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23 years (BRA)
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23 anos. Cinéfilo. Sci-Fi. Indie. ''Take a look, hesitate. Take a picture you could never recreate. Write a song, make a note for the lump that sits inside your throat. Change the locks, change the scene. Change it all but can't change what we've been.''

Últimas opiniões enviadas

  • Tom

    Um filme bonito, triste, sensível, clichê, poético, de época, verdadeiro, maduro, com ótimo figurino e uma bela trilha sonora. Dessa vez, a problematização homofóbica não teve seu espaço. Com isso, fica uma liberdade que explora ainda melhor essa temática.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Um ponto importante a destacar é que o que os dois tiveram foi algo verdadeiro. Elio relembrou isso enquanto chorava naquela cena final e não tentou matar a tristeza, seguindo o conselho que seu pai deu (e que conselho). Oliver seguiu sua vida. Não porque estava gostando de outro cara e tinha medo do que poderia acontecer, mas porque ele amava outra pessoa. Acontece.

    Ver a aproximação dos personagens, cada vez se tornando mais íntimos, é tão envolvente que até dá pra esquecer que são duas pessoas do mesmo sexo, porque no fim das contas, isso não importa.

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  • Tom

    Bill Tench; o de maior experiência no FBI, durão, que serve de apoio a Holden Ford; o de aparência sensível, sentimental, mas que tem a ousadia e coragem para tentar entender o que se passa na mente de um serial killer, além de burlar o sistema burocrático que tanto envolve a trama. E Wendy Carr; o toque feminino que esbanja sensualidade e um conhecimento mais coerente sobre as motivações dos assassinos. É um belo trio!

    Mesmo nas tramas paralelas, a abordagem foco continua presente; seja na relação entre Holden e Debbie, na família de Bill ou no romance de Wendy. Sempre há uma ponta que liga ao trabalho dos agentes e isso é bem interessante, o roteiro não se perde.

    Um dos pontos fortes dessa série é sua fotografia; o tom esverdeado que transmite a constância da vontades, a cautela, persistência, liderança, autoestima. E seu cenário extremamente caprichoso que nos faz viver (ou voltar) na década de 70.

    Mindhunter fascina ao tentar lidar com as mentes perturbadas e pela forma como explora isso mesmo com a ausência de violência. Em diálogos pesados, a trama consegue seu toque sutil de humor que exala entre os assassinos caricatos e instigantes. A cada episódio, um deleite; um motivo para entrar cada vez mais nesse mundo dos ''caçadores de mentes''.

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  • Tom

    Uma das coisas mais atraentes dessa série é a forma como ela usa e abusa da cultura negra/americana. O problema, para nós brasileiros, é que fala de uma cultura diferente da nossa. Conversas sobre músicas, esporte, referências, etc. Tudo um tanto distinto, exceto a crítica social (destaque para a abordagem política e racial) que são bastante objetivas.

    Porém, ao mesmo tempo que ela carrega um conteúdo cultural (parte dele que não condiz com o nosso), a trama se torna muito arrastada. Tudo fica ainda menos empolgante quando nos damos conta que ela mostra um herói à prova de balas que parece invencível. Não é a mesma sensação ao vermos Daredevil ou Jessica Jones, já que em situações de risco, nós ficamos apreensivos por eles. É uma das coisas que nos prende ao personagem. Mas Luke Cage tem seu potencial; ele consegue nos atrair graças ao seu jeito desajeitado e ao carisma do Mike Colter.

    Falando das atuações, elas são boas. Alguns personagens carregam seu charme (tais como Cottonmouth, Shades, Mariah Dillard, Claire Temple e até a Misty Knight) que contribuem para um bom apreço pela trama, assim como um peso de cenas de ação nos episódios finais que servem para dar um gás. O problema, é que daí, a série passa a se tornar algo extremamente clichê, o que não é novidade entre os filmes de super-heróis. Mas é um ponto que deixamos facilmente passar.

    Por fim, Luke Cage acerta ao ter algo diferente entre esse universo da Marvel. Mas infelizmente, para mim e muitas pessoas, seu diferencial não foi o bastante para fazer dessa série o que chamamos de ''badass''. Não é tão gloriosa como muitos críticos expressaram, mas é boa o bastante para ser apreciada.

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