A Hollywood da década de 1930 é vista através do olhar crítico de Herman J. Mankiewicz, um roteirista que sofre com o alcoolismo enquanto corre para terminar o roteiro de "Cidadão Kane" para Orson Welles.
Cidadão Kane é considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos (ao lado de The Godfather e poucos outros). Mank é uma ode a essa obra-prima e aos rudimentos do que viria a se tornar Hollywood. É um coquetel para um baita filme? Sim. O resultado foi atingido? Não. É curioso que o protagonista seja um roteirista e justamente o roteiro deste filme seja o seu maior calo. Eu pensei em desistir no meio, mas acabei vendo todo. Não pretendo revisitá-lo.
O filme tem uma direção de arte incrível! Muito bem feita , ambientalização da época é fantástica, todo filmado em preto e branco. Elenco muito bom! Gary Oldaman sensacional! Amanda Seyfried também está muito bem! O Roteiro dele é um pouco confuso, quem assiste fica um tanto alienado, não entende o contexto do que acontece..,eu só comecei a entender o filme a partir do final, depois que parei e pesquisei a história do protagonista. Conta a história do Herman Mankiewics , roteirista do filme “Cidadão Kane”, tem que conhecer um pouco da história pra entender, o roteiro tem muitos diálogos , e acaba confundindo .., mas é um Bom filme!! Uma história interessante! ,onde existe um destaque a jornada de Herman e o glamour de Hollywood dos anos 20 e 30.
David Fincher que tem um currículo invejável, parece estar querendo deixá-lo manchado ultimamente, pois Mank e O Assassino não se comparam as outras produções que ele já dirigiu.
Aprecio a fotografia e as boas atuações, além disso achei a direção muito boa, mas para mim o filme não funcionou. Talvez um dos aspectos seja que não sou tão fã assim de Cidadão Kane e acho que esse filme é meio que direcionado a esse público e caso não seja, precisaria ser bem mais envolvente. Nota 5,0
Não é um filme difícil de entender, mas sim difícil de acompanhar dado a sua extensa verborragia, que vai afugentar (e afugentou) o grande público (mas idem não é obra para Sessões da tarde). Impressionante direção de Fincher e atuação do sempre excelente Oldman, mas fraca a atuação de Tom Burke como Welles e estranha a escolha de Charles Dance como Hearst, que mais uma vez atuou como nobre inglês e não como um americano multimilionário.
Cidadão Kane é considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos (ao lado de The Godfather e poucos outros). Mank é uma ode a essa obra-prima e aos rudimentos do que viria a se tornar Hollywood.
É um coquetel para um baita filme? Sim. O resultado foi atingido? Não.
É curioso que o protagonista seja um roteirista e justamente o roteiro deste filme seja o seu maior calo.
Eu pensei em desistir no meio, mas acabei vendo todo.
Não pretendo revisitá-lo.
O filme tem uma direção de arte incrível! Muito bem feita , ambientalização da época é fantástica, todo filmado em preto e branco. Elenco muito bom! Gary Oldaman sensacional! Amanda Seyfried também está muito bem! O Roteiro dele é um pouco confuso, quem assiste fica um tanto alienado, não entende o contexto do que acontece..,eu só comecei a entender o filme a partir do final, depois que parei e pesquisei a história do protagonista. Conta a história do Herman Mankiewics , roteirista do filme “Cidadão Kane”, tem que conhecer um pouco da história pra entender, o roteiro tem muitos diálogos , e acaba confundindo .., mas é um Bom filme!! Uma história interessante! ,onde existe um destaque a jornada de Herman e o glamour de Hollywood dos anos 20 e 30.
David Fincher que tem um currículo invejável, parece estar querendo deixá-lo manchado ultimamente, pois Mank e O Assassino não se comparam as outras produções que ele já dirigiu.
Aprecio a fotografia e as boas atuações, além disso achei a direção muito boa, mas para mim o filme não funcionou. Talvez um dos aspectos seja que não sou tão fã assim de Cidadão Kane e acho que esse filme é meio que direcionado a esse público e caso não seja, precisaria ser bem mais envolvente. Nota 5,0
Não é um filme difícil de entender, mas sim difícil de acompanhar dado a sua extensa verborragia, que vai afugentar (e afugentou) o grande público (mas idem não é obra para Sessões da tarde). Impressionante direção de Fincher e atuação do sempre excelente Oldman, mas fraca a atuação de Tom Burke como Welles e estranha a escolha de Charles Dance como Hearst, que mais uma vez atuou como nobre inglês e não como um americano multimilionário.