Talvez tenham pessoas que irão se "incomodar" com as tantas cenas de sexo que existe no início, me fez lembrar daqueles seriados que a netflix lança estilo "sex life", só que essa é a versão gay. Você vai se apegando a personalidade dos personagens no decorrer dos episódios, só não achei o último episódio tão realista
Nunca joguei League of Legends, não sabia nada de personagens ou se eles tinham "história", comecei a assistir por indicação de um canal de filmes/series, fiquei meio relutante pois faz tempo que não vejo uma animação que prenda a minha atenção, ainda mais série. Foi uma grande surpresa, já no primeiro episódio a arte, os personagens, história, criação de mundos, me cativaram e a cada episódio era uma dopamina
Para mim, refleti sobre o contexto da animação da seguinte forma:
Trazendo para os tempos atuais é como se Victor fosse a humanidade criando a IA. Os Hexportais como se fossem a conectividade do conhecimento através da internet que aproxima pessoas de todos os lugares, incentivando a comunicação, comércio... Quando ele fala: "Achei que poderia acabar com o sofrimento do mundo. Mas quando todas as equações foram resolvidas...tudo o que restou...foram campos de solidão sem sonhos. Não há prêmio para a perfeição. Apenas um fim para a busca". Então, para mim, foi uma metáfora para quando o ser humano procura "erradicar" o que acha imperfeito no mundo, tendo uma visão unívoca e procurando a perfeição que jamais seria alcançável porque o ser humano sempre será "algo faltoso e falho". Além de trazer reflexões acerca dos personagens sobre Amor, perdão, preconceito, diferença de classes, sonhos, vingança....Existem episódios que você passar a odiar certo personagem mas depois você chora por ele, isso torna o roteiro significativo em uma proporção dosada, não precisaria de mais episódios, terminou quando precisou.
Acho se ela tivesse se apaixonado por uma garota seria como se fosse o filme Caçadoras de Aventuras 2 - viagem no tempo. Mas não aconteceu, assim como em Caçadoras de aventuras em que eu imaginei na adolescência que havia um romance entre as protagonistas. Seria bom filmes lésbicos juvenil leves na natureza.
Minha expectativa foi caindo ao decorrer, a cena de intimidade das duas não acrescentou, estava inquieta com a sensação de mais um filme sobre duas mulheres que não ficam juntas, a outra fica com um cara/acontece algo trágico, a bissexualidade da personagem como motivação do término, etc. Tempo depois fui ler a HQ o que fez aumentar meu desgosto pelo filme, já que a HQ é o romance que eu esperava ver (apesar do final trágico pelo menos havia um romance lésbico coerente).
É um filme que é muito subjetivo, sugestivo, dá espaço para quem está assistindo imaginar. Parei de ver como um romance e me atentei ao título: Assistir a vida da Adèle. E me impressionei com a quantidade de detalhes da personagem. Sua vida social e amorosas superficiais. Adèle tinha "amigos" que não a conheciam e mesmo o que era mais próximo ela não fazia confissões, ela não se deixava transparecer. Seu cabelo sempre bagunçado me passou a bagunça interna da personagem. O azul que usava, o tom como metáfora de tristeza (?), a descoberta por sua sexualidade faz com que as cenas de nudez sejam necessárias, a primeira com o carinha que se faz perceber sua desconexão e a segunda com Emma, de forma exposta, escancarada, sem pudor, que transmite sua conexão apenas física, somente, já que as duas não conseguem se conectar em conversas, não há ponte entre seus mundos: seja intelectual, seja forma de ver a vida. Percebi mais a diferença entre as famílias de Adèle e Emma, a diferença de classe social, a diferença de ambições... Algo que notei nessa segunda vista também é que na festa que Emma fez com os amigos, Adèle "servindo"(talvez como sugestão de sua classe mais pobre à servir os mais ricos), sem amigos e afastada de Emma (que estava conversando intimamente com Lise da mesma forma que fez quando conversou com Adèle no bar), percebe-se que ela não consegue manter um diálogo com os demais até que há a intervenção de um homem a flertá-la (talvez sugerindo a sua bissexualidade). Em contra ponto, no final percebe-se que Emma tem em seus quadros o tom vermelho (Representando, Amor, paixão, intimidade...), apesar de conversar com as demais pessoas, ela procura Lise e fica ao seu lado.
Talvez seja um filme mais reflexivo para quem faz parte do ambiente educacional, pois imagina-se que o mesmo é onde professores/educadores compartilham e respeitam diferenças, contudo, quem convive nesse ambiente sabe que é completamente retrógrado, principalmente quando se trata da educação básica do Brasil.
Achei o Tom Blyth muito parecido fisicamente e de atuação com o Jesuíta Barbosa, principalmente depois dele raspar o cabelo ficou parecido com o personagem do filme Tatuagem x:
O filme termina sem ter começado. O foco é na amizade das duas moças, ok. Mas a amiga dela tem mais tempo de tela do que a própria protagonista. Dakota não convence com sua franja. O filme poderia abordar infinitas discussões, as dúvidas do sexo lésbico, por exemplo. Quando eu vi o namorado da Jane lembrei da comunidade do orkut: Moça, seu namorado é gay/ Essa coca é fanta.
Gostei da ambiguidade de emoções que o seriado faz, ora você está achando Donny idiota, ora sente pena dele, ora tem raiva. Ora tem curiosidade por Martha, ora pena, ora compaixão. Queria guardar Teri num potinho
Ela o afastou dele para que a filha pudesse estar com a saúde mental em dia. Ficou sozinha e aparentemente triste e solitária. Quando ele "volta" depois dos anos "prometidos", o filme passa que irão ficar juntos. Qual foi a diferença além da barba dele? A filha dela foi para a faculdade.
Vendo uma crítica do filme vi o relato que o tem um "clímax fluido, contínuo", ou seja, não tem um ponto alto, toda o filme tem algo que "lhe pega". Um filme que traz muitas sensações. Existem pontos muito delicados, como na cena em que a mãe pergunta o que está acontecendo de errado para tentar consertar, sendo que uma criança não saberia explicar se nem ela mesmo está se entendendo contrasta com a cena da tia que pergunta quem Lucía seria da colmeia de abelhas, algo sútil. Outro ponto é quando os pais "descobrem" e o pai fica falando que "o" mimaram demais, procurando uma justificativa. Mas acho que a cena que mais me impactaram foram duas: A primeira foi a foto em família em que todos vão se juntando e perguntam se estão todos ali, Lucía não fez parte, mostra o retrato real de como pessoas trans são isoladas da família. A segunda cena foi quando a família a chama de Lucía ao procurá-la.
Os personagens secundários mereciam bem mais, tudo pareceu muito sútil como a questão do racismo (Felice), xenofobia (Simon e Nils), homofobia (Casal principal, a amiga do Simon, as amigas da Felice e Nils) , transtorno alimentar (August) e o alcolismo (Pai de Sara). O roteiro se importou apenas com o casal principal de forma fantasiosa e fofinha. August merecia maior tempo de tela, é um personagem carismático
A ideia é boa, a execução é péssima. Você simplesmente não se importa com nenhum personagem. A única reflexão sobre o tempo que consegui fazer foi eu ter gasto o meu tempo vendo esse filme.
O primeiro sentido para mim foi que lembrei do isolamento do coronavírus, a única diferença é que tínhamos a internet e os eletrônicos para não enlouquecer.
"Todos esses anos eles foram como duas plantinhas, dividindo o mesmo espaço de terra, crescendo um ao redor do outro, se contorcendo para criar espaço, tomando certas atitudes improváveis. Mas, no fim, ela fizera algo por ele, tornara uma nova vida possível, e sempre poderá se sentir bem por conta disso. Eu morreria de saudades de você, ele diz. Ficaria doente, sinceramente. No começo. Mas melhoraria depois. Sentam-se em silêncio, Marianne passando a escova metodicamente pelo cabelo, sentindo os nós e devagar, com paciência, desembaraçando-os. Não faz mais sentido ser impaciente. Você sabe que eu te amo, diz Conell. Nunca vou sentir isso por ninguém. Ela assente, o.k. Ele está falando a verdade. Para falar a verdade, eu não sei o que fazer, ele confessa. Me diz que você quer que eu fique e eu fico. Ela fecha os olhos. É provável que ele não volte, ela pondera. Ou volte, mas diferente. O que têm agora eles nunca mais poderão ter. Mas para ela a dor da solidão não vai ser nada se comparada à dor que costumava sentir, de não valer nada. Ele lhe trouxe a bondade como dádiva, e agora isso é parte dela. Enquanto isso, a vida se abre à frente dele em todas as direções ao mesmo tempo. Fizeram muito bem um ao outro. De verdade, ela pensa, de verdade. As pessoas podem mudar as outras de verdade. Você devia ir, ela diz. Eu vou estar sempre aqui. Você sabe disso". - p. 262
A história é muito cativante e não precisa do questionamento se é terror psicológico, suspense ou drama. No último episódio, a "agonia" de Poppins me fez enxergar como sendo uma metáfora para uma doença patológica, no caso a depressão. O soundtrack é muito memorável.
Teria sido uma grande surpresa se soubéssemos que era o Dick Vigarista e o Muttley apenas no final e não nos primeiros minutos. Se tivessem tirado o arco do Falcão e sua turma e colocado o Capitão Caverna ajudando no mistério do meio até o fim teria sido tudo bem mais interessante
Quando eles ficam no hotel lembrou-me Lolita, me senti incomodada, talvez se o roteiro tivesse deixado mais evidente o afeto paterno teria sido menos incômodo ou talvez a intenção fosse mesmo a repassada
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 126 Assista AgoraQueria que houvesse seriado nesse estilo lésbico.
Talvez tenham pessoas que irão se "incomodar" com as tantas cenas de sexo que existe no início, me fez lembrar daqueles seriados que a netflix lança estilo "sex life", só que essa é a versão gay. Você vai se apegando a personalidade dos personagens no decorrer dos episódios, só não achei o último episódio tão realista
https://www.youtube.com/watch?v=R_KHh9Lfy6E
Arcane (2ª Temporada)
4.3 161Nunca joguei League of Legends, não sabia nada de personagens ou se eles tinham "história", comecei a assistir por indicação de um canal de filmes/series, fiquei meio relutante pois faz tempo que não vejo uma animação que prenda a minha atenção, ainda mais série. Foi uma grande surpresa, já no primeiro episódio a arte, os personagens, história, criação de mundos, me cativaram e a cada episódio era uma dopamina
Para mim, refleti sobre o contexto da animação da seguinte forma:
Trazendo para os tempos atuais é como se Victor fosse a humanidade criando a IA. Os Hexportais como se fossem a conectividade do conhecimento através da internet que aproxima pessoas de todos os lugares, incentivando a comunicação, comércio... Quando ele fala: "Achei que poderia acabar com o sofrimento do mundo. Mas quando todas as equações foram resolvidas...tudo o que restou...foram campos de solidão sem sonhos. Não há prêmio para a perfeição. Apenas um fim para a busca". Então, para mim, foi uma metáfora para quando o ser humano procura "erradicar" o que acha imperfeito no mundo, tendo uma visão unívoca e procurando a perfeição que jamais seria alcançável porque o ser humano sempre será "algo faltoso e falho". Além de trazer reflexões acerca dos personagens sobre Amor, perdão, preconceito, diferença de classes, sonhos, vingança....Existem episódios que você passar a odiar certo personagem mas depois você chora por ele, isso torna o roteiro significativo em uma proporção dosada, não precisaria de mais episódios, terminou quando precisou.
Meu Eu do Futuro
3.2 110Acho se ela tivesse se apaixonado por uma garota seria como se fosse o filme Caçadoras de Aventuras 2 - viagem no tempo. Mas não aconteceu, assim como em Caçadoras de aventuras em que eu imaginei na adolescência que havia um romance entre as protagonistas. Seria bom filmes lésbicos juvenil leves na natureza.
Observador
3.3 409 Assista AgoraFaltou o tiro nas fuças do namorado
Azul é a Cor Mais Quente
3.7 4,3K Assista AgoraDuas visões.
Na primeira vez que vi o filme, previamente fui com a expectativa de ser um romance:
Minha expectativa foi caindo ao decorrer, a cena de intimidade das duas não acrescentou, estava inquieta com a sensação de mais um filme sobre duas mulheres que não ficam juntas, a outra fica com um cara/acontece algo trágico, a bissexualidade da personagem como motivação do término, etc. Tempo depois fui ler a HQ o que fez aumentar meu desgosto pelo filme, já que a HQ é o romance que eu esperava ver (apesar do final trágico pelo menos havia um romance lésbico coerente).
Revi esse filme 6 anos depois:
É um filme que é muito subjetivo, sugestivo, dá espaço para quem está assistindo imaginar. Parei de ver como um romance e me atentei ao título: Assistir a vida da Adèle. E me impressionei com a quantidade de detalhes da personagem. Sua vida social e amorosas superficiais. Adèle tinha "amigos" que não a conheciam e mesmo o que era mais próximo ela não fazia confissões, ela não se deixava transparecer. Seu cabelo sempre bagunçado me passou a bagunça interna da personagem. O azul que usava, o tom como metáfora de tristeza (?), a descoberta por sua sexualidade faz com que as cenas de nudez sejam necessárias, a primeira com o carinha que se faz perceber sua desconexão e a segunda com Emma, de forma exposta, escancarada, sem pudor, que transmite sua conexão apenas física, somente, já que as duas não conseguem se conectar em conversas, não há ponte entre seus mundos: seja intelectual, seja forma de ver a vida. Percebi mais a diferença entre as famílias de Adèle e Emma, a diferença de classe social, a diferença de ambições...
Algo que notei nessa segunda vista também é que na festa que Emma fez com os amigos, Adèle "servindo"(talvez como sugestão de sua classe mais pobre à servir os mais ricos), sem amigos e afastada de Emma (que estava conversando intimamente com Lise da mesma forma que fez quando conversou com Adèle no bar), percebe-se que ela não consegue manter um diálogo com os demais até que há a intervenção de um homem a flertá-la (talvez sugerindo a sua bissexualidade). Em contra ponto, no final percebe-se que Emma tem em seus quadros o tom vermelho (Representando, Amor, paixão, intimidade...), apesar de conversar com as demais pessoas, ela procura Lise e fica ao seu lado.
É um filme sobre duas mulheres totalmente diferentes que se apaixonam, há uma forte atração física. O Amor não aparece.
[spoiler][/spoiler]
Blue Jean
4.0 29 Assista AgoraTalvez seja um filme mais reflexivo para quem faz parte do ambiente educacional, pois imagina-se que o mesmo é onde professores/educadores compartilham e respeitam diferenças, contudo, quem convive nesse ambiente sabe que é completamente retrógrado, principalmente quando se trata da educação básica do Brasil.
Percebe-se o peso de Jean ter duas vidas. É bem sútil a negação de si mesma.
Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
3.6 438 Assista AgoraNão sei o que aconteceu mas meu cérebro fez associação de...
Achei o Tom Blyth muito parecido fisicamente e de atuação com o Jesuíta Barbosa, principalmente depois dele raspar o cabelo ficou parecido com o personagem do filme Tatuagem x:
Está Tudo Bem Comigo?
3.0 124 Assista AgoraO filme termina sem ter começado. O foco é na amizade das duas moças, ok. Mas a amiga dela tem mais tempo de tela do que a própria protagonista. Dakota não convence com sua franja. O filme poderia abordar infinitas discussões, as dúvidas do sexo lésbico, por exemplo. Quando eu vi o namorado da Jane lembrei da comunidade do orkut: Moça, seu namorado é gay/ Essa coca é fanta.
Bebê Rena
4.0 633 Assista AgoraGostei da ambiguidade de emoções que o seriado faz, ora você está achando Donny idiota, ora sente pena dele, ora tem raiva. Ora tem curiosidade por Martha, ora pena, ora compaixão. Queria guardar Teri num potinho
Uma Ideia de Você
3.2 403 Assista AgoraEla o afastou dele para que a filha pudesse estar com a saúde mental em dia. Ficou sozinha e aparentemente triste e solitária. Quando ele "volta" depois dos anos "prometidos", o filme passa que irão ficar juntos. Qual foi a diferença além da barba dele? A filha dela foi para a faculdade.
20.000 Espécies de Abelhas
4.0 21 Assista AgoraVendo uma crítica do filme vi o relato que o tem um "clímax fluido, contínuo", ou seja, não tem um ponto alto, toda o filme tem algo que "lhe pega". Um filme que traz muitas sensações. Existem pontos muito delicados, como na cena em que a mãe pergunta o que está acontecendo de errado para tentar consertar, sendo que uma criança não saberia explicar se nem ela mesmo está se entendendo contrasta com a cena da tia que pergunta quem Lucía seria da colmeia de abelhas, algo sútil. Outro ponto é quando os pais "descobrem" e o pai fica falando que "o" mimaram demais, procurando uma justificativa. Mas acho que a cena que mais me impactaram foram duas: A primeira foi a foto em família em que todos vão se juntando e perguntam se estão todos ali, Lucía não fez parte, mostra o retrato real de como pessoas trans são isoladas da família. A segunda cena foi quando a família a chama de Lucía ao procurá-la.
Young Royals (3ª Temporada)
3.6 40 Assista AgoraOs personagens secundários mereciam bem mais, tudo pareceu muito sútil como a questão do racismo (Felice), xenofobia (Simon e Nils), homofobia (Casal principal, a amiga do Simon, as amigas da Felice e Nils) , transtorno alimentar (August) e o alcolismo (Pai de Sara). O roteiro se importou apenas com o casal principal de forma fantasiosa e fofinha. August merecia maior tempo de tela, é um personagem carismático
Normal People Confessions
4.2 8https://www.youtube.com/watch?v=-jC4MdvIt68
Meu Amigo Enzo
4.0 329 Assista AgoraComo a pessoa corre na chuva a noite com o cachorro sem guia?
Tempo
3.1 1,2KA ideia é boa, a execução é péssima.
Você simplesmente não se importa com nenhum personagem.
A única reflexão sobre o tempo que consegui fazer foi eu ter gasto o meu tempo vendo esse filme.
Viveiro
3.2 814 Assista AgoraO primeiro sentido para mim foi que lembrei do isolamento do coronavírus, a única diferença é que tínhamos a internet e os eletrônicos para não enlouquecer.
O Chalé
3.3 731 Assista AgoraO filme chega a ser engraçado se você pensar que os roteiristas tentam usar referências de forma bem ruim de clássicos como:
The Shining:
Quando a Grace tenta procurar ajuda e percebe que andou em círculo ou pelo fato do isolamento trazer a tona descontrole mental.
Funny Games:
Quando Grace faz no final, aparentemente, um jogo de morte com duas balas sendo 3 pessoas.
E alguns filmes em que você pensa que a boneca está possuída,
Inclusive, a boneca foi a única sobrevivente.
Oh, doguinho :(
Normal People
4.4 468"Todos esses anos eles foram como duas plantinhas, dividindo o mesmo espaço de terra, crescendo um ao redor do outro, se contorcendo para criar espaço, tomando certas atitudes improváveis. Mas, no fim, ela fizera algo por ele, tornara uma nova vida possível, e sempre poderá se sentir bem por conta disso. Eu morreria de saudades de você, ele diz. Ficaria doente, sinceramente. No começo. Mas melhoraria depois. Sentam-se em silêncio, Marianne passando a escova metodicamente pelo cabelo, sentindo os nós e devagar, com paciência, desembaraçando-os. Não faz mais sentido ser impaciente. Você sabe que eu te amo, diz Conell. Nunca vou sentir isso por ninguém. Ela assente, o.k. Ele está falando a verdade. Para falar a verdade, eu não sei o que fazer, ele confessa. Me diz que você quer que eu fique e eu fico. Ela fecha os olhos. É provável que ele não volte, ela pondera. Ou volte, mas diferente. O que têm agora eles nunca mais poderão ter. Mas para ela a dor da solidão não vai ser nada se comparada à dor que costumava sentir, de não valer nada. Ele lhe trouxe a bondade como dádiva, e agora isso é parte dela. Enquanto isso, a vida se abre à frente dele em todas as direções ao mesmo tempo. Fizeram muito bem um ao outro. De verdade, ela pensa, de verdade. As pessoas podem mudar as outras de verdade. Você devia ir, ela diz. Eu vou estar sempre aqui. Você sabe disso". - p. 262
Luca
4.1 782"Silêncio Brunooooooooo"
Dois Irmãos
3.9 46Jo Stafford - No Other Love
A Maldição da Mansão Bly
3.9 931 Assista AgoraA história é muito cativante e não precisa do questionamento se é terror psicológico, suspense ou drama. No último episódio, a "agonia" de Poppins me fez enxergar como sendo uma metáfora para uma doença patológica, no caso a depressão. O soundtrack é muito memorável.
Scooby! - O Filme
3.3 246Scooby Doo sem mistérios não é scooby Doo.
Teria sido uma grande surpresa se soubéssemos que era o Dick Vigarista e o Muttley apenas no final e não nos primeiros minutos. Se tivessem tirado o arco do Falcão e sua turma e colocado o Capitão Caverna ajudando no mistério do meio até o fim teria sido tudo bem mais interessante
Por Lugares Incríveis
3.2 638 Assista AgoraLembrete: Nunca deixe seu celular descarregado.
O Profissional
4.3 2,2K Assista AgoraQuando eles ficam no hotel lembrou-me Lolita, me senti incomodada, talvez se o roteiro tivesse deixado mais evidente o afeto paterno teria sido menos incômodo ou talvez a intenção fosse mesmo a repassada