O titulo original sugere que tudo o que esta acontecendo faz parte de um sonho do protagonista e que há uma conexão entre o lugar em que ele está e algum outro plano. Além disso, o filme deixa varias pistas ao longo da trama como, por exemplo, a confusão no rosto do protagonista ao ver quem o atingiu; o fato dele tentar subir as escadas do metrô e não ter saída; a companheira atual dele se chamar Jezabel (manipuladora), assim como Gabriel (mensageiro de boas noticias) ser o nome do filho que ele perdeu e que passa o filme todo vendo e perseguindo; as repetições na consulta com o quiroprata e indo um pouco mais longe aqui, como ele chama pelo Dr. Louie quando se acidenta, seria uma menção a "Eloí, eloí"?; o fato como ele está sempre perguntando se está vivo e em casa e claro, os próprios flashbacks da guerra...
Enfim, isso ficou mais longo do que eu pretendia rs... mas, é isso...está tudo lá, desde o inicio, você já sabe o que esperar.
Uma historia simples e clara a primeira vista, mas que se torna bem mais rica quando você pesquisa sobre a cultura representada, os deuses, as castas... são camadas que a gente acaba perdendo ao longo do filme, então vale a pena dar uma olhada.. Vale dizer que, a escolha pelo preto e branco caiu muito bem aqui...
O filme traz critica, comédia e ficção cientifica ao mesmo tempo, mas não entrega bem nenhum dos três. É um pouco cansativo, mas não é, exatamente, ruim...
Algumas coisas bem previsíveis, e fica devendo um pouco quanto a explicação do final, mas, ainda assim, achei um bom filme, tem uma ideia interessante e consegue te prender o tempo todo,,,
Chorei quando criança e chorei revendo agora...É claro, que o entendimento daquela época e agora são diferentes, mas no geral, é uma animação muito bonita e que te prende o tempo todo. Um pano de fundo da Guerra Fria, uma família de dois, com uma mãe solo sobrecarregada, viúva, cujo esposo piloto, provavelmente foi morto na guerra, e uma criança solitária, mas que por tudo o que viveu, já tem convicções muito pertinentes e claras quanto a morte, guerra, armas, temor pelo desconhecido... Essa tensão do período dá tom a boa parte do filme. Havia aquela cortina de medo dos inimigos estrangeiros, onde tudo era visto como uma ameaça e, podemos observar isso em diversos pontos como:
- A manipulação da narrativa e das informações por parte do governo; vemos como o lançamento do Sputnik criou varias duvidas na população; temos a escola exibindo filmes orientando as crianças quanto ao que fazer em caso de bombardeios atômicos (mãos na cabeça, esconder de baixo da mesa, como se fosse adiantar) - A paranoia do agente aliado a sua ambição por subir na carreira que o cega para o quê de fato é o robô ou não. Ele não se importa com de onde ele veio, quem o criou, se ele é pacifico ou não, tudo o que importa pra ele é que ele descobriu algo grande e que precisa ser destruído a todo custo. A interação entre o menino e o robô é um ponto alto do filme, no primeiro momento há o medo, mas há também a humanidade e curiosidade que o leva a salvar o gigante e, posteriormente, querer conhecê-lo de fato; servindo como contraponto às ações do Kent. O relacionamento entre eles se desenvolve ao ponto do menino conseguir se identificar com o robô, o definindo como um 'menininho', e enxergando nele uma alma, apesar de ser feito de metal. O final, reforça essa ideia de algo de metal, uma arma, tendo consciência e podendo escolher entre ser o Atomic ou o Superman... E, diferente delas nós, realmente, temos essa escolha...
"Things die. That's part of life. It's bad to kill, but it's not bad to die." "You're made of metal, but you have feelings, and you think about things, and that means you have a soul. And souls don't die." "I am not a gun."
Gostei do jogo de câmeras no inicio, enquadrando as costas dele nos dando a sensação que estávamos caminhando junto, seguindo-o e tals... Confesso que a primeira morte me pegou... a senhorinha levando o tiro e depois se escorando na porta para soltar um "ai" e só então cair morta me fez rir... Um ponto positivo, é a maneira como escolheram mostrar o assassino aqui; ansioso, sem preparo, agindo impulsivamente para saciar seus desejos,,, diferente de como vemos em versões americanas por exemplo, aquele personagem super inteligente e metódico,,, Achei a reação das pessoas da mansão um pouco fora da realidade...
Está longe de ser um dos melhores sobre viagem no tempo, mas é um bom filme. Confesso que o que mais me pegou foram as coisas nostálgicas de filmes dessa época como: as cenas de lutas coreografadas onde a pessoa fica esperando 10 min para ser atingida, as frases de efeito, a clássica cena de costas para explosão...kkkkkkkkkk Ps.: A flexibilidade do Van Damme sempre me surpreende...haha
Bom filme, mas vale o aviso: é lento, bem reflexivo, para ser assistido com calma e quando não estiver cansado. Gostei da forma como utilizam os filtros de cor como parte da história,
mudando conforme a percepção do personagem principal do ambiente. O fato de ele enxergar o mundo em que vive em tons de sépia, como se tudo ali fosse muito monótono, rotineiro, até a personalidade dele ali é introvertida, quase sem falas. Por outro lado, na Zona é como se tudo ganhasse vida e dessa forma, cor. Ele se sente integrado aquele ambiente, onde ele tem um proposito, liberdade, possibilidades...
Ele brinca bastante com religião, filosofia, politica sendo necessário uma base prévia para absorver todas as metáforas e conteúdo. Temos um guia para uma jornada com outros dois integrantes em busca daquilo que pode tornar real seu maior desejo, torna-lo completo.
A jornada inicia-se com o primeiro ponto marcado por um poste que se assemelha a uma cruz tombada e ao longo do filme podemos ver outras referencias, como quando um dos personagens, já próximo a entrada da Zona, começa a dissertar sobre as pessoas e sua motivações, enquanto coloca sobre a cabeça uma coroa de espinhos... Um ponto interessante é que ao longo da jornada temos vários avisos por parte do guia de como o lugar é perigoso e há varias ameaças e que devem ser cuidados, mas nada nunca, realmente, acontece. Eles caminham sob essas sombra, com apenas a ilusão do que pode acontecer sem nenhum sinal de fato, acreditando cegamente na palavra do stalker. É verdade que o professor até tenta seguir seu próprio caminho, mas é atormentado pela lembrança da voz das ameaças iminentes, e acaba preenchido por incerteza e retornando ao conforto de ser guiado.
Algo que chama atenção são os monólogos em que eles são enquadrados sozinhos, agindo como diálogos com o expectador, nos fornecendo um background dos personagens. O final, assim como todo o filme, trás uma mensagem que carece de interpretação individual.
Para mim, foi como se entendessem que o maior perigo da Zona não era o local em si, mas o que habita em nós, realmente; a descoberta do maior desejo do nosso coração. Como, as vezes, projetamos algo que não condiz com o que carregamos por dentro. E ainda há a questão da filha do stalker, que apesar das limitações físicas que possui, consegue enxergar o mundo em que vive de forma plena, ao contrario do pai que só sente assim na Zona, além de demonstrar ter um poder interior movendo objetos, nos dando a entender que ela é mentalmente/espiritualmente mais evoluída.
A pergunta é feita ao longo da trama pela Mãe a Filha (03) e respondida no final, onde a mulher, provável falha Filha 01, ignora o bebê e os demais embriões, para cuidar de si mesma; enquanto a Filha perfeita 03, escolhe voltar e correr riscos para salva-los...
Meio mehh... no máximo, engraçado... A ideia sobre a inserção da tecnologia na criação das crianças e os efeitos disso é um ponto positivo. Dito isso, a Gemma era meio problemática e um tanto burra, né?!
Praticamente tratando a sobrinha que acabou de perder os pais como um objeto que tinha que ficar quietinha num canto... além de não ter nenhum desenvolvimento emocional da parte dela, tipo: 'Sua irmã morreu', ela: 'ata'... Ps.: Do nada, uma espada funcional em cima de uma impressora no corredor... 🤷♀️
Senti falta da mudança ou ao menos, o acréscimo de memorias da protagonista, visto que, cada alteração no passado mudava imediatamente o ambiente no futuro e traços da personalidade da protagonista (exemplificado na mudança de cabelo e roupas), suas memorias também deveriam ser modificadas... Falando da protagonista, ela é bem lerda. né?! Entrega tudo de bandeja para a assassina... o fato dela ser presa, qual a prova e quem a acha... ela poderia simplesmente ter alterado as informações e datas, ao invés de tentar mata-la no passado...
A ligação da assassina q não deveria mais ter acontecido, ou o fato q mesmo, que ela tivesse sobrevivido, escapou facilmente dos assassinatos... tipo, além das suspeitas que já existiam contra ela pela morte da mãe e do cara dos morangos, ainda há o fato de que o policial e a mãe da protagonista saíram direto da delegacia pra casa dela e ninguém suspeitou que eles nunca voltaram?
A questão da Ada ter o piano como mecanismo de auto expressão é bem interessante e quando o novo marido, além de estar atrasado para recebê-la, não faz a mínima questão de pagar pra levarem o piano pra ela, algo que ele sabia que ela considerava importante, mostra como ele a via como apenas um outro objeto que ele adquiriu, uma 'esposa muda, submissa e fácil de moldar'. Outro ponto é a filha, a menina carrega o papel de ponte entre a mãe e o resto do mundo, e sempre age como uma unidade com ela, quase como uma codependência, exibindo os mesmo sentimentos que mãe quer passar durante as interações com outras pessoas e, quando Baines entra na história ela se sente meio deslocada e deixa claro que não gosta da nova dinâmica, deixando o lado da rebeldia falar mais alto, o que trás consequências graves. Falando em Baines, é onde a história fica complicada... Ele não apenas enxerga Ada, mas também ouve, a ponto de manipular o marido dela para trazer o piano e consequentemente, ter acesso a ela. É quase um relacionamento a três, Ada, Baines e o piano... Baines, a princípio ,com sua obsessão sexual, tentando tirar vantagens do anseio de Ada pelo piano; Ada por sua vez, se abrindo para sua sexualidade, e o piano guiando e dando tom ao 'romance' Uma questão que ficou meio jogada ao vento, foi quando Ada diz a filha que não precisa falar com o pai da menina, pois, ela podia estender seus pensamentos pra ele e que ele a deixou, pois, ficou assustado com isso e próximo ao final, o atual marido narra a mesma situação... No final, Ada decide abrir mão do piano, e por um minuto, de si mesma. Mas, a força de vontade fala mais alto e ela decide deixar o passado, os traumas e as dores pra trás. Não mais usando artifícios para se comunicar, mas sim, sendo porta-voz de suas vontades. E o mais interessante ainda, é que decidiu transportar seu amor a outros, sendo ela agora, através de suas aulas, o instrumento entre a arte e as pessoas.
Destaque para as atuações e fotografia belíssimas!!
Alucinações do Passado
3.9 277 Assista AgoraBom filme, embora previsível.
O titulo original sugere que tudo o que esta acontecendo faz parte de um sonho do protagonista e que há uma conexão entre o lugar em que ele está e algum outro plano.
Além disso, o filme deixa varias pistas ao longo da trama como, por exemplo, a confusão no rosto do protagonista ao ver quem o atingiu; o fato dele tentar subir as escadas do metrô e não ter saída; a companheira atual dele se chamar Jezabel (manipuladora), assim como Gabriel (mensageiro de boas noticias) ser o nome do filho que ele perdeu e que passa o filme todo vendo e perseguindo; as repetições na consulta com o quiroprata e indo um pouco mais longe aqui, como ele chama pelo Dr. Louie quando se acidenta, seria uma menção a "Eloí, eloí"?; o fato como ele está sempre perguntando se está vivo e em casa e claro, os próprios flashbacks da guerra...
Enfim, isso ficou mais longo do que eu pretendia rs... mas, é isso...está tudo lá, desde o inicio, você já sabe o que esperar.
A Maldição de Chucky
2.6 1,3KGostei desse retorno ao terror, mas a história não convence...
O Filho de Chucky
2.2 766 Assista AgoraGostei das referencias a outros filmes e, bem, só... 🤷♀️
Taxi Driver
4.2 2,6K Assista AgoraUm Red Pill com TEPT...
Bramayugam
3.5 30Uma historia simples e clara a primeira vista, mas que se torna bem mais rica quando você pesquisa sobre a cultura representada, os deuses, as castas... são camadas que a gente acaba perdendo ao longo do filme, então vale a pena dar uma olhada..
Vale dizer que, a escolha pelo preto e branco caiu muito bem aqui...
Pânico 7
2.6 432 Assista AgoraNão é ótimo, mas também não é horrível...
Tem poucos diálogos, as cenas de morte também foram fracas, com exceção
da morte da menina pendurada e do menino na máquina de cerveja...
E a motivação dos assassinos, simplesmente, não convence!
Pânico VI
3.4 856 Assista AgoraGostei das cena de mortes e da impulsividade dos assassinos, agindo em lugares abertos, matando gente aleatória...
Mas é um dos que tem mais 'aparições/desaparições' impossíveis, sem falar nas 300 facadas em uma mesma pessoas que não resultavam em morte...
A Repartição do Tempo
3.1 15 Assista AgoraO filme traz critica, comédia e ficção cientifica ao mesmo tempo, mas não entrega bem nenhum dos três.
É um pouco cansativo, mas não é, exatamente, ruim...
Blade Runner: O Caçador de Andróides
4.1 1,7K Assista AgoraEsperava mais...
Não me entendam mal, visualmente belíssimo, mas o plot deixa e muito a desejar...
Metrópolis
4.4 658 Assista AgoraHumanos que parecem máquinas sem vidas e robôs que imitam o pulsar da existência...
Multiverso – Realidade Paralela
2.4 4Algumas coisas bem previsíveis, e fica devendo um pouco quanto a explicação do final, mas, ainda assim, achei um bom filme, tem uma ideia interessante e consegue te prender o tempo todo,,,
O Gigante de Ferro
4.1 518Chorei quando criança e chorei revendo agora...É claro, que o entendimento daquela época e agora são diferentes, mas no geral, é uma animação muito bonita e que te prende o tempo todo.
Um pano de fundo da Guerra Fria, uma família de dois, com uma mãe solo sobrecarregada, viúva, cujo esposo piloto, provavelmente foi morto na guerra, e uma criança solitária, mas que por tudo o que viveu, já tem convicções muito pertinentes e claras quanto a morte, guerra, armas, temor pelo desconhecido...
Essa tensão do período dá tom a boa parte do filme. Havia aquela cortina de medo dos inimigos estrangeiros, onde tudo era visto como uma ameaça e, podemos observar isso em diversos pontos como:
- A manipulação da narrativa e das informações por parte do governo; vemos como o lançamento do Sputnik criou varias duvidas na população; temos a escola exibindo filmes orientando as crianças quanto ao que fazer em caso de bombardeios atômicos (mãos na cabeça, esconder de baixo da mesa, como se fosse adiantar)
- A paranoia do agente aliado a sua ambição por subir na carreira que o cega para o quê de fato é o robô ou não. Ele não se importa com de onde ele veio, quem o criou, se ele é pacifico ou não, tudo o que importa pra ele é que ele descobriu algo grande e que precisa ser destruído a todo custo.
A interação entre o menino e o robô é um ponto alto do filme, no primeiro momento há o medo, mas há também a humanidade e curiosidade que o leva a salvar o gigante e, posteriormente, querer conhecê-lo de fato; servindo como contraponto às ações do Kent. O relacionamento entre eles se desenvolve ao ponto do menino conseguir se identificar com o robô, o definindo como um 'menininho', e enxergando nele uma alma, apesar de ser feito de metal.
O final, reforça essa ideia de algo de metal, uma arma, tendo consciência e podendo escolher entre ser o Atomic ou o Superman... E, diferente delas nós, realmente, temos essa escolha...
"Things die. That's part of life. It's bad to kill, but it's not bad to die."
"You're made of metal, but you have feelings, and you think about things, and that means you have a soul. And souls don't die."
"I am not a gun."
Medo
3.6 175Bom filme, desconfortável também...rs
Gostei do jogo de câmeras no inicio, enquadrando as costas dele nos dando a sensação que estávamos caminhando junto, seguindo-o e tals...
Confesso que a primeira morte me pegou... a senhorinha levando o tiro e depois se escorando na porta para soltar um "ai" e só então cair morta me fez rir...
Um ponto positivo, é a maneira como escolheram mostrar o assassino aqui; ansioso, sem preparo, agindo impulsivamente para saciar seus desejos,,, diferente de como vemos em versões americanas por exemplo, aquele personagem super inteligente e metódico,,,
Achei a reação das pessoas da mansão um pouco fora da realidade...
Timecop: O Guardião do Tempo
2.8 149 Assista grátisEstá longe de ser um dos melhores sobre viagem no tempo, mas é um bom filme.
Confesso que o que mais me pegou foram as coisas nostálgicas de filmes dessa época como: as cenas de lutas coreografadas onde a pessoa fica esperando 10 min para ser atingida, as frases de efeito, a clássica cena de costas para explosão...kkkkkkkkkk
Ps.: A flexibilidade do Van Damme sempre me surpreende...haha
A Falha
2.4 15 Assista AgoraNo começo não entendi nada, no final, parecia que eu estava no começo.. 🫠
Stalker
4.3 527Bom filme, mas vale o aviso: é lento, bem reflexivo, para ser assistido com calma e quando não estiver cansado.
Gostei da forma como utilizam os filtros de cor como parte da história,
mudando conforme a percepção do personagem principal do ambiente.
O fato de ele enxergar o mundo em que vive em tons de sépia, como se tudo ali fosse muito monótono, rotineiro, até a personalidade dele ali é introvertida, quase sem falas. Por outro lado, na Zona é como se tudo ganhasse vida e dessa forma, cor. Ele se sente integrado aquele ambiente, onde ele tem um proposito, liberdade, possibilidades...
Ele brinca bastante com religião, filosofia, politica sendo necessário uma base prévia para absorver todas as metáforas e conteúdo.
Temos um guia para uma jornada com outros dois integrantes em busca daquilo que pode tornar real seu maior desejo, torna-lo completo.
A jornada inicia-se com o primeiro ponto marcado por um poste que se assemelha a uma cruz tombada e ao longo do filme podemos ver outras referencias, como quando um dos personagens, já próximo a entrada da Zona, começa a dissertar sobre as pessoas e sua motivações, enquanto coloca sobre a cabeça uma coroa de espinhos...
Um ponto interessante é que ao longo da jornada temos vários avisos por parte do guia de como o lugar é perigoso e há varias ameaças e que devem ser cuidados, mas nada nunca, realmente, acontece. Eles caminham sob essas sombra, com apenas a ilusão do que pode acontecer sem nenhum sinal de fato, acreditando cegamente na palavra do stalker.
É verdade que o professor até tenta seguir seu próprio caminho, mas é atormentado pela lembrança da voz das ameaças iminentes, e acaba preenchido por incerteza e retornando ao conforto de ser guiado.
Algo que chama atenção são os monólogos em que eles são enquadrados sozinhos, agindo como diálogos com o expectador, nos fornecendo um background dos personagens.
O final, assim como todo o filme, trás uma mensagem que carece de interpretação individual.
Para mim, foi como se entendessem que o maior perigo da Zona não era o local em si, mas o que habita em nós, realmente; a descoberta do maior desejo do nosso coração. Como, as vezes, projetamos algo que não condiz com o que carregamos por dentro.
E ainda há a questão da filha do stalker, que apesar das limitações físicas que possui, consegue enxergar o mundo em que vive de forma plena, ao contrario do pai que só sente assim na Zona, além de demonstrar ter um poder interior movendo objetos, nos dando a entender que ela é mentalmente/espiritualmente mais evoluída.
I Am Mother
3.4 501 Assista AgoraBoa ficção cientifica, a premissa humanos x máquinas, sempre rende bons plots...
Nesse temos uma criação que levou a serio demais seu proposito de salvar a humanidade, ainda que deles mesmos...
Você salvaria 01 pessoa ou 05? Você se sacrificaria, arriscaria sua vida por elas?
A pergunta é feita ao longo da trama pela Mãe a Filha (03) e respondida no final, onde a mulher, provável falha Filha 01, ignora o bebê e os demais embriões, para cuidar de si mesma; enquanto a Filha perfeita 03, escolhe voltar e correr riscos para salva-los...
Acompanhante Perfeita
3.4 608 Assista AgoraGostei dessa inversão de papéis, onde é o android que desconhece sua condição...
Ps.:A cena da morte do policial ficou muito boa...
M3GAN
3.0 893 Assista AgoraMeio mehh... no máximo, engraçado...
A ideia sobre a inserção da tecnologia na criação das crianças e os efeitos disso é um ponto positivo.
Dito isso, a Gemma era meio problemática e um tanto burra, né?!
Praticamente tratando a sobrinha que acabou de perder os pais como um objeto que tinha que ficar quietinha num canto... além de não ter nenhum desenvolvimento emocional da parte dela, tipo: 'Sua irmã morreu', ela: 'ata'...
Ps.: Do nada, uma espada funcional em cima de uma impressora no corredor... 🤷♀️
A Ligação
3.6 526 Assista AgoraÉ um bom filme, você fica preso esperando o que vai acontecer, mas como quase todos os filmes sobre viagem no tempo, tem seus furos...
Senti falta da mudança ou ao menos, o acréscimo de memorias da protagonista, visto que, cada alteração no passado mudava imediatamente o ambiente no futuro e traços da personalidade da protagonista (exemplificado na mudança de cabelo e roupas), suas memorias também deveriam ser modificadas...
Falando da protagonista, ela é bem lerda. né?! Entrega tudo de bandeja para a assassina... o fato dela ser presa, qual a prova e quem a acha... ela poderia simplesmente ter alterado as informações e datas, ao invés de tentar mata-la no passado...
E o final? Ou melhor, o pós crédito?!
A ligação da assassina q não deveria mais ter acontecido, ou o fato q mesmo, que ela tivesse sobrevivido, escapou facilmente dos assassinatos... tipo, além das suspeitas que já existiam contra ela pela morte da mãe e do cara dos morangos, ainda há o fato de que o policial e a mãe da protagonista saíram direto da delegacia pra casa dela e ninguém suspeitou que eles nunca voltaram?
Enfim, gostei, mas poderia ser melhor...
Exame
3.2 307Esperava mais... achei bem previsível...
O Cremador
4.2 59 Assista AgoraFilme visualmente bonito, destaque para as transições de cena que foram ótimas.
Apesar de ser um filme lento, gostei desse tom de apatia no começo,
que vai caminhando para uma fascínio pela morte que progride junto a psicopatia do personagem, até culminar em sua loucura.
Ps.: Em alguma cenas, o ator principal me lembrou pelas expressões faciais, o James Spader em The Blacklist.
O Piano
4.0 458O filme me surpreendeu, não diria que é exatamente um romance...
A questão da Ada ter o piano como mecanismo de auto expressão é bem interessante e quando o novo marido, além de estar atrasado para recebê-la, não faz a mínima questão de pagar pra levarem o piano pra ela, algo que ele sabia que ela considerava importante, mostra como ele a via como apenas um outro objeto que ele adquiriu, uma 'esposa muda, submissa e fácil de moldar'.
Outro ponto é a filha, a menina carrega o papel de ponte entre a mãe e o resto do mundo, e sempre age como uma unidade com ela, quase como uma codependência, exibindo os mesmo sentimentos que mãe quer passar durante as interações com outras pessoas e, quando Baines entra na história ela se sente meio deslocada e deixa claro que não gosta da nova dinâmica, deixando o lado da rebeldia falar mais alto, o que trás consequências graves.
Falando em Baines, é onde a história fica complicada... Ele não apenas enxerga Ada, mas também ouve, a ponto de manipular o marido dela para trazer o piano e consequentemente, ter acesso a ela.
É quase um relacionamento a três, Ada, Baines e o piano...
Baines, a princípio ,com sua obsessão sexual, tentando tirar vantagens do anseio de Ada pelo piano; Ada por sua vez, se abrindo para sua sexualidade, e o piano guiando e dando tom ao 'romance'
Uma questão que ficou meio jogada ao vento, foi quando Ada diz a filha que não precisa falar com o pai da menina, pois, ela podia estender seus pensamentos pra ele e que ele a deixou, pois, ficou assustado com isso e próximo ao final, o atual marido narra a mesma situação...
No final, Ada decide abrir mão do piano, e por um minuto, de si mesma. Mas, a força de vontade fala mais alto e ela decide deixar o passado, os traumas e as dores pra trás. Não mais usando artifícios para se comunicar, mas sim, sendo porta-voz de suas vontades.
E o mais interessante ainda, é que decidiu transportar seu amor a outros, sendo ela agora, através de suas aulas, o instrumento entre a arte e as pessoas.
Destaque para as atuações e fotografia belíssimas!!
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraQue filme bom!!!
O que foi aquela primeira cena no clube, com o Sammy tocando enquanto o tecido do espaço tempo era levantado?! 😯❤️