O navio Cuban Queen encalha próximo da costa da Flórida. Walter McCracken (George Barbier), o dono da companhia, ordena que o jovem executivo Jay Williams (John Payne) rume para lá, apesar de faltarem poucos dias do seu casamento com Terry (Cobina Wright), a filha de Walter. A razão da viagem é convencer os passageiros, fazer com que embarquem em outro navio e que assinem uma renúncia que exima a companhia de culpa, o que evitaria possíveis processos. Todos assinam com exceção de Nan Spencer (Alice Faye), que concorda em ir para Havana de avião mas só assina se as suas férias forem agradáveis e totalmente pagas pela companhia de navegação. Assim Jay vai com Nan para Havana, na intenção de garantir que tudo corra bem. O medo de um processo é tão grande que Nan é hospedada na suíte presidencial. Jay pensa que tudo está resolvido e que pode voltar para Nova York, mas Nan diz que só assinará no final das suas férias de duas semanas se ela tiver se divertido bastante. Isto obriga Jay a remarcar o casamento, mas Nan não se diverte, apesar de estar sendo bem tratada, pois quer romance. Ela encontra Monte Blanca (Cesar Romero), um galanteador que a deixa entusiasmada, mas Monte é um aproveitador que se encontra em dificuldades financeiras e que pensa que Nan é uma milionária. Paralelamente Terry se cansa da demora de Jay e ameaça cancelar o casamento.
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Como de praxe nessas comédias românticas hollywoodianas da década de 1940, adentrei a sessão consciente de que irritar-me-ia com o machismo e o classismo das situações. Como estou lendo (e amando) a biografia da Carmen Miranda, o interesse neste filme era redobrado. Para a minha grata surpresa, as convenções de gênero resolvem muito bem - dentro das limitações do período - os problemas supracitados, de modo que eu consegui divertir-me bastante com as canções e com a comicidade da trama. Minha mãe, por exemplo, gargalhou ao meu lado. Alice Faye é encantadora em sua teimosia, Cesar Romero está mui simpático como malandro e os estereótipos da latina afoita e lúbrica foram bem defendidos pela "pequena notável". É um filme que não apenas assume os seus objetivos entretenedores como é bem dirigido. Um dos melhores protagonizados pela nossa estrela brasileiríssima (ainda que seu nascimento desminta isso - risos). Surpreendentemente bacana. Afinal, a Cuba com a qual eu sonho não tem nada a ver com os cassinos mostrados no enredo, hehehehe. (WPC>)
O enredo e a estória são bobas, mas elenco é carismático. John Payne é a cara de Cary Grant com aquele queixo furado e o ar galante e charmoso. Alice Faye carismática e romântica. Cesar Romero um picareta e enganador. E Carmen Miranda está lá para os números músicas (que são poucos). Entretanto, aqui ela tem mais cenas e diálogos e consegue adentrar no enredo, embora um tanto estereotipada.
Filme leve com figurino lindo!
História bobinha, mas figurino maravilhoso, Alice e Carmen é uma dupla que gosto, as duas esbanjavam beleza.
eu achei o filme super divertido. a rivalidade entre as protagonistas por conta de homem certamente não é algo muito quisto em 2020, mas estamos falando da década de quarenta.
Divertido, e um bom entretenimento pra época, apesar da enorme estereotipação sobre a personagem da Carmen e Cuba.