The Legend of the Wolf Woman - Estados Unidos da América
Werewolf Woman - Estados Unidos da América
Sinopse
Vítima de estupro na infância, uma mulher tem pesadelos de que é um lobisomem que mata homens, assim como sua ancestral. Com muito sexo, violência e psicologia, este cult exploitation italiano é admirado por Quentin Tarantino.
Uma colcha de retalhos que não sabe se é terror, drama sobre saúde mental ou suspense. O negócio é bagunçado mesmo, mas se salva pelo puro suco do exploitation setentista: atrizes lindas, cenas de nudez e aquela estética visual italiana que a gente só encontra nessa época. Na média, diverte pela proposta e pela beleza do elenco.
Visto hoje(12/06/2025) esse terror italiano pornô suave.
O diretor parece não ter certeza se está fazendo um filme de lobisomem, uma declaração sobre saúde mental, um filme de estupro e vingança ou apenas uma viagem softcore com temas aparentemente divergentes, desajeitadamente entrelaçados na história que, às vezes, parece não ter fim. Muitos verão a abordagem desse filme apenas como uma forma pretensiosa de disfarçar a essência pornográfica do filme.
O nível de nudez e sexualidade do filme o aproxima mais de um X do que de um R, com grande quantidade de nudez feminina frontal e representações semigráficas de sexo oral e masturbação. No geral, eu não recomendaria esse filme nem mesmo para grandes fãs de exploitation
Achei este suspense italiano criativo e muito bom até seus 10 minutos finais, inclusive o final espera um melhor. Mas, a fuga da mulher- Lobisomem, as cenas de nudez languidamente sexualizadas, tanto quanto seus acessos de loucura, os fogosos machos violentos e o personagem masculino mais doce, o dublê de filmes são os melhores momentos. Deveria ter tido um final melhor, mesmo assim, me satisfez.
Menos horror sobrenatural e mais psicológico (a licantropia como distúrbio mental), este filme fascinante pode ser visto como uma versão mais explícita e 'gore' de "Repulsa Ao Sexo" de Roman Polanski. A direção de Di Silvestro é segura e a performance da belíssima Annik Borel é fantástica!
O filme começa bem, com um bom ritmo e algumas cenas interessantes. Tem bastante nudez, mas da metade para o final deixou um pouco a desejar. Não é ruim, mas esperava um pouco mais.
Uma colcha de retalhos que não sabe se é terror, drama sobre saúde mental ou suspense. O negócio é bagunçado mesmo, mas se salva pelo puro suco do exploitation setentista: atrizes lindas, cenas de nudez e aquela estética visual italiana que a gente só encontra nessa época. Na média, diverte pela proposta e pela beleza do elenco.
Visto hoje(12/06/2025) esse terror italiano pornô suave.
O diretor parece não ter certeza se está fazendo um filme de lobisomem, uma declaração sobre saúde mental, um filme de estupro e vingança ou apenas uma viagem softcore com temas aparentemente divergentes, desajeitadamente entrelaçados na história que, às vezes, parece não ter fim. Muitos verão a abordagem desse filme apenas como uma forma pretensiosa de disfarçar a essência pornográfica do filme.
O nível de nudez e sexualidade do filme o aproxima mais de um X do que de um R, com grande quantidade de nudez feminina frontal e representações semigráficas de sexo oral e masturbação. No geral, eu não recomendaria esse filme nem mesmo para grandes fãs de exploitation
Achei este suspense italiano criativo e muito bom até seus 10 minutos finais, inclusive o final espera um melhor. Mas, a fuga da mulher- Lobisomem, as cenas de nudez languidamente sexualizadas, tanto quanto seus acessos de loucura, os fogosos machos violentos e o personagem masculino mais doce, o dublê de filmes são os melhores momentos. Deveria ter tido um final melhor, mesmo assim, me satisfez.
Menos horror sobrenatural e mais psicológico (a licantropia como distúrbio mental), este filme fascinante pode ser visto como uma versão mais explícita e 'gore' de "Repulsa Ao Sexo" de Roman Polanski. A direção de Di Silvestro é segura e a performance da belíssima Annik Borel é fantástica!
O filme começa bem, com um bom ritmo e algumas cenas interessantes. Tem bastante nudez, mas da metade para o final deixou um pouco a desejar. Não é ruim, mas esperava um pouco mais.