Para um filme classificado como comédia romântica, é muito bom. Aproveitaram várias especulações do senso comum sobre a proeza do homem na Lua e as trabalharam muito bem - até mesmo a referência a Kubric foi on point. Destaque pra boa trilha sonora.
Louis Theroux é fã ou hater? Achei a abordagem introdutória, para não dizer superficial. O mérito dele é abordar e expor, ainda que minimamente, as contradições dos personagens e as limitações e hipocrisias de seus discursos. É sofrido ver esse tipo de gente tosca ganhando destaque na mídia.
Esse é o melhor filme possível com essa proposta. Comparo-o a um anime shonen: todo mundo sabe quem é o protagonista e o desenrolar da trama é, até certo ponto, previsível. Ainda assim, pode haver beleza, e aqui há.
Achei melhor agora do que quando vi pela primeira e única vez, há uns 5 anos. É um filho não prodígio de Interestelar, quase uma versão de Terence Malick do melhor filmes de ficção científica do século XXI. Aqui, as paisagens planetárias, embora lindas, são mero pano de fundo para as questões pessoais do personagem principal. Há poucos personagens e o storytelling não tem muitas camadas. A fidedignidade científica é bem menos sofisticada e interessante...na verdade, muitas cenas tangenciam o absurdo (especialmente aquela sequência final).
O filme é uma sátira dos grupos radicais, seja a militância revolucionária de esquerda, seja a burocracia militar (Estado), sejam os grupinhos de broderagem compostos por homens ricos e boçais. O roteiro é uma verdadeira balbúrdia. Tem a identidade de PTA, isso é inegável, mas está longe de ser um trabalho de relevo. Pontos fortes são a fotografia e a trilha sonora, ou seja, aspectos técnicos. O enredo deixa a desejar.
"I'M NOT FUCKING BALD!" Filme excelente com atuações excepcionais de Sebastian Stan e Jeremy Strong. A caracterização de Trump por Stan é impressionante: ganha vivacidade à medida que o filme avança. Incrível também o trabalho de filmagem: a partir de certo ponto, temos a impressão de assistir a um filme dentro do filme - afinal, a vida de Trump foi tornada um reality show, não é mesmo?
Fotografia e trilha sonora são os protagonistas do filme. Tem o mérito de mostrar as sutilezas do abuso moral/psicológico também. No mais, é um filme morno, ok.
O caso é uma aberração policial, jurídica e jornalística. O documentário tem o mérito de tentar reconstruir isso, mesmo sem algumas peças fundamentais (como o depoimento de Nayara, que pode ter se recusado). Algo que ficou martelando na minha cabeça é como a sociedade mudou nesses 17 anos: hoje, o namoro de um homem de 19 anos com uma menina de 12 seria CRIME (e ainda dizem que leis não servem pra nada). Algumas falas absurdas da época, como a de um advogado que disse torcer para que a situação acabasse com ambos se casando, dificilmente aconteceriam hoje, ao menos não impunemente. Não lembrava que o sequestro tinha se estendido por tantos dias, realmente foi um crime terrivelmente emblemático da história recente brasileira e que evidenciou o despreparo da polícia para cumprir a sua missão de salvar vidas.
Vi ontem, sem me preparar especificamente para assisti-lo. Apenas estava em minha lista e decidi que veria algo "leve" para dormir. Esse filme certamente teria um impacto maior sobre mim se eu o tivesse visto quando eu era universitário. É um filme juvenil, sem dúvidas, mas que conjuga muito bem o peso e a leveza da existência e das relações humanas nessa fase importante da vida.
Eu não esperava nada do filme. Só que o início me fez criar alguma expectativa - de ruptura. Bem, era melhor ter me mantido sem esperar nada mesmo. O filme não entrega profundidade - se muito à das marcas deixadas no solo pelos calcanhares de uma formiga. Coitados dos baixinhos que assistiram a esse filme: alguém (roteirista ou diretora) tem uma grande questão com altura. É só ruim mesmo, mas inofensivo. As duas estrelas vão pra trilha sonora.
Esse é um daqueles casos em que o hype é maior que o produto.
Não me entendam mal: é um bom filme brasileiro, sem dúvidas, mas não é nem o melhor de Kléber Mendonça Filho, tampouco a melhor atuação da Wagner Moura.
A fotografia merece nota 10: um verdadeiro suco tropical, como a Macondo de García Marquez.
Há boas atuações, não apenas Wagner Moura, embora ele entregue bastante no papel de protagonista.
Senti muita falta de uma trilha sonora mais presente, mais pensada. Sou fã de trilhas sonoras bem posicionadas em filmes.
Mas o que mais pegou, pra mim, foram o enredo e o roteiro – mais o primeiro do que o segundo.
Há várias cenas excelentes, mas a história mesmo é uma colcha de retalhos: colorida, mas caótica.
Me lembrou um de meus filmes favoritos, Ó Paí Ó, que também é um compilado de cenas excelentes, mas a trama é uma balbúrdia carnavalesca.
Tem umas cenas exageradas, talvez por isso inverossímeis (como a do restaurante).
Coisas mal explicadas, ou deliberadamente não explicadas, o que é cada vez mais recorrente no cinema, quase um pré-requisito.
Explora-se, ainda, o absurdo, o surreal e o onírico, e tudo isso me agrada esteticamente, desde que com parcimônia – como foi o caso.
O desfecho me desagradou e só deve ter feito sentido pro próprio diretor.
Já começo me desculpando, porque KMF talvez seja o meu diretor brasileiro de cinema favorito. Mas eu queria ter gostado mais do filme.
Começo pelo título, que me criou expectativas de ser uma coisa e foi outra. Partilho a culpa com quem atribuiu o título ao filme e as minhas próprias projeções, ok.
Nota 10 pra fotografia.
Há boas atuações, mas o destaque é mesmo de Wagner Moura.
O que mais pegou, pra mim, foram justamente o enredo e o roteiro – mais o primeiro do que o segundo.
Há várias cenas excelentes, mas a história mesmo é uma colcha de retalhos: colorida, mas caótica.
Me lembrou um de meus filmes favoritos, Ó Paí Ó, que também é um compilado de cenas excelentes, mas a trama é um verdadeiro carnaval.
Tem umas cenas exageradas, talvez por isso inverossímeis (como a do restaurante).
Coisas mal explicadas, ou deliberadamente não explicadas, o que é cada vez mais recorrente no cinema, quase um pré-requisito.
Explora-se, ainda, o absurdo, o surreal e o onírico, e tudo isso me agrada esteticamente, cum grano salis.
O desfecho me desagradou e só deve ter feito sentido pro próprio diretor.
PS: Alguém mais ficou com a impressão de que o filme terá uma espécie de continuação? Não seria ele próprio uma espécie de continuação de Retratos Fantasmas?
O documentário é bom. Assim como em "Democracia e Vertigem", a voz da narradora, o tom intimista, e certo ar presunçoso, podem entediar. Mas é inegável a qualidade do filme e sua importância como arquivo de um período bizarro de nossa história.
O filme é baseado na atuação excelente de Jake Gyllenhaal. Se fosse uma peça de teatro, seria um monólogo. Acho pouco para cinema. Mas a proposta é essa e ele manda bem.
Nolan é brilhante, mas... A complexidade que esse filme exibe, demandaria outro formato, como o de série. Somos lançados, de supetão, num universo com máquinas de sonhos/do tempo e é difícil acompanhar tanta ação e novidade em tempo real. É tanta coisa acontecendo que mesmo duas horas e meia de filme parecem pouco. Essa é a minha crítica principal. É um espetáculo de fotografia, mas o roteiro deixa um pouco a desejar.
Cidadão Kane é considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos (ao lado de The Godfather e poucos outros). Mank é uma ode a essa obra-prima e aos rudimentos do que viria a se tornar Hollywood. É um coquetel para um baita filme? Sim. O resultado foi atingido? Não. É curioso que o protagonista seja um roteirista e justamente o roteiro deste filme seja o seu maior calo. Eu pensei em desistir no meio, mas acabei vendo todo. Não pretendo revisitá-lo.
Ok, passada a raiva por ter sido induzido pela maior premiação do cinema a ver um filme tão ruim, vamos à resenha. É um filme idiota e raso. Me senti vendo um filme adolescente, de Sessão da Tarde. A alegada profundidade é uma gota num oceano de platitudes e, literalmente, não dura 5 minutos. Eu nem surfei no hype de Ainda Estou Aqui - para mim, Demi Moore foi a melhor atriz do ano -, mas fiquei sem entender nada ao acabar de ver um filme tão pobre, mas que foi tão premiado.
Como foi livremente inspirado num conto de João Ubaldo Ribeiro, fiquei interessado pela história original, que buscarei. O filme é leve e divertido, em grande medida pelo talento de Wagner Moura. Embora tenha um enredo, o roteiro dá uma degringolada no final. A personagem de Paloma Duarte é meio solta na trama. Foi bom revê-lo após duas décadas.
Como Vender a Lua
3.3 86 Assista AgoraPara um filme classificado como comédia romântica, é muito bom.
Aproveitaram várias especulações do senso comum sobre a proeza do homem na Lua e as trabalharam muito bem - até mesmo a referência a Kubric foi on point.
Destaque pra boa trilha sonora.
Louis Theroux: Por Dentro da Machosfera
3.2 23 Assista AgoraLouis Theroux é fã ou hater?
Achei a abordagem introdutória, para não dizer superficial.
O mérito dele é abordar e expor, ainda que minimamente, as contradições dos personagens e as limitações e hipocrisias de seus discursos.
É sofrido ver esse tipo de gente tosca ganhando destaque na mídia.
O Último Samurai
3.9 956 Assista AgoraEsse é o melhor filme possível com essa proposta.
Comparo-o a um anime shonen: todo mundo sabe quem é o protagonista e o desenrolar da trama é, até certo ponto, previsível. Ainda assim, pode haver beleza, e aqui há.
Apocalypto
3.8 890 Assista AgoraUm verdadeiro épico sobre nossos ancestrais recentes.
Esse filme é quase perfeito!
Ad Astra: Rumo às Estrelas
3.3 869Achei melhor agora do que quando vi pela primeira e única vez, há uns 5 anos.
É um filho não prodígio de Interestelar, quase uma versão de Terence Malick do melhor filmes de ficção científica do século XXI. Aqui, as paisagens planetárias, embora lindas, são mero pano de fundo para as questões pessoais do personagem principal.
Há poucos personagens e o storytelling não tem muitas camadas.
A fidedignidade científica é bem menos sofisticada e interessante...na verdade, muitas cenas tangenciam o absurdo (especialmente aquela sequência final).
Uma Batalha Após a Outra
3.7 650 Assista AgoraO filme é uma sátira dos grupos radicais, seja a militância revolucionária de esquerda, seja a burocracia militar (Estado), sejam os grupinhos de broderagem compostos por homens ricos e boçais.
O roteiro é uma verdadeira balbúrdia.
Tem a identidade de PTA, isso é inegável, mas está longe de ser um trabalho de relevo.
Pontos fortes são a fotografia e a trilha sonora, ou seja, aspectos técnicos. O enredo deixa a desejar.
A Empregada
3.4 528 Assista AgoraSuper Cine.
Os Pequenos Vestígios
3.0 440 Assista AgoraEsse filme só tem fotografia.
Rami Malek não convence como policial.
Denzel e Jared mandam bem (especialmente este).
O Aprendiz
3.5 202 Assista Agora"I'M NOT FUCKING BALD!"
Filme excelente com atuações excepcionais de Sebastian Stan e Jeremy Strong.
A caracterização de Trump por Stan é impressionante: ganha vivacidade à medida que o filme avança.
Incrível também o trabalho de filmagem: a partir de certo ponto, temos a impressão de assistir a um filme dentro do filme - afinal, a vida de Trump foi tornada um reality show, não é mesmo?
Priscilla
3.4 247 Assista AgoraFotografia e trilha sonora são os protagonistas do filme.
Tem o mérito de mostrar as sutilezas do abuso moral/psicológico também.
No mais, é um filme morno, ok.
Caso Eloá: Refém ao Vivo
3.5 105 Assista AgoraO caso é uma aberração policial, jurídica e jornalística.
O documentário tem o mérito de tentar reconstruir isso, mesmo sem algumas peças fundamentais (como o depoimento de Nayara, que pode ter se recusado).
Algo que ficou martelando na minha cabeça é como a sociedade mudou nesses 17 anos: hoje, o namoro de um homem de 19 anos com uma menina de 12 seria CRIME (e ainda dizem que leis não servem pra nada).
Algumas falas absurdas da época, como a de um advogado que disse torcer para que a situação acabasse com ambos se casando, dificilmente aconteceriam hoje, ao menos não impunemente.
Não lembrava que o sequestro tinha se estendido por tantos dias, realmente foi um crime terrivelmente emblemático da história recente brasileira e que evidenciou o despreparo da polícia para cumprir a sua missão de salvar vidas.
As Vantagens de Ser Invisível
4.2 6,9K Assista AgoraVi ontem, sem me preparar especificamente para assisti-lo. Apenas estava em minha lista e decidi que veria algo "leve" para dormir.
Esse filme certamente teria um impacto maior sobre mim se eu o tivesse visto quando eu era universitário.
É um filme juvenil, sem dúvidas, mas que conjuga muito bem o peso e a leveza da existência e das relações humanas nessa fase importante da vida.
Amores Materialistas
3.1 388 Assista AgoraEu não esperava nada do filme.
Só que o início me fez criar alguma expectativa - de ruptura.
Bem, era melhor ter me mantido sem esperar nada mesmo.
O filme não entrega profundidade - se muito à das marcas deixadas no solo pelos calcanhares de uma formiga.
Coitados dos baixinhos que assistiram a esse filme: alguém (roteirista ou diretora) tem uma grande questão com altura.
É só ruim mesmo, mas inofensivo.
As duas estrelas vão pra trilha sonora.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraEsse é um daqueles casos em que o hype é maior que o produto.
Não me entendam mal: é um bom filme brasileiro, sem dúvidas, mas não é nem o melhor de Kléber Mendonça Filho, tampouco a melhor atuação da Wagner Moura.
A fotografia merece nota 10: um verdadeiro suco tropical, como a Macondo de García Marquez.
Há boas atuações, não apenas Wagner Moura, embora ele entregue bastante no papel de protagonista.
Senti muita falta de uma trilha sonora mais presente, mais pensada. Sou fã de trilhas sonoras bem posicionadas em filmes.
Mas o que mais pegou, pra mim, foram o enredo e o roteiro – mais o primeiro do que o segundo.
Há várias cenas excelentes, mas a história mesmo é uma colcha de retalhos: colorida, mas caótica.
Me lembrou um de meus filmes favoritos, Ó Paí Ó, que também é um compilado de cenas excelentes, mas a trama é uma balbúrdia carnavalesca.
Tem umas cenas exageradas, talvez por isso inverossímeis (como a do restaurante).
Coisas mal explicadas, ou deliberadamente não explicadas, o que é cada vez mais recorrente no cinema, quase um pré-requisito.
Explora-se, ainda, o absurdo, o surreal e o onírico, e tudo isso me agrada esteticamente, desde que com parcimônia – como foi o caso.
O desfecho me desagradou e só deve ter feito sentido pro próprio diretor.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraJá começo me desculpando, porque KMF talvez seja o meu diretor brasileiro de cinema favorito. Mas eu queria ter gostado mais do filme.
Começo pelo título, que me criou expectativas de ser uma coisa e foi outra. Partilho a culpa com quem atribuiu o título ao filme e as minhas próprias projeções, ok.
Nota 10 pra fotografia.
Há boas atuações, mas o destaque é mesmo de Wagner Moura.
O que mais pegou, pra mim, foram justamente o enredo e o roteiro – mais o primeiro do que o segundo.
Há várias cenas excelentes, mas a história mesmo é uma colcha de retalhos: colorida, mas caótica.
Me lembrou um de meus filmes favoritos, Ó Paí Ó, que também é um compilado de cenas excelentes, mas a trama é um verdadeiro carnaval.
Tem umas cenas exageradas, talvez por isso inverossímeis (como a do restaurante).
Coisas mal explicadas, ou deliberadamente não explicadas, o que é cada vez mais recorrente no cinema, quase um pré-requisito.
Explora-se, ainda, o absurdo, o surreal e o onírico, e tudo isso me agrada esteticamente, cum grano salis.
O desfecho me desagradou e só deve ter feito sentido pro próprio diretor.
PS: Alguém mais ficou com a impressão de que o filme terá uma espécie de continuação? Não seria ele próprio uma espécie de continuação de Retratos Fantasmas?
Apocalipse nos Trópicos
3.8 188O documentário é bom.
Assim como em "Democracia e Vertigem", a voz da narradora, o tom intimista, e certo ar presunçoso, podem entediar.
Mas é inegável a qualidade do filme e sua importância como arquivo de um período bizarro de nossa história.
Motel Destino
3.4 191 Assista AgoraFilme ruim da moléstia.
Cenas de sexo péssimas, sem química.
Não deu pra salvar nada não.
Aliás, a trilha sonora é boa.
Dublê de Anjo
4.1 355 Assista AgoraÉ um espetáculo visual, sem dúvidas, mas tive muita dificuldade para terminar esse filme, porque achei enredo enfadonho.
O Culpado
3.0 471 Assista AgoraO filme é baseado na atuação excelente de Jake Gyllenhaal.
Se fosse uma peça de teatro, seria um monólogo.
Acho pouco para cinema.
Mas a proposta é essa e ele manda bem.
A Origem
4.4 5,9K Assista AgoraNolan é brilhante, mas...
A complexidade que esse filme exibe, demandaria outro formato, como o de série.
Somos lançados, de supetão, num universo com máquinas de sonhos/do tempo e é difícil acompanhar tanta ação e novidade em tempo real.
É tanta coisa acontecendo que mesmo duas horas e meia de filme parecem pouco. Essa é a minha crítica principal.
É um espetáculo de fotografia, mas o roteiro deixa um pouco a desejar.
Mank
3.2 461 Assista AgoraCidadão Kane é considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos (ao lado de The Godfather e poucos outros). Mank é uma ode a essa obra-prima e aos rudimentos do que viria a se tornar Hollywood.
É um coquetel para um baita filme? Sim. O resultado foi atingido? Não.
É curioso que o protagonista seja um roteirista e justamente o roteiro deste filme seja o seu maior calo.
Eu pensei em desistir no meio, mas acabei vendo todo.
Não pretendo revisitá-lo.
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraOk, passada a raiva por ter sido induzido pela maior premiação do cinema a ver um filme tão ruim, vamos à resenha.
É um filme idiota e raso.
Me senti vendo um filme adolescente, de Sessão da Tarde.
A alegada profundidade é uma gota num oceano de platitudes e, literalmente, não dura 5 minutos.
Eu nem surfei no hype de Ainda Estou Aqui - para mim, Demi Moore foi a melhor atriz do ano -, mas fiquei sem entender nada ao acabar de ver um filme tão pobre, mas que foi tão premiado.
Anora
3.4 1,1K Assista Agora"Stupida fucking film".
GIUNTA, Furio.
Deus É Brasileiro
3.0 354 Assista AgoraComo foi livremente inspirado num conto de João Ubaldo Ribeiro, fiquei interessado pela história original, que buscarei.
O filme é leve e divertido, em grande medida pelo talento de Wagner Moura.
Embora tenha um enredo, o roteiro dá uma degringolada no final.
A personagem de Paloma Duarte é meio solta na trama.
Foi bom revê-lo após duas décadas.