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Toni é um homossexual que leva uma vida muito promíscua. Vive com a irmã Emma em um equestre que herdaram dos pais que morreram. O capataz quer que seu filho Aaron se apaixone por Emma, mas ele parece sentir uma atração sexual escondida por Toni. O problema é que seu pai jamais permitirá que ele seja gay.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Ruim em tudo que se prestou, atuação de centavos, trilha sonora nem exite direito, e apela para o corpo do elenco (que de fato são bonitos), mas nem isso salva.
Tudo nesse filme consegue ser ruim, desde atuação, história, filmagem , trilha sonora. Péssimo!
Não entra na minha lista de filmes:
https://filmow.com/listas/ja-viu-esse-filme-l195948/
Em tempo, não há o que não entender no filme.
O filme abre com a constatação de que houve um assassinato na fazenda e que o morto seria Aaron, o filho do capataz. E termina mostrando que o pai adotivo dele, o tal capataz, Ramón, que apesar da homofobia era uma biba enrustida que pegava rapazinhos no mato, assassina um desses rapazes - que sabe-se lá porque - decide aparecer na fazenda (o equestre) para procurar o capataz e ainda ameaça contar o seu segredo. Até lá, os 9 espectadores do filme acham que quem morreu foi Aaron, quando este na verdade, só foi embora do rancho a mando de seu pai, após o pai tê-lo flagrado fazendo coisinhas gostosas com o filho gato do patrão, Toni, no galpão. Toni encontra a camisa suja de sangue de Ramón, sabe da pá também suja de sangue e deduz que ele matou seu love, Aaron. É isso.
Duas estrelas pela belezura do ator principal e por alguns shots legaizinhos, como o dos cães (bebendo água ou descansando do calor, debaixo do carro), em meio à tanta coisa ruim e mal feita. A fotografia também as vezes é boa. De resto...Quando entrou a travesti na delegacia, Gina, no comecinho do filme, para dar seu depoimento, um estereótipo que aparecia antigamente em qualquer programa de humor, de Zorra Total passando pelas drags do Paulo Gustavo, mas com carisma zero, dei uma gargalhada. Aquilo já dizia o que estava por vir: produção precária, som horrível, filmado com um iPhone (ou algo pior), atuações risíveis, cenas deslocadas e desnecessárias para a trama (o que eram aqueles dois gays provando vestidos perto do final?), câmera lenta usada à exaustão, cenas repetitivas (longos banhos de chuveiro, oi, alô, David DeCoteau) e um erotismo que beira o camp, o rasteiro, com o filho do capataz por exemplo, dando banho à noite no cavalo nu e depois apenas com um moleton caindo na bunda.
Em tempo: o protagonista, Fábian Castro (o Toni) é um bem sucedido modelo espanhol. Belíssimo. Vale uma espiada. Por ele.
O filme não é lá essas coisas, mas a edição deixou tudo pior.