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Data de lançamento
1 Out. 2021Duração
Após os eventos do primeiro filme, o relacionamento entre Eddie (Tom Hardy) e o Venom está evoluindo. Buscando a melhor forma de lidar com a inevitável simbiose, esse dois lados descobrem como viver juntos e, de alguma forma, se tornarem melhores juntos do que separados. Brock tenta reviver sua carreira ao entrevistar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson), que escapa da prisão e se torna o novo hospedeiro do simbionte Carnificina.
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Um filme que tem pressa pra chegar no fim KKK . Faltou desenvolvimento em tudo, principalmente o vilão, que tinha potencial pra ser muito mais ameaçador e interessante se fosse melhor explorado. A interação entre Eddie e o Venom, que era o que eu mais curtia no primeiro filme, aqui acaba ficando repetitiva e até cansativa. No fim, é uma sequência totalmente corrida, sem desenvolvimento, e que passa a sensação de ter desperdiçado uma boa oportunidade, pois tinha excelentes personagens pra isso. O primeiro continua sendo muito mais memorável e marcante.
Assim como no primeiro Venom o longa nos trás o grande e atual anti-herói de volta à cena. Venom: Tempo de Carnificina nos apresenta um desenvolvimento maior da personalidade do simbionte com o Humano (interpretado pelo Tom Hardy). Apesar do diretor Andy Serkis ter participado em alguns projetos do MCU da Disney, ele dirige Venom 2 como algo bem a parte e sem aquela fórmula um pouco repetida dos filmes da Disney que mesclam a piada a praticamente tudo, fazendo com que a mesma soe antinatural e forçada. Assim, aqui temos uma característica já proveniente do filme anterior, com o sarcasmo e zombaria já impostas na personalidade dos personagens e mesclado com os afrontes dos inimigos.
Outro fator a ser notado é a extrapolação bem divertida que os personagens abrangem, aquela grande batalha de CGI com explosões a lá Michael Bay e ainda um pouco de drama essencial - nada forçado ou romântico - o que faz essa sequência parecer mais uma Comédia Romântica entre o próprio Venom e Eddie Brock (Tom Hardy) do que um "filme de ação de herói". Logo é tudo que eu já estava esperando, um grande confronto de brutamontes de computação gráfica com uma personalidade divertida de se ver evoluindo entre as personagens e é claro: Explosões.
Woody Harrelson trouxe a loucura certa para o Cletus Kasady, entregando um vilão de peso com um visual assustador e muito bem feito. Sob a direção do Andy Serkis, o filme ganha um ritmo excelente e sequências de ação que usam os poderes simbióticos de forma muito mais inventiva.
Destaque para a batalha final na catedral, que sem dúvida é o ápice da obra. Um verdadeiro espetáculo visual de tirar o fôlego. O contraste entre o preto do Venom e o vermelho vibrante do Carnificina em meio às luzes da igreja cria uma estética de quadrinhos perfeita. É uma sequência barulhenta, caótica e visualmente impactante, onde o CGI de ponta finalmente faz justiça ao poder destrutivo desses dois simbiontes.
Venom fala sozinho, briga consigo mesmo e o vilão aparece com zero desenvolvimento. Curtinho até demais.
Divertido, mas apressado. Carnificina é desperdiçado e o filme parece ter medo de aprofundar qualquer coisa.
Funciona mais como passatempo.
nossa esse foi ruinzinho