Quando vi que a direção era de Flanagan, fiquei muito curiosa! Gosto demias dele no terror, da forma sensível como ele constrói dor, memória e humanidade. E terminei o filme completamente surpresa! O que parecia seguir um caminho se transforma em algo muito maior. É uma experiência sobre a vida, sobre o ordinário que se transforma em extraordinário. É delicado, profundo e Flanagan prova, que sabe muito bem falar sobre finitude, amor e existência com muita sensibilidade. Não é apenas um filme. É contemplação. É sentimento. É lindo de todas as formas. Uma verdadeira obra de arte. ABSOLUTE CINEMA! Obrigada Chuck.
Ben, Jake e Eli com atuações surpreendetementes impecáveis, especialmente o Ben, apesar dele parecer ter uma perfomance autoconsicente que deriva de outras atuações (vi várias formas de agir de outros atores ali, como se fosse um mashup de atuações (?)), ele sabe usar isso totalmente a seu favor. Gostei muito do desenrolar da narrativa, senti aflição, agonia e angustia em muitos momentos. Ótima direção.
Não conhecia essa 'Família Adams' e fiquei realmente surpresa, no melhor dos sentidos. Foi o tipo de filme que me fez querer prestar atenção em cada detalhe. A atmosfera é densa, a fotografia é belíssima, a trilha encaixa perfeitamente e os efeitos práticos tem visceralidade mas sem exageros. A atuação do John é bem mais ou menos, mas é totalmente compensada pela presença potente-minimalista da Toby e pela naturalidade da Zelda, que traz muita verdade. O que mais me impressionou foi a personalidade do filme. Pode até ser imperfeito em alguns momentos, por suas limitações, mas são imperfeições cheias de alma. E é justamente isso que faz essa experiência ser tão boa, dá aquela sensação de ter assistido um trabalho feito com mão na massa, devoção e identidade própria. Ansiosa para assistir tudo o que eles fizeram e ainda vão fazer. Apenas 2 coisas que vou fingir que não aconteceram:
Zulaeski abraçou demais o caos aqui! Tudo é desconfortável o tempo todo, a câmera, enquadramentos, os espaços, os corredores, e aquela cidade cinza, velha e mofada parece refletir exatamente o estado mental dos personagens. As atuações são muuuito exageradas mas num nível que faz total sentido, porque o filme inteiro funciona como um surto em e tudo parece extravasar pelo corpo, pelos gestos, pelos gritos, MUITO grito. E a cena do metrô…muito f0da! Isabelle atua de forma exagerada, constrangedora, sufocante mas que não dá pra parar de olhar. O filme nunca tenta organizar o caos, ele abraça a bagunça e te arrasta junto. É pra sentir, ficar incomodado e meio perdido. Amo!
Autêntico, singular e original. Que ódio não poder falar mal do Oliver! Ele acertou demais a mão aqui. A condução da narrativa é precisa, contemplativa, hipnotizante, exaustiva no bom sentido, daquele cansaço que te coloca no mesmo estado mental dos personagens e te leva por caminhos totalmente inesperados. A minha maior dica é assistir sem saber absolutamente nada sobre, porque o filme se revela aos poucos, de forma gradual e muito sensorial, principalmente se dsomado a trilha sonora, criando uma experiência imersiva e criatva. A fotografia é belíssima e as atuações são contidas mas muito potentes. Quando vira praticamente um road movie, eu fui ficando cada vez mais angustiada junto com os personagens, a cada acontecimento bizarro e que te pega sempre desprevinido.
Elle, Renate, Stellan e Joachim, que combo é esse meus amigos?! Se complementam de forma tão orgânica que todos juntos carrgam o filme com maestria! Não à toa, todos foram indicados. Sem desmerecer Inga que também está maravilhosa! É palpável como pai e filha jogam suas frustrações na arte, e o filme transforma essa frustração íntima em algo que se junta à memória, ao peso afetivo que damos às coisas, aos lugares e as pessoas que nos moldam. Consegui me conectar com todos os personagens, me senti dentro da narratvia, como se eu estivesse lendo um livro em que cada diálogo e cada cenário merecem atenção. Acho profundamente sensível a maneira como o Joachim conduz suas narrativas.
As cenas que mostram o presente são péssimas, que quebra que dá na fluidez do filme a atução péssima das duas meninas, nesses momentos eu me desconectava totalmente do filme, até as falas eram parecidas. A cena final de uma delas com o Wagner é sofrível e parece que não há nenhuma direção de arte nessa cena, perdeu tudo que vinha sendo mostrado com maestria durante todo o decorrer do filme. Achei o final bem desleixado. Acho super válido homenagear filmes que o diretor gosta, e eu particularmente amo "Tubarão", mas citar tantas e tantas e tantas vezes se tornou cansativo. A cena com Udo Kier pareceuque foi jogada ali só pro ator ter uma participação. Maaaaaaaaaaaaaaaas vou torcer por ele no Oscar? Com certeza! E em tudo que foi indicado, porque aqui é BRASIL!
Experiência daquelas em que é quase impossível não se emocionar. A referência a cena de The Searchers encaixa perfeitamente na fotografia e no contexto, achei de uma delicadeza rara. Joel Edgerton está extraordinário e tudo fica ainda mais perfeito quando Felicity surge, ela é luminosa, com uma presença sensível que equilibra tudo. Fotografia maravilhosamente linda, diálogos singelos, que dizem muito com pouco e a narração costura perfeitamente essa história profundamente humana, melancólica e bela ao mesmo tempo.
Tentou ser profundo, mas falhou miseravelmente. Tenta discutir temas grandes mas tudo soa artificial, como se o diretor estivesse mais preocupado em parecer genial do que em contar uma boa história. As atuações se perdem em diálogos pretensiosos e a narrativa, cheia de pausas dramáticas, não leva a lugar algum. No fim, senti que o filme se leva a sério demais para o pouco que realmente entrega. Deveriam ter deixados as cenas de fatalities só no Mortal Kombat mesmo.
Uma das experiências cinematográficas mais intensas e sensoriais que já vivi. Não se trata apenas de um filme, mas de uma imersão no caos e no colapso humano. Noé e sua direção inconfundível com tomadas longas, o som que não para, as cores saturadas e a câmera em delírio que constroem uma bad trip que é totalmente possível sentir além da tela. Tudo é sensação, o desconforto, a ansiedade, a vertigem. Amo como a arte dele me faz sentir, mesmoq ue de forma desconfortável, extrapolando a moral e o narrativa para alcançar um transe que me engoliu.
Que doc SENSACIONAL. É tão insano que parece ficção. A forma como vai costurando os acontecimentos, com aquele climão de suspense e as entrevistas que parecem saídas de um roteiro de thriller, simplesmente não dá pra acreditar que tudo aconteceu de verdade. É sensacional justamente por isso, mistura investigação, bizarrice e revelações chocantes de um jeito que me deixou presa do início ao fim.
Que arte maravilhosa! Que roteiro incrível! Sempre presos a memórias que nos paralisam ou a projeções que nos atormentam, sempre esquecendo de existir no agora.
Assistir depois de ter visto "Quiet Life" foi um soco no estômago ainda maior. A expressão serena nos rostos delas, em contraste com o vazio por dentro, me pareceu uma ironia muito cruel, parece que indica que a paz só existe na desistência. Para mim, o documentário não é apenas sobre uma síndrome rara, mas sobre a falência coletiva em acolher, proteger e oferecer esperança a quem mais precisa. E sobre as informações, achei que ficou devendo muuuuuuuuuuuuito, cade as teorias? explicações cientificas? por mais escassas que sejam, seria muito importante adicionar isso no doc.
Kill Bill: The Whole Bloody Affair
4.4 47 Assista AgoraQue lindo ver isso no cinema. Que lindo! Trilha sonora absurda. Veria repetidas vezes. Senti falta apenas da cena " I am gonna kill Bill".
A Vida de Chuck
3.7 110 Assista AgoraQuando vi que a direção era de Flanagan, fiquei muito curiosa! Gosto demias dele no terror, da forma sensível como ele constrói dor, memória e humanidade. E terminei o filme completamente surpresa! O que parecia seguir um caminho se transforma em algo muito maior. É uma experiência sobre a vida, sobre o ordinário que se transforma em extraordinário. É delicado, profundo e Flanagan prova, que sabe muito bem falar sobre finitude, amor e existência com muita sensibilidade. Não é apenas um filme. É contemplação. É sentimento. É lindo de todas as formas. Uma verdadeira obra de arte. ABSOLUTE CINEMA! Obrigada Chuck.
Frankenstein
3.7 598 Assista AgoraLindíssimo! E nesse quesito, Del Toro não decepciona nunca. Restante achei bem esquecível.
Busca Imediata: Pessoas Desaparecidas (1ª Temporada)
3.4 14Tudo tão forçado e tão fake que não consegui passar do episódio 2.
The Plague
3.3 21Ben, Jake e Eli com atuações surpreendetementes impecáveis, especialmente o Ben, apesar dele parecer ter uma perfomance autoconsicente que deriva de outras atuações (vi várias formas de agir de outros atores ali, como se fosse um mashup de atuações (?)), ele sabe usar isso totalmente a seu favor. Gostei muito do desenrolar da narrativa, senti aflição, agonia e angustia em muitos momentos. Ótima direção.
O Primata
2.7 152 Assista AgoraEntretém.
Mother Of Flies
2.8 6Não conhecia essa 'Família Adams' e fiquei realmente surpresa, no melhor dos sentidos. Foi o tipo de filme que me fez querer prestar atenção em cada detalhe. A atmosfera é densa, a fotografia é belíssima, a trilha encaixa perfeitamente e os efeitos práticos tem visceralidade mas sem exageros. A atuação do John é bem mais ou menos, mas é totalmente compensada pela presença potente-minimalista da Toby e pela naturalidade da Zelda, que traz muita verdade. O que mais me impressionou foi a personalidade do filme. Pode até ser imperfeito em alguns momentos, por suas limitações, mas são imperfeições cheias de alma. E é justamente isso que faz essa experiência ser tão boa, dá aquela sensação de ter assistido um trabalho feito com mão na massa, devoção e identidade própria. Ansiosa para assistir tudo o que eles fizeram e ainda vão fazer. Apenas 2 coisas que vou fingir que não aconteceram:
AS 2 CENAS DE 2 SEGUNDOS DELA VOANDO. NÃO PRECISAVAAAAAAAAAAAA.
40 Acres
3.1 19 Assista AgoraComeça muuuuito bem mas o draminha que vem na sequência torna chato e esquecível.
Possessão
3.9 644Zulaeski abraçou demais o caos aqui! Tudo é desconfortável o tempo todo, a câmera, enquadramentos, os espaços, os corredores, e aquela cidade cinza, velha e mofada parece refletir exatamente o estado mental dos personagens. As atuações são muuuito exageradas mas num nível que faz total sentido, porque o filme inteiro funciona como um surto em e tudo parece extravasar pelo corpo, pelos gestos, pelos gritos, MUITO grito. E a cena do metrô…muito f0da! Isabelle atua de forma exagerada, constrangedora, sufocante mas que não dá pra parar de olhar. O filme nunca tenta organizar o caos, ele abraça a bagunça e te arrasta junto. É pra sentir, ficar incomodado e meio perdido. Amo!
Sirāt
3.4 171 Assista AgoraAutêntico, singular e original. Que ódio não poder falar mal do Oliver! Ele acertou demais a mão aqui. A condução da narrativa é precisa, contemplativa, hipnotizante, exaustiva no bom sentido, daquele cansaço que te coloca no mesmo estado mental dos personagens e te leva por caminhos totalmente inesperados. A minha maior dica é assistir sem saber absolutamente nada sobre, porque o filme se revela aos poucos, de forma gradual e muito sensorial, principalmente se dsomado a trilha sonora, criando uma experiência imersiva e criatva. A fotografia é belíssima e as atuações são contidas mas muito potentes. Quando vira praticamente um road movie, eu fui ficando cada vez mais angustiada junto com os personagens, a cada acontecimento bizarro e que te pega sempre desprevinido.
O que o Laxe tem de babaca, tem de bom diretor.
Valor Sentimental
3.9 370 Assista AgoraElle, Renate, Stellan e Joachim, que combo é esse meus amigos?! Se complementam de forma tão orgânica que todos juntos carrgam o filme com maestria! Não à toa, todos foram indicados. Sem desmerecer Inga que também está maravilhosa! É palpável como pai e filha jogam suas frustrações na arte, e o filme transforma essa frustração íntima em algo que se junta à memória, ao peso afetivo que damos às coisas, aos lugares e as pessoas que nos moldam. Consegui me conectar com todos os personagens, me senti dentro da narratvia, como se eu estivesse lendo um livro em que cada diálogo e cada cenário merecem atenção. Acho profundamente sensível a maneira como o Joachim conduz suas narrativas.
O Drama Menstrual de Jane Austen
3.6 30 Assista AgoraCriativo e divertido!
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 282 Assista AgoraFilme para ver em imax 3D com zero apego ao roteiro. Lindo demais o visual do povo das cinzas, veria tranquilo um filme só sobre eles.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 658 Assista AgoraMinhas estrelas são pelo Benício, o único persongaem que teve um pouco de desenvolvimento e pela cena da perseguição, genial!
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraAs cenas que mostram o presente são péssimas, que quebra que dá na fluidez do filme a atução péssima das duas meninas, nesses momentos eu me desconectava totalmente do filme, até as falas eram parecidas. A cena final de uma delas com o Wagner é sofrível e parece que não há nenhuma direção de arte nessa cena, perdeu tudo que vinha sendo mostrado com maestria durante todo o decorrer do filme. Achei o final bem desleixado. Acho super válido homenagear filmes que o diretor gosta, e eu particularmente amo "Tubarão", mas citar tantas e tantas e tantas vezes se tornou cansativo. A cena com Udo Kier pareceuque foi jogada ali só pro ator ter uma participação.
Maaaaaaaaaaaaaaaas vou torcer por ele no Oscar? Com certeza! E em tudo que foi indicado, porque aqui é BRASIL!
Sonhos de Trem
3.7 342 Assista AgoraExperiência daquelas em que é quase impossível não se emocionar. A referência a cena de The Searchers encaixa perfeitamente na fotografia e no contexto, achei de uma delicadeza rara. Joel Edgerton está extraordinário e tudo fica ainda mais perfeito quando Felicity surge, ela é luminosa, com uma presença sensível que equilibra tudo. Fotografia maravilhosamente linda, diálogos singelos, que dizem muito com pouco e a narração costura perfeitamente essa história profundamente humana, melancólica e bela ao mesmo tempo.
A Única Saída
3.7 139 Assista AgoraCômico se não fosse trágico. Direção lindamente maravilhosa!
O Palhaço no Milharal
2.6 133 Assista AgoraDivertidíssimo!
GOAT
2.4 76Tentou ser profundo, mas falhou miseravelmente. Tenta discutir temas grandes mas tudo soa artificial, como se o diretor estivesse mais preocupado em parecer genial do que em contar uma boa história. As atuações se perdem em diálogos pretensiosos e a narrativa, cheia de pausas dramáticas, não leva a lugar algum. No fim, senti que o filme se leva a sério demais para o pouco que realmente entrega. Deveriam ter deixados as cenas de fatalities só no Mortal Kombat mesmo.
Clímax
3.6 1,2K Assista AgoraUma das experiências cinematográficas mais intensas e sensoriais que já vivi. Não se trata apenas de um filme, mas de uma imersão no caos e no colapso humano. Noé e sua direção inconfundível com tomadas longas, o som que não para, as cores saturadas e a câmera em delírio que constroem uma bad trip que é totalmente possível sentir além da tela. Tudo é sensação, o desconforto, a ansiedade, a vertigem. Amo como a arte dele me faz sentir, mesmoq ue de forma desconfortável, extrapolando a moral e o narrativa para alcançar um transe que me engoliu.
The Jinx: A Vida e as Mortes de Robert Durst
4.5 93 Assista AgoraQue doc SENSACIONAL. É tão insano que parece ficção. A forma como vai costurando os acontecimentos, com aquele climão de suspense e as entrevistas que parecem saídas de um roteiro de thriller, simplesmente não dá pra acreditar que tudo aconteceu de verdade. É sensacional justamente por isso, mistura investigação, bizarrice e revelações chocantes de um jeito que me deixou presa do início ao fim.
Sr. Ninguém
4.3 2,7K Assista AgoraNão consigo ver o que todo mundo vê. Chatíssimo.
Vaysha, A Cega
4.4 46Que arte maravilhosa! Que roteiro incrível! Sempre presos a memórias que nos paralisam ou a projeções que nos atormentam, sempre esquecendo de existir no agora.
A Vida em Mim
3.6 61Assistir depois de ter visto "Quiet Life" foi um soco no estômago ainda maior. A expressão serena nos rostos delas, em contraste com o vazio por dentro, me pareceu uma ironia muito cruel, parece que indica que a paz só existe na desistência. Para mim, o documentário não é apenas sobre uma síndrome rara, mas sobre a falência coletiva em acolher, proteger e oferecer esperança a quem mais precisa. E sobre as informações, achei que ficou devendo muuuuuuuuuuuuito, cade as teorias? explicações cientificas? por mais escassas que sejam, seria muito importante adicionar isso no doc.