalha final, porque foi como em campanhas de RPG, divertido O que achei terrível: - As interações entre os personagens serem quase sempre brigas ou explicações de planos, porque senti que estavam todos muito distantes emocionalmente uns dos outros - A cena do Will contado pra todo mundo (tive que pausar o episódio nessa hora) - O beijo do Mike e da Onze (esse quase me causou dor física de constrangimento, eles ficaram tão vibe de apenas amigos a temporada toda que eu esqueci que eles eram um casal) - O Hopper sendo um pau no c* com a Kali - O epílogo que durou quase até a minha velhice - O fato de eu não ter me conectado com a série. Não sei dizer como ela falhou nisso, talvez tenha sido a junção de todos os problemas que ela tem, mas passei a temporada inteira distante, sem me importar minimamente se viviam ou morriam os personagens que um dia eu tanto amei.
Muito divertido, muito bonito E muito sanguinolento kkkk Finalmente uma adaptação mais próxima do livro original,sem romances góticos inventados ou coisa que o valha, ele é um monstro e é isso aí. A ambientação é maravilhosa, principalmente a do castelo e o texto é inteligente, cativante. Eu adorei a série, fiquei com gostinho de quero mais depois de apenas dois episódio. (Não, eu não vi o terceiro, nem verei e digo mais, finjo que não vi os últimos minutos do segundo episódio também kk)
, eu perdi aquela vontade irresistível de ver o próximo episódio o quanto antes. E olha que eu nem gostava dele assim e nem acho que a série tenha perdido qualidade ou ritmo depois do acontecido. Sei lá o que foi. Mas posso dizer que, afinal, é uma temporada que encerra muito bem a série.
Essa temporada teve muuuitos fillers.... e eu gostei de todos eles! kkkkkkk Diferente da temporada passada, aqui teve uns episódios que eu nem percebi que eram preenchimento, achei todas as histórias bem divertidas, inclusive, lamentei um pouco quando voltou pro arco canônico kkkkk Esse lance dos sete guerreiros não me encheu os olhos e me exaspera o Inuyasha ter tanta dificuldade com humanos revividos, mesmo que eles tenham fragmentos, mesmo que fossem super fortes, mano, ainda são humanos! O balanço de poder desse anime nunca fez muito sentido, mas aqui escancarou um pouco demais pro meu gosto.
Ahh como eu procurei por esse filme! Passou uma vez no SBT e eu nunca me esqueci, a cena da estátua arrancando o próprio rosto ficou gravada na minha memória, mas infelizmente não consegui guardar o nome, mesmo tentando decorar na época. Vira e mexe eu buscava por ele, mas história de casa mal assombrada tem aos montes e eu nunca tinha sucesso, até encontrá-lo aqui, numa lista do filmow. Não era a toa que eu não achava, esse tempo todo não se tratava de um filme e sim de uma minissérie! Bom o importante é que eu achei kkk
Stephen King, tinha que ser você! Eu lembrava que o filme me deu arrepios, mas também que tinha algo de galhofa e tu é o rei em fazer essas misturas inusitadas, personagens cômicos em situações tensas. Vendo hoje em dia, o terror passou longe de mim e o que eu mais gostei foi da exploração dos cenários, porque eram realmente fascinantes, adorei todos eles. Sobre os personagens, alguns eram mais legais e com mais desenvolvimento do que outros, mas todos fizeram bem o seu papel no final das contas. A mais complexa com certeza é a Joyce, a gente começa gostando e no final aplaude de pé. Já a história das assombrações... achei bem qualquer coisa, foi o ponto mais fraco pra mim. Então, no geral, ainda é uma obra muito boa e eu fico realmente feliz em ter tido a oportunidade de rever.
Não entendi o rolê da mãe do Emery no final, o pessoal falando pra ele enfrentar ela pelo menos uma vez na vida. Ela era superprotetora e sim, ele deveria cortar esse cordão umbilical pra se desenvolver como adulto, mas coitada da senhora, foi até lá por estar preocupada com ele, foi abandonada para morrer e no final ainda foi tratada como uma vilã a ser vencida. Não que ele devesse sucumbir, mas não teve um pingo de tristeza por ela, achei pesado.
Começaram os episódios fillers. Pior que eu gostei da maioria deles, mais do que de certos arcos canônicos, mas não deixa de dar aquela sensação de "perda de tempo". Ainda assim, não vou pular nenhum deles rsrs Essa temporada teve muuuitos episódios legais, eu gostei de quase todos, então foi uma experiência muito agradável assistir. espero que a próxima continue assim. E as músicas, sempre ótimas!
Ah, a confirmação de que realmente existe um romance entre os protagonistas! Um divisor de águas na minha infância, quando eu já tinha perdido as esperanças de ver desenvolvimento nesse sentido por causa de outros shonens kkkk Esse é um dos motivos do porquê Inuyasha sempre terá um lugar especial no meu coração. Mas o que eu acho engraçado no triângulo amoroso, é que sendo a Kagome a reencarnação da Kikyo, de certa forma, a rival dela é ela mesma no passado kkkkk Essa temporada teve mais episódios, arcos até, que eu desgostei, como o dos lobos, alguns dos monstros da semana enviados pelo Narak e o do Kohaku. Mas no geral ainda apreciei muito e teve episódios que amei, como o do Jinenji e o da Rin. Pra além disso, as músicas continuam maravilhosas e toda vez que começa a abertura eu automaticamente fico feliz rsrs
Eu não consigo avaliar imparcialmente, esse anime pra mim é pura nostalgia! Eu amava assistir quando criança e mesmo tendo esquecido de muita coisa com o passar do tempo, eu ainda lembrava do meu episódio preferido: o roubo dos ossos sagrados da Kikyo. E realmente, quando peguei pra ver, achei os primeiros episódios bem qualquer coisa, fiquei refletindo do porquê ter gostado tanto na época, mas quando chegou nesse episódio a coisa começou a engrenar e não parou mais! E uma coisa que eu não poderia deixar de comentar é que as músicas são muuuito boas kkk
Quando eu vi o primeiro episódio dessa série, eu achei ruim, dolorosamente ruim, mas caí no erro de pensar: "nossa, por que toda série brasileira é assim?". Só que daí eu lembrei que não, não é toda série ou produção brasileira que é ruim assim não, eu gosto de várias. Gosto de Família Imperial, Tudo o Que É Sólido Pode Derreter, Confissões de Adolescente, Julie e os Fantasmas, tem produções que são legais sim! Então De Volta aos 15 alugou um triplex na minha cabeça, eu queria saber exatamente o que eu achei de ruim nela.
Primeiro achei que fosse a atuação. Nem todo mundo está atuando bem, o grupinho do bullying no primeiro episódio estava especialmente ruim, enquanto o resto dos secundários estava apenas desengonçados. Desses só o Pedro Vinícius, que faz o César, que eu achei ótimo desde o início. O elenco secundário, assim como o João Guilherme, conseguiram se acostumar com seus respectivos personagens no decorrer da série e as cenas passaram a fluir melhor na maioria das vezes. A exceção foi o Gabriel Wiedemann que faz o Eduardo jovem, ele tava forçadíssimo o tempo todo. Existe uma diferença entre imitação e atuação, ele estava imitando um babaca, o que seria muito engraçado numa esquete de tik tok, mas não passa veracidade nenhuma como pessoa real. Quanto a Maísa e a Camila, que fazem a Anita, ambas estão ma-ravi-lho-sas! E foi justamente a atuação da Camila que me fez perceber que o problema não era a atuação, porque ela está entregando perfeitamente o personagem dela: uma adulta de 30 anos sem maturidade nenhuma, que a cabeça é tão de adolescente ainda que quando ocorre a troca, não há discrepância de comportamentos. E a Maísa também está arrasando, ela tá dando o melhor com o texto que deram pra ela.
Então, percebi que a culpa deve ser do roteiro e, em parte, da direção também, porque poderiam ter amenizado e mudado algumas coisas na hora de adaptar, na hora de contar essa história, pra que ela ficasse com mais cara de produção bem feita e menos com cara de mais uma série teen ruinzinha da Netflix. E eu estava certa.
Eu não li o livro De Volta aos 15, mas fui ler umas resenhas e, de fato, os problemas que me irritaram na série já estavam presentes no material original. Veja bem, Bruna Vieira escreveu esse livro quando tinha apenas 19 anos, ela não tinha como saber como é a cabeça de alguém com 30 anos naquela época, então ela escreveu um De Repente 30 ao contrário, mas não é assim que funciona. Ter 30 anos num corpo adolescente é muuuuuito diferente de uma menina de treze ir parar num corpo adulto de 30. No episódio final a Anita diz que ter 30 não é muito diferente do que ter 15, que a gente só sabe disfarçar melhor, mas isso NÃO é verdade. A gente pode ter essa impressão de que não é adulto ainda, de se sentir como adolescente, mas isso é até encontrar com um adolescente de verdade ou então ver vídeos de quando a gente tinha realmente 15 anos. Aí percebe-se que a gente cresceu sim, que tem um abismo entre a maturidade atual e a de uma criança em fase de puberdade. E isso tudo é pra dizer que a personagem Anita não me desce como uma pessoa adulta, teve infinitos momentos que eu achei ela simplesmente ridícula ou fora da casinha. Tipo quando ela teve a epifania de parar pra pensar no que quer fazer da vida. Mana, 30 anos e você está me dizendo que NUNCA pensou nisso? Você não fez vestibular não? No terceiro ano é só isso que te perguntam: "vai fazer faculdade de que?" Ou quando ela se vangloriou no casamento da irmã de ter mudado de Imperatriz pra São Paulo, sendo que é 2021 e mesmo fingindo que a Covid-19 não existe, essa cidade ainda é uma droga pra se morar, tem vários vídeos zoando os aluguéis absurdos de lá, não é vitória nenhuma estar passando perrengue na cidade grande. E voltando a comparação com De Repente 30, existe um mundo de diferença entre vislumbrar um futuro possível e estar vivendo um "futuro" e voltar para o passado e mudar as coisas. Não importa que a Anita vai chegando cada vez mais no seu "futuro" ideal onde tudo é mil flores, a vida que ela efetivamente viveu desapareceu, é como se ela tivesse batido a cabeça um dia e perdido 15 anos da vida dela. É algo chocante demais pra série não ter sequer tentado abordar.
Então, o grande motivo de eu ter achado a série ruim foi esse, eu não conseguia suspender a descrença pra protagonista, toda hora eu me pegava pensando "isso não faz o menor sentido!". Os diálogos não ajudavam e algumas escolhas da direção também não. Alguns pormenores bobos também me tiraram da imersão, como os armários na escola, nossa que ódio que aquilo me deu, não tem essa p*rra no Brasil mano!! E também a cena da aula de física, a Anita chega pra assistir a aula, senta na carteira, fala duas frases e o sinal toca. Poxa, nem pra fazer uma transição pra fingir que passou um tempo, que falta de cuidado.
Mas no fim, acabou que teve coisas que eu gostei também e mérito deve ser dado onde se merece. Os finais dos episódios, os ganchos que tinha pra te deixar com vontade de ver o próximo, era muuuuito bons, eu gostei de todos. A trilha sonora também está fantástica! A fotografia tá linda, nunca errou. Já elogiei a atuação da Maísa, da Camila e do Pedro, mas também vale dizer que todo o elenco adulto estava muito bem. Amei os momentos nostalgia, gostei dos enredos dos personagens e gostei do último episódio, nem cheguei a passar raiva com ele.
Conclusão: De Volta aos 15 tem seus momentos e me surpreendeu em alguns deles, vou assistir a segunda temporada, mas não posso deixar de estar decepcionada pelo potencial que essa série tinha de ser boa em todos os seus aspectos.
Mesmo sem saber da existência deste drama, eu procurava por ele! Eu não aguentava mais ler sinopses em que o interesse romântico era o CEO de alguma grande empresa ou um herdeiro bilionário, meu Deus, a home da Viki chegou a me parecer a do Wattpad. Não que eu desgoste, mas chega uma hora que cansa. E aí, eu encontre Porque esta é a Minha Primeira vida. Que lufada de ar fresco!
Uma trabalhadora CLT/autônoma, um cara CLT endividado com a compra do próprio apartamento, casa de tamanhos normais, com coisas normais, roupas normais, andar de busão, beber com as amigas e enfrentar os perrengues do dia a dia. É tão mais relacionável! kkkk
E a escrita desse drama é muuuito boa, não via uma dessas desde Hello My Twenties. Não é só uma história de romance, é uma história sobre três amigas, mulheres, na casa dos 30, lidando com as dificuldades no trabalho, com as expectativas da sociedade, com os problemas financeiros e com os próprios sonhos, que aprecem tão distantes de se realizarem. E fala também, claro, sobre o amor, as diferentes facetas dele e o que significa se casar com alguém. É muito legal ver essas reflexões, mesmo sendo sobre a sociedade e as tradições coreanas, porque são importantes.
E o casal principal? São uns fofos! Não tem toxicidade aqui. É uma gracinha ver os sentimentos dos dois crescer um pelo outro. E acho que possuem boa química viu! Falando nisso, o elenco todo de atores são muito bons, os personagens são marcantes e carismáticos, todos fizeram um bom trabalho! E a melhor de todas é a gatinha Woori, muito fofa, eu só ficava olhando pra ela quando estava em cena kkkk
Mas nem tudo é perfeito. Mesmo com personagens tão bons, arcos tão incríveis e um ritmo ótimo, que não deixou nenhum episódio parecer arrastado, teve coisas que me desagradaram um pouco perto do final. O último episódio compensou a situação, mas mesmo assim, ficou esse pequeno estrago.
Como já dito por alguns em outros comentários, Ji Ho pedir divórcio sabendo que o Sae Hee estava apaixonado por ela, sendo que ela também ama ele, foi incompreensível. Parecia que era porque ele não tinha dito que amava ela ainda ou porque o casamento não foi por amor desde o início, mas isso tudo era pura besteira! Tanto que no final ela volta pra ele bem do nada kkkkk Foi uma ação desnecessariamente má da parte dela. Para além disso, mesmo sabendo que o casal depressão (Ho Rang e Ji Suk) com certeza terminariam juntos, isso ainda é um ponto negativo pra mim. Meu Deus esses dois! Eles não são compatíveis, eles querem coisas diferentes pra vida, ela só pensa nela e não gosta quando ele fala sobre a paixão dele e ele não quer casar, nunca tinha cogitado isso! Eles passam o drama todo brigando e assistimos ao relacionamento deles chegando ao fim de uma forma bem real e madura, mas aí chega no final e eles ficam juntos, POR COMODISMO! Que ódiooo! kkkkk
Oh boy, isso foi terrível não foi? kkkkkk Alguns de nós já previam que o final seria uma merda desde a temporada passada, porque ela não trabalhou nada na direção de um encerramento e isso fez realmente falta aqui. As temporadas 3 e 4 acabaram não relacionadas, os conflitos e consequências deixados como gancho foram completamente descartados no time skip e penso que o problema da desconexão emocional piorou ainda mais. O fim do mundo de The Umbrella Academy começou como resultado de trauma e abuso, tinha um peso muito pessoal e as perdas pareciam reais. Mas chega na terceira temporada os Sparrows morrem e ninguém liga, o mundo está preste acabar mas nem é o mundo deles, nem vemos nada desse mundo, ninguém se importa, e a Alison vira temporariamente uma vilã e mesmo seus motivos sendo muito compreensíveis, eu não sentia esse apego que ela dizia ter, porque mal nos mostraram interações dela com a Claire e na segunda temporada a menina foi esquecida. (Pelo menos é o que eu me lembro, eu não quis rever nenhuma temporada pra ver essa 4ª porque eu já sabia que era uma bomba e não queria fazer comparações). Agora tudo isso piorou, personagens são introduzidos, vilões, e a gente não liga pra nada, nem mesmo pra quem é importante pra eles, porque tudo se tornou superficial. Eu só me importava com quem eu já conhecia, que teve 3 temporadas de desenvolvimento e mesmo assim, essa 4ª temporada foi tão ruim, mas tão ruim, que quando chegou no final, nem com esses eu me importava mais. Eles
não me emocionou, eu assisti à cena com desgosto. Matei a saudade dos personagens assistindo a esse fim que eu já sabia de antemão que era um desastre. Gostei e apreciei e me despedi emocionalmente deles nos dois primeiros episódios, que eu achei sinceramente muito divertidos, apesar de tudo. Mas deixo The Umbrella Academy para trás em luto pelos meus personagens favoritos, Klaus e Five, que foram massacrados nessa última temporada, de forma imperdoável. T.T
Mas e o irmão gente? E o surdo? E a viúva? E o rei do supermercado lá? E a maleta? Tantas questões, mas ao mesmo tempo não acho que realmente precisam ser respondidas. O mistério foi solucionado, todo o resto deve se assentar também. A burrice de alguns personagens ao longo da temporada me irritou muito, passou tanto do ponto que virou coisa de desenho animado, mas o episódio final colocou os pés no chão e deu um desfecho muito satisfatório. Então, irei ver a segunda temporada e o filme também!
A cada temporada essa série só melhora! Foi ótimo ver eles passando sufoco kkk O foco dessa vez foi no Roman e eu só digo uma coisa, nunca entendi quando os personagens começaram a meter o louco de que ele tinha "bons instintos", que de todos ele era o mais parecido com o pai, elogios a torto e à direito. Gente! kkkkk O cara explodiu um foguete na primeira temporada, nunca fechou nenhum negócio relevante, não fez nada que prestasse, as ideias dele são as piores e mais criminosas. Loucura, loucura kkkkkkk
Eu achava que era uma minissérie, não sei porquê kkk Mas devo ver a segunda temporada, caso aconteça.
Pontos positivos: Fallout me prendeu, não teve nenhum episódio em que fiquei entediada ou sem vontade de assistir ao próximo. O mistério é interessante, tanto que o plot do refúgio é o meu preferido, além de lá estar a maior parte dos personagens de que gosto. Nos Ermos, a Lucy carregou a história pra mim, não que os outros fossem ruins, eu só gostei mais dela mesmo. Assim como no plot da Irmandade eu gostei mais do Dane, o Maximus era um pouco entediante, mas acho ele ok. O elenco todo é muito bom no geral, o visual da série é muito bonito, bem-feito, e tem humor! O que não dá pra imaginar pelo primeiro episódio, que é bem tenso, mas que dá super certo e equilibra as coisas. Meu último ponto positivo, mas não menos importante, é que tem doguinho fofo que não morre. Sinceramente, um grande alívio.
Pontos negativos: ser baseado num jogo tem suas desvantagens, teve momentos que minha suspensão da descrença foi quebrada por perceber que os personagens estão indo do ponto A até o B exatamente como num jogo que finge ter um mundo aberto, mas que o mapa real é bem pequeno. Eles andam aleatoriamente, as vezes sem comida ou água, por desertos escaldantes, sem maiores danos e chegando nos mesmos lugares. Complicado. Também tem a questão do roteiro, o do último episódio é especialmente ruinzinho, tem o discurso do vilão, as revelações melodramáticas, a chantagem mais boba que já vi, junto com a explicação mais tosca para a maldade cometida, sabe?Passou o ponto do caricato aceitável, ficou com cara de filme juvenil da sessão da tarde.
Clima tenso entre os brothers. Essa série é viciante, mas os personagens são todos odiáveis, não tem um que salva kkk Acaba me dando o mesmo efeito que passar um tempo no Twitter, uma gastura, um azedume, de tanto odiar. Logo, o jeito é consumir aos poucos e com responsabilidade rsrs
O único arco que dessa temporada é muito bom, mas os episódios "fillers" fazem essa continuação decair em relação à primeira temporada. Eles são divertidos, sim, mas não levam a lugar algum, não desenvolvem nada, é um tempo de tela que poderia estar sendo melhor aproveitado. Lembro que levei um tempo pra descobrir que a segunda temporada já tinha sido lançada, tanto que fui ver só agora, e não entendia como fui deixar passar sendo que a primeira tinha sido um sucesso tão grande. Bem, agora entendo porque ela não foi tão comentada.
Eu ainda fico chocada com o quão bem escrito esse anime é. A progressão, o desenvolvimento de personagens e de mundo, é no ritmo perfeito. Sem falar que o tema e gênero principal da série, comédia slice of life de comida de dungeon, nunca é esquecido ou deixado de lado. As partes sérias e as partes suaves convivem em harmonia. Eu não dava nada por esse anime, achei que seria só mais um isekai esquisito tentando inovar no gênero, mas meu amigo, eu não poderia cair mais da cadeira do que caí kkk Entrou para os meu favoritos da vida, mal posso esperar pela continuação!
Uma coisa que se mantém constante em Bridgerton pra mim é que toda temporada tem coisas que eu gosto muito e outras que tanto faz, ou que são bem enfadonhas ou irritantes. E mesmo assim, ela prende minha atenção de tal maneira que sempre vejo em maratona.Terminei essa em dois dias kkkk Chegou o momento da Penélope brilhar e resolver as confusões que ela arrumou como Lady Whistledown. Foi maravilhoso ver ela saindo da concha e mostrando pro mundo quem ela é de verdade, uma mulher linda e inteligente. Conseguindo o amor com que sempre sonhou e também o reconhecimento pelo seu trabalho.Mas o romance... pra mim não foi interessante. Pessoalmente nunca comprei eles como casal e nem mesmo como amigos, as interações sempre me pareceram forçadas. Nessa temporada deram tempo e destaque para criarem um química mais forte e fizeram a felicidade de muitos fãs, mas pra mim continuou não rolando. Acabou sendo um tanto faz, tal qual o próprio personagem do Colin, que sempre foi morno. O que eu acabei gostando de verdade, foi assistir ao florescer do singelo e tranquilo romance entre Francesca e o Conde Stirling. Achei os dois muito fofos e fiquei feliz da série ter feito essa jogada de mestre em desenvolver esse amor na temporada do Colin, pois não é a história de O Conde Enfeitiçado, embora eu tenha desejado que tivesse sido contado nele. Cheguei até a pensar se a série não deixaria por isso mesmo, até ser completamente surpreendida no final.
O grito que eu dei quando caiu a ficha de que a prima Michaela era o Michael! Geeeeente, esse tempo todo a gente matutando se o Benedict teria um par romântico LGBTQIAP+, pra no fim lançarem que vai ser a Francesca. Ahhhhhhhh kkkkk
Outro ponto alto foi o enredo da Cressida. Ela foi construida como uma vilã nessa temporada, sobretudo para os personagens que convivem com ela, mas nem tanto para o público. Diferente da Eloise, que estava preocupada demais com os próprios problemas para tentar ser uma boa amiga, nós assistimos o desespero da Cressida e a situação insalubre em que ela estava, sem ter ninguém pra ajudar. Ela sempre foi maldosinha e ninguém é obrigado a aguentar gente assim, mas agora nós entendemos o porquê e foi triste ver que no final de tudo ela acabou sofrendo a punição de uma vilã. Todavia, tenho esperança de que seu arco não esteja completo e que ela volte a aparecer na temporada que vem. #JustiçaporCressida Agora, só nos resta esperar ansiosamente pela continuação.
Mais uma obra televisiva em que o Nicholas Hoult faz um personagem detestável que eu odeio com todas as forças no primeiro episódio, mas que quando termina a temporada virou o meu favorito kkkkk É um talento, temos que reconhecer.
Mas não é só ele que brilha nessa série não, o elenco todo é super carismático, fica até difícil escolher a quem citar, porque todos são muito bons mesmo.
Geralmente séries históricas que não são ficção (tipo Bridgerton) usam de linguagem condizente com a da época, então mesmo sendo uma série anunciadamente de comédia, pode causar um pouco de estranheza no início o fato de a linguagem ser totalmente moderna, mas faz parte do charme do humor construído.
Essa é aquela famosa série meio-termo, tem coisas muito boas e coisas bem ruins, vai de cada um qual deles vai se sobressair. Eu, particularmente, detesto toda a história que está se passando no "presente". Não acho que seja interessante, não simpatizo com nenhum dos personagens e pouco me importa o que quer que esteja acontecendo ali. Ainda assim, a falta de sentimento com o "acidente" que rolou no início do episódio nove, não só das meninas (o que eu já esperava, porque elas são todas doidas), mas até do Jeff, foi bizarro e não de um jeito bom. Me deu a impressão de personagens plásticos. O que realmente me cativou é a parte Lost da série mesmo. Os desafios da sobrevivência, o sobrenatural espreitando, os conflitos estourando dentro do que antes era um time unido. Essa parte é legal pra caramba, os personagens são mais carismáticos e eu posso gostar deles, porque são todos vítimas ainda e não assassinos cultistas sem escrúpulos. Ponto positivo extra: a abertura é sinistra kk Considerações finais:
Laura Lee foi uma querida, admirei muito a coragem dela. Quando ela saiu pilotando o avião, pensei: vai explodir no ar. Mas depois pensei: hum, bem que podia não explodir, ela só desapareceria com avião, mas o resgate não chegaria e ficaria o mistério de o que aconteceu com ela. Mas a explosão aconteceu e foi legal também, com o ursinho pegando fogo do nada. Outra coisa foi o final. Fiquei aliviada de que, no fim, não foi a Jackie quem sofreu aquela morte cruel da intro do primeiro episódio, ela foi até em paz e não virgem (olha só!), apesar de estar brigada com todo mundo. Ainda assim, a morte dela me pareceu meio xoxa. Acho que era pra ser trágica, tipo A Pequena Vendedora de Fósforos, mas era algo tão facilmente evitado, uma coisa tão besta pra acontecer numa situação como a que elas estão, ah, sei lá. Só fico feliz que ela não vai virar uma canibal killer, nem o jantar delas.
Caraca, a catedral é linda!! Lendo o livro era difícil pra mim imaginar, porque era muito técnico. Parte da minha vontade de ver a minissérie era justamente ver as descrições ganhando vida. E valeu super a pena! É uma adaptação muito bem feita, mesmo tendo várias diferenças. Eu aprovei a maioria delas, só senti falta mesmo
do Prior Philip gritando pro William, do alto da construção da catedral na ocasião do incêndio da cidade, "Eu vejo você William! Você vai queimar no inferno por isso!",
porque acho essa passagem muito épica kkk
Falando mais da série em si mesmo, sem comparações com seu material de origem, ela é muito boa. Curta, cheia de momentos bombásticos, tramoias, personagens interessantes e carismáticos, boa direção, trilha sonora e bom ritmo. O game of thrones antes de game of thrones, só que sem magia e com final kkkk
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 57 Assista AgoraOk, essa é minha nova temporada favorita de Bridgerton ♥
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 510 Assista AgoraO que eu achei ok:
- Os cenários com cara de falsos, porque me remetiam aos filmes de fantasia de baixo orçamento dos anos 80
- Batalha final, porque foi como em campanhas de RPG, divertido
O que achei terrível:
- As interações entre os personagens serem quase sempre brigas ou explicações de planos, porque senti que estavam todos muito distantes emocionalmente uns dos outros
- A cena do Will contado pra todo mundo (tive que pausar o episódio nessa hora)
- O beijo do Mike e da Onze (esse quase me causou dor física de constrangimento, eles ficaram tão vibe de apenas amigos a temporada toda que eu esqueci que eles eram um casal)
- O Hopper sendo um pau no c* com a Kali
- O epílogo que durou quase até a minha velhice
- O fato de eu não ter me conectado com a série. Não sei dizer como ela falhou nisso, talvez tenha sido a junção de todos os problemas que ela tem, mas passei a temporada inteira distante, sem me importar minimamente se viviam ou morriam os personagens que um dia eu tanto amei.
Drácula (1ª Temporada)
3.1 419Muito divertido, muito bonito E muito sanguinolento kkkk
Finalmente uma adaptação mais próxima do livro original,sem romances góticos inventados ou coisa que o valha, ele é um monstro e é isso aí. A ambientação é maravilhosa, principalmente a do castelo e o texto é inteligente, cativante. Eu adorei a série, fiquei com gostinho de quero mais depois de apenas dois episódio. (Não, eu não vi o terceiro, nem verei e digo mais, finjo que não vi os últimos minutos do segundo episódio também kk)
Succession (4ª Temporada)
4.5 251 Assista AgoraO começo dessa temporada é tão boa quanto as outras, mas depois que
o Logan morre
InuYasha (4ª Temporada)
4.2 8Essa temporada teve muuuitos fillers.... e eu gostei de todos eles! kkkkkkk Diferente da temporada passada, aqui teve uns episódios que eu nem percebi que eram preenchimento, achei todas as histórias bem divertidas, inclusive, lamentei um pouco quando voltou pro arco canônico kkkkk Esse lance dos sete guerreiros não me encheu os olhos e me exaspera o Inuyasha ter tanta dificuldade com humanos revividos, mesmo que eles tenham fragmentos, mesmo que fossem super fortes, mano, ainda são humanos! O balanço de poder desse anime nunca fez muito sentido, mas aqui escancarou um pouco demais pro meu gosto.
Rose Red: A Casa Adormecida
3.4 323Ahh como eu procurei por esse filme! Passou uma vez no SBT e eu nunca me esqueci, a cena da estátua arrancando o próprio rosto ficou gravada na minha memória, mas infelizmente não consegui guardar o nome, mesmo tentando decorar na época. Vira e mexe eu buscava por ele, mas história de casa mal assombrada tem aos montes e eu nunca tinha sucesso, até encontrá-lo aqui, numa lista do filmow. Não era a toa que eu não achava, esse tempo todo não se tratava de um filme e sim de uma minissérie! Bom o importante é que eu achei kkk
Stephen King, tinha que ser você! Eu lembrava que o filme me deu arrepios, mas também que tinha algo de galhofa e tu é o rei em fazer essas misturas inusitadas, personagens cômicos em situações tensas. Vendo hoje em dia, o terror passou longe de mim e o que eu mais gostei foi da exploração dos cenários, porque eram realmente fascinantes, adorei todos eles. Sobre os personagens, alguns eram mais legais e com mais desenvolvimento do que outros, mas todos fizeram bem o seu papel no final das contas. A mais complexa com certeza é a Joyce, a gente começa gostando e no final aplaude de pé. Já a história das assombrações... achei bem qualquer coisa, foi o ponto mais fraco pra mim. Então, no geral, ainda é uma obra muito boa e eu fico realmente feliz em ter tido a oportunidade de rever.
Não entendi o rolê da mãe do Emery no final, o pessoal falando pra ele enfrentar ela pelo menos uma vez na vida. Ela era superprotetora e sim, ele deveria cortar esse cordão umbilical pra se desenvolver como adulto, mas coitada da senhora, foi até lá por estar preocupada com ele, foi abandonada para morrer e no final ainda foi tratada como uma vilã a ser vencida. Não que ele devesse sucumbir, mas não teve um pingo de tristeza por ela, achei pesado.
InuYasha (3ª Temporada)
4.2 7Começaram os episódios fillers. Pior que eu gostei da maioria deles, mais do que de certos arcos canônicos, mas não deixa de dar aquela sensação de "perda de tempo". Ainda assim, não vou pular nenhum deles rsrs
Essa temporada teve muuuitos episódios legais, eu gostei de quase todos, então foi uma experiência muito agradável assistir. espero que a próxima continue assim.
E as músicas, sempre ótimas!
InuYasha (2ª Temporada)
4.2 12Ah, a confirmação de que realmente existe um romance entre os protagonistas! Um divisor de águas na minha infância, quando eu já tinha perdido as esperanças de ver desenvolvimento nesse sentido por causa de outros shonens kkkk Esse é um dos motivos do porquê Inuyasha sempre terá um lugar especial no meu coração.
Mas o que eu acho engraçado no triângulo amoroso, é que sendo a Kagome a reencarnação da Kikyo, de certa forma, a rival dela é ela mesma no passado kkkkk
Essa temporada teve mais episódios, arcos até, que eu desgostei, como o dos lobos, alguns dos monstros da semana enviados pelo Narak e o do Kohaku. Mas no geral ainda apreciei muito e teve episódios que amei, como o do Jinenji e o da Rin.
Pra além disso, as músicas continuam maravilhosas e toda vez que começa a abertura eu automaticamente fico feliz rsrs
InuYasha (1ª Temporada)
4.3 187 Assista AgoraEu não consigo avaliar imparcialmente, esse anime pra mim é pura nostalgia! Eu amava assistir quando criança e mesmo tendo esquecido de muita coisa com o passar do tempo, eu ainda lembrava do meu episódio preferido: o roubo dos ossos sagrados da Kikyo. E realmente, quando peguei pra ver, achei os primeiros episódios bem qualquer coisa, fiquei refletindo do porquê ter gostado tanto na época, mas quando chegou nesse episódio a coisa começou a engrenar e não parou mais!
E uma coisa que eu não poderia deixar de comentar é que as músicas são muuuito boas kkk
De Volta aos 15 (1ª Temporada)
3.5 155 Assista AgoraQuando eu vi o primeiro episódio dessa série, eu achei ruim, dolorosamente ruim, mas caí no erro de pensar: "nossa, por que toda série brasileira é assim?". Só que daí eu lembrei que não, não é toda série ou produção brasileira que é ruim assim não, eu gosto de várias. Gosto de Família Imperial, Tudo o Que É Sólido Pode Derreter, Confissões de Adolescente, Julie e os Fantasmas, tem produções que são legais sim! Então De Volta aos 15 alugou um triplex na minha cabeça, eu queria saber exatamente o que eu achei de ruim nela.
Primeiro achei que fosse a atuação. Nem todo mundo está atuando bem, o grupinho do bullying no primeiro episódio estava especialmente ruim, enquanto o resto dos secundários estava apenas desengonçados. Desses só o Pedro Vinícius, que faz o César, que eu achei ótimo desde o início. O elenco secundário, assim como o João Guilherme, conseguiram se acostumar com seus respectivos personagens no decorrer da série e as cenas passaram a fluir melhor na maioria das vezes. A exceção foi o Gabriel Wiedemann que faz o Eduardo jovem, ele tava forçadíssimo o tempo todo. Existe uma diferença entre imitação e atuação, ele estava imitando um babaca, o que seria muito engraçado numa esquete de tik tok, mas não passa veracidade nenhuma como pessoa real. Quanto a Maísa e a Camila, que fazem a Anita, ambas estão ma-ravi-lho-sas! E foi justamente a atuação da Camila que me fez perceber que o problema não era a atuação, porque ela está entregando perfeitamente o personagem dela: uma adulta de 30 anos sem maturidade nenhuma, que a cabeça é tão de adolescente ainda que quando ocorre a troca, não há discrepância de comportamentos. E a Maísa também está arrasando, ela tá dando o melhor com o texto que deram pra ela.
Então, percebi que a culpa deve ser do roteiro e, em parte, da direção também, porque poderiam ter amenizado e mudado algumas coisas na hora de adaptar, na hora de contar essa história, pra que ela ficasse com mais cara de produção bem feita e menos com cara de mais uma série teen ruinzinha da Netflix. E eu estava certa.
Eu não li o livro De Volta aos 15, mas fui ler umas resenhas e, de fato, os problemas que me irritaram na série já estavam presentes no material original. Veja bem, Bruna Vieira escreveu esse livro quando tinha apenas 19 anos, ela não tinha como saber como é a cabeça de alguém com 30 anos naquela época, então ela escreveu um De Repente 30 ao contrário, mas não é assim que funciona. Ter 30 anos num corpo adolescente é muuuuuito diferente de uma menina de treze ir parar num corpo adulto de 30. No episódio final a Anita diz que ter 30 não é muito diferente do que ter 15, que a gente só sabe disfarçar melhor, mas isso NÃO é verdade. A gente pode ter essa impressão de que não é adulto ainda, de se sentir como adolescente, mas isso é até encontrar com um adolescente de verdade ou então ver vídeos de quando a gente tinha realmente 15 anos. Aí percebe-se que a gente cresceu sim, que tem um abismo entre a maturidade atual e a de uma criança em fase de puberdade. E isso tudo é pra dizer que a personagem Anita não me desce como uma pessoa adulta, teve infinitos momentos que eu achei ela simplesmente ridícula ou fora da casinha. Tipo quando ela teve a epifania de parar pra pensar no que quer fazer da vida. Mana, 30 anos e você está me dizendo que NUNCA pensou nisso? Você não fez vestibular não? No terceiro ano é só isso que te perguntam: "vai fazer faculdade de que?" Ou quando ela se vangloriou no casamento da irmã de ter mudado de Imperatriz pra São Paulo, sendo que é 2021 e mesmo fingindo que a Covid-19 não existe, essa cidade ainda é uma droga pra se morar, tem vários vídeos zoando os aluguéis absurdos de lá, não é vitória nenhuma estar passando perrengue na cidade grande. E voltando a comparação com De Repente 30, existe um mundo de diferença entre vislumbrar um futuro possível e estar vivendo um "futuro" e voltar para o passado e mudar as coisas. Não importa que a Anita vai chegando cada vez mais no seu "futuro" ideal onde tudo é mil flores, a vida que ela efetivamente viveu desapareceu, é como se ela tivesse batido a cabeça um dia e perdido 15 anos da vida dela. É algo chocante demais pra série não ter sequer tentado abordar.
Então, o grande motivo de eu ter achado a série ruim foi esse, eu não conseguia suspender a descrença pra protagonista, toda hora eu me pegava pensando "isso não faz o menor sentido!". Os diálogos não ajudavam e algumas escolhas da direção também não. Alguns pormenores bobos também me tiraram da imersão, como os armários na escola, nossa que ódio que aquilo me deu, não tem essa p*rra no Brasil mano!! E também a cena da aula de física, a Anita chega pra assistir a aula, senta na carteira, fala duas frases e o sinal toca. Poxa, nem pra fazer uma transição pra fingir que passou um tempo, que falta de cuidado.
Mas no fim, acabou que teve coisas que eu gostei também e mérito deve ser dado onde se merece. Os finais dos episódios, os ganchos que tinha pra te deixar com vontade de ver o próximo, era muuuuito bons, eu gostei de todos. A trilha sonora também está fantástica! A fotografia tá linda, nunca errou. Já elogiei a atuação da Maísa, da Camila e do Pedro, mas também vale dizer que todo o elenco adulto estava muito bem. Amei os momentos nostalgia, gostei dos enredos dos personagens e gostei do último episódio, nem cheguei a passar raiva com ele.
Conclusão: De Volta aos 15 tem seus momentos e me surpreendeu em alguns deles, vou assistir a segunda temporada, mas não posso deixar de estar decepcionada pelo potencial que essa série tinha de ser boa em todos os seus aspectos.
Porque Esta é a Minha Primeira Vida
4.3 101 Assista AgoraMesmo sem saber da existência deste drama, eu procurava por ele! Eu não aguentava mais ler sinopses em que o interesse romântico era o CEO de alguma grande empresa ou um herdeiro bilionário, meu Deus, a home da Viki chegou a me parecer a do Wattpad. Não que eu desgoste, mas chega uma hora que cansa. E aí, eu encontre Porque esta é a Minha Primeira vida. Que lufada de ar fresco!
Uma trabalhadora CLT/autônoma, um cara CLT endividado com a compra do próprio apartamento, casa de tamanhos normais, com coisas normais, roupas normais, andar de busão, beber com as amigas e enfrentar os perrengues do dia a dia. É tão mais relacionável! kkkk
E a escrita desse drama é muuuito boa, não via uma dessas desde Hello My Twenties. Não é só uma história de romance, é uma história sobre três amigas, mulheres, na casa dos 30, lidando com as dificuldades no trabalho, com as expectativas da sociedade, com os problemas financeiros e com os próprios sonhos, que aprecem tão distantes de se realizarem. E fala também, claro, sobre o amor, as diferentes facetas dele e o que significa se casar com alguém. É muito legal ver essas reflexões, mesmo sendo sobre a sociedade e as tradições coreanas, porque são importantes.
E o casal principal? São uns fofos! Não tem toxicidade aqui. É uma gracinha ver os sentimentos dos dois crescer um pelo outro. E acho que possuem boa química viu! Falando nisso, o elenco todo de atores são muito bons, os personagens são marcantes e carismáticos, todos fizeram um bom trabalho! E a melhor de todas é a gatinha Woori, muito fofa, eu só ficava olhando pra ela quando estava em cena kkkk
Mas nem tudo é perfeito. Mesmo com personagens tão bons, arcos tão incríveis e um ritmo ótimo, que não deixou nenhum episódio parecer arrastado, teve coisas que me desagradaram um pouco perto do final. O último episódio compensou a situação, mas mesmo assim, ficou esse pequeno estrago.
Como já dito por alguns em outros comentários, Ji Ho pedir divórcio sabendo que o Sae Hee estava apaixonado por ela, sendo que ela também ama ele, foi incompreensível. Parecia que era porque ele não tinha dito que amava ela ainda ou porque o casamento não foi por amor desde o início, mas isso tudo era pura besteira! Tanto que no final ela volta pra ele bem do nada kkkkk Foi uma ação desnecessariamente má da parte dela.
Para além disso, mesmo sabendo que o casal depressão (Ho Rang e Ji Suk) com certeza terminariam juntos, isso ainda é um ponto negativo pra mim. Meu Deus esses dois! Eles não são compatíveis, eles querem coisas diferentes pra vida, ela só pensa nela e não gosta quando ele fala sobre a paixão dele e ele não quer casar, nunca tinha cogitado isso! Eles passam o drama todo brigando e assistimos ao relacionamento deles chegando ao fim de uma forma bem real e madura, mas aí chega no final e eles ficam juntos, POR COMODISMO! Que ódiooo! kkkkk
The Umbrella Academy (4ª Temporada)
2.8 90Oh boy, isso foi terrível não foi? kkkkkk
Alguns de nós já previam que o final seria uma merda desde a temporada passada, porque ela não trabalhou nada na direção de um encerramento e isso fez realmente falta aqui. As temporadas 3 e 4 acabaram não relacionadas, os conflitos e consequências deixados como gancho foram completamente descartados no time skip e penso que o problema da desconexão emocional piorou ainda mais.
O fim do mundo de The Umbrella Academy começou como resultado de trauma e abuso, tinha um peso muito pessoal e as perdas pareciam reais. Mas chega na terceira temporada os Sparrows morrem e ninguém liga, o mundo está preste acabar mas nem é o mundo deles, nem vemos nada desse mundo, ninguém se importa, e a Alison vira temporariamente uma vilã e mesmo seus motivos sendo muito compreensíveis, eu não sentia esse apego que ela dizia ter, porque mal nos mostraram interações dela com a Claire e na segunda temporada a menina foi esquecida. (Pelo menos é o que eu me lembro, eu não quis rever nenhuma temporada pra ver essa 4ª porque eu já sabia que era uma bomba e não queria fazer comparações). Agora tudo isso piorou, personagens são introduzidos, vilões, e a gente não liga pra nada, nem mesmo pra quem é importante pra eles, porque tudo se tornou superficial. Eu só me importava com quem eu já conhecia, que teve 3 temporadas de desenvolvimento e mesmo assim, essa 4ª temporada foi tão ruim, mas tão ruim, que quando chegou no final, nem com esses eu me importava mais. Eles
morrerem
Matei a saudade dos personagens assistindo a esse fim que eu já sabia de antemão que era um desastre. Gostei e apreciei e me despedi emocionalmente deles nos dois primeiros episódios, que eu achei sinceramente muito divertidos, apesar de tudo. Mas deixo The Umbrella Academy para trás em luto pelos meus personagens favoritos, Klaus e Five, que foram massacrados nessa última temporada, de forma imperdoável. T.T
Fargo (1ª Temporada)
4.5 536 Assista AgoraA cena da morte do Lorne Malvo é estupenda!
Mas e o irmão gente? E o surdo? E a viúva? E o rei do supermercado lá? E a maleta?
Tantas questões, mas ao mesmo tempo não acho que realmente precisam ser respondidas. O mistério foi solucionado, todo o resto deve se assentar também.
A burrice de alguns personagens ao longo da temporada me irritou muito, passou tanto do ponto que virou coisa de desenho animado, mas o episódio final colocou os pés no chão e deu um desfecho muito satisfatório. Então, irei ver a segunda temporada e o filme também!
Succession (3ª Temporada)
4.4 201 Assista AgoraA cada temporada essa série só melhora! Foi ótimo ver eles passando sufoco kkk
O foco dessa vez foi no Roman e eu só digo uma coisa, nunca entendi quando os personagens começaram a meter o louco de que ele tinha "bons instintos", que de todos ele era o mais parecido com o pai, elogios a torto e à direito. Gente! kkkkk O cara explodiu um foguete na primeira temporada, nunca fechou nenhum negócio relevante, não fez nada que prestasse, as ideias dele são as piores e mais criminosas.
Loucura, loucura kkkkkkk
Succession (2ª Temporada)
4.5 241 Assista AgoraQue delícia eles se ferrando ao longo da temporada kkkk
Fallout (1ª Temporada)
4.1 343 Assista AgoraEu achava que era uma minissérie, não sei porquê kkk Mas devo ver a segunda temporada, caso aconteça.
Pontos positivos: Fallout me prendeu, não teve nenhum episódio em que fiquei entediada ou sem vontade de assistir ao próximo. O mistério é interessante, tanto que o plot do refúgio é o meu preferido, além de lá estar a maior parte dos personagens de que gosto. Nos Ermos, a Lucy carregou a história pra mim, não que os outros fossem ruins, eu só gostei mais dela mesmo. Assim como no plot da Irmandade eu gostei mais do Dane, o Maximus era um pouco entediante, mas acho ele ok. O elenco todo é muito bom no geral, o visual da série é muito bonito, bem-feito, e tem humor! O que não dá pra imaginar pelo primeiro episódio, que é bem tenso, mas que dá super certo e equilibra as coisas. Meu último ponto positivo, mas não menos importante, é que tem doguinho fofo que não morre. Sinceramente, um grande alívio.
Pontos negativos: ser baseado num jogo tem suas desvantagens, teve momentos que minha suspensão da descrença foi quebrada por perceber que os personagens estão indo do ponto A até o B exatamente como num jogo que finge ter um mundo aberto, mas que o mapa real é bem pequeno. Eles andam aleatoriamente, as vezes sem comida ou água, por desertos escaldantes, sem maiores danos e chegando nos mesmos lugares. Complicado. Também tem a questão do roteiro, o do último episódio é especialmente ruinzinho, tem o discurso do vilão, as revelações melodramáticas, a chantagem mais boba que já vi, junto com a explicação mais tosca para a maldade cometida, sabe?Passou o ponto do caricato aceitável, ficou com cara de filme juvenil da sessão da tarde.
Succession (1ª Temporada)
4.2 277Clima tenso entre os brothers.
Essa série é viciante, mas os personagens são todos odiáveis, não tem um que salva kkk Acaba me dando o mesmo efeito que passar um tempo no Twitter, uma gastura, um azedume, de tanto odiar. Logo, o jeito é consumir aos poucos e com responsabilidade rsrs
Spy x Family (2ª Temporada)
4.1 30 Assista AgoraO único arco que dessa temporada é muito bom, mas os episódios "fillers" fazem essa continuação decair em relação à primeira temporada. Eles são divertidos, sim, mas não levam a lugar algum, não desenvolvem nada, é um tempo de tela que poderia estar sendo melhor aproveitado.
Lembro que levei um tempo pra descobrir que a segunda temporada já tinha sido lançada, tanto que fui ver só agora, e não entendia como fui deixar passar sendo que a primeira tinha sido um sucesso tão grande. Bem, agora entendo porque ela não foi tão comentada.
Dungeon Meshi (1ª Temporada)
4.4 40 Assista AgoraEu ainda fico chocada com o quão bem escrito esse anime é. A progressão, o desenvolvimento de personagens e de mundo, é no ritmo perfeito. Sem falar que o tema e gênero principal da série, comédia slice of life de comida de dungeon, nunca é esquecido ou deixado de lado. As partes sérias e as partes suaves convivem em harmonia. Eu não dava nada por esse anime, achei que seria só mais um isekai esquisito tentando inovar no gênero, mas meu amigo, eu não poderia cair mais da cadeira do que caí kkk Entrou para os meu favoritos da vida, mal posso esperar pela continuação!
Bridgerton (3ª Temporada)
3.7 123 Assista AgoraUma coisa que se mantém constante em Bridgerton pra mim é que toda temporada tem coisas que eu gosto muito e outras que tanto faz, ou que são bem enfadonhas ou irritantes. E mesmo assim, ela prende minha atenção de tal maneira que sempre vejo em maratona.Terminei essa em dois dias kkkk
Chegou o momento da Penélope brilhar e resolver as confusões que ela arrumou como Lady Whistledown. Foi maravilhoso ver ela saindo da concha e mostrando pro mundo quem ela é de verdade, uma mulher linda e inteligente. Conseguindo o amor com que sempre sonhou e também o reconhecimento pelo seu trabalho.Mas o romance... pra mim não foi interessante. Pessoalmente nunca comprei eles como casal e nem mesmo como amigos, as interações sempre me pareceram forçadas. Nessa temporada deram tempo e destaque para criarem um química mais forte e fizeram a felicidade de muitos fãs, mas pra mim continuou não rolando. Acabou sendo um tanto faz, tal qual o próprio personagem do Colin, que sempre foi morno.
O que eu acabei gostando de verdade, foi assistir ao florescer do singelo e tranquilo romance entre Francesca e o Conde Stirling. Achei os dois muito fofos e fiquei feliz da série ter feito essa jogada de mestre em desenvolver esse amor na temporada do Colin, pois não é a história de O Conde Enfeitiçado, embora eu tenha desejado que tivesse sido contado nele. Cheguei até a pensar se a série não deixaria por isso mesmo, até ser completamente surpreendida no final.
O grito que eu dei quando caiu a ficha de que a prima Michaela era o Michael! Geeeeente, esse tempo todo a gente matutando se o Benedict teria um par romântico LGBTQIAP+, pra no fim lançarem que vai ser a Francesca. Ahhhhhhhh kkkkk
Outro ponto alto foi o enredo da Cressida. Ela foi construida como uma vilã nessa temporada, sobretudo para os personagens que convivem com ela, mas nem tanto para o público. Diferente da Eloise, que estava preocupada demais com os próprios problemas para tentar ser uma boa amiga, nós assistimos o desespero da Cressida e a situação insalubre em que ela estava, sem ter ninguém pra ajudar. Ela sempre foi maldosinha e ninguém é obrigado a aguentar gente assim, mas agora nós entendemos o porquê e foi triste ver que no final de tudo ela acabou sofrendo a punição de uma vilã. Todavia, tenho esperança de que seu arco não esteja completo e que ela volte a aparecer na temporada que vem. #JustiçaporCressida
Agora, só nos resta esperar ansiosamente pela continuação.
Que será a temporada do Benedict, finalmente!! Mal posso esperar.
The Great (1ª Temporada)
4.2 96Mais uma obra televisiva em que o Nicholas Hoult faz um personagem detestável que eu odeio com todas as forças no primeiro episódio, mas que quando termina a temporada virou o meu favorito kkkkk É um talento, temos que reconhecer.
Mas não é só ele que brilha nessa série não, o elenco todo é super carismático, fica até difícil escolher a quem citar, porque todos são muito bons mesmo.
Geralmente séries históricas que não são ficção (tipo Bridgerton) usam de linguagem condizente com a da época, então mesmo sendo uma série anunciadamente de comédia, pode causar um pouco de estranheza no início o fato de a linguagem ser totalmente moderna, mas faz parte do charme do humor construído.
É uma série deliciosa de assistir!
Bebê Rena
4.0 633 Assista AgoraPuta merda
Yellowjackets (1ª Temporada)
3.8 231 Assista AgoraEssa é aquela famosa série meio-termo, tem coisas muito boas e coisas bem ruins, vai de cada um qual deles vai se sobressair.
Eu, particularmente, detesto toda a história que está se passando no "presente". Não acho que seja interessante, não simpatizo com nenhum dos personagens e pouco me importa o que quer que esteja acontecendo ali. Ainda assim, a falta de sentimento com o "acidente" que rolou no início do episódio nove, não só das meninas (o que eu já esperava, porque elas são todas doidas), mas até do Jeff, foi bizarro e não de um jeito bom. Me deu a impressão de personagens plásticos.
O que realmente me cativou é a parte Lost da série mesmo. Os desafios da sobrevivência, o sobrenatural espreitando, os conflitos estourando dentro do que antes era um time unido. Essa parte é legal pra caramba, os personagens são mais carismáticos e eu posso gostar deles, porque são todos vítimas ainda e não assassinos cultistas sem escrúpulos.
Ponto positivo extra: a abertura é sinistra kk
Considerações finais:
Laura Lee foi uma querida, admirei muito a coragem dela. Quando ela saiu pilotando o avião, pensei: vai explodir no ar. Mas depois pensei: hum, bem que podia não explodir, ela só desapareceria com avião, mas o resgate não chegaria e ficaria o mistério de o que aconteceu com ela. Mas a explosão aconteceu e foi legal também, com o ursinho pegando fogo do nada.
Outra coisa foi o final. Fiquei aliviada de que, no fim, não foi a Jackie quem sofreu aquela morte cruel da intro do primeiro episódio, ela foi até em paz e não virgem (olha só!), apesar de estar brigada com todo mundo. Ainda assim, a morte dela me pareceu meio xoxa. Acho que era pra ser trágica, tipo A Pequena Vendedora de Fósforos, mas era algo tão facilmente evitado, uma coisa tão besta pra acontecer numa situação como a que elas estão, ah, sei lá. Só fico feliz que ela não vai virar uma canibal killer, nem o jantar delas.
Os Pilares da Terra
4.2 230Caraca, a catedral é linda!! Lendo o livro era difícil pra mim imaginar, porque era muito técnico. Parte da minha vontade de ver a minissérie era justamente ver as descrições ganhando vida. E valeu super a pena!
É uma adaptação muito bem feita, mesmo tendo várias diferenças. Eu aprovei a maioria delas, só senti falta mesmo
do Prior Philip gritando pro William, do alto da construção da catedral na ocasião do incêndio da cidade, "Eu vejo você William! Você vai queimar no inferno por isso!",
Falando mais da série em si mesmo, sem comparações com seu material de origem, ela é muito boa. Curta, cheia de momentos bombásticos, tramoias, personagens interessantes e carismáticos, boa direção, trilha sonora e bom ritmo. O game of thrones antes de game of thrones, só que sem magia e com final kkkk