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Data de lançamento
15 Maio 2017Duração
Antes de ser Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira imbatível. Criada numa ilha paraíso protegida e escondida, tudo muda quando um piloto americano chega em seu território e avisa sobre um grande conflito tomando forma no mundo. Diana deixa seu lar convencida de que pode impedir a ameaça crescente. Lutando ao lado dos homens em uma guerra para dar fim a todas as outras, Diana descobre seus poderes… e seu destino.
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mulher mara virilha...
"Eu sou Diana, princesa de Temiscira.”
Só o amor pode salvar o mundo.
É essa a mensagem que o filme tenta passar durante todo o seu desenvolvimento, e assim o faz enquanto constrói uma relação absurdamente linda entre Diana (Mulher-Maravilha) e Steve.
O filme nos apresenta o habitat de nossa heroína, desde seu treinamento com as Amazonas até o dia em que este é invadido por tropas nazistas alemãs, e Diana se vê obrigada a interferir nesta guerra temendo que seja uma manobra divina do deus Ares.
Os cenários são incríveis e belos ao longo de todo o filme; parabéns à produção de arte por detalhar a riqueza da época. Os efeitos especiais de vez em quando dão uma escorregada, mas nada que comprometa.
As atuações tanto de Gal Gadot quanto de Chris Pine são convincentes e boas. E a direção de Patty Jenkins também não fica para trás: muitos papéis de parede saíram daqui para as capas de caderno.
Em especial, duas cenas destacam bem a direção. A primeira, que virou cortes nas redes sociais, faz jus ao quão divina ela parece: a Mulher-Maravilha entrando no campo de guerra. É daquelas cenas memoráveis que a gente guarda. E a segunda, com a sua trilha sonora absurda enquanto luta com soldados, que te faz levantar da cadeira — afinal, um filme de herói precisa ser empolgante.
Completa tudo isso a mensagem do filme: uma relação bem desenvolvida e que acerta em tudo o que se propõe — no humor, na ingenuidade e, principalmente, em motivações cada dia mais raras: enxergar o bem e entender que, sim, parte do mundo é má, mas ainda há pessoas que valem a pena ser salvas.
Mulher-Maravilha justifica ser, até hoje, o melhor filme de uma heroína feminina. Infelizmente peca no último ato, uma vez que tem de haver uma batalha final; porém é verdade que temos aqui uma das melhores histórias de quadrinhos adaptadas para o cinema.
09 Jul 2026
Mais um injustiçado, muito bom filme.
Achei o filme desnecessariamente longo. Acho que poderiam ter cortado uns 30 minutos que o filme não sofreria. Por isso, muito provável que eu me esqueça dele depois de um tempo.
Quanto ao roteiro: Achei bem mediano.
Quanto as atuações: Achei que a Gal não está tão ruim assim. A gente sabe que ela pode ser bem pior que isso kkkkk
(20/04/2026)
Depois de anos tentando parecer “sombrio e sério”, a DC finalmente percebeu que heróis também podem ter coração.
O filme acerta ao tratar Diana não apenas como guerreira, mas como alguém que encara o mundo humano com uma mistura de inocência e indignação moral. Essa perspectiva dá ao longa algo raro no gênero: senso genuíno de idealismo. As cenas de ação são eficientes, mas o que realmente marca é a personagem avançando pela Terra de Ninguém em um momento que resume o espírito do filme melhor do que qualquer explosão digital.
Nem tudo é perfeito: o terceiro ato escorrega no excesso de CGI e na necessidade quase obrigatória de um “chefão final” barulhento. Ainda assim, o impacto emocional já estava garantido.
No fim, Mulher-Maravilha funciona porque lembra que heroísmo não nasce da força, mas da decisão obstinada de continuar acreditando nas pessoas e ao mesmo quando elas claramente não facilitam.