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Escrevo contos e poemas, tenho alguns textos publicados em livros físicos.

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Últimas opiniões enviadas

  • Thiago S. Sevla

    Desconfortante, misantrópico, lancinante e ao mesmo tempo empático, denotando grande sensibilidade.

    Alguns classificam como "terror", ou "drama e terror", inclusive na própria descrição do Filmow.
    Porém, não vejo nada de aterrador. Trata-se de um drama bastante singular com teor filosófico e auspicioso. Embora seja fictício, a abordagem é bastante verossímil e realista. E ainda condizendo muito com os tempos contemporâneos.

    A obra emerge com relevantes questionamentos e expõe o caráter adverso de alguns indivíduos, principalmente os que mantém o extrínseco preconceito físico, o escárnio e até mesmo a ojeriza para com as pessoas que apresentam problemas congênitos (o que é lamentável, ainda mais no mundo real).
    Também nos mostra que as monstruosidades são reais; muitas vezes possuem bela aparência, mas em seus âmagos reinam a fealdade, apatia, perfídia, crueldade e todo tipo de abjeção.

    Bom Roteiro, trama interessante e reflexiva, bons personagens. A Direção de Arte é ótima, tão quanto a Fotografia. Montagem competente e exímia Direção de Tod Browning, insigne Diretor de Drácula (com Bela Lugosi).

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  • Thiago S. Sevla

    Nos anos 20, já existiam filmes magnânimos e indefectíveis, tais como: Nosferatu, O Gabinete do Dr Caligari, O Homem que Ri, M - O Vampiro de Düsseldorf, Metropolis e etc.

    Mas evidentemente este não é um filme que se destaca pela trama, personagens e afins. O Roteiro é bastante simplista e até pueril. No entanto, o ponto saliente da obra é sua linguagem, todo o aspecto visual: Direção de Arte, Fotografia e Montagem. Sendo bastante arrojado para a época. Um tanto enfadonho para quem não está habituado a filmes da época.

    A Fotografia fala por si só, segue como o principal artifício para o desenvolvimento da narrativa. Os enquadramentos precisos junto com a iluminação acurada e criativa dão o tom esdrúxulo e intrigante ao filme.

    A Direção de Arte é exímia também, através de ótimos figurinos e cenografia, deixam a ambientação ainda mais convincente.

    Sobre o elenco, é curioso ver como as atuações de modo geral, eram bem caricatas e teatrais naquele período. Principalmente, durante as duas primeiras décadas do século XX, em que praticamente todos os atores vinham do teatro e eram um tanto inexperientes com o cinema - o que é absolutamente plausível, porém, isso não tornam as produções pífias ou irrelevantes, pelo contrário. – Divergindo dos dias contemporâneos, em que muitos atores têm a possibilidade de ingressar diretamente em produções audiovisuais. Mesmo que muitos ainda prefiram começa com o teatro, mas em certa feita, podem escolher em qual segmento desejam atuar e fazer sua carreira.

    Com a primeira produção cinematográfica sendo exibida em 1895 pelos irmãos Lumière (A Chegada do Trem na Estação de Ciotat; inclusive assustando o público, pensavam que de fato um trem estava vindo em suas direções), tudo que se referia às películas ainda era novidade. E nesse sentido, Sombras tem sua grande relevância pela originalidade em projetar sua estória.

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  • Thiago S. Sevla

    Quando você pensa que já desvendou tudo do enredo, que por sinal é excelente e muito bem construído, vem um plot twist que lhe pega de surpresa; e até lhe causa repulsa, ante toda a perversão de um antagonista.

    Roteiro redigido com maestria, estarrecedor. Além de toda a trama policial, ótimos personagens, narrativa intrigante do início ao fim. Desfecho atroz, arrebatador. Bastante verossímil e lancinante. Impossível não se surpreender.

    Não é um filme de ação ou policial frenético, com edição ultradinâmica contendo 9999 cortes a cada minuto, calcado na trivialidade e cheio de tiro, porrada e bomba, semelhante aos famigerados blockbusters pós 2000. Pra quem reclama que é monótono, com certeza não é público-alvo desse tipo de produção. Melhor ficar apenas na filmografia de Vin Diesel e Jason Statham. Creio ser mais adequado para tal perfil. Doravante.

    Chinatown mantém um ritmo mais lento e distendido, propositalmente, exigindo interesse, atenção e maturidade do telespectador. Também não possui violência gráfica gritante, mas o teor psicológico (típico do Polanski) consegue ser mais visceral do que muitos filmes do gênero.

    O bom desempenho de todo o elenco é notável, mas as atuações insignes evidentemente ficam por conta de Jack Nicholson (esse cara sempre consegue me surpreender e fazer com que fique cada vez mais fã), John Huston e Faye Dunaway.

    Como já era de se esperar, Direção formidável do Polanski (que curiosamente é pouco expressivo como ator, mas como cineasta é magnânimo).

    Enfim, imprescindível para os fãs de bons filmes policiais/Noir.

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