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Retrato particular da vida do filósofo Ludwig Wittgenstein, cultuado pela filosofia da linguagem contemporânea, crescido no luxo extremo de uma família vienense, que opta pela carreira filosófica e pela vida simples. O filme mostra por meio de belíssimas e estranhas imagens as preferência e estilos do filósofo, como concebidas por Jarman, conversas com marcianos, danças com parceiros homoeróticos, comédia com a figura de Bertrand Russel, este filme é um marco do chamado “fragmentalismo”.
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- esse estilo de fazer biografias do diretor me remete muito ao bressane, ele faz algo similar em vários filmes
- ambos bem estilizados e únicos, alguém representando o biografado, mas sem uma narrativa usual e bem teatral
- aqui tudo feito em estúdio, minimalista nos cenários, mas não economiza nos figurinos, fazendo o visual ficar bem estravagante
- tentei e acho que peguei um pouco, mas bem complicada a filosofia desse autor
Biografia em forma de peça do filosofo austríaco Ludwig Wittgenstein que teve um papel importante no campo da linguística. Filme bem dinâmico com a participação da Tilda Swinton. Achei interessante as passagens em que são discutidas as teorias que para muitos na época e ainda é muito complexa.
Dos filmes de Derek Jarman talvez este seja o que tenha mais gostado. A encenação é requintada, com cores fortes, aliada a uma trilha sonora deslumbrante que se combina perfeitamente com o roteiro - que teve a participação de Terry Eagleton - que por meio de quadros faz uma recorrido na vida de Wittgenstein. É um filme tão fascinante quanto a persona retratada.
Achei a fotografia belíssima!!
Todas as cenas feitas com o fundo preto, deixou um ar muito mais teatral, mais misterioso... Achei isso sensacional é muito marcante, de longe!!
O figurino da Tilda Swinton está incrível! Hahahah - na verdade, assim como o do restante do elenco-
De restante, achei o filme meio monótono e cansativo, muito falatório sem sentido (prazer, filosofia) o que não é meu forte... Não consegui captar toda a essência do filme... What a shame...
O Terry Eagleton é um dos roteiristas do filme! Só isto já valeria para me fazer assistir. Para além disto, contudo, há uma biografia idiossincrática para fazer jus à idiossincrasia de Wittgenstein. Achei muito bem pensado e com um estofo de erudição que não se torna maçante apesar de todo o aspecto conceitual do filme (marciano, fundo escuro de teatro etc.).