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O filme gira em torno de um bilheteiro de cinema, Walter (Milo Ventimiglia). Aos dez anos, ele fez um acordo com Deus para julgar o destino eterno de todos que ele entra em contato, e em troca, a ida de seu pai para o céu. Walter administra sua rotina diária e sua mãe preocupante (Virginia Madsen) . Até que o misterioso Greg (Justin Kirk) aparece e obriga Walter a enfrentar o significado de sua vida e seu futuro.
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Acho que para além do personagem principal, também faltou maturidade ao filme. Por mais que o elenco seja legal e a trilha sonora seja simpática, faltou um pouco mais de sobriedade ao roteiro, principalmente no quão fundo vai a discussão sobre maturidade e luto na vida de Walter. Não casa com sua identidade, simples assim. É regular.
Assisti na tv a cabo a muitos anos atrás, filme muito parado com uma história fraca, mas com bom elenco a única coisa positiva no filme
O filme não é psicologico e nem espiritual é chato mesmo. (17.05.20)
Uma boa parte da história eu achei previsível mesmo sem ter assistido o início do filme. Achei ele bem água com açúcar, não veria novamente.
Não sei se esse filme é para psicologia ou espiritualidade.
Ao falar Inferno e Céu faz perceber que o Walter tinha um senso de julgamento de aprovação ou reprovação das pessoas. Isso mostra que ele não era louco.
Esse filme mostra que algo escondido estava atrapalhando a vida dele. No caso era a traição do pai dele. Só não entendi se esse fantasma da traição era psicológico em que o subconsciente dele carregou desde a infância ou se o fantasma existia de fato já que ele foi por muita coincidência na preparação do casamento e depois no casamento da amante de seu pai. Daí minha dúvida do início se é um drama psicológico ou espiritual.
O psicólogo dele eu achava que era um péssimo profissional, mas não. No final é revelado que o psicólogo nunca o achou louco o que faltava a ele era exercer o luto que nunca teve. Não sou psicólogo, mas do pouco que sei, acredito que o luto é muito importante na vida já que ele descarrega emoções negativas de perda. Não ter luto é péssimo e carrega-se uma carga desnecessária na vida que o atrapalhará nas demais áreas da vida. Luto não é só da morte de ente querido. Pode ser em qualquer final de ciclo, seja na dispensa do trabalho, fim da faculdade, fim do colégio, fim de relacionamento, etc.
Parece-me que a mãe de Walter Tb não viveu o luto da traição de seu marido. Ela só descarregou essas emoções na discussão com seu filho. A partir daí ela se libertou e arranjou um emprego.
Enfim, um clássico psico-espiritual que merecia uma média de 4,5 no Filmow e não míseros 2,9.