Vamos combinar que a original já não era uma grande coisa, mas essa é um verdadeiro show de horrores. Péssimo roteiro, atuações sofríveis (com exceção da Flávia Alessandra, porque essa mulher nunca erra), um festival de canastrice. Não entendo como essa bomba ficou tanto tempo no ar.
Em geral, acho novela rural um porre, mas resolvi dar uma chance a No Rancho Fundo, em parte por estar curiosa com o conteúdo do que foi anunciado como um spin off de Mar do Sertão, que apesar dos pesares, foi até palatável.
Aqui a fórmula usada no produto de qual foi derivada, se repete. Não há nada em No Rancho Fundo que não tenha sido visto em Mar do Sertão. Ainda por cima, insistem em usar como referência para uma novela contemporânea, um recorte desatualizado do Nordeste.
Fotografia péssima. Escura e depressiva demais. A sensação que me causou é de estar assistindo a um filme de terror. José Inocêncio do Segundo Testamento, intragável. Marcos Palmeira não parecia estar muito à vontade no papel, e em diversos momentos me deu a impressão de que não queria estar ali. Quase dava para enxergar as nuvens escuras e pesadas sobre a cabeça dele. A atuação desastrosa da (quase) sempre impecável Camila Morgado, na pele da "Dona Patroa" continua a me assombrar.
Pior novela do horário das sete que já tive o desprazer de assistir. Formou a minha convicção de que Paola Oliveira é apenas uma gostosona superestimada, e de que o Marcelo Serrado interpreta ele mesmo em toda novela.
Pontos fortes: O carismático Timbó, vivido pelo Enrique Diaz, a Xaviera de Giovana Cordeiro, o núcleo religioso da novela, o Kubrick stare da Débora Bloch, o anti-herói Tertulinho, o sotaque gostoso do Nordeste, as covinhas da Candoca (Isadora Cruz), Sabá + Romera e Totonho e Palmito.
Pontos fracos: A química de centavos do casal protagonista, o Sérgio Guizé interpretando a ele mesmo (incrível como esse cara nunca mais fez nada que preste desde que interpretou o icônico Candinho), o cabelo e barba sebosos do Zé de Abreu.
A trama teve seus erros e acertos, mas conseguiu ser leve e divertida, e há bastante tempo um plot de época não conseguia me prender como Além da Ilusão.
Os mocinhos interpretados por Manoela e Vitti possuem a química de milhões. Me diverti muito com as loucuras do casal aparvalhado, Julinha e Constantino, e senti muito ódio da vilã Úrsula.
Me emocionei com a história da Heloísa e amei as desventuras da anti-heroína Mariana, que chegou como quem não quer nada e conseguiu ser um agradável alívio cômico, além de ser a responsável pela que foi para mim, uma das cenas mais emblemáticas do último capítulo, uma nada sutil referência à um dos meus filmes favoritos, Psycho.
Uma das novelas mais gostosas para assistir nos finais da tarde. Infelizmente, a emissora responsável pela exibição em terras brasileiras, não soube valorizar o produto e saiu picotando a trama a esmo, o que resultou em falta de coerência em diversos momentos. Porém, isso não tira a brilho dessa produção. José Ron e Eva Cedeño são os intérpretes do casal de protagonistas, antagonizados pelo ótimo Jorge Salinas. O destaque fica por conta do personagem Nicolas, interpretado pelo carismático ator, Leonardo Herrera. Fugindo do esteriótipo overused de crianças antipáticas, perpetuado ao longo dos anos pelas produções mexicanas, o personagem de Herrera é encantador e a química entre ele, Cedeño e Ron, que interpretam seus pais na trama, é do tipo que deixa o coração de qualquer um quentinho.
Chata, arrastada e repleta de atores canastrões. A trama não desenvolve, e o Max do William Levy , é um dos mocinhos mais xaropes que eu já tive o desprazer de assistir em uma telenovela.
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Êta Mundo Melhor!
2.7 4Vamos combinar que a original já não era uma grande coisa, mas essa é um verdadeiro show de horrores. Péssimo roteiro, atuações sofríveis (com exceção da Flávia Alessandra, porque essa mulher nunca erra), um festival de canastrice. Não entendo como essa bomba ficou tanto tempo no ar.
No Rancho Fundo
3.4 3Em geral, acho novela rural um porre, mas resolvi dar uma chance a No Rancho Fundo, em parte por estar curiosa com o conteúdo do que foi anunciado como um spin off de Mar do Sertão, que apesar dos pesares, foi até palatável.
Aqui a fórmula usada no produto de qual foi derivada, se repete. Não há nada em No Rancho Fundo que não tenha sido visto em Mar do Sertão. Ainda por cima, insistem em usar como referência para uma novela contemporânea, um recorte desatualizado do Nordeste.
Renascer
3.5 9Fotografia péssima. Escura e depressiva demais. A sensação que me causou é de estar assistindo a um filme de terror.
José Inocêncio do Segundo Testamento, intragável. Marcos Palmeira não parecia estar muito à vontade no papel, e em diversos momentos me deu a impressão de que não queria estar ali. Quase dava para enxergar as nuvens escuras e pesadas sobre a cabeça dele.
A atuação desastrosa da (quase) sempre impecável Camila Morgado, na pele da "Dona Patroa" continua a me assombrar.
Cara e Coragem
2.4 6Pior novela do horário das sete que já tive o desprazer de assistir. Formou a minha convicção de que Paola Oliveira é apenas uma gostosona superestimada, e de que o Marcelo Serrado interpreta ele mesmo em toda novela.
Mar do Sertão
3.9 10Pontos fortes: O carismático Timbó, vivido pelo Enrique Diaz, a Xaviera de Giovana Cordeiro, o núcleo religioso da novela, o Kubrick stare da Débora Bloch, o anti-herói Tertulinho, o sotaque gostoso do Nordeste, as covinhas da Candoca (Isadora Cruz), Sabá + Romera e Totonho e Palmito.
Pontos fracos: A química de centavos do casal protagonista, o Sérgio Guizé interpretando a ele mesmo (incrível como esse cara nunca mais fez nada que preste desde que interpretou o icônico Candinho), o cabelo e barba sebosos do Zé de Abreu.
Além da Ilusão
3.7 10 Assista AgoraA trama teve seus erros e acertos, mas conseguiu ser leve e divertida, e há bastante tempo um plot de época não conseguia me prender como Além da Ilusão.
Os mocinhos interpretados por Manoela e Vitti possuem a química de milhões. Me diverti muito com as loucuras do casal aparvalhado, Julinha e Constantino, e senti muito ódio da vilã Úrsula.
Me emocionei com a história da Heloísa e amei as desventuras da anti-heroína Mariana, que chegou como quem não quer nada e conseguiu ser um agradável alívio cômico, além de ser a responsável pela que foi para mim, uma das cenas mais emblemáticas do último capítulo, uma nada sutil referência à um dos meus filmes favoritos, Psycho.
Te Dou a Vida
3.9 4Uma das novelas mais gostosas para assistir nos finais da tarde. Infelizmente, a emissora responsável pela exibição em terras brasileiras, não soube valorizar o produto e saiu picotando a trama a esmo, o que resultou em falta de coerência em diversos momentos. Porém, isso não tira a brilho dessa produção.
José Ron e Eva Cedeño são os intérpretes do casal de protagonistas, antagonizados pelo ótimo Jorge Salinas.
O destaque fica por conta do personagem Nicolas, interpretado pelo carismático ator, Leonardo Herrera. Fugindo do esteriótipo overused de crianças antipáticas, perpetuado ao longo dos anos pelas produções mexicanas, o personagem de Herrera é encantador e a química entre ele, Cedeño e Ron, que interpretam seus pais na trama, é do tipo que deixa o coração de qualquer um quentinho.
Triunfo do Amor
3.9 16Chata, arrastada e repleta de atores canastrões. A trama não desenvolve, e o Max do William Levy , é um dos mocinhos mais xaropes que eu já tive o desprazer de assistir em uma telenovela.