Ótima premissa mas falha nos clichês, toscos e exagerados de uma forma a fazer pessoas inteligentes agirem como burras. E o ator mirim, simplesmente terrível, tanto o ator como o personagem desnecessário.
Pensaram tanto na diversidade que não sobrou ideia para fazer um roteiro menos cringe. Acho que o nome da serie deve ser ironia. Não consegui assistir o suficiente para saber.
Tentaram construir um hype prometendo um clímax grandioso. O hype se arrastou e quase se perdeu pois não entregou motivações fortes o suficiente para deixar o espectador ansioso e o clímax foi anti, na verdade. Resumindo, é uma série feita de cagadas de todos os personagens, todos emocionalmente instáveis, onde uma menina de 16 anos é mais madura do rolê todo.
O cliff-hanger meio que deixou no ar que os produtores não confiam no plot para uma segunda temporada, visto que a mina entrando no Irã foi deixada sem nenhuma ponta a ser desenvolvida, tipo um "se tiver uma segunda temporada a gente pensa em algo pra ela", e a gente sabe que o espião principal recebeu a tarefa de ficar dentro do escritório, "subindo degraus" até poder ser usado por quem o comprou.
Do meio pro fim é ladeira abaixo. Roteiro mais porco impossível. Não conseguem fazer um drama decente sem baixar o QI dos personagens para um dígito. Reacher é só um brutamontes que não entrega nada, zero carisma. Mesma coisa que esperar atuação de um armário. Pelo menos a série não é chata.
Ok, o grupo tá com as ideia fudida e, fazendo força pra tentar compreender o pq de psicológico tão frágeis, é quase compreensível estarem nesse estado. Mas o tanto de situação merda que se enfiam por falta de QI sem nenhum propósito aparente, o tanto de coincidências guiadas única e exclusivamente pelo roteiro raso, as frases de lacre, o arco do Hugh sendo o mais inútil e patético de todos e aquela voz medonha do filho do Homelander, etc, etc... sem or, que lixo que virou essa série. Se você assistir apenas ao último episódio, não perde absolutamente nada.
Idiocracia em seu nível mais pastelão. Um suco aguado de diversidade pra conduzir um roteiro que parece ter sido escrito por adolescentes. Bom que a realidade acabou de provar que o mundo de girl boss é só uma alucinação de minorias, com aquela mulher chefe do serviço secreto americano fazendo merda, envergonhando a instituição na vida real e enfraquecendo esse delirio seletivo que chamam de inclusão.
Fez sentido o término abrupto. Apesar da tentativa de mudança, tudo que estava capengando desandou de vez e as novas ideias não funcionaram. Mas pra mim, a bebê Ruth, o progressismo forçado e a insistência em longas cenas dos eternos adolescentes sem noção sendo apenas estúpidos, regurgitando situações "engraçadas" de outras temporadas e insistindo em chamar de humor e de DNA da série, tudo isso acelerou o cancelamento.
É um seriado lento e difícil de acompanhar. Precisa de alguma bagagem do meio cristão para compreender as críticas à falsa santidade, à hipocrisia, ao litúrgico e os rituais banais e que fundamentam uma crença obstinada mas desprovida de fé.
A trilha sonora em todo momento traz dicas sobre os acontecimento do episódio em si, mas tbem é preciso entender a letra, ter conhecimentos sobre em quais situações essas músicas são utilizadas na igreja. As mortes e explicações não são aleatórias e deixa subtendido passagens de vários apóstolos, como Pedro, Paulo e Judas, além da fazer alusão á profissão mais comum dentre os seguidores de Cristo. Mas, novamente, precisa conhecer tudo isso previamente.
O enredo é bem amarrado, muito bem feito, as dicas visuais nos rituais até mesmo na cor das casulas (roupa do padre) é muito bem feito.
Bonzinho. Apesar de umas lacradinhas de leve. O fato de os roteiristas fazerem os personagens rebater e ignorar pistas óbvias para fazer o Reacher parecer inteligente ou perspicaz, também não ajudou. Enfim, ficou um enredo perigosamente cliché e preguiçoso.
Quarentonas agindo como colegiais. Uma montanha russa de emoções imaturas e coincidências toscas para que a série possa acontecer. Um vai e volta bobo, decide e volta atrás. Preguiçoso.
A diferença entre a primeira e a segunda temporada fica evidente logo no primeiro episódio da segunda. Após ser um herói improvável o cara se tornou um otário patético, a série se apoiou no humor pastelão e jogou tudo por água abaixo. Intragável.
Virou um highschool tosquinho, com os ingredientes modernos de patriarcado se aproveitando de minorias ingênuas, vitimismo, "doenças psicológicas", mas é basicamente Pretty Little Liars, com adolescentes "privilegiados" que praticam bully contra outros de um nível de otariedade absurda, sendo presa fácil para serem manipulados por qualquer um com dois neurônios a mais, adolescente querendo "se encaixar" e outros clichês dessas séries bobas.
Nos primeiros episódios fiquei me recriminando por ter demorado tanto a assistir. A partir do sétimo, desandou. Histórias ruins, má atuação, roteiro confuso na clara tentativa de surpreender e não cair em clichês, o que é muito difícil. Acabou em baixa.
Contagem Regressiva (1ª Temporada)
3.4 32Esperar o que da Amazon?
The Strain: Noite Absoluta (1ª Temporada)
3.9 401 Assista AgoraÓtima premissa mas falha nos clichês, toscos e exagerados de uma forma a fazer pessoas inteligentes agirem como burras. E o ator mirim, simplesmente terrível, tanto o ator como o personagem desnecessário.
Adultos (1ª Temporada)
3.7 12 Assista AgoraPensaram tanto na diversidade que não sobrou ideia para fazer um roteiro menos cringe. Acho que o nome da serie deve ser ironia. Não consegui assistir o suficiente para saber.
Reparos em Família (1ª Temporada)
2.8 6Jeez, "comedia" com claque em pleno 2025.
Rick and Morty (8ª Temporada)
3.8 51Melhorou muito em relação as duas últimas temporadas. Teve uns episódios mais loucos e bons easter eggs ou homenagens a séries e filmes dos anos 90.
A Nova Super Máquina (1ª Temporada)
3.4 21Tosco. Tá mais pra Malhação do que para qualquer outra coisa.
A Agência (1ª Temporada)
3.5 15 Assista AgoraTentaram construir um hype prometendo um clímax grandioso. O hype se arrastou e quase se perdeu pois não entregou motivações fortes o suficiente para deixar o espectador ansioso e o clímax foi anti, na verdade. Resumindo, é uma série feita de cagadas de todos os personagens, todos emocionalmente instáveis, onde uma menina de 16 anos é mais madura do rolê todo.
O cliff-hanger meio que deixou no ar que os produtores não confiam no plot para uma segunda temporada, visto que a mina entrando no Irã foi deixada sem nenhuma ponta a ser desenvolvida, tipo um "se tiver uma segunda temporada a gente pensa em algo pra ela", e a gente sabe que o espião principal recebeu a tarefa de ficar dentro do escritório, "subindo degraus" até poder ser usado por quem o comprou.
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraAbsurdamente bem feito.
Reacher (2ª Temporada)
3.8 105 Assista AgoraDo meio pro fim é ladeira abaixo. Roteiro mais porco impossível. Não conseguem fazer um drama decente sem baixar o QI dos personagens para um dígito. Reacher é só um brutamontes que não entrega nada, zero carisma. Mesma coisa que esperar atuação de um armário. Pelo menos a série não é chata.
The Boys (4ª Temporada)
3.6 372 Assista AgoraOk, o grupo tá com as ideia fudida e, fazendo força pra tentar compreender o pq de psicológico tão frágeis, é quase compreensível estarem nesse estado. Mas o tanto de situação merda que se enfiam por falta de QI sem nenhum propósito aparente, o tanto de coincidências guiadas única e exclusivamente pelo roteiro raso, as frases de lacre, o arco do Hugh sendo o mais inútil e patético de todos e aquela voz medonha do filho do Homelander, etc, etc... sem or, que lixo que virou essa série. Se você assistir apenas ao último episódio, não perde absolutamente nada.
O Urso (1ª Temporada)
4.3 474 Assista AgoraDefinição do caos diário.
Explosivos (1ª Temporada)
3.2 15 Assista AgoraIdiocracia em seu nível mais pastelão. Um suco aguado de diversidade pra conduzir um roteiro que parece ter sido escrito por adolescentes. Bom que a realidade acabou de provar que o mundo de girl boss é só uma alucinação de minorias, com aquela mulher chefe do serviço secreto americano fazendo merda, envergonhando a instituição na vida real e enfraquecendo esse delirio seletivo que chamam de inclusão.
Recruta (1ª Temporada)
3.5 30 Assista AgoraRuim
Fallout (1ª Temporada)
4.1 343 Assista AgoraRoteiro preguiçoso. A série poderia ser beeeem melhor caso os personagens fossem menos estúpidos e agissem de forma menos burra.
Sr. e Sra. Smith (1ª Temporada)
3.7 99 Assista AgoraFraco. Comédia pastelão. Poderiam ter colocado a turma do Didi pra estrelar.
New Girl (7ª Temporada)
4.0 51 Assista AgoraFez sentido o término abrupto. Apesar da tentativa de mudança, tudo que estava capengando desandou de vez e as novas ideias não funcionaram. Mas pra mim, a bebê Ruth, o progressismo forçado e a insistência em longas cenas dos eternos adolescentes sem noção sendo apenas estúpidos, regurgitando situações "engraçadas" de outras temporadas e insistindo em chamar de humor e de DNA da série, tudo isso acelerou o cancelamento.
Missa da Meia-Noite
3.9 756É um seriado lento e difícil de acompanhar. Precisa de alguma bagagem do meio cristão para compreender as críticas à falsa santidade, à hipocrisia, ao litúrgico e os rituais banais e que fundamentam uma crença obstinada mas desprovida de fé.
A trilha sonora em todo momento traz dicas sobre os acontecimento do episódio em si, mas tbem é preciso entender a letra, ter conhecimentos sobre em quais situações essas músicas são utilizadas na igreja. As mortes e explicações não são aleatórias e deixa subtendido passagens de vários apóstolos, como Pedro, Paulo e Judas, além da fazer alusão á profissão mais comum dentre os seguidores de Cristo. Mas, novamente, precisa conhecer tudo isso previamente.
O enredo é bem amarrado, muito bem feito, as dicas visuais nos rituais até mesmo na cor das casulas (roupa do padre) é muito bem feito.
Reacher (1ª Temporada)
3.9 209 Assista AgoraBonzinho. Apesar de umas lacradinhas de leve. O fato de os roteiristas fazerem os personagens rebater e ignorar pistas óbvias para fazer o Reacher parecer inteligente ou perspicaz, também não ajudou. Enfim, ficou um enredo perigosamente cliché e preguiçoso.
Disque Amiga para Matar (1ª Temporada)
4.0 188 Assista AgoraQuarentonas agindo como colegiais. Uma montanha russa de emoções imaturas e coincidências toscas para que a série possa acontecer. Um vai e volta bobo, decide e volta atrás. Preguiçoso.
Feliz! (2ª Temporada)
3.6 32A diferença entre a primeira e a segunda temporada fica evidente logo no primeiro episódio da segunda. Após ser um herói improvável o cara se tornou um otário patético, a série se apoiou no humor pastelão e jogou tudo por água abaixo. Intragável.
Gen V (1ª Temporada)
3.7 251 Assista AgoraVirou um highschool tosquinho, com os ingredientes modernos de patriarcado se aproveitando de minorias ingênuas, vitimismo, "doenças psicológicas", mas é basicamente Pretty Little Liars, com adolescentes "privilegiados" que praticam bully contra outros de um nível de otariedade absurda, sendo presa fácil para serem manipulados por qualquer um com dois neurônios a mais, adolescente querendo "se encaixar" e outros clichês dessas séries bobas.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraMeh
Philip K. Dick's Electric Dreams (1ª Temporada)
4.0 113Nos primeiros episódios fiquei me recriminando por ter demorado tanto a assistir. A partir do sétimo, desandou. Histórias ruins, má atuação, roteiro confuso na clara tentativa de surpreender e não cair em clichês, o que é muito difícil. Acabou em baixa.
Murderville (1ª Temporada)
3.3 14Uma estrela pela ideia.