Um spin off que nada fica devendo à sua série original: engraçada (do tipo que arranca risos a cada 15 segundos) emocionante, cativante, com personagens ricos e heterogênios. A série traz um tom nostálgico, tanto por se passar nos anos 80/90 (o que, pra mim, é nostálgico demais) quanto por se tratar de reviver a história de personagem querido que faz parte da minha vida há mais de 15 anos. Enfim, uma série que vai entrar pra história... pelo menos a minha história.
Mas a estrutura do roteiro é tão clichê, tão óbvia, que eu deduzi a quase a temporada toda no primeiro episódio. E descobri quem era a verdadeira vilã um episódio antes dela ser revelada.
Tenho formação na área, então pra mim é fácil conhecer estruturas de roteiro, mas sempre sou surpreendido com histórias que, no momento final, quebram essa estrutura e surpreendem - o que não foi o caso de Wandinha. Pra mim não houve nenhuma surpresa.
Mas me diverti e gostei bastante das referências à cultura pop de terror, principalmente à obra do Poe.
Já tem um tempo que assisti, e esqueci de marcar. É um bom complemento ao podcast, traz imagens que ilustram os locais que, até então, eu só imaginava. A parte que mais se destaca é a entrevista com a Hilda, que no podcast não existiu. Isso foi um ótimo complemento.
Beast Machines tem três problemas graves: Mira na mistura de tecnologia com orgânica, mas acerta na magia sem sentido. Ou seja, foge totalmente da questão "científica" e se torna algo religioso, místico. E isso destoa completamente da animação anterior e do universos de Transformers. A transformação dos personagens nem sequer segue uma lógica. Eles apenas brilham e mudam, como Power Rangers morfando.
O outro problema é o design. Os personagens são grotescos, seus poderes/armas não cativam. O personagem morcego tem como ataque uma dentadura que ele cospe no inimigo. WTF??? O rato não tem arma nenhuma. NENHUMA!!! O cara não tem nenhum poder! Optimus lança bolas de energia do peito.
O terceiro é que, ainda que Megatron seja um ótimo personagem (o melhor da série), seu plano de dominação não faz nenhum sentido. ele simplesmente quer ser um sujeito solitário dominando um mundo vazio. Isso não convence o espectador. Não é possível acreditar que exista um vilão assim, cujo propósito é ser um rei sem súditos.
O ponto forte é que a técnica de animação é bem superior à séria original, Beast Wars. Mas isso morre por causa do design porco dos personagens.
Certas coisas do passado precisam ficar no passado, guardadas na memória como boas lembranças de tempos mais imaturos. Essa animação é um exemplo disso.
Não vou entrar nas questões técnicas, pois para a época esse estilo de animação era revolucionário, ainda que caísse como chumbo dentro do vale da estranheza. Hoje em dia é uma técnica datada que envelheceu mal, mas ainda assim foi revolucionária.
O problema maior mesmo é o roteiro. O argumento geral da série é interessante, mas o desenvolvimento é longo, arrastado, cheio de episódios vazios e diálogos sem valor. Estraguei uma boa memória revendo a série 25 anos depois.
Assisti aleatoriamente, por recomendação da netflix, sem saber do que se tratava. E mais uma vez a Netflix errou na recomendação. Que sériezinha mais mequetrefe!
A idéia é interessante, a mensagem é válida, mas a execução é uma vergonha. Os diálogos são horríveis. E o pior: tudo precisa ser explicado nos mais ínfimos detalhes. Parece os cavaleiros de CdZ explicando como seus golpes funcionam. Isso me cativava quando eu era criança, com meus 8 anos de idade, lá em 1994. Hoje em dia, um histórias que precisa ficar o tempo todo se explicando em monólogos piegas é mais que chato, é insuportável.
E o pior de tudo: eu assisti a série toda para no final não explicar nada? Não acontecer nada? "Ah, mataram um monte de gente, surgiram na Terra para salvar o planeta, mas agora resolveram dormir porque... ora, porque sim." Ah, por favor, né?
House é, com certeza, uma das séries mais marcantes da História. E eu finalmente terminei de assistir, de cabo a rabo, muitos anos depois de ter assistido pela primeira vez.
Fico surpreso ao ver que a internet redescobriu House recentemente, mais de 10 anos depois de seu término, e estão criticando o acharem que é tudo igual. E de fato é: todos os episódios seguem um mesmo padrão de roteiro. Mas não se assiste House pela história do dia. Assiste-se pelo House em si. A série é sobre ele e não sobre os casos médicos que ele soluciona. O que poucos devem saber é que House foi inspirado em Sherlock Holmes. E com Holmes acontece a mesma coisa. Eu já li todos os romances e contos do Sherlock e posso dizer que são, em sua maioria, todos iguais. O fã do detetive não lê as histórias pelo mistério, mas sim pelo personagem. O que importa é Holmes e seu modo de agir. E a série adaptou isso muito bem, fazendo de House o seu principal foco e deixando o mistério médico como segundo plano.
E isso é tão forte, que você começa a se questionar, a questionar seu próprio gosto pelas pessoas, pois de repente você percebe que House é um filho da p*ta, mas ainda assim você o ama. Como isso é possível?
Não precisa nem conhecer de geologia e arqueologia. Basta saber um pouco de retórica pra desacreditar de tudo. Os questionamentos são válidos, a ideia de uma civilização já formada na antiguidade não deixa de seef uma possibilidade. Mas a retórica do cara mata toda a teoria. Em vez de tentar se bancar sozinho, ele precisa atacar o argumentador a todo momento. Ou seja, seus argumentos são tão fracos que o único modo de fazê-los ter algum peso é desmerecendo os estudiosos que se opõem a ele. Vale pela curiosidade, mas não é pra ser levado a sério.
Já fazem uns meses que terminei de assistir, já não me lembro bem para avaliar. Mas de modo geral, lembro que gostei bastante. A primeira temporada é bem melhor que a segunda, mas o conjunto da obra é muito bom. O pano de fundo não agradou como eu imaginei que agradaria, mas o desenvolvimento do protagonista foi muito bem realizado. A ideia do guerreiro que vira escravo não é nada original, temos muitos exemplos assim, mas a redenção nesta série é bem interessante. O mais interessante pra mim foi ver uma série japonesa ambientada na Europa medieval, mais especificamente a na cultura nórdica. Uma proposta ousada para o Japão.
Ainda que naõ seja a melhor série de humor que já vi, tem lá seus méritos, principalmente por ser tão politicamente incorreta ao tratar de relações familiares e de abuso de poder doméstico. Reflexo de uma época em que existia ainda mais liberdade para se fazer bizarrices na televisão. As 3 primeiras temporadas são muito boas e mantém um padrão estético e um eixo central e roteiro interessante. Deveriam ter parado por aí. Retomar a série após 6 anos e, novamente, após outros 5 anos, foi arriscado demais e totalmente desnecessários. A produção da Netflix modificou totalmente o rítimo da série e estragou toda a fluidez. A partir da 4ª temporada, os episódios são truncados, cheios de idas e vindas no tempo e extremamente confusos. A linha temporal é tão complexa, que o espectador passa mais tempo tentando entender a lógica do roteiro que simplesmente se entregando as piadas. Resultado, não se acha graça em nada por não conseguir degustar uma piada. Vai entrar pro hall das séries esquecíveis.
The Office é, com certeza, uma das melhores produções de TV da História. Não só por sua originalidade de formato e tema, mas principalmente pelos ótimos personagens e o talento de todo o elenco. A série segue um crescente constante, melhorando a cada nova temporada.. até chegar na 7ª. Com a saída de Steve Carrel, o roteiro das temporadas seguintes parece se perder um pouco. As constantes mudanças de gerência da filial e da própria empresa mostram como os roteiristas estavam perdidos, sem saber bem como dar continuidade ao enredo. Pareciam estar sempre experimentando. Após o sucesso de Ed Helms na franquia Se Ber Não Case, Andy Bernard começa a ganhar bem mais destaque no elenco e, apesar de ser bom, seu personagem não sustenta o nível de Steve Carrel. Mas a série melhora no final entrega um emocionante desfecho a partir da segunda metade da 9ª temporada. No fim de tudo, fica a sensação de ter valido a pena assistir cada capitulo!!!!
Comecei a assistir essa série animada de forma extremamente despretensiosa e em poucos dias estava preso à trama, assistindo compulsivamente.
De forma geral, o que primeiro chama atenção é a ótima mescla entre ação, drama e humor. Em seguida, os personagens se destacaram e cativaram. E por fim, um roteiro impecável para uma animação feita para o público infanto-juvenil.
A série tem uma evolução vertiginosa. Vai aos poucos migrando do humor para o drama. E essa migração acompanha (na verdade, é motivada) pelo desenvolvimento dos protagonistas. Cada qual com seu arco dramático muito bem concebido. Aliás, todos os protagonistas são ricos, bem construídos, realistas em seus dramas pessoais.
E o principal: a emoção. Um desenho animado feito para crianças que conseguiu me emocionar a ponto de gerar arrepios.
Definitivamente, uma das melhores séries animadas que já vi.
Encerra-se a com chave de ouro uma era de quase 15 anos. Better Call Saul manteve a qualidade do início ao fim da série, sem dever em nada ao seu original. O arco dos personagens é tortuoso, mas completo. Já quero outras obras de Vinci Gilligan para ver!
Um doc que, por um lado, é bem feito e essencial, mas por outro deixa a desejar. Foi fundo em três questões: o sofrimento da família, a legislação extremamente falha do país e no esclarecimento da curiosidade (que não existia até ser criada pela demanda gerada pelo próprio doc). Por outro lado, a série deixa a desejar por não dar nenhum tipo de voz aos condenados. E eu entendo os motivos: 1) a partir da condenação, não existem mais versões e o fato se torna oficial; e 2) o condenado só sairia lucrando com isso (como já está), afinal ele ganha a vida como "ex-assassino". Portanto, é totalmente compreensível que não haja espaço para os réus na série, mas é algo que, independente do tema ou circunstâncias envolvidas, sempre faz falta (pelo menos na minha visão de jornalista). Mas de modo geral é um excelente doc.
Muito aquém das duas primeiras temporadas. A parte técnica continua impecável. Tanto nas animações mais tradicionais quanto na ultrarealistas, o estilo e a qualidade são de muito bom gosto e excelência. Mas essa terceira temporada peca muito no conteúdo das histórias. Os três primeiros episódios são interessantes e os únicos que realmente mantém o nível das temporadas anteriores. Todo o restante traz histórias vazias e apelativas. Deixaram de lado os roteiros reflexivos e partiram para as histórias com intenção de chocar por chocar.
Já estou na última temporada, mas vou comentar antes de acabar só para registrar.
A série é excelente, não fica devendo em nada para a original. Um spin of de ótima qualidade ,um elenco de primeira linha e, o principal, perfeitamente encaixado no universo de Breaking Bad. Apesar de ter Saul como protagonista, o roteiro trata de todo o contexto que, posteriormente, dará início à saga de Walter White. Várias lacunas de Breaking Bad são preenchidas aqui. Termino em breve a última temporada, espero por boas surpresas.
Primeiro ponto importante: nunca joguei LoL e desconheço totalmente o contexto e história do jogo. Mesmo assim pude acompanhar e aproveitar a série, o que é ótimo, pois mostra que é um produto que se basta por si mesmo.
Segundo ponto importante: personagens! Fiquei impressionado com o fato de todos os personagens serem muito bem desenvolvidos ao longo de toda a série. Até os mais periféricos não estão ali apenas como muleta ou degrau para os protagonistas. Todos os personagens possuem contexto, motivação e arco dramática. É possível se envolver e compreender todos eles.
Terceiro ponto importante: um roteiro muito bem construído, com flash backs no momento certo e uma trama inteligente, sem maniqueísmo. Com personagens ricos, foi possível narrar uma história envolvente e honesta, sem enganar ou subestimar o espectador.
Por fim, vale ressaltar a questão técnica. Não tenho idéia de como é feito esse estilo de animação, mas é uma técnica muito bonita de se ver na tela. Uma das melhores séries animadas que já vi.
Bonus de comentário: além de todas as qualidades citadas acima, vale ressaltar que é uma série corajosa. Desconheço o público do jogo, mas levando em consideração machismo que rola nas comunidades gamers, fazer uma série com protagonistas femininas, poderosas e supostamente lésbicas foi de grande coragem dos produtores. E acertaram em cheio na decisão.
a séria se perdeu totalmente ao longo do tempo. Essa última temporada já não tinha mais nenhuma ligação com as anteriores. Valeu somente pela metalinguagem, principalmente do último episódio. Abed é o grande personagem dessa última temporada.
Aquela comédia leve com boas lições de morais e que não necessita ficar acompanhando. As coisas melhoram quando começam a fazer paródias de clichês do cinema.
De modo geral, é muito bom. Alguns episódios têm uma pegada filosófica interessante, outros são pura ação, e todos muito bem produzidos, uma qualidade técnica surreal.
Jovem Sheldon (7ª Temporada)
4.3 67 Assista AgoraUm spin off que nada fica devendo à sua série original: engraçada (do tipo que arranca risos a cada 15 segundos) emocionante, cativante, com personagens ricos e heterogênios.
A série traz um tom nostálgico, tanto por se passar nos anos 80/90 (o que, pra mim, é nostálgico demais) quanto por se tratar de reviver a história de personagem querido que faz parte da minha vida há mais de 15 anos.
Enfim, uma série que vai entrar pra história... pelo menos a minha história.
Wandinha (1ª Temporada)
4.0 711 Assista AgoraNão me entendam mal, a série é boa e eu gostei.
Mas a estrutura do roteiro é tão clichê, tão óbvia, que eu deduzi a quase a temporada toda no primeiro episódio. E descobri quem era a verdadeira vilã um episódio antes dela ser revelada.
Tenho formação na área, então pra mim é fácil conhecer estruturas de roteiro, mas sempre sou surpreendido com histórias que, no momento final, quebram essa estrutura e surpreendem - o que não foi o caso de Wandinha. Pra mim não houve nenhuma surpresa.
Mas me diverti e gostei bastante das referências à cultura pop de terror, principalmente à obra do Poe.
A Mulher da Casa Abandonada
3.5 81 Assista AgoraJá tem um tempo que assisti, e esqueci de marcar.
É um bom complemento ao podcast, traz imagens que ilustram os locais que, até então, eu só imaginava.
A parte que mais se destaca é a entrevista com a Hilda, que no podcast não existiu. Isso foi um ótimo complemento.
Beast Machines (1ª Temporada)
3.3 10Beast Machines tem três problemas graves:
Mira na mistura de tecnologia com orgânica, mas acerta na magia sem sentido. Ou seja, foge totalmente da questão "científica" e se torna algo religioso, místico. E isso destoa completamente da animação anterior e do universos de Transformers.
A transformação dos personagens nem sequer segue uma lógica. Eles apenas brilham e mudam, como Power Rangers morfando.
O outro problema é o design. Os personagens são grotescos, seus poderes/armas não cativam. O personagem morcego tem como ataque uma dentadura que ele cospe no inimigo. WTF???
O rato não tem arma nenhuma. NENHUMA!!! O cara não tem nenhum poder! Optimus lança bolas de energia do peito.
O terceiro é que, ainda que Megatron seja um ótimo personagem (o melhor da série), seu plano de dominação não faz nenhum sentido. ele simplesmente quer ser um sujeito solitário dominando um mundo vazio. Isso não convence o espectador. Não é possível acreditar que exista um vilão assim, cujo propósito é ser um rei sem súditos.
O ponto forte é que a técnica de animação é bem superior à séria original, Beast Wars. Mas isso morre por causa do design porco dos personagens.
Beast Wars - Guerreiros Virtuais (1ª Temporada)
3.8 29Certas coisas do passado precisam ficar no passado, guardadas na memória como boas lembranças de tempos mais imaturos. Essa animação é um exemplo disso.
Não vou entrar nas questões técnicas, pois para a época esse estilo de animação era revolucionário, ainda que caísse como chumbo dentro do vale da estranheza. Hoje em dia é uma técnica datada que envelheceu mal, mas ainda assim foi revolucionária.
O problema maior mesmo é o roteiro. O argumento geral da série é interessante, mas o desenvolvimento é longo, arrastado, cheio de episódios vazios e diálogos sem valor. Estraguei uma boa memória revendo a série 25 anos depois.
Parasyte: The Maxim
4.3 157Assisti aleatoriamente, por recomendação da netflix, sem saber do que se tratava.
E mais uma vez a Netflix errou na recomendação. Que sériezinha mais mequetrefe!
A idéia é interessante, a mensagem é válida, mas a execução é uma vergonha.
Os diálogos são horríveis.
E o pior: tudo precisa ser explicado nos mais ínfimos detalhes. Parece os cavaleiros de CdZ explicando como seus golpes funcionam. Isso me cativava quando eu era criança, com meus 8 anos de idade, lá em 1994. Hoje em dia, um histórias que precisa ficar o tempo todo se explicando em monólogos piegas é mais que chato, é insuportável.
E o pior de tudo: eu assisti a série toda para no final não explicar nada? Não acontecer nada? "Ah, mataram um monte de gente, surgiram na Terra para salvar o planeta, mas agora resolveram dormir porque... ora, porque sim." Ah, por favor, né?
Dr. House (8ª Temporada)
4.4 442 Assista AgoraHouse é, com certeza, uma das séries mais marcantes da História. E eu finalmente terminei de assistir, de cabo a rabo, muitos anos depois de ter assistido pela primeira vez.
Fico surpreso ao ver que a internet redescobriu House recentemente, mais de 10 anos depois de seu término, e estão criticando o acharem que é tudo igual. E de fato é: todos os episódios seguem um mesmo padrão de roteiro.
Mas não se assiste House pela história do dia. Assiste-se pelo House em si. A série é sobre ele e não sobre os casos médicos que ele soluciona.
O que poucos devem saber é que House foi inspirado em Sherlock Holmes. E com Holmes acontece a mesma coisa. Eu já li todos os romances e contos do Sherlock e posso dizer que são, em sua maioria, todos iguais. O fã do detetive não lê as histórias pelo mistério, mas sim pelo personagem. O que importa é Holmes e seu modo de agir. E a série adaptou isso muito bem, fazendo de House o seu principal foco e deixando o mistério médico como segundo plano.
E isso é tão forte, que você começa a se questionar, a questionar seu próprio gosto pelas pessoas, pois de repente você percebe que House é um filho da p*ta, mas ainda assim você o ama. Como isso é possível?
Revelações Pré-históricas (1ª Temporada)
3.2 21 Assista AgoraNão precisa nem conhecer de geologia e arqueologia. Basta saber um pouco de retórica pra desacreditar de tudo.
Os questionamentos são válidos, a ideia de uma civilização já formada na antiguidade não deixa de seef uma possibilidade. Mas a retórica do cara mata toda a teoria. Em vez de tentar se bancar sozinho, ele precisa atacar o argumentador a todo momento. Ou seja, seus argumentos são tão fracos que o único modo de fazê-los ter algum peso é desmerecendo os estudiosos que se opõem a ele.
Vale pela curiosidade, mas não é pra ser levado a sério.
Vinland Saga (2ª Temporada)
4.3 48Já fazem uns meses que terminei de assistir, já não me lembro bem para avaliar. Mas de modo geral, lembro que gostei bastante. A primeira temporada é bem melhor que a segunda, mas o conjunto da obra é muito bom.
O pano de fundo não agradou como eu imaginei que agradaria, mas o desenvolvimento do protagonista foi muito bem realizado.
A ideia do guerreiro que vira escravo não é nada original, temos muitos exemplos assim, mas a redenção nesta série é bem interessante.
O mais interessante pra mim foi ver uma série japonesa ambientada na Europa medieval, mais especificamente a na cultura nórdica. Uma proposta ousada para o Japão.
Arrested Development (5ª Temporada)
3.1 59Ainda que naõ seja a melhor série de humor que já vi, tem lá seus méritos, principalmente por ser tão politicamente incorreta ao tratar de relações familiares e de abuso de poder doméstico. Reflexo de uma época em que existia ainda mais liberdade para se fazer bizarrices na televisão. As 3 primeiras temporadas são muito boas e mantém um padrão estético e um eixo central e roteiro interessante.
Deveriam ter parado por aí.
Retomar a série após 6 anos e, novamente, após outros 5 anos, foi arriscado demais e totalmente desnecessários. A produção da Netflix modificou totalmente o rítimo da série e estragou toda a fluidez.
A partir da 4ª temporada, os episódios são truncados, cheios de idas e vindas no tempo e extremamente confusos. A linha temporal é tão complexa, que o espectador passa mais tempo tentando entender a lógica do roteiro que simplesmente se entregando as piadas. Resultado, não se acha graça em nada por não conseguir degustar uma piada.
Vai entrar pro hall das séries esquecíveis.
The Office (9ª Temporada)
4.3 685The Office é, com certeza, uma das melhores produções de TV da História. Não só por sua originalidade de formato e tema, mas principalmente pelos ótimos personagens e o talento de todo o elenco.
A série segue um crescente constante, melhorando a cada nova temporada.. até chegar na 7ª. Com a saída de Steve Carrel, o roteiro das temporadas seguintes parece se perder um pouco. As constantes mudanças de gerência da filial e da própria empresa mostram como os roteiristas estavam perdidos, sem saber bem como dar continuidade ao enredo. Pareciam estar sempre experimentando.
Após o sucesso de Ed Helms na franquia Se Ber Não Case, Andy Bernard começa a ganhar bem mais destaque no elenco e, apesar de ser bom, seu personagem não sustenta o nível de Steve Carrel.
Mas a série melhora no final entrega um emocionante desfecho a partir da segunda metade da 9ª temporada. No fim de tudo, fica a sensação de ter valido a pena assistir cada capitulo!!!!
Invencível (1ª Temporada)
4.3 415 Assista AgoraAs definições de super-heróis foram atualizadas.
Que grata surpresa conhecer essa séria animada.
Avatar: A Lenda de Aang (3ª Temporada)
4.7 326 Assista AgoraComecei a assistir essa série animada de forma extremamente despretensiosa e em poucos dias estava preso à trama, assistindo compulsivamente.
De forma geral, o que primeiro chama atenção é a ótima mescla entre ação, drama e humor. Em seguida, os personagens se destacaram e cativaram. E por fim, um roteiro impecável para uma animação feita para o público infanto-juvenil.
A série tem uma evolução vertiginosa. Vai aos poucos migrando do humor para o drama. E essa migração acompanha (na verdade, é motivada) pelo desenvolvimento dos protagonistas. Cada qual com seu arco dramático muito bem concebido. Aliás, todos os protagonistas são ricos, bem construídos, realistas em seus dramas pessoais.
E o principal: a emoção. Um desenho animado feito para crianças que conseguiu me emocionar a ponto de gerar arrepios.
Definitivamente, uma das melhores séries animadas que já vi.
Better Call Saul (6ª Temporada)
4.6 430 Assista AgoraEncerra-se a com chave de ouro uma era de quase 15 anos.
Better Call Saul manteve a qualidade do início ao fim da série, sem dever em nada ao seu original.
O arco dos personagens é tortuoso, mas completo.
Já quero outras obras de Vinci Gilligan para ver!
Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez
4.4 419Um doc que, por um lado, é bem feito e essencial, mas por outro deixa a desejar.
Foi fundo em três questões: o sofrimento da família, a legislação extremamente falha do país e no esclarecimento da curiosidade (que não existia até ser criada pela demanda gerada pelo próprio doc).
Por outro lado, a série deixa a desejar por não dar nenhum tipo de voz aos condenados. E eu entendo os motivos: 1) a partir da condenação, não existem mais versões e o fato se torna oficial; e 2) o condenado só sairia lucrando com isso (como já está), afinal ele ganha a vida como "ex-assassino".
Portanto, é totalmente compreensível que não haja espaço para os réus na série, mas é algo que, independente do tema ou circunstâncias envolvidas, sempre faz falta (pelo menos na minha visão de jornalista).
Mas de modo geral é um excelente doc.
Love, Death & Robots (Volume 3)
4.1 351Muito aquém das duas primeiras temporadas.
A parte técnica continua impecável. Tanto nas animações mais tradicionais quanto na ultrarealistas, o estilo e a qualidade são de muito bom gosto e excelência. Mas essa terceira temporada peca muito no conteúdo das histórias.
Os três primeiros episódios são interessantes e os únicos que realmente mantém o nível das temporadas anteriores. Todo o restante traz histórias vazias e apelativas. Deixaram de lado os roteiros reflexivos e partiram para as histórias com intenção de chocar por chocar.
Better Call Saul (1ª Temporada)
4.3 833 Assista AgoraJá estou na última temporada, mas vou comentar antes de acabar só para registrar.
A série é excelente, não fica devendo em nada para a original. Um spin of de ótima qualidade ,um elenco de primeira linha e, o principal, perfeitamente encaixado no universo de Breaking Bad.
Apesar de ter Saul como protagonista, o roteiro trata de todo o contexto que, posteriormente, dará início à saga de Walter White. Várias lacunas de Breaking Bad são preenchidas aqui.
Termino em breve a última temporada, espero por boas surpresas.
Arcane (1ª Temporada)
4.6 421Primeiro ponto importante: nunca joguei LoL e desconheço totalmente o contexto e história do jogo. Mesmo assim pude acompanhar e aproveitar a série, o que é ótimo, pois mostra que é um produto que se basta por si mesmo.
Segundo ponto importante: personagens! Fiquei impressionado com o fato de todos os personagens serem muito bem desenvolvidos ao longo de toda a série. Até os mais periféricos não estão ali apenas como muleta ou degrau para os protagonistas. Todos os personagens possuem contexto, motivação e arco dramática. É possível se envolver e compreender todos eles.
Terceiro ponto importante: um roteiro muito bem construído, com flash backs no momento certo e uma trama inteligente, sem maniqueísmo. Com personagens ricos, foi possível narrar uma história envolvente e honesta, sem enganar ou subestimar o espectador.
Por fim, vale ressaltar a questão técnica. Não tenho idéia de como é feito esse estilo de animação, mas é uma técnica muito bonita de se ver na tela. Uma das melhores séries animadas que já vi.
Bonus de comentário: além de todas as qualidades citadas acima, vale ressaltar que é uma série corajosa. Desconheço o público do jogo, mas levando em consideração machismo que rola nas comunidades gamers, fazer uma série com protagonistas femininas, poderosas e supostamente lésbicas foi de grande coragem dos produtores. E acertaram em cheio na decisão.
Community (6ª Temporada)
3.7 136a séria se perdeu totalmente ao longo do tempo. Essa última temporada já não tinha mais nenhuma ligação com as anteriores. Valeu somente pela metalinguagem, principalmente do último episódio. Abed é o grande personagem dessa última temporada.
Community (1ª Temporada)
4.4 278 Assista AgoraAquela comédia leve com boas lições de morais e que não necessita ficar acompanhando. As coisas melhoram quando começam a fazer paródias de clichês do cinema.
Brooklyn Nine-Nine (6ª Temporada)
4.3 130Não quero acreditar que essa é a penúltima temporada.
Brooklyn Nine-Nine (1ª Temporada)
4.3 437 Assista AgoraNão é a séria mais engraçada, é um humor leve e descontraído. Tenho gostado bastante.
Love, Death & Robots (Volume 2)
3.8 376De modo geral, continua bom, com alguns episódios melhores, outros piores. Mas também de modo geral, está aquém da primeira temporada.
Love, Death & Robots (Volume 1)
4.3 678De modo geral, é muito bom. Alguns episódios têm uma pegada filosófica interessante, outros são pura ação, e todos muito bem produzidos, uma qualidade técnica surreal.