Pelos figurinos, lugares maravilhosos Lily Collins arrasando com cabelo novo e muitos homens bonitos. E dois adicionais: ver uma mulher como Sylvie, na idade dela, se dando bem (dentro do problemas que todos temos) é incrível.
nunca vi nada que dá tanto rodeio.Fico feliz que a Emily não tenha ficado o Marcello, porquê a química era zero. Eram lindos juntos, em formato de foto e só. Fiquei feliz com o personagem do Gabriel, finalmente fizeram algo bom com ele (os gritos valeram, Lucas Bravo). Agora a Mindy...a Emily, mesmo que milimétricamente, - assim como todos os personagens - evoluiu, e a Mindy parece estagnada. Espero que ela sendo a carregadora dos triângulo amoroso, que está realmente valendo a pena, amadureça. E eu senti falta da Camille. Espero ver ela na Grécia!
Confesso que, tantas "faltas de noção" me incomodaram. Na primeira temporada, achei tudo demais e as partes fantásticas se encaixavam perfeitamente. Não foi o que aconteceu aqui. Hm, não sou fã de animes e não costumo mais - diferente da infância - assistir muitos deles, então pode ser isso; mas acho que eles poderiam, fazer algo mais enxuto. Não é mais anos 90, onde precisam encher de filler. Não li o mangá, então não posso argumentar aqui, mas pareceu repetitivo - talvez sempre tenha sido assim? Porém, continuo gostando do anime (é puro anime conforto mesmo) e darei chance para a terceira temporada (se tiver).
Lendo os comentários, percebi que muita gente não entendeu o conceito do filme. Gostar ou não, é diferente. Entender ou não, é questão do olho e da bagagem e/ou conhecimento. Primeiramente: não é um filme de utopia. Nem de violência gratuita, nem de super ação e nem de contar a história particular de alguém. É um filme sobre guerra civil no EUA, simples. Onde milhares de pessoas estão envolvidas, e cada uma vai viver sua experiência. E não existe melhor personagem para passar essa ideia do que um jornalista, principalmente, fotógrafos. São pessoas normais, que estão monitorando todos os lados, sem se envolver com nenhum lado. Não podem se abster, negar ou rejeitar, e também não podem aceitar, comemorar e abraçar. Passar as coisas como elas são, com o olhar sempre atento.
O filme todo é um processo, onde vemos 3 jornalista profissionais e uma aspirante a jornalista, embarcando em uma viagem de carro, por parte dos EUA, acompanhando os acontecimentos aleatórios ao longo da estrada, de um país em guerra, em guerra entre si. Guerra civil mostra diversos lados e mentalidades de pessoas de um mesmo país, e como elas lidam com os acontecimentos a volta dela. Você vê de tudo, e não pelo prisma de alguém partidário, e sim de alguém que só conta; só transmite puramente o que está acontecendo; sem opiniões. Os protagonista, por estarem nesse limbo, passam por grandes transformações internas, pois os horrores da guerra, tudo o que viram e ouviram, passam por suas mentes a todo momento e em nenhum momento expressam qualquer opinião, além da necessária para sobreviverem mais um dia. Como já disse, o filme inteiro é um processo lento e doloroso, sobre o desmantelamento de ilusões e da cruel realidade de uma Guerra Civil. A troca entre Jessie e Lee é onde vemos como a sociedade evolui. Quem prestou atenção nas interações delas, percebe a troca de um ser humano para outro, onde existe um afeto apenar por existir; o qual nos move, mas também nos machuca. A cena do posto de gasolina se repete na última etapa do filme, só que inversamente. O dialogo da cena do helicóptero se conecta com a cena penúltima cena filme. A transformação e troca entre Lee e Jessie chega a seu ápice, e assim vemos a repetição da história. Enquanto houver uma sociedade, haverá sempre a possibilidade eminente de uma guerra interna. Esta longe de ser um filme convencional, ainda mais na temática de Guerra. A fotografia é incrível, trazendo um pouco de beleza em momentos inteiramente assustadores; como a cena do bombardeamento, sendo vistos como fogos de artifícios.
Ps: No final, você assiste e tira suas próprias conclusões, e querendo ou não, se você ler os comentários, você consegue ver muito das pessoas por eles.
Acho que essa versão do del Toro era para mostrar a dualidade do ser humano, o fato do Vitor se tornar quem ele mais odiava, tentando burlar o sistema natural, tirando da criatura a mãe que também lhe foi tirada tão cedo, dando lhe a vida sem nenhum abraço, apenas exigências. Assim como seu pai, ele buscou apenas na capacidade intelectual e quando viu o descontrole de um "recém nascido" alto, com força descomunal e regeneração sobrenatural, o pânico tomou conta. Dentro do paradoxo de dar vida imortal a um ser, feito de pedaços já mortos, Vitor não se deu conta da carga emocional que significa dar a luz a um ser completamente novo. Seu desejo de vingança tomou conta do homem que, um dia foi uma criança feliz, a qual tinha uma conexão forte com a mãe/feminino e se perdeu após a brutal morte da mesma. Acho que o fato do Vitor também ser um monstro, tanto como a criatura também pode ser humana, é uma prova que a humanidade não tem a ver com o ser humano em si - como animal racional - mas na capacidade de se conectar com o mundo a sua volta. Num mundo cruel, a criatura se agarrou as detalhes da vida e do pouco afeta que recebia, criou uma força interior suficiente para não negar seus sentimentos. Enquanto Vitor, inteligente, tendo Elizabeth, William e Henrich como suporte emocional e financeiro, construía cada vez mais uma barreira a qual o isolava do mundo e o deixava absorto em si mesmo. O inicio do filme, pra mim, quebrou um pouco a narrativa Vitor vilão e Criatura vítima, pois claramente isso vai mudando dá metade para o fim. Por ser fantasia, não acho que peca usar roupas diferentes da época que se passa, ainda mais com o propósito de enaltecer a fotografia. Sobre o relacionamento da Elizabeth e da Criatura parecer apressado, eu concordo em partes; foi rápido, porém, ela já vinha deixado rastros do seu descontentamento com os homens e as decisões do mesmo, em sua época, se sentindo um peixe fora d'água. A criatura por ser pura e deslocada do mundo onde vive, chamou sua atenção. Não sei dizer se foi romântico, se essa era dúvida de alguns, pois eu acho que não. Era um amor incondicional, do tipo "sim, eu consigo te entender; sim, eu também vejo beleza na natureza e na sua simplicidade".
O filme pode não ser perfeito, mas ele do jeito que está, é perfeito por si só.
Ps: a atuação do Oscar Isaac pareceu fraca, mas eu acho que não tinha muito o que fazer. Vitor passa 99% do filme dentro da própria cabeça, alimentando seus próprios desejos e preconceitos quase o tempo todo.
Eita filme bom! Quanto menos você souber sobre o filme em si, melhor será a experiência. Em contra partida, é maravilhoso ver uma linha do tempo tão perfeita, juntando todas as histórias as quais se ouviu sobre o Ney, ao longo de sua vida. Uma cinegrafia que se permite explora o lado místico e artístico ao máximo, enquanto conta a história realística desde ser humano incrível, que é o Ney Matogrosso.
Mas o filme é muito bom. Porém, precisa ter um pouco de estômago para isso. Se você é muuuuito sensível, melhor passar esse. Suspiria é menos nojento e asqueroso, porém ambos tem uma fotografia linda e os figurinos + cenários são de encher os olhos.
Saí do cinema pela segunda vez e uau, esse filme conseguiu ficar melhor! Consegui perceber que de fato, nada nesse filme está jogado. Cada palavra e expressão, tem um porquê. Se me senti um pouco cansada de estar sentada na primeira vez, nesta segunda, o filme parece que passou rapidamente! Nem quero imaginar como será a terceira...vou simplesmente deixar acontecer. Esse filme realmente é muito especial. Minutos após a sessão terminar, eu senti algo diferente; esse filme parece ter exorcizado certas incertezas dentro de mim e assim, me fez olhar para o que realmente importa. E ironicamente, lá estava eu perplexa com os efeitos, sem saber pra onde ir. Parece que algo morreu ali na sala de cinema, e eu deixei pra trás. Incrível. Com atuações maravilhosas, de personagens incríveis sobre pessoas diferenciadas, em conjuntos com um roteiro, direção, trilha sonora e ambientação caminhando lado a lado, não tem como não se maravilhar por este longa-metragem. Sou um pouco suspeita, pois eu amo musicais e adoro filmes com/sobre música. Enfim, um filme que levarei para o coração.
Com vibe bem anos 80, o filme trás uma referências forte de Atração Mortal/Heathers e umas pitadas de Edwards Mãos de Tesoura; adicionando Garota Infernal/Jennifer's Body como referência (pela participação da Diablo Cody), a única coisa certa a ser esperada era: bizarrices. E sim, é o que mais tem.
Assim como Garota Infernal, há uma transformação da personagem, mesmo que não de forma tão explícita, sobre o desejo de assassinar as pessoas as quais, de alguma forma, contribuíram para seu eterno sentimento de não pertencimento - tanto sobre sua família e a cidade a qual ela teve de ser obrigada a pertencer/se mudar.Lisa não sofreu nenhum efeito sobrenatural, o qual pudesse explicar o seu desejo incontrolável, ou até mesmo, vingança amaldiçoada, como no caso de Jennifer. E muito pelo contrário;Lisa apenas viu uma oportunidade de se vingar em prol do seu "namorado" zumbi, sendo até “influenciada”, de certa forma - assim como em Atração Mortal. Aqui, Lisa abandona seu look de garota estranha e passa a se vestir e agir de forma bem mais confiante e impetuosa, lembrando uma mistura entre Madonna anos 80 com pegada gótica, talvez influência da banda citada por ela mesmo no filme, The Cure.
No final, fica claro (apesar do filme nem fazer questão de esconder) o quão Lisa é a verdadeira “culpada”, ou melhor dizendo, a autora da maioria de todos os acontecimentos estranhos, abusivos e tristes de sua vida. Tão entretida em seu próprio mundo, que não consegue perceber os sinais - tão claro para nós, espectadores - do que acontece ao redor dela e isso vai se facilmente gerando uma bola de neve, afinal, nem apagar as provas e pistas, e nem entender os motivos de seu cúmplice ela é capaz. Quando a bomba estoura, após um breve momento de lucidez, a loucura e a bizarrice tomam conta de vez.
O filme em si, tinha tudo para ser demais, porém algumas coisas, nem sei direito o que explicar, fizeram ele, em sua maioria parecer bobo e arrastado, aumentando suas falhas, erros e furos. Ainda assim, acho ele totalmente válido. Há muitos detalhes bons e interessantes, com boa fotografia e trilha sonora.
A prova de muitas fanfics não deveriam sair na internet.
Sim, eu sei que tem um livro. Me pergunto se pensaram: "Se Cinquenta tons de cinza era uma fanfic de Crepúsculo, porque não misturamos os dois?!". Podia até ser uma boa idéia, só que, sem a parte da fantasia, não tem quem aguente esse amor adolescente 'conectado pela tristeza'; ainda mais cheio de pretensões poéticas. Eu achava que Ligações Perigosas 2022 foi o pior filme que eu assisti de 2023/2024 (e provavelmente, da última década), mas esse aqui tá competindo fortemente pelo cargo.
Nota mental: Parar de ver romances adolescente do netflix baseado em livros. Por algum motivo, não tá dando certo.
Quase duas horas de um monte de coisa, e entre elas, o vai-e-vem do casal principal, e 40 minutos já era suficiente para eles se resolverem.
Pra mim, a coisa mais absurda desse filme foi a atuação. Tirando a Charlotte, todos os personagens (Célene, Tristan, Vanessa) principais eram terríveis demais! Eu não boto a culpa nos atores (ou pelo menos, não totalmente); porque eles estavam com uma batata quente na mão...porém mesmo assim, podiam ter feito esse sofrimento mais interessante, em vez de patético.
E sobre filme: Nada faz sentido. Simples assim.
Um monte de possibilidades para serem abordadas, e nenhuma foi de fato aconteceu; foi uma salada de frutas pobre, sem sabor de qualquer coisa, você só sente que está mastigando algo porque o tempo no relógio está correndo. Com tantos detalhes sobre modernidade, num lugar no interior, onde as casas são antigas e todo aquele conceito a lá Maria Antonieta, eu esperava que, ao menos, uma boa mensagem sobre amor de verdade nos tempos atuais (como a protagonista se dando conta que alma gêmea é um conceito complexo, e 99,99999% não vai achar a pessoa certa na primeira tentativa; e que graças adeus, podemos experimentar e escolher com quem vamos ficar) ; ou a nova face da hipocrisia social (militância 24/7 e a cultura do cancelamento andando lado a lado; onde os influencers são """jesus e judas ao mesmo tempo""") MAS NÃO. eu, como mera mortal sem nenhuma especialidade na área, tive 500 ideias de como salvar esse filme, mas ninguém nessa produção se deu ao trabalho. Agora, esse filme pode ter funcionado pra geração tiktok: um monte de informação, sem explicação alguma, passando na sua tela, sem foco algum.
A mente da protagonista é tão volúvel quanto maratonar vídeos de autoajuda no tiktok/youtube e não saber mais o que pensar/onde começar. E o protagonista sempre foi levado pela casualidade; sem uma fibra no corpo e por isso, seria incapaz de fazer o que o Tristan de Segundas Intenções fez; tanto as maldades quanto se entregar de fato ao sentimento de amor; e a "vilã", olha....ela deve ser fã da Regina George (Meninas Malvadas) e tentou imitar ela; quando na real, ela deveria aceitar que ela não gosta ou tem dificuldade de lidar com os sentimentos alheios e ir pra uma terapia.
O filme é maravilhoso; não é perfeito, mas entrete de forma ácida, mas gostosa. Cada um tem uma experiência, mas pode admitir que você não gostou, é menos vergonhoso do que achar um monte de críticas baseada nas vozes da sua cabeça. Se você odiou, é porque você não sabe nada das pessoas ou sobre o projeto. Não é um filme para crianças. Não é comédia, é sátira. Não é a atuação ruim, todos os personagens são caricatos, todos! Não é lacração, é verdade com ironia. Sim, a Barbie é magra, loira e branca. E qual a novidade? Sim, tem Barbie pra todo mundo pq tem Barbie até na índia, se tu não sabe. Só admita que você não consegue lidar com um homem que admite sua vulnerabilidade e sua crise existencial; E muito menos, lidar com uma mulher livre - de verdade. Só quem não sabe nada de si, que fica com medinho da militância e da influência que o filme pode causar. Afinal, acredita que todos sejam desprovidos de pensamento próprio - assim como ele -, e ficam borrando as calças quando seu "Barbieworld" interno desmorona e eles precisam aceitar que o mundo progride - eles querendo ou não.
Confesso que fui esperando nada, e sim, paguei a entrada no cinema com direito a pipoca, para ver um filme que tem tudo para ser ruim e dublado (já não basta que o negócio é inglês, ainda tem que assistir dublado - e não tem nem o 3D como desculpa. Aqui me questionei quem era o público-alvo)
Ainda bem que mal falam e mais repetem as mesmas coisas. Não reparei na trilha sonora, aliás, tirando a Pink no final, teve música? O negócio era beeem cortado em diversos momentos. O corte que do nada tá o Seiya lá, quebra pedra e aparece a armadura e é isso...time péssimo. O cara finalmente conseguiu a armadura em 60 segundos de cena, jogada do nada. Tirando toda a mudança da história, que é gigante, mas eu superei isso...filme é todo torto comparado a história original. Ah, as perucas da Marin e da Atena me incomodaram. O suposto amor do Seiya pela Saori que começou dá forma mais clichê da história do cinema - não tô brincando, é sério
Achei efeitos bons. Eu não sou fã de efeitos especiais e nem curto filmes recheados deles, então achei esse bom. Não me deixou tonta e foram bem bonitos.No geral, achei a estética bonita. No ínicio achei que era meio cyberpunk, depois as cenas na grécia pareciam de drama-romance, e depois o refugio a la vingadores da mãe dela...honestamente, tava bem bonito. Tirando a Saori, gostei de todos os velhos e novos personagens e a na forma deles
FALA SÉRIO GENTE! NÃO É ICONICO A JEAN GREY E O IKKI TRABALHANDO JUNTOS? Como assim vocês não viram a graça? e o Ikki todo playboy marrento?! Tô rindo até agora. E as piadas são bem bestas, mas dá pra rir, junto com todo o roteiro falho. O que foi aquelas velas pro Ikki conversar com o prisioneiro? Achei que ia invocar alguma coisa. O Cassius que não sabe fazer negócio? A negociação dele com a Jean Grey foi demais. E o que foi o fanservice do Mackenyu no final? Tudo se destruiu, só sobrou a calça jeans kkkkkkk senhor, por isso a calça jeans nunca sai de moda
Se você for assistir pelo mesmo propósito que eu, você vai gostar: Ver fanservice do Mackenyu e rir muito. Prepare-se!
Até pq não tem nada que possa te preparar pra ver a cena final, em que Seiya olha pra Saori, com aquela cara de songo-apaixonado e chama ela de "Minha Deusa" e ela ri. KKKKKKKKKKKK SÉRIO, quase caí da cadeira de tanto rir. Valeu por tudo.
Fiquei surpresa com essa temporada...gostei demais. Eu gostaria de ter visto mais jogos, porém ambos do Rei de Paus - literalmente - (desculpa, não podia perder a piada) e Valete de Copas valeram bastante! Querendo ou não, a série só apresenta jogos importantes, os quais, de alguma forma, muda o rumo da história; se não, o jogo mal aparece. Foi uma temporada mais sanguinária e com MUITO drama; e era de se esperar: todos já cansados, se agarrando ao que desse para sobreviver, testando comprometimento de uns com os outros e com a própria vontade de continuar, mesmo sem saber se, de fato, poderiam voltar par ao lugar de onde vieram. Final é redondo...
...até a carta do curinga aparecer. E aí, todas as dúvidas dessa temporada sobem na mente kkkk (só resta rir mesmo). Enfim, ainda não sabemos se vai ter ou não
Não sei se fui só eu, mas desde a 1° temporada, eu percebi essa real atmosfera videogame. Eu sei que essa era a proposta, mesmo muito jogos fossem básicos, tabuleiro e etc, tudo envolta dessa realidade era muito fora do normal - além do que deveria ser - quase artificial por si só. Isso ficou ainda mais gritante na 2° temporada. Como comentei, rolou muito sangue, e até a forma de como as pessoas morriam pareciam como um jogo de realidade virtual.
Até as roupas dos personagens! Eu me dei conta como cada um dos principais - mocinhos ou vilões - tinha uma estética única, imediatamente "linkando" com alguém jogo de PlayStation. Exemplo, a Ann me lembrou muito a Nina do Tekken 3; Kuina então...vários passaram na minha mente. Até o fato do Chishiya ter cabelo loiro e ser médico (observação estranha, mas o japão é muito chato com essas coisas, todos devem ser meio padrão, principalmente em cargos/profissões importantes) me deixou encucada. Com isso, eu levantei a hipótese de tudo ser uma ilusão virtual; e por isso, todas as "falhas" encaixaram perfeitamente bem.
Aliás, se lembrar do final da 1° temp., e nos episódios 7 e 8,...tem personagem que parece não morrer de jeito nenhum! Nigari e o Aguni parecem que reviveram várias vezes! O fato do fantasma do amigo do Aguni lá (consegui esquecer o nome), parecer super real e não só uma visão/alucinação; As trocas de cenários durante o jogo da Rainha de Copas, mas tudo isso me deixava na dúvida sobre a realidade virtual. Ps: Eu achei bem estranho como Heiya conseguiu estar viva no fim, depois de tudo (eita mulher), comparando ao Tatta, que morreu rapidamente. Tem lógica sim, mas naõ tem como negar a força de viver.
O simbolismos de Alice no país das Maravilhas. Apesar de ter entendido da Usagi (=coelho) de cara, eu demorei pra me tocar do "Arisu" (Alice em japonês) kkkkk
Bom, essa temporada fez várias menções sobre o livro e eu acho que preciso repetir né. Mas vale falar a corrida atrás de um coelho, o jogo final ser críquete + chá com a Rainha de Copas, o lance que finalmente Arisu decidiu tomar um caminho - mesmo que sem motivo aparente -, já que antes de ir parar lá, ele só deixava a vida levar, como se fosse um zumbi e sem tomar qualquer decisão.
Enfim gostei bastante. Queria um pouco mais do "Alice" e da "Coelha", como pessoas mesmo, e não romance, mas a cena dos Elefantes foi fofa(e engraçada)! Melhor assim, ao menos o elo deles ficou até o fim. E demorei, mas consegui me acostumar com falta de roupa e frases filosóficas do Kyuuma kkkk, no final, foi um dos meus queridinhos dessa temporada, junto com o grupo dele a mulherada toda (Kuina, Ann, Heiya, Mira, a Rainha de Espadas....e até a Usagi mereceu um lugar especial
Eu sei que muita gente deve ter pensando como isso é doentio. Entretanto, a cultura japonesa deixou estas frestas desde sempre. Japão não é o único país machista da Asia, então, isso não tem nada de novo; muito menos o interesse por meninas mais novas, vide animes tipo Chobits, ou os próprios hentais mesmo; sem contar o número de pessoas presa por pornografia infantil - de pessoas comuns a artistas famosos. Mas tem ponto positivo: eles não escondem a seus problemas sociais. Enquanto a Coréia do Sul coíbe a pornografia, fingindo que está indústria não existe, Japão escancara a essa indústria sem pudor algum, apresentando com louvor todas suas bizarrices.
Além disso existe o fator cultural vs. evolução vs. globalização: A cultura japonesa sempre foi machista e, por algum motivo insano, eles (homens) apreciam "relações sexuais forçadas" e acreditam que a mulheres gostam de serem "forçadas a submissão" (a vários filmes que enfatizam isso). Com todas certeza, nos tempos atuais a individualização e o empoderamento feminino em um crescente exponencial, a distância entre as raízes culturais arcaicas e a evolução gerou uma lacuna gigante, a qual é difícil de acompanhar principalmente para a geração dos anos 80 e 90. Com certeza, esses homens ainda acreditam na submissão da mulher e não conseguem lidar com a rejeição e, por isso - como explicado pelo sociólogo e a jornalista no documentário - , eles buscam meios de conseguir interação com uma figura feminina, a qual elas não possam negar sua aproximação e sua "demonstração de afeto". E cada vez mais, os homens japoneses entram nesse ciclo vicioso, buscando a cada dia novas idols para "amá-los".
Estranho, sim. Bizarro,sim. Mas se formos entrar em méritos de Cinquenta Tons de Cinza e Tinder&etc e, nós não estamos em um estágio tão diferente: a nossa bolha social de relacionamentos superficiais só diferente por termos culturais, mas ainda assim é uma bolha fadada ao fracasso.
Drama perfeito para você introduzir qualquer pessoa que não gosta de dramas típicos. Meu pai assistiu comigo e gostou tanto quanto eu; tanto que, como não acompanhou desdo início, fez questão de assistir novamente,
E o que fala do drama? Nem sei por onde começar, então...direi só uma coisa: o título não é nada demais,e muito menos a sinopse. Juro, você precisa de mais do que isso. Se não fosse as boas resenhas, aqui do filmow mesmo, eu não teria assistido tão cedo e talvez enrolasse para sempre. MAS Como as avaliações eram bem feitas (desisti dessa vida de olhar os dramas mais bem cotados porque a maioria [salvaremos Goblin, todos os Reply 19xx e alguns outros] não são tão bons assim, e você entra em ciclos viciosos a busca de um drama que te traga algo bom. Miaseng, Incomplete Life ou Vida incompleta com toda a certeza é um deles. Amo todas as pessoas que participaram disso. Sério mesmo. Dos atores ao cara que trocou a lâmpada no cenário. Sei que só foi bom assim por essa união de cada participante desse projeto. É um drama drama em que tudo é bom,mas não tão bom....suficiente eu diria. Bom o suficiente; e todos esses "bom o suficiente" transformaram uma série em algo inexplicável. Você tem vontade de assistir o próximo episódio, mas quer aproveitar o máximo de cada um, assistindo assim aos poucos; esperando o próximo momento, no próximo dia depois do trabalho. O timing é uma coisa de outro mundo. Tudo se fecha, tudo se encaixa. Ás vezes da impressão de ser um jogo de pingue-pongue, e é mesmo; porém, com boa percepção, vemos que cada jogada é única. O mais brilhante, é fato de você, mesmo sabendo o possível final para cada desenrolar da estória, você se dá o direito da dúvida esperançosa, só para não perder o prazer de uma leve surpresa.
Poderia falar horas, mas só digo uma coisa: vale a pena.Não tem nem porque dar a minha opinião da estória, prefiro mesmo que você assista.
Tendo uma percepção maior, este é o primeiro filme de Del Toro com tendências clássicas de seus filmes como O Labirinto do Fauno e A Espinha do Diabo (além das produções Os olhos de Julia e O Orfanato) feito em solo americano. Comparei isso ao fato de que no filme,o livro Edith foi recusado, não por ela ser uma mulher escrevendo uma história fantasmagórica (o que seria mais plausível para época), mas sim por "não ter uma história de amor". Para mim só algo a dizer: protesto silencioso. Ainda mais, com a sequência de romances clássicos
como a briga de dois homens por uma mulher, incesto, amigo de vários anos e homem misterioso/maquiavélico e mulher doce/curiosa
nada típicos dos filmes de Del Toro! Parece que a indústria cinematográfica americana não pretende dar abertura a exótica direção do diretor mexicano, sem moldar ao seu público para sempre clássico. Talvez reste a Guillermo a continuar com filmes tipo Círculo de Fogo e HellBoy em solo americano, e aplicar suas artes cinematográfica em território mexicano/espanhol.
MAS CLARO, a fotografia e a direção de arte merecem ganhar o Oscar para os próximos três anos, no mínimo.
Meu problema foi com o romance, que deu uma irritada ao longo da trama, e acabei por desfocar um pouco da magia e analogia física-quimica-tridimencional do filme, que é excepcional. Rever, rever, rever...
Um filme de situações cotidianas, com pessoas normais e cidades modernas. A única diferença é: os personagens abandonam as leis morais e éticas da sociedade. Resultado?! Já imaginou se você tivesse posto em ação aqueles pensamentos raivosos e vingativos, naquele momento? Bem, ... é exatamente isso, caro bombita!
Eu só não entendi. Sério mesmo, qual é a desse? Quer dizer, a direção de arte é FANTÁSTICA mas o filme....desnecessário. Tantas cenas desnecessárias, forçadas para serem fofas e modernas, tantos clichês não-querendo-ser-clichês.
Uma mistura estranha de Girls com Jane Austen e diálogos estilo Seth e Summer de The O.C. com frases de Lorelai Gilmore; ou seja, tentando parecer absurdamente irônico sem graça alguma.
Desnecessário. Só. Mas a direção de arte ainda podia fazer o meu quarto.
Morrendo eternamente de pena da Celia. O filme pode não ter cenas brutais objetivas (mas subjetivas...), porém a cena final, na casa da família...sem palavras.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 509 Assista AgoraSó de terem colocado Prince para tocar no "fim do mundo", e Heroes do David Bowie nos créditos, já ganhou mil pontos pra mim
Emily em Paris (5ª Temporada)
3.1 49 Assista AgoraPelos figurinos, lugares maravilhosos Lily Collins arrasando com cabelo novo e muitos homens bonitos. E dois adicionais: ver uma mulher como Sylvie, na idade dela, se dando bem (dentro do problemas que todos temos) é incrível.
Mas é por isso mesmo, porquê sinceramente...
nunca vi nada que dá tanto rodeio.Fico feliz que a Emily não tenha ficado o Marcello, porquê a química era zero. Eram lindos juntos, em formato de foto e só. Fiquei feliz com o personagem do Gabriel, finalmente fizeram algo bom com ele (os gritos valeram, Lucas Bravo). Agora a Mindy...a Emily, mesmo que milimétricamente, - assim como todos os personagens - evoluiu, e a Mindy parece estagnada. Espero que ela sendo a carregadora dos triângulo amoroso, que está realmente valendo a pena, amadureça. E eu senti falta da Camille. Espero ver ela na Grécia!
Ranma ½ (2ª Temporada)
3.6 8 Assista AgoraConfesso que, tantas "faltas de noção" me incomodaram. Na primeira temporada, achei tudo demais e as partes fantásticas se encaixavam perfeitamente. Não foi o que aconteceu aqui. Hm, não sou fã de animes e não costumo mais - diferente da infância - assistir muitos deles, então pode ser isso; mas acho que eles poderiam, fazer algo mais enxuto. Não é mais anos 90, onde precisam encher de filler. Não li o mangá, então não posso argumentar aqui, mas pareceu repetitivo - talvez sempre tenha sido assim? Porém, continuo gostando do anime (é puro anime conforto mesmo) e darei chance para a terceira temporada (se tiver).
Guerra Civil
3.5 649 Assista AgoraLendo os comentários, percebi que muita gente não entendeu o conceito do filme. Gostar ou não, é diferente. Entender ou não, é questão do olho e da bagagem e/ou conhecimento.
Primeiramente: não é um filme de utopia. Nem de violência gratuita, nem de super ação e nem de contar a história particular de alguém. É um filme sobre guerra civil no EUA, simples. Onde milhares de pessoas estão envolvidas, e cada uma vai viver sua experiência. E não existe melhor personagem para passar essa ideia do que um jornalista, principalmente, fotógrafos. São pessoas normais, que estão monitorando todos os lados, sem se envolver com nenhum lado. Não podem se abster, negar ou rejeitar, e também não podem aceitar, comemorar e abraçar. Passar as coisas como elas são, com o olhar sempre atento.
O filme todo é um processo, onde vemos 3 jornalista profissionais e uma aspirante a jornalista, embarcando em uma viagem de carro, por parte dos EUA, acompanhando os acontecimentos aleatórios ao longo da estrada, de um país em guerra, em guerra entre si.
Guerra civil mostra diversos lados e mentalidades de pessoas de um mesmo país, e como elas lidam com os acontecimentos a volta dela. Você vê de tudo, e não pelo prisma de alguém partidário, e sim de alguém que só conta; só transmite puramente o que está acontecendo; sem opiniões.
Os protagonista, por estarem nesse limbo, passam por grandes transformações internas, pois os horrores da guerra, tudo o que viram e ouviram, passam por suas mentes a todo momento e em nenhum momento expressam qualquer opinião, além da necessária para sobreviverem mais um dia.
Como já disse, o filme inteiro é um processo lento e doloroso, sobre o desmantelamento de ilusões e da cruel realidade de uma Guerra Civil.
A troca entre Jessie e Lee é onde vemos como a sociedade evolui. Quem prestou atenção nas interações delas, percebe a troca de um ser humano para outro, onde existe um afeto apenar por existir; o qual nos move, mas também nos machuca.
A cena do posto de gasolina se repete na última etapa do filme, só que inversamente. O dialogo da cena do helicóptero se conecta com a cena penúltima cena filme. A transformação e troca entre Lee e Jessie chega a seu ápice, e assim vemos a repetição da história.
Enquanto houver uma sociedade, haverá sempre a possibilidade eminente de uma guerra interna.
Esta longe de ser um filme convencional, ainda mais na temática de Guerra. A fotografia é incrível, trazendo um pouco de beleza em momentos inteiramente assustadores; como a cena do bombardeamento, sendo vistos como fogos de artifícios.
Ps: No final, você assiste e tira suas próprias conclusões, e querendo ou não, se você ler os comentários, você consegue ver muito das pessoas por eles.
Frankenstein
3.7 596 Assista AgoraAcho que essa versão do del Toro era para mostrar a dualidade do ser humano, o fato do Vitor se tornar quem ele mais odiava, tentando burlar o sistema natural, tirando da criatura a mãe que também lhe foi tirada tão cedo, dando lhe a vida sem nenhum abraço, apenas exigências. Assim como seu pai, ele buscou apenas na capacidade intelectual e quando viu o descontrole de um "recém nascido" alto, com força descomunal e regeneração sobrenatural, o pânico tomou conta. Dentro do paradoxo de dar vida imortal a um ser, feito de pedaços já mortos, Vitor não se deu conta da carga emocional que significa dar a luz a um ser completamente novo. Seu desejo de vingança tomou conta do homem que, um dia foi uma criança feliz, a qual tinha uma conexão forte com a mãe/feminino e se perdeu após a brutal morte da mesma. Acho que o fato do Vitor também ser um monstro, tanto como a criatura também pode ser humana, é uma prova que a humanidade não tem a ver com o ser humano em si - como animal racional - mas na capacidade de se conectar com o mundo a sua volta.
Num mundo cruel, a criatura se agarrou as detalhes da vida e do pouco afeta que recebia, criou uma força interior suficiente para não negar seus sentimentos. Enquanto Vitor, inteligente, tendo Elizabeth, William e Henrich como suporte emocional e financeiro, construía cada vez mais uma barreira a qual o isolava do mundo e o deixava absorto em si mesmo.
O inicio do filme, pra mim, quebrou um pouco a narrativa Vitor vilão e Criatura vítima, pois claramente isso vai mudando dá metade para o fim.
Por ser fantasia, não acho que peca usar roupas diferentes da época que se passa, ainda mais com o propósito de enaltecer a fotografia.
Sobre o relacionamento da Elizabeth e da Criatura parecer apressado, eu concordo em partes; foi rápido, porém, ela já vinha deixado rastros do seu descontentamento com os homens e as decisões do mesmo, em sua época, se sentindo um peixe fora d'água. A criatura por ser pura e deslocada do mundo onde vive, chamou sua atenção. Não sei dizer se foi romântico, se essa era dúvida de alguns, pois eu acho que não. Era um amor incondicional, do tipo "sim, eu consigo te entender; sim, eu também vejo beleza na natureza e na sua simplicidade".
O filme pode não ser perfeito, mas ele do jeito que está, é perfeito por si só.
Ps: a atuação do Oscar Isaac pareceu fraca, mas eu acho que não tinha muito o que fazer. Vitor passa 99% do filme dentro da própria cabeça, alimentando seus próprios desejos e preconceitos quase o tempo todo.
Homem com H
4.2 519 Assista AgoraEita filme bom! Quanto menos você souber sobre o filme em si, melhor será a experiência.
Em contra partida, é maravilhoso ver uma linha do tempo tão perfeita, juntando todas as histórias as quais se ouviu sobre o Ney, ao longo de sua vida.
Uma cinegrafia que se permite explora o lado místico e artístico ao máximo, enquanto conta a história realística desde ser humano incrível, que é o Ney Matogrosso.
Phenomena
3.7 264O trauma em cima de trauma. Coitada da Jennifer!
Mas o filme é muito bom. Porém, precisa ter um pouco de estômago para isso. Se você é muuuuito sensível, melhor passar esse. Suspiria é menos nojento e asqueroso, porém ambos tem uma fotografia linda e os figurinos + cenários são de encher os olhos.
Um Completo Desconhecido
3.5 234 Assista AgoraSaí do cinema pela segunda vez e uau, esse filme conseguiu ficar melhor! Consegui perceber que de fato, nada nesse filme está jogado. Cada palavra e expressão, tem um porquê.
Se me senti um pouco cansada de estar sentada na primeira vez, nesta segunda, o filme parece que passou rapidamente! Nem quero imaginar como será a terceira...vou simplesmente deixar acontecer.
Esse filme realmente é muito especial.
Minutos após a sessão terminar, eu senti algo diferente; esse filme parece ter exorcizado certas incertezas dentro de mim e assim, me fez olhar para o que realmente importa. E ironicamente, lá estava eu perplexa com os efeitos, sem saber pra onde ir.
Parece que algo morreu ali na sala de cinema, e eu deixei pra trás. Incrível.
Com atuações maravilhosas, de personagens incríveis sobre pessoas diferenciadas, em conjuntos com um roteiro, direção, trilha sonora e ambientação caminhando lado a lado, não tem como não se maravilhar por este longa-metragem.
Sou um pouco suspeita, pois eu amo musicais e adoro filmes com/sobre música.
Enfim, um filme que levarei para o coração.
Lisa Frankenstein
3.2 137{CONTÉM SPOILERS}
Com vibe bem anos 80, o filme trás uma referências forte de Atração Mortal/Heathers e umas pitadas de Edwards Mãos de Tesoura; adicionando Garota Infernal/Jennifer's Body como referência (pela participação da Diablo Cody), a única coisa certa a ser esperada era: bizarrices. E sim, é o que mais tem.
Assim como Garota Infernal, há uma transformação da personagem, mesmo que não de forma tão explícita, sobre o desejo de assassinar as pessoas as quais, de alguma forma, contribuíram para seu eterno sentimento de não pertencimento - tanto sobre sua família e a cidade a qual ela teve de ser obrigada a pertencer/se mudar.Lisa não sofreu nenhum efeito sobrenatural, o qual pudesse explicar o seu desejo incontrolável, ou até mesmo, vingança amaldiçoada, como no caso de Jennifer. E muito pelo contrário;Lisa apenas viu uma oportunidade de se vingar em prol do seu "namorado" zumbi, sendo até “influenciada”, de certa forma - assim como em Atração Mortal. Aqui, Lisa abandona seu look de garota estranha e passa a se vestir e agir de forma bem mais confiante e impetuosa, lembrando uma mistura entre Madonna anos 80 com pegada gótica, talvez influência da banda citada por ela mesmo no filme, The Cure.
No final, fica claro (apesar do filme nem fazer questão de esconder) o quão Lisa é a verdadeira “culpada”, ou melhor dizendo, a autora da maioria de todos os acontecimentos estranhos, abusivos e tristes de sua vida. Tão entretida em seu próprio mundo, que não consegue perceber os sinais - tão claro para nós, espectadores - do que acontece ao redor dela e isso vai se facilmente gerando uma bola de neve, afinal, nem apagar as provas e pistas, e nem entender os motivos de seu cúmplice ela é capaz. Quando a bomba estoura, após um breve momento de lucidez, a loucura e a bizarrice tomam conta de vez.
O filme em si, tinha tudo para ser demais, porém algumas coisas, nem sei direito o que explicar, fizeram ele, em sua maioria parecer bobo e arrastado, aumentando suas falhas, erros e furos. Ainda assim, acho ele totalmente válido. Há muitos detalhes bons e interessantes, com boa fotografia e trilha sonora.
E ainda estou chocada com os poderes de uma máquina de bronzeamento
O Fabricante de Lágrimas
2.2 110A prova de muitas fanfics não deveriam sair na internet.
Sim, eu sei que tem um livro.
Me pergunto se pensaram: "Se Cinquenta tons de cinza era uma fanfic de Crepúsculo, porque não misturamos os dois?!". Podia até ser uma boa idéia, só que, sem a parte da fantasia, não tem quem aguente esse amor adolescente 'conectado pela tristeza'; ainda mais cheio de pretensões poéticas.
Eu achava que Ligações Perigosas 2022 foi o pior filme que eu assisti de 2023/2024 (e provavelmente, da última década), mas esse aqui tá competindo fortemente pelo cargo.
Nota mental: Parar de ver romances adolescente do netflix baseado em livros. Por algum motivo, não tá dando certo.
Ligações Perigosas
1.8 40 Assista AgoraEu li os comentários ruins, mas não esperava que fosse tanto.
Quase duas horas de um monte de coisa, e entre elas, o vai-e-vem do casal principal, e 40 minutos já era suficiente para eles se resolverem.
Pra mim, a coisa mais absurda desse filme foi a atuação. Tirando a Charlotte, todos os personagens (Célene, Tristan, Vanessa) principais eram terríveis demais! Eu não boto a culpa nos atores (ou pelo menos, não totalmente); porque eles estavam com uma batata quente na mão...porém mesmo assim, podiam ter feito esse sofrimento mais interessante, em vez de patético.
E sobre filme: Nada faz sentido. Simples assim.
Um monte de possibilidades para serem abordadas, e nenhuma foi de fato aconteceu; foi uma salada de frutas pobre, sem sabor de qualquer coisa, você só sente que está mastigando algo porque o tempo no relógio está correndo.
Com tantos detalhes sobre modernidade, num lugar no interior, onde as casas são antigas e todo aquele conceito a lá Maria Antonieta, eu esperava que, ao menos, uma boa mensagem sobre amor de verdade nos tempos atuais (como a protagonista se dando conta que alma gêmea é um conceito complexo, e 99,99999% não vai achar a pessoa certa na primeira tentativa; e que graças adeus, podemos experimentar e escolher com quem vamos ficar) ; ou a nova face da hipocrisia social (militância 24/7 e a cultura do cancelamento andando lado a lado; onde os influencers são """jesus e judas ao mesmo tempo""")
MAS NÃO. eu, como mera mortal sem nenhuma especialidade na área, tive 500 ideias de como salvar esse filme, mas ninguém nessa produção se deu ao trabalho.
Agora, esse filme pode ter funcionado pra geração tiktok: um monte de informação, sem explicação alguma, passando na sua tela, sem foco algum.
A mente da protagonista é tão volúvel quanto maratonar vídeos de autoajuda no tiktok/youtube e não saber mais o que pensar/onde começar. E o protagonista sempre foi levado pela casualidade; sem uma fibra no corpo e por isso, seria incapaz de fazer o que o Tristan de Segundas Intenções fez; tanto as maldades quanto se entregar de fato ao sentimento de amor; e a "vilã", olha....ela deve ser fã da Regina George (Meninas Malvadas) e tentou imitar ela; quando na real, ela deveria aceitar que ela não gosta ou tem dificuldade de lidar com os sentimentos alheios e ir pra uma terapia.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraO filme é maravilhoso; não é perfeito, mas entrete de forma ácida, mas gostosa.
Cada um tem uma experiência, mas pode admitir que você não gostou, é menos vergonhoso do que achar um monte de críticas baseada nas vozes da sua cabeça.
Se você odiou, é porque você não sabe nada das pessoas ou sobre o projeto.
Não é um filme para crianças.
Não é comédia, é sátira.
Não é a atuação ruim, todos os personagens são caricatos, todos!
Não é lacração, é verdade com ironia.
Sim, a Barbie é magra, loira e branca. E qual a novidade?
Sim, tem Barbie pra todo mundo pq tem Barbie até na índia, se tu não sabe.
Só admita que você não consegue lidar com um homem que admite sua vulnerabilidade e sua crise existencial; E muito menos, lidar com uma mulher livre - de verdade.
Só quem não sabe nada de si, que fica com medinho da militância e da influência que o filme pode causar.
Afinal, acredita que todos sejam desprovidos de pensamento próprio - assim como ele -, e ficam borrando as calças quando seu "Barbieworld" interno desmorona e eles precisam aceitar que o mundo progride - eles querendo ou não.
Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo
2.0 297 Assista AgoraConfesso que fui esperando nada, e sim, paguei a entrada no cinema com direito a pipoca, para ver um filme que tem tudo para ser ruim e dublado (já não basta que o negócio é inglês, ainda tem que assistir dublado - e não tem nem o 3D como desculpa. Aqui me questionei quem era o público-alvo)
No final, gostei mais que esperava.
Assim, o roteiro é pior coisa mesmo. MESMO.
Ainda bem que mal falam e mais repetem as mesmas coisas. Não reparei na trilha sonora, aliás, tirando a Pink no final, teve música? O negócio era beeem cortado em diversos momentos. O corte que do nada tá o Seiya lá, quebra pedra e aparece a armadura e é isso...time péssimo. O cara finalmente conseguiu a armadura em 60 segundos de cena, jogada do nada. Tirando toda a mudança da história, que é gigante, mas eu superei isso...filme é todo torto comparado a história original. Ah, as perucas da Marin e da Atena me incomodaram. O suposto amor do Seiya pela Saori que começou dá forma mais clichê da história do cinema - não tô brincando, é sério
Porém
Achei efeitos bons. Eu não sou fã de efeitos especiais e nem curto filmes recheados deles, então achei esse bom. Não me deixou tonta e foram bem bonitos.No geral, achei a estética bonita. No ínicio achei que era meio cyberpunk, depois as cenas na grécia pareciam de drama-romance, e depois o refugio a la vingadores da mãe dela...honestamente, tava bem bonito. Tirando a Saori, gostei de todos os velhos e novos personagens e a na forma deles
Com isso
FALA SÉRIO GENTE! NÃO É ICONICO A JEAN GREY E O IKKI TRABALHANDO JUNTOS? Como assim vocês não viram a graça? e o Ikki todo playboy marrento?! Tô rindo até agora. E as piadas são bem bestas, mas dá pra rir, junto com todo o roteiro falho. O que foi aquelas velas pro Ikki conversar com o prisioneiro? Achei que ia invocar alguma coisa. O Cassius que não sabe fazer negócio? A negociação dele com a Jean Grey foi demais. E o que foi o fanservice do Mackenyu no final? Tudo se destruiu, só sobrou a calça jeans kkkkkkk senhor, por isso a calça jeans nunca sai de moda
Se você for assistir pelo mesmo propósito que eu, você vai gostar: Ver fanservice do Mackenyu e rir muito. Prepare-se!
Até pq não tem nada que possa te preparar pra ver a cena final, em que Seiya olha pra Saori, com aquela cara de songo-apaixonado e chama ela de "Minha Deusa" e ela ri. KKKKKKKKKKKK SÉRIO, quase caí da cadeira de tanto rir. Valeu por tudo.
Alice in Borderland (2ª Temporada)
4.0 197 Assista AgoraFiquei surpresa com essa temporada...gostei demais. Eu gostaria de ter visto mais jogos, porém ambos do Rei de Paus - literalmente - (desculpa, não podia perder a piada) e Valete de Copas valeram bastante! Querendo ou não, a série só apresenta jogos importantes, os quais, de alguma forma, muda o rumo da história; se não, o jogo mal aparece.
Foi uma temporada mais sanguinária e com MUITO drama; e era de se esperar: todos já cansados, se agarrando ao que desse para sobreviver, testando comprometimento de uns com os outros e com a própria vontade de continuar, mesmo sem saber se, de fato, poderiam voltar par ao lugar de onde vieram. Final é redondo...
...até a carta do curinga aparecer. E aí, todas as dúvidas dessa temporada sobem na mente kkkk (só resta rir mesmo). Enfim, ainda não sabemos se vai ter ou não
Não sei se fui só eu, mas desde a 1° temporada, eu percebi essa real atmosfera videogame. Eu sei que essa era a proposta, mesmo muito jogos fossem básicos, tabuleiro e etc, tudo envolta dessa realidade era muito fora do normal - além do que deveria ser - quase artificial por si só. Isso ficou ainda mais gritante na 2° temporada. Como comentei, rolou muito sangue, e até a forma de como as pessoas morriam pareciam como um jogo de realidade virtual.
Até as roupas dos personagens! Eu me dei conta como cada um dos principais - mocinhos ou vilões - tinha uma estética única, imediatamente "linkando" com alguém jogo de PlayStation. Exemplo, a Ann me lembrou muito a Nina do Tekken 3; Kuina então...vários passaram na minha mente. Até o fato do Chishiya ter cabelo loiro e ser médico (observação estranha, mas o japão é muito chato com essas coisas, todos devem ser meio padrão, principalmente em cargos/profissões importantes) me deixou encucada. Com isso, eu levantei a hipótese de tudo ser uma ilusão virtual; e por isso, todas as "falhas" encaixaram perfeitamente bem.
Aliás, se lembrar do final da 1° temp., e nos episódios 7 e 8,...tem personagem que parece não morrer de jeito nenhum! Nigari e o Aguni parecem que reviveram várias vezes! O fato do fantasma do amigo do Aguni lá (consegui esquecer o nome), parecer super real e não só uma visão/alucinação; As trocas de cenários durante o jogo da Rainha de Copas, mas tudo isso me deixava na dúvida sobre a realidade virtual.
Ps: Eu achei bem estranho como Heiya conseguiu estar viva no fim, depois de tudo (eita mulher), comparando ao Tatta, que morreu rapidamente. Tem lógica sim, mas naõ tem como negar a força de viver.
O simbolismos de Alice no país das Maravilhas. Apesar de ter entendido da Usagi (=coelho) de cara, eu demorei pra me tocar do "Arisu" (Alice em japonês) kkkkk
Bom, essa temporada fez várias menções sobre o livro e eu acho que preciso repetir né. Mas vale falar a corrida atrás de um coelho, o jogo final ser críquete + chá com a Rainha de Copas, o lance que finalmente Arisu decidiu tomar um caminho - mesmo que sem motivo aparente -, já que antes de ir parar lá, ele só deixava a vida levar, como se fosse um zumbi e sem tomar qualquer decisão.
Enfim gostei bastante. Queria um pouco mais do "Alice" e da "Coelha", como pessoas mesmo, e não romance, mas a cena dos Elefantes foi fofa(e engraçada)! Melhor assim, ao menos o elo deles ficou até o fim. E demorei, mas consegui me acostumar com falta de roupa e frases filosóficas do Kyuuma kkkk, no final, foi um dos meus queridinhos dessa temporada, junto com o grupo dele a mulherada toda (Kuina, Ann, Heiya, Mira, a Rainha de Espadas....e até a Usagi mereceu um lugar especial
....final, sem ela, era capaz do Arisu ter deixado todo mundo morrer)
E basta saber se algo que a Rainha de Copas falou é e/ou possa ser real, o que vai acontecer com quem ficou lá naquela realidade...
Mas uma coisa ela tem razão:: são as memórias passadas que constrói boa parte da nossa realidade presente e futura.
Hello, Me!
4.0 22 Assista Agoraok, não foi perfeito..teve momentos chatos e exagerados, porém...ri muito, e chorei muito mais! pqp, chorei demais nesse drama :')
Tokyo Idols
3.8 33Eu sei que muita gente deve ter pensando como isso é doentio. Entretanto, a cultura japonesa deixou estas frestas desde sempre. Japão não é o único país machista da Asia, então, isso não tem nada de novo; muito menos o interesse por meninas mais novas, vide animes tipo Chobits, ou os próprios hentais mesmo; sem contar o número de pessoas presa por pornografia infantil - de pessoas comuns a artistas famosos. Mas tem ponto positivo: eles não escondem a seus problemas sociais. Enquanto a Coréia do Sul coíbe a pornografia, fingindo que está indústria não existe, Japão escancara a essa indústria sem pudor algum, apresentando com louvor todas suas bizarrices.
Além disso existe o fator cultural vs. evolução vs. globalização: A cultura japonesa sempre foi machista e, por algum motivo insano, eles (homens) apreciam "relações sexuais forçadas" e acreditam que a mulheres gostam de serem "forçadas a submissão" (a vários filmes que enfatizam isso). Com todas certeza, nos tempos atuais a individualização e o empoderamento feminino em um crescente exponencial, a distância entre as raízes culturais arcaicas e a evolução gerou uma lacuna gigante, a qual é difícil de acompanhar principalmente para a geração dos anos 80 e 90.
Com certeza, esses homens ainda acreditam na submissão da mulher e não conseguem lidar com a rejeição e, por isso - como explicado pelo sociólogo e a jornalista no documentário - , eles buscam meios de conseguir interação com uma figura feminina, a qual elas não possam negar sua aproximação e sua "demonstração de afeto". E cada vez mais, os homens japoneses entram nesse ciclo vicioso, buscando a cada dia novas idols para "amá-los".
Estranho, sim. Bizarro,sim. Mas se formos entrar em méritos de Cinquenta Tons de Cinza e Tinder&etc e, nós não estamos em um estágio tão diferente: a nossa bolha social de relacionamentos superficiais só diferente por termos culturais, mas ainda assim é uma bolha fadada ao fracasso.
Vida Incompleta
4.4 33Drama perfeito para você introduzir qualquer pessoa que não gosta de dramas típicos.
Meu pai assistiu comigo e gostou tanto quanto eu; tanto que, como não acompanhou desdo início, fez questão de assistir novamente,
E o que fala do drama? Nem sei por onde começar, então...direi só uma coisa: o título não é nada demais,e muito menos a sinopse. Juro, você precisa de mais do que isso. Se não fosse as boas resenhas, aqui do filmow mesmo, eu não teria assistido tão cedo e talvez enrolasse para sempre.
MAS
Como as avaliações eram bem feitas (desisti dessa vida de olhar os dramas mais bem cotados porque a maioria [salvaremos Goblin, todos os Reply 19xx e alguns outros] não são tão bons assim, e você entra em ciclos viciosos a busca de um drama que te traga algo bom.
Miaseng, Incomplete Life ou Vida incompleta com toda a certeza é um deles.
Amo todas as pessoas que participaram disso. Sério mesmo. Dos atores ao cara que trocou a lâmpada no cenário. Sei que só foi bom assim por essa união de cada participante desse projeto.
É um drama drama em que tudo é bom,mas não tão bom....suficiente eu diria. Bom o suficiente; e todos esses "bom o suficiente" transformaram uma série em algo inexplicável.
Você tem vontade de assistir o próximo episódio, mas quer aproveitar o máximo de cada um, assistindo assim aos poucos; esperando o próximo momento, no próximo dia depois do trabalho.
O timing é uma coisa de outro mundo. Tudo se fecha, tudo se encaixa. Ás vezes da impressão de ser um jogo de pingue-pongue, e é mesmo; porém, com boa percepção, vemos que cada jogada é única.
O mais brilhante, é fato de você, mesmo sabendo o possível final para cada desenrolar da estória, você se dá o direito da dúvida esperançosa, só para não perder o prazer de uma leve surpresa.
Poderia falar horas, mas só digo uma coisa: vale a pena.Não tem nem porque dar a minha opinião da estória, prefiro mesmo que você assista.
O Clã
3.7 200 Assista AgoraEstou aqui, dois dias depois de assistir o filme, ainda remoendo-o, na maior de vibe de "e assim caminha a humanidade..."
A Colina Escarlate
3.3 1,3K Assista AgoraTendo uma percepção maior, este é o primeiro filme de Del Toro com tendências clássicas de seus filmes como O Labirinto do Fauno e A Espinha do Diabo (além das produções Os olhos de Julia e O Orfanato) feito em solo americano.
Comparei isso ao fato de que no filme,o livro Edith foi recusado, não por ela ser uma mulher escrevendo uma história fantasmagórica (o que seria mais plausível para época), mas sim por "não ter uma história de amor". Para mim só algo a dizer: protesto silencioso. Ainda mais, com a sequência de romances clássicos
como a briga de dois homens por uma mulher, incesto, amigo de vários anos e homem misterioso/maquiavélico e mulher doce/curiosa
Parece que a indústria cinematográfica americana não pretende dar abertura a exótica direção do diretor mexicano, sem moldar ao seu público para sempre clássico.
Talvez reste a Guillermo a continuar com filmes tipo Círculo de Fogo e HellBoy em solo americano, e aplicar suas artes cinematográfica em território mexicano/espanhol.
MAS CLARO, a fotografia e a direção de arte merecem ganhar o Oscar para os próximos três anos, no mínimo.
Mundos Opostos
3.4 608Meu problema foi com o romance, que deu uma irritada ao longo da trama, e acabei por desfocar um pouco da magia e analogia física-quimica-tridimencional do filme, que é excepcional. Rever, rever, rever...
A Bela e a Fera
3.3 703 Assista AgoraMuito bonito, mas com lacunas e atropelos imperdoáveis.
Relatos Selvagens
4.4 2,9K Assista AgoraUm filme de situações cotidianas, com pessoas normais e cidades modernas. A única diferença é: os personagens abandonam as leis morais e éticas da sociedade. Resultado?! Já imaginou se você tivesse posto em ação aqueles pensamentos raivosos e vingativos, naquele momento? Bem, ... é exatamente isso, caro bombita!
Será Que?
3.5 912 Assista AgoraEu só não entendi. Sério mesmo, qual é a desse? Quer dizer, a direção de arte é FANTÁSTICA mas o filme....desnecessário. Tantas cenas desnecessárias, forçadas para serem fofas e modernas, tantos clichês não-querendo-ser-clichês.
Uma mistura estranha de Girls com Jane Austen e diálogos estilo Seth e Summer de The O.C. com frases de Lorelai Gilmore; ou seja, tentando parecer absurdamente irônico sem graça alguma.
Desnecessário. Só.
Mas a direção de arte ainda podia fazer o meu quarto.
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Precisamos Falar Sobre o Kevin
4.1 4,3K Assista AgoraMorrendo eternamente de pena da Celia. O filme pode não ter cenas brutais objetivas (mas subjetivas...), porém a cena final, na casa da família...sem palavras.
"Por que?"
"Eu pensava que sabia, mas agora já não sei mais."