Realmente é a mais fraca de todas. Decepcionante a espera de 3 anos pra entregarem essa leva de episódios, a impressão que dá é que entregaram "qualquer coisa". O primeiro episódio, um videoclipe do Red Hot Chilli Peppers, bobinho, já anuncia a bobajada. Aquele episódio do golfinho..... totalmente despropositado. Outro episódio de miniaturas em que o mundo acaba, um desperdício. Até os episódios que se destacam, reciclam tramas de outros já apresentados: exemplo "Como Zeke entendeu a religião", um dos melhorzinhos da temporada.
- O grito do tiranossauro: o melhor e o que mais se coaduna com a proposta da série - Spider Rose: faltou alguma coisa - Os caras do 400: sólida a trama até, mas arte horrível, um dos episódios mais feios que já vi - A outra grande coisa: bobinho mas cumpre a cota normal da série - Dispositivos Inteligentes, Donos Idiotas: horrível
Common people retoma as raízes da série com o episódio inicial, muito bom, não se sustenta com as firulas que, por exemplo, tem no ep.2 "Bête Noire", e foca no cerne da série, ao menos em suas primeiras temporadas: o impacto da tecnologia e do lucro em detrimento (ou como catalisador das falhas) de indivíduos e seus sentimentos reais. Sem dúvidas é o melhor episódio lançado, principalmente considerando que nenhum outro da temporada conseguiu o mesmo feito, ao meu ver.
Episódio 2 é exatamente o tipo de proposta que abaixou o nível da série, que, mesmo alargando todo e qualquer limite em termos de tecnologia, ainda seguia uma mínima lógica ao apresentar as invenções e inovações. Colarzinho que altera a realidade? forçado demais, isto daria um poder de Deus pra qualquer um simplesmente ir lá e fazer. E o final então, vira galhofa total. Embora exista uma sutil mensagem por trás, é bobo.
Uss Callister precisa de um terceiro episódio no futuro, pois ainda que a trama tenha se sustentado, o final foi ....esquisito. Para mim, ainda que coubesse uma continuação, o final deixou muito a desejar e o roteiro claramente seguia para onde queriam que a trama fosse levada, sem consistência alguma nos acontecimentos (o que acontece com a personagem principal e com a versão dela do jogo é ridículo). Insatisfatório.
Eulogy foi emocionante, até. Embora não tenha sido surpreendente, consegue ser um episódio interessante. Eu coloco como 2º melhor da temporada.
Nem vou me deter nos dois restantes, pois particularmente não gosto da temática que trazem no episódio "continuação" de bandersnacth (plaything), acho que é pesado, obscuro, e embora levante reflexões sobre IA, é vazio. Não gosto de não gostar de nenhum personagem e na verdade todos com exceção do detetive e da psicóloga (neutros) são detestáveis ou esquisitos. O outro me parece uma versão muito semelhante a San Junipero (uma versão inferior diga-se) apenas pra cumprir tabela.
Único episódio realmente memorável é common people. Não foi dessa vez que retomaram a era de ouro da série, e acho que a essa altura, nem vão.
Desperdício do cast...Anya e Miles estão tão entrosados, mas faltou um capricho maior com o roteiro. Cliché e genérico, são algumas das palavras que me vem a mente. Não se aprofunda demais nem mesmo nas reflexões que poderiam surgir, nem nas tramas pessoais dos seus protagonistas (a personagem da Drasa é desenvolvida só o mínimo possível para que a ligação dos dois se desenvolva, mas o Levi por outro lado, nem mesmo desenvolvimento tem).
Minha impressão é a de que o budget ficou pequeno para as ideias do diretor, e aí tiveram que focar no romance para fazer o filme acontecer, mas nem o romance nem o mistério foram bem bolados, e a cena final foi de uma preguiça...repito, faltou profundidade.
Filme seco, a atuação do Nicholas Hoult é muito repetitiva, em vários papéis dele, é meio robótica, ensaiada. O dilema moral do filme é muito bom, porém "vem" em uma embalagem insossa. Diferente de Anatomia de uma queda, por exemplo, em que há muita entrega e construção nas relações dos personagens.
Gosto muito do trabalho da diretora Coralie Fargeat, principalmente no filme "Revenge", que acho que gostei mais do que esse. Ao longo da trama, senti falta de um parente, uma amiga, alguém pra chamar a Elisabeth para o "mundo real", mas pensando um pouco mais, percebi que há um personagem na trama com essa função, o suficiente pra mostrar como é a vida: sempre há dois caminhos.
Inclusive, uma das melhores cenas do filme, e o momento que marca o caminho da protagonista como "sem retorno", é o qual ela se arruma para um jantar com esse personagem. A partir daí o filme descarrilha por caminhos cada vez mais insanos e subversivos. Refletindo um pouco mais, cheguei a conclusão de que esse é um filme que deve ser visto como uma caricatura da realidade. Já é uma marca da diretora criar personagens masculinos como predadores sexuais, causando ojeriza no público utilizando comida, olhares, posturas e falas (quem não conhece um homem como aquele vizinho da Sue, hein?) e, soma-se isso aos 20 minutos finais, recheados do humor negro do filme mas elevados à décima potência e tem-se uma belíssima crítica aos padrões de beleza, que afetam sobremaneira mulheres.
Um filme que só cresce quanto mais se reflete e rende mil reflexões. Uma que eu nem tinha percebido, mas que li alguém ressaltando era o quanto a Elisabeth já estava "fora da casinha" por usar sempre aquele sobretudo chamativo amarelo em situações em que ela deveria passar despercebida, ou aquele outro momento em que ela corre de um lado para outro da casa, naquela forma X, uma ironia tão absurda que dá vontade de rir. O final então, acredito que choque tanto, que não atentamos para o fato da mensagem ser: toda tragédia alimentada pela dismorfia corporal e pela pressão estética, é esquecida. A "poeira baixa", e tudo se faz de novo, é a sociedade atual e seus espelhos. Por mais que divida opiniões, o saldo é positivo.
o plano daquele personagem tivesse dado certo e ela tivesse conseguido dar fim à perseguição, deixando de ser hospedeira, mas com a vida arruinada. Entretanto, optaram por deixar em aberto a trama pra viabilizar uma continuação do modo mais chocante possível. A impressão que tive foi que priorizaram o shock value e perderam a mão nos minutos finais.
Até parece que iam deixar AQUELA esculhambação rolar solta como foi. Chatinho. Jack O Connel no automático dele quando faz personagem instável, idêntico a outros papéis do ator. Julia Roberts não sei o que viu nessa personagem boba escorada e apaixonada no escroto do chefe. Foi o nome da Jodie Foster que chamou, certeza. Cospe algumas ideias sobre a sociedade atual e o mercado financeiro, mas não empolga.
Um FILMAÇO que prova que as vezes o público só quer um "feijão com arroz" bem feito. O que mais me admira é o quanto o filme não precisa ser pretensioso e intrincado como os antecessores Prometheus e Covenant, que transferem o protagonismo pra um personagem só (David), quando na verdade o universo que criaram é mil vezes mais interessante.
Prometheus inclusive conta com um elenco de grandes estrelas, motivo pelo qual muitas pessoas reclamaram do cast deste novo filme. Chatos, não tem outra explicação. Gente que já vai disposta a reclamar. O elenco jovem não faz feio, e Cailee Spaeny mostra que vai ser uma grande estrela de Hollywood desde sua participação brutal na série "Mare of Easttown". Isabela Merced quase rouba a cena e protagoniza as sequências mais INSANAS nos quinze minutos finais. Muito boa também.
David Jonsson uma ótima surpresa e seu personagem só cresce ao longo do filme. Li alguns reclamando do androide demonstrar "emoções", inclusive, apresentando "convulsões", mas falta um pouco de boa vontade pra lembrar que na trama, ele era um androide desatualizadíssimo, achado no lixo pelo pai da protagonista. Quando recebeu o upgrade, as atualizações foram feitas, não são convulsões, meramente. No mais, quem acompanhou um pouco das motivações do androide David em Covenant, percebeu que são seres que de certo modo conseguem criar uma personalidade própria, não estando claro se passam ser capazes de sentir ou se apenas reproduzem emoções.
Uma premissa maravilhosa desperdiçada como... sempre? desde TIME que o Shyamalan decepciona com ideias boas e execução ruim. Até o plotwist foi um grande MEH (e olha que foi o ponto alto do filme).
Depois que descobri que a cantora apresentada no filme realmente é um figura artística, além de ser filha do diretor rs tudo fez sentido. Filme pra lançar a filha em Hollywood. Ao menos ele poderia ter feito isso em um roteiro mais inspirado, a ideia era boa, mas no geral tudo é um tédio, ficamos, como espectadores, esperando uma sacada, uma catarse, que nunca chega.
Que psicopata é esse que é um animal, uma besta enjaulada, segundo todos os outros personagens, e não tem as bolas pra matar alguém e fugir? ele nem sequer é capaz de dar um soco em alguém, parecia um donzelo indefeso. Roteiro jogado pelo ralo por completo quando iniciou aquele segundo ato cheio de furos da cantora levando fã em casa pra um café da tarde.
começa muito bem no primeiro ato e depois....ladeira abaixo. decai demais com a entrada do personagem do Joseph Quinn. Vemos aqui a importância de diálogo pra estabelecer coerência entre as relações, e, apesar de existir um certo trabalho mínimo em criar um vínculo entre os personagens, é tudo muito precário, você "não compra" aquela ligação entre os dois. E no coração desses filmes estão as relações pessoais. Senti mil vezes mais a perda do primeiro personagem, amigo da protagonista, que a possibilidade de perda do segundo. E senti uma preguiça dos roteiristas em desenvolver isso, os motivos desse segundo personagem, que é MUITO mal trabalhado. Uma cena com música de drama forçada e melodrama açucarado não resolve (e, inclusive, deu vontade de revirar os olhos). Outra coisa: amo gatos, tenho dois, mas fica barra a suspensão de descrença necessária pra aturar a calma do felino depois de tudo que acontece (qualquer gato teria surtado e atacado aqueles bichos).
Não que a situação da Riley (o medo de ficar sem amigos) não seja bem comum entre jovens, mas poderia ter uma outra problemática envolvida, um jogo maior acontecendo, um problema com os pais...fizeram realmente "qualquer coisa" pois sabiam que o carisma dos personagens ia trazer o público. Gostei, mas poderia ter sido muito superior. Trama excessivamente simplista e simplória. Enquanto houve muito capricho com o interior da Riley, o externo ficou pobre
o péssimo dessa trama de multiverso com heróis é que basicamente só serve pra dar várias giradas, todas sem consequências "reais", formular diversas realidades, polemizar, trazer cameo de heroi já conhecido, gerar essa ideia de que a série movimentou, enfim, fazer as mais diversas farofadas mas na verdade não realizar nada de inteligente de fato, no roteiro. Agora será o quê? Mark e Omni Man indo atrás dos **** de outras realidades que ficaram doidos? OK... Na hq faz sentido, tem que inventar mesmo, mas nesse formato filme/série já tá saturando.
Tava indo tão bem....mas o terceiro ato é um copia e cola de Rogue One, do mesmo diretor, batido, batido. Me deu foi raiva, parecia o mesmo filme, idêntico desfecho. Quis tentar ser original com essa ideia dele, mas terminou acertando o alvo da genericidade.
O mais incrível pra mim, nesse filme, é que ao fim, se torna possível fazer um paralelo entre o final e entre a trama que a Sandra "plagiou" do marido.
Quando ela menciona que o personagem principal acorda e se descobre vivendo duas vidas: uma em que o irmão nunca morreu e uma em que ele morreu...é a mesma coisa no fim do filme. Passamos, como espectadores, a mesma posição do personagem, vivendo em um mundo em que tanto a Sandra é uma homicida, quanto o Samuel um suicida, o que eu imagino que possa ter sido proposital.
No mais, embora tenha gostado muito do filme, também achei arrastado por vezes, e não entendi ao certo a necessidade de tantas interações dúbias da Sandra com mulheres, por vezes parecia que ela sempre estava flertando. Quanto ao relacionamento que não aconteceu entre ela e o Vincent, me pareceu que na cena final ele se sentiu, talvez, usado por ela? Enfim, filme com muitas possibilidades interpretativas.
Só prestou o 1 e o 2. Loch Henry sendo o que mais faz uma critica para um problema super atual que é o consumo em massa de true crime por curiosidade mórbida e por isso, na minha visão, o melhor.
Beyond the sea é ridículo, agrada aos pseudocults pq é pretensioso e quer ser mais do que é. O final não tem a menor relação com o que foi até então mostrado, foi extremamente ambicioso por subestimar a inteligência do telespectador (querer fazer um final “refinado” sendo que nenhum homem ficaria em duvida entre matar e morrer ou permanecer vivo com um ser detestável que acabou com a sua vida) e o roteiro é fraquiinho, não sustenta nenhum questionamento que possa ser feito, e olha que tinha potencial até o acontecimento que inicia a problemática. Os outros dois, ruins. Parecem episódios de Love, Death, and Robots, muito aquém de tantos assuntos que a série pode abordar.
Muito interessante a premissa, original. Mas peca do meio pro fim com a pobreza do roteiro, ironicamente....fornece mil motivos para o telespectador não ficar com raiva do desfecho, que, apesar disso, é fraco, sem força, insosso. Preguiçoso também o roteiro ao não fornecer motivos para que um certo personagem tenha conseguido sobreviver, faltou uma exploração maior daquele ambiente.
Tinha potencial mas não segurou a pressão de tratar das coisas que trata do modo escrachado e psicodélico que faz por causa do roteiro meio pobre, quase uma crítica vazia. Algumas escolhas narrativas e criativas que você acha que vai entender em algum momento mas que não chegam em lugar algum.
Ex. o protagonista ser um escritor pobretão e "fracassado", usufruindo da vida luxuosa da esposa (era pra justificar o fato do perfil ser manipulável e suscetível à situações escabrosas apenas para florescer criativamente e ter inspiração?) todos os demais indivíduos envolvidos na seita de milionário maluco eram mais velhos que o protagonista e a Mia Goth, o tal país que tem uma grande facilidade em criar clones dos outros, pra citar alguns...
Parece um episódio de black mirror, mas acho que eles teriam feito uma coisa melhor com isso em menos tempo.
Que filme incrível. Visuais lindos, cheios de cores...é patente a influência do estilo de animação de homem aranha no aranhaverso. E é tão inteligente! cenas complicadas de se colocar em um filme infantil (o gato tendo um ataque de pânico e sendo acalmado pelo perrito, por ex.) são realizadas de modo tão elegante, sensível e engraçadinho, que não parecem deslocadas no contexto geral (os perfis de cada um dos personagens aparecendo dramaticamente em tela cheia quando eles estão peregrinando atrás da estrela é uma graça), e só reforçam a qualidade de toda a equipe que estava por trás. Com dois antagonistas riquíssimos e carismáticos (Lobo, interpretado em inglês pelo Wagner Moura, e a cachinhos dourados, que teve um arco surpreendente), e um mais pastelão (João), tem seu ponto alto no desenvolvimento de cada um dos personagens centrais, desenvolvimento esse que passa longe de ser bobo ou simplista pra um filme infantil, gerando empatia tanto nas crianças quanto nos adultos. A cereja do bolo é a referência à uma possível continuação de Shrek no fim. Merecia ganhar todos os prêmios, pena que vão dar pro outro que "deu mais trabalho" de fazer e tem um figurão por trás rs.
Iniciei a série logo por essa temporada devido ao hype enorme que recebeu e gostei dos personagens, embora tenha achado por vezes maçante essas picuinhas de gente endinherada, acho que poderiam ter ocorrido situações mais caóticas.
Sobre os personagens: Harper é arrogante, também é amarga (acredito que pela escassez de vida sexual no casamento dela, o que é compreensível) e cheia de camadas. Há quem diga que ela estava interessada no Cameron, mas ficou claro pra mim que era apenas uma questão de se sentir desejada por um homem, já que o Ethan é o típico frouxo manipulável com algo claramente mal resolvido com o "amigo". Eu também estaria detestando tudo que me cerca se fosse levada pelo meu marido em um hotel chique de mil estrelas apenas pra ele jogar na cara do amigo de faculdade que agora é bem sucedido. Quanto ao Cameron e a Daphne, esses entram para cumprir a cota de problematização menos sutil (tenho certeza que os roteiristas se acharam revolucionários fazendo um casal rico que vive de futilidade e aparências, com falas obviamente criadas pra esfregar na cara do telespectador o quanto o casal é mesquinho).... são personagens com uma dinâmica de relacionamento totalmente tóxica e de fachada. Ao fim, resta a dúvida quanto ao fato dos casais terem se traído mutuamente ou não. O que fica claro com certeza é que a Daphne teve um filho com o personal. Gosto de pensar que o Ethan e a Harper melhoraram como pessoa (ambos tem potencial pra serem pessoas legais apesar de serem dois xaropes) e tentaram fazer funcionar como casal, vendo que os outros dois viviam uma vida fake com que eles não compactuam. De início, não gostei das locais, mas depois entendi que o papel delas era ser mais que agentes do caos. Movimentaram bastante a trama. Lucia e Dominic são perfis que crescem muito com o desenrolar dos episódios e surpreendem, apesar dele representar o clichê de homem cafajeste viciado em sexo. O que me pareceu forçado mesmo foi a Portia e o Albie, na cota malhação. Portia é chata e não sabe o que quer. Sono. Gostei bastante da Tanya, a atriz tem um carisma enorme e é bem engraçada, mas teve que ter seu arco fechado. No fim a cartomante acertou....
Sabe, as vezes tudo que um filme precisa pra ser considerado bom é não se levar a sério. Mas esse aqui fez justamente o oposto: Não se levou nem por um segundo a sério. Péssimo, abraçaram o trash das formas mais bestas. Ninguém queria ver aquela trama de hippie adolescente. Poderiam ter focado em uma tentativa deles irem para uma ilha, ou sei lá o que. Antes não tivessem retornado pra essa baboseira. Única personagem que funcionou pra mim como alívio cômico foi a Madison.
Li sobre o conceito de "Bestas atmosféricas", e me senti um pouco menos feita de idiota pelo roteiro deste filme. Ainda assim, acredito que Jordan Peele perca muito tempo nessas viagens conceituais dele, e cria pouca coisa concreta de fato, que faça sentido pro telespectador. Esse aqui mesmo, apesar de toda mitologia que possa ter por trás, se dissolve no seu ritmo, maçante. Fazer o oposto de um 'pipocão', um filme nada mastigado, e cheio de nuances que deixam à deriva (de um jeito ruim) a audiência, não necessariamente te faz um gênio.
Se o Arvin tivesse feito o "caminho" inverso nos acertos de contas, o pedófilo do Rob Pattinson morreu fácil demais, tinha potencial ali pra fazer uma baita perseguição, já que ele parecia ser um vilão inteligente e sociopata. Por qual razão ele simplesmente não mentiu quando foi perguntado da gravidez da irmã do protagonista? Após a morte do pastor, já se imagina o que irá acontecer em seguida e o roteiro apenas segue a tendência, restou meio jogado o assassinato do casal de serial killers e a perseguição com o policial corrupto irmão da psicopata poderia ter sido mais interessante se o Arvin descobrisse que ele estava se livrando das provas do que a irmã e o cunhado faziam, da forma como ficaram as sequências grande parte da expectativa e da tensão do expectador vai se esvaindo e perdendo força depois da morte do pastor
Indomável (1ª Temporada)
3.5 93 Assista Agorafinal brochante. E olha que no início tinha tanto potencial...perde força e nao para mais
Love, Death & Robots (Volume 4)
3.2 107 Assista AgoraRealmente é a mais fraca de todas. Decepcionante a espera de 3 anos pra entregarem essa leva de episódios, a impressão que dá é que entregaram "qualquer coisa". O primeiro episódio, um videoclipe do Red Hot Chilli Peppers, bobinho, já anuncia a bobajada. Aquele episódio do golfinho..... totalmente despropositado. Outro episódio de miniaturas em que o mundo acaba, um desperdício. Até os episódios que se destacam, reciclam tramas de outros já apresentados: exemplo "Como Zeke entendeu a religião", um dos melhorzinhos da temporada.
- O grito do tiranossauro: o melhor e o que mais se coaduna com a proposta da série
- Spider Rose: faltou alguma coisa
- Os caras do 400: sólida a trama até, mas arte horrível, um dos episódios mais feios que já vi
- A outra grande coisa: bobinho mas cumpre a cota normal da série
- Dispositivos Inteligentes, Donos Idiotas: horrível
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 333 Assista AgoraCommon people retoma as raízes da série com o episódio inicial, muito bom, não se sustenta com as firulas que, por exemplo, tem no ep.2 "Bête Noire", e foca no cerne da série, ao menos em suas primeiras temporadas: o impacto da tecnologia e do lucro em detrimento (ou como catalisador das falhas) de indivíduos e seus sentimentos reais. Sem dúvidas é o melhor episódio lançado, principalmente considerando que nenhum outro da temporada conseguiu o mesmo feito, ao meu ver.
Episódio 2 é exatamente o tipo de proposta que abaixou o nível da série, que, mesmo alargando todo e qualquer limite em termos de tecnologia, ainda seguia uma mínima lógica ao apresentar as invenções e inovações. Colarzinho que altera a realidade? forçado demais, isto daria um poder de Deus pra qualquer um simplesmente ir lá e fazer. E o final então, vira galhofa total. Embora exista uma sutil mensagem por trás, é bobo.
Uss Callister precisa de um terceiro episódio no futuro, pois ainda que a trama tenha se sustentado, o final foi ....esquisito. Para mim, ainda que coubesse uma continuação, o final deixou muito a desejar e o roteiro claramente seguia para onde queriam que a trama fosse levada, sem consistência alguma nos acontecimentos (o que acontece com a personagem principal e com a versão dela do jogo é ridículo). Insatisfatório.
Eulogy foi emocionante, até. Embora não tenha sido surpreendente, consegue ser um episódio interessante. Eu coloco como 2º melhor da temporada.
Nem vou me deter nos dois restantes, pois particularmente não gosto da temática que trazem no episódio "continuação" de bandersnacth (plaything), acho que é pesado, obscuro, e embora levante reflexões sobre IA, é vazio. Não gosto de não gostar de nenhum personagem e na verdade todos com exceção do detetive e da psicóloga (neutros) são detestáveis ou esquisitos. O outro me parece uma versão muito semelhante a San Junipero (uma versão inferior diga-se) apenas pra cumprir tabela.
Único episódio realmente memorável é common people. Não foi dessa vez que retomaram a era de ouro da série, e acho que a essa altura, nem vão.
Entre Montanhas
3.2 318Desperdício do cast...Anya e Miles estão tão entrosados, mas faltou um capricho maior com o roteiro. Cliché e genérico, são algumas das palavras que me vem a mente. Não se aprofunda demais nem mesmo nas reflexões que poderiam surgir, nem nas tramas pessoais dos seus protagonistas (a personagem da Drasa é desenvolvida só o mínimo possível para que a ligação dos dois se desenvolva, mas o Levi por outro lado, nem mesmo desenvolvimento tem).
Minha impressão é a de que o budget ficou pequeno para as ideias do diretor, e aí tiveram que focar no romance para fazer o filme acontecer, mas nem o romance nem o mistério foram bem bolados, e a cena final foi de uma preguiça...repito, faltou profundidade.
Jurado Nº 2
3.6 459 Assista AgoraFilme seco, a atuação do Nicholas Hoult é muito repetitiva, em vários papéis dele, é meio robótica, ensaiada. O dilema moral do filme é muito bom, porém "vem" em uma embalagem insossa. Diferente de Anatomia de uma queda, por exemplo, em que há muita entrega e construção nas relações dos personagens.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraGosto muito do trabalho da diretora Coralie Fargeat, principalmente no filme "Revenge", que acho que gostei mais do que esse. Ao longo da trama, senti falta de um parente, uma amiga, alguém pra chamar a Elisabeth para o "mundo real", mas pensando um pouco mais, percebi que há um personagem na trama com essa função, o suficiente pra mostrar como é a vida: sempre há dois caminhos.
Inclusive, uma das melhores cenas do filme, e o momento que marca o caminho da protagonista como "sem retorno", é o qual ela se arruma para um jantar com esse personagem. A partir daí o filme descarrilha por caminhos cada vez mais insanos e subversivos. Refletindo um pouco mais, cheguei a conclusão de que esse é um filme que deve ser visto como uma caricatura da realidade. Já é uma marca da diretora criar personagens masculinos como predadores sexuais, causando ojeriza no público utilizando comida, olhares, posturas e falas (quem não conhece um homem como aquele vizinho da Sue, hein?) e, soma-se isso aos 20 minutos finais, recheados do humor negro do filme mas elevados à décima potência e tem-se uma belíssima crítica aos padrões de beleza, que afetam sobremaneira mulheres.
Um filme que só cresce quanto mais se reflete e rende mil reflexões. Uma que eu nem tinha percebido, mas que li alguém ressaltando era o quanto a Elisabeth já estava "fora da casinha" por usar sempre aquele sobretudo chamativo amarelo em situações em que ela deveria passar despercebida, ou aquele outro momento em que ela corre de um lado para outro da casa, naquela forma X, uma ironia tão absurda que dá vontade de rir. O final então, acredito que choque tanto, que não atentamos para o fato da mensagem ser: toda tragédia alimentada pela dismorfia corporal e pela pressão estética, é esquecida. A "poeira baixa", e tudo se faz de novo, é a sociedade atual e seus espelhos. Por mais que divida opiniões, o saldo é positivo.
Sorria 2
3.3 606 Assista Agoraacho que teria sido uma escolha de roteiro mais satisfatória se
o plano daquele personagem tivesse dado certo e ela tivesse conseguido dar fim à perseguição, deixando de ser hospedeira, mas com a vida arruinada. Entretanto, optaram por deixar em aberto a trama pra viabilizar uma continuação do modo mais chocante possível. A impressão que tive foi que priorizaram o shock value e perderam a mão nos minutos finais.
Jogo do Dinheiro
3.4 415 Assista AgoraAté parece que iam deixar AQUELA esculhambação rolar solta como foi. Chatinho.
Jack O Connel no automático dele quando faz personagem instável, idêntico a outros papéis do ator. Julia Roberts não sei o que viu nessa personagem boba escorada e apaixonada no escroto do chefe. Foi o nome da Jodie Foster que chamou, certeza. Cospe algumas ideias sobre a sociedade atual e o mercado financeiro, mas não empolga.
Alien: Romulus
3.7 760 Assista AgoraUm FILMAÇO que prova que as vezes o público só quer um "feijão com arroz" bem feito. O que mais me admira é o quanto o filme não precisa ser pretensioso e intrincado como os antecessores Prometheus e Covenant, que transferem o protagonismo pra um personagem só (David), quando na verdade o universo que criaram é mil vezes mais interessante.
Prometheus inclusive conta com um elenco de grandes estrelas, motivo pelo qual muitas pessoas reclamaram do cast deste novo filme. Chatos, não tem outra explicação. Gente que já vai disposta a reclamar. O elenco jovem não faz feio, e Cailee Spaeny mostra que vai ser uma grande estrela de Hollywood desde sua participação brutal na série "Mare of Easttown". Isabela Merced quase rouba a cena e protagoniza as sequências mais INSANAS nos quinze minutos finais. Muito boa também.
David Jonsson uma ótima surpresa e seu personagem só cresce ao longo do filme. Li alguns reclamando do androide demonstrar "emoções", inclusive, apresentando "convulsões", mas falta um pouco de boa vontade pra lembrar que na trama, ele era um androide desatualizadíssimo, achado no lixo pelo pai da protagonista. Quando recebeu o upgrade, as atualizações foram feitas, não são convulsões, meramente. No mais, quem acompanhou um pouco das motivações do androide David em Covenant, percebeu que são seres que de certo modo conseguem criar uma personalidade própria, não estando claro se passam ser capazes de sentir ou se apenas reproduzem emoções.
Filme forte que definitivamente se sustenta sozinho e possui cenas memoráveis, como aquela do ácido e o nascimento do híbrido.
Armadilha
2.7 873 Assista AgoraUma premissa maravilhosa desperdiçada como... sempre?
desde TIME que o Shyamalan decepciona com ideias boas e execução ruim. Até o plotwist foi um grande MEH (e olha que foi o ponto alto do filme).
Depois que descobri que a cantora apresentada no filme realmente é um figura artística, além de ser filha do diretor rs tudo fez sentido. Filme pra lançar a filha em Hollywood. Ao menos ele poderia ter feito isso em um roteiro mais inspirado, a ideia era boa, mas no geral tudo é um tédio, ficamos, como espectadores, esperando uma sacada, uma catarse, que nunca chega.
Que psicopata é esse que é um animal, uma besta enjaulada, segundo todos os outros personagens, e não tem as bolas pra matar alguém e fugir? ele nem sequer é capaz de dar um soco em alguém, parecia um donzelo indefeso. Roteiro jogado pelo ralo por completo quando iniciou aquele segundo ato cheio de furos da cantora levando fã em casa pra um café da tarde.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 805começa muito bem no primeiro ato e depois....ladeira abaixo.
decai demais com a entrada do personagem do Joseph Quinn. Vemos aqui a importância de diálogo pra estabelecer coerência entre as relações, e, apesar de existir um certo trabalho mínimo em criar um vínculo entre os personagens, é tudo muito precário, você "não compra" aquela ligação entre os dois. E no coração desses filmes estão as relações pessoais. Senti mil vezes mais a perda do primeiro personagem, amigo da protagonista, que a possibilidade de perda do segundo. E senti uma preguiça dos roteiristas em desenvolver isso, os motivos desse segundo personagem, que é MUITO mal trabalhado. Uma cena com música de drama forçada e melodrama açucarado não resolve (e, inclusive, deu vontade de revirar os olhos). Outra coisa: amo gatos, tenho dois, mas fica barra a suspensão de descrença necessária pra aturar a calma do felino depois de tudo que acontece (qualquer gato teria surtado e atacado aqueles bichos).
Divertida Mente 2
4.0 645 Assista AgoraNão que a situação da Riley (o medo de ficar sem amigos) não seja bem comum entre jovens, mas poderia ter uma outra problemática envolvida, um jogo maior acontecendo, um problema com os pais...fizeram realmente "qualquer coisa" pois sabiam que o carisma dos personagens ia trazer o público. Gostei, mas poderia ter sido muito superior. Trama excessivamente simplista e simplória. Enquanto houve muito capricho com o interior da Riley, o externo ficou pobre
Invencível (2ª Temporada)
3.8 126 Assista Agorao péssimo dessa trama de multiverso com heróis é que basicamente só serve pra dar várias giradas, todas sem consequências "reais", formular diversas realidades, polemizar, trazer cameo de heroi já conhecido, gerar essa ideia de que a série movimentou, enfim, fazer as mais diversas farofadas mas na verdade não realizar nada de inteligente de fato, no roteiro. Agora será o quê? Mark e Omni Man indo atrás dos **** de outras realidades que ficaram doidos? OK... Na hq faz sentido, tem que inventar mesmo, mas nesse formato filme/série já tá saturando.
Resistência
3.3 305 Assista AgoraTava indo tão bem....mas o terceiro ato é um copia e cola de Rogue One, do mesmo diretor, batido, batido. Me deu foi raiva, parecia o mesmo filme, idêntico desfecho. Quis tentar ser original com essa ideia dele, mas terminou acertando o alvo da genericidade.
Anatomia de uma Queda
4.0 978 Assista AgoraO mais incrível pra mim, nesse filme, é que ao fim, se torna possível fazer um paralelo entre o final e entre a trama que a Sandra "plagiou" do marido.
Quando ela menciona que o personagem principal acorda e se descobre vivendo duas vidas: uma em que o irmão nunca morreu e uma em que ele morreu...é a mesma coisa no fim do filme. Passamos, como espectadores, a mesma posição do personagem, vivendo em um mundo em que tanto a Sandra é uma homicida, quanto o Samuel um suicida, o que eu imagino que possa ter sido proposital.
No mais, embora tenha gostado muito do filme, também achei arrastado por vezes, e não entendi ao certo a necessidade de tantas interações dúbias da Sandra com mulheres, por vezes parecia que ela sempre estava flertando. Quanto ao relacionamento que não aconteceu entre ela e o Vincent, me pareceu que na cena final ele se sentiu, talvez, usado por ela? Enfim, filme com muitas possibilidades interpretativas.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraSó prestou o 1 e o 2. Loch Henry sendo o que mais faz uma critica para um problema super atual que é o consumo em massa de true crime por curiosidade mórbida e por isso, na minha visão, o melhor.
Beyond the sea é ridículo, agrada aos pseudocults pq é pretensioso e quer ser mais do que é. O final não tem a menor relação com o que foi até então mostrado, foi extremamente ambicioso por subestimar a inteligência do telespectador (querer fazer um final “refinado” sendo que nenhum homem ficaria em duvida entre matar e morrer ou permanecer vivo com um ser detestável que acabou com a sua vida) e o roteiro é fraquiinho, não sustenta nenhum questionamento que possa ser feito, e olha que tinha potencial até o acontecimento que inicia a problemática. Os outros dois, ruins. Parecem episódios de Love, Death, and Robots, muito aquém de tantos assuntos que a série pode abordar.
Synchronic
2.8 185 Assista AgoraMuito interessante a premissa, original. Mas peca do meio pro fim com a pobreza do roteiro, ironicamente....fornece mil motivos para o telespectador não ficar com raiva do desfecho, que, apesar disso, é fraco, sem força, insosso. Preguiçoso também o roteiro ao não fornecer motivos para que um certo personagem tenha conseguido sobreviver, faltou uma exploração maior daquele ambiente.
Piscina Infinita
3.0 450 Assista AgoraTinha potencial mas não segurou a pressão de tratar das coisas que trata do modo escrachado e psicodélico que faz por causa do roteiro meio pobre, quase uma crítica vazia. Algumas escolhas narrativas e criativas que você acha que vai entender em algum momento mas que não chegam em lugar algum.
Ex. o protagonista ser um escritor pobretão e "fracassado", usufruindo da vida luxuosa da esposa (era pra justificar o fato do perfil ser manipulável e suscetível à situações escabrosas apenas para florescer criativamente e ter inspiração?) todos os demais indivíduos envolvidos na seita de milionário maluco eram mais velhos que o protagonista e a Mia Goth, o tal país que tem uma grande facilidade em criar clones dos outros, pra citar alguns...
Gato de Botas 2: O Último Pedido
4.1 483 Assista AgoraQue filme incrível. Visuais lindos, cheios de cores...é patente a influência do estilo de animação de homem aranha no aranhaverso. E é tão inteligente! cenas complicadas de se colocar em um filme infantil (o gato tendo um ataque de pânico e sendo acalmado pelo perrito, por ex.) são realizadas de modo tão elegante, sensível e engraçadinho, que não parecem deslocadas no contexto geral (os perfis de cada um dos personagens aparecendo dramaticamente em tela cheia quando eles estão peregrinando atrás da estrela é uma graça), e só reforçam a qualidade de toda a equipe que estava por trás. Com dois antagonistas riquíssimos e carismáticos (Lobo, interpretado em inglês pelo Wagner Moura, e a cachinhos dourados, que teve um arco surpreendente), e um mais pastelão (João), tem seu ponto alto no desenvolvimento de cada um dos personagens centrais, desenvolvimento esse que passa longe de ser bobo ou simplista pra um filme infantil, gerando empatia tanto nas crianças quanto nos adultos. A cereja do bolo é a referência à uma possível continuação de Shrek no fim. Merecia ganhar todos os prêmios, pena que vão dar pro outro que "deu mais trabalho" de fazer e tem um figurão por trás rs.
The White Lotus (2ª Temporada)
4.2 402 Assista AgoraIniciei a série logo por essa temporada devido ao hype enorme que recebeu e gostei dos personagens, embora tenha achado por vezes maçante essas picuinhas de gente endinherada, acho que poderiam ter ocorrido situações mais caóticas.
Sobre os personagens: Harper é arrogante, também é amarga (acredito que pela escassez de vida sexual no casamento dela, o que é compreensível) e cheia de camadas. Há quem diga que ela estava interessada no Cameron, mas ficou claro pra mim que era apenas uma questão de se sentir desejada por um homem, já que o Ethan é o típico frouxo manipulável com algo claramente mal resolvido com o "amigo". Eu também estaria detestando tudo que me cerca se fosse levada pelo meu marido em um hotel chique de mil estrelas apenas pra ele jogar na cara do amigo de faculdade que agora é bem sucedido. Quanto ao Cameron e a Daphne, esses entram para cumprir a cota de problematização menos sutil (tenho certeza que os roteiristas se acharam revolucionários fazendo um casal rico que vive de futilidade e aparências, com falas obviamente criadas pra esfregar na cara do telespectador o quanto o casal é mesquinho).... são personagens com uma dinâmica de relacionamento totalmente tóxica e de fachada. Ao fim, resta a dúvida quanto ao fato dos casais terem se traído mutuamente ou não. O que fica claro com certeza é que a Daphne teve um filho com o personal. Gosto de pensar que o Ethan e a Harper melhoraram como pessoa (ambos tem potencial pra serem pessoas legais apesar de serem dois xaropes) e tentaram fazer funcionar como casal, vendo que os outros dois viviam uma vida fake com que eles não compactuam. De início, não gostei das locais, mas depois entendi que o papel delas era ser mais que agentes do caos. Movimentaram bastante a trama. Lucia e Dominic são perfis que crescem muito com o desenrolar dos episódios e surpreendem, apesar dele representar o clichê de homem cafajeste viciado em sexo. O que me pareceu forçado mesmo foi a Portia e o Albie, na cota malhação. Portia é chata e não sabe o que quer. Sono. Gostei bastante da Tanya, a atriz tem um carisma enorme e é bem engraçada, mas teve que ter seu arco fechado. No fim a cartomante acertou....
A Mulher Rei
4.0 532 Assista AgoraRIP Izogue - Lashana Lynch é carisma puro, não atoa tem conseguido bons papéis, ainda que como 007 tenham desperdiçado ela
Zumbilândia: Atire Duas Vezes
3.3 622 Assista AgoraSabe, as vezes tudo que um filme precisa pra ser considerado bom é não se levar a sério. Mas esse aqui fez justamente o oposto: Não se levou nem por um segundo a sério. Péssimo, abraçaram o trash das formas mais bestas. Ninguém queria ver aquela trama de hippie adolescente. Poderiam ter focado em uma tentativa deles irem para uma ilha, ou sei lá o que. Antes não tivessem retornado pra essa baboseira. Única personagem que funcionou pra mim como alívio cômico foi a Madison.
Não! Não Olhe!
3.5 1,4K Assista AgoraLi sobre o conceito de "Bestas atmosféricas", e me senti um pouco menos feita de idiota pelo roteiro deste filme. Ainda assim, acredito que Jordan Peele perca muito tempo nessas viagens conceituais dele, e cria pouca coisa concreta de fato, que faça sentido pro telespectador. Esse aqui mesmo, apesar de toda mitologia que possa ter por trás, se dissolve no seu ritmo, maçante. Fazer o oposto de um 'pipocão', um filme nada mastigado, e cheio de nuances que deixam à deriva (de um jeito ruim) a audiência, não necessariamente te faz um gênio.
Tivesse focado no macaco seria melhor, cena assustadora.
O Diabo de Cada Dia
3.8 1,1K Assista Agoranão sei se o livro era isso aí e seguiram a risca mas tinha potencial pra ser muito mais.
Se o Arvin tivesse feito o "caminho" inverso nos acertos de contas, o pedófilo do Rob Pattinson morreu fácil demais, tinha potencial ali pra fazer uma baita perseguição, já que ele parecia ser um vilão inteligente e sociopata. Por qual razão ele simplesmente não mentiu quando foi perguntado da gravidez da irmã do protagonista? Após a morte do pastor, já se imagina o que irá acontecer em seguida e o roteiro apenas segue a tendência, restou meio jogado o assassinato do casal de serial killers e a perseguição com o policial corrupto irmão da psicopata poderia ter sido mais interessante se o Arvin descobrisse que ele estava se livrando das provas do que a irmã e o cunhado faziam, da forma como ficaram as sequências grande parte da expectativa e da tensão do expectador vai se esvaindo e perdendo força depois da morte do pastor