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Duração
Ben Singer (Matthew Broderick) é um cantor, filho de um ex-misantropo, cuja visão de mundo leva a uma existência isolada. Quando o seu companheiro de quarto senegalês Ibou (Michael K. Williams) entra em coma diabético e é levado para o hospital, sua irmã Khadi (Sanaa Lathan) chega do Senegal para cuidar dele. Após Khadi e Ben se apaixonarem, as circunstâncias levam Ben a reconsiderar a sua maneira de pensar.
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É um filme bem simples, porém com muitas reflexões interessantissímas. O mundo pode/e é injusto de variadas formas, as pessoas são idiotas, o "sistema" onde a sociedade funciona é caótico e as vezes (ou muitas) parece que nada faz sentido e precisamos visualizar além da bolha: É isso que o protagonista vive e faz. Ele incorpora uma visão real da sociedade. O problema é que ele começa a ver tudo de um ângulo pessimista, e se isola de todos, mantendo a própria "bolha negativista", esquecendo a parte boa de viver e pequenos detalhes que podem ser "mágicos", e dar esperança/otimismo. É um filme curto, com bons diálogos. Não há grandes interpretações, mas são suficientemente boas. É uma produção um tanto previsível, assista despretensiosamente e ao final fique com boas reflexões.
Temos aqui um filme de ternura singular. O protagonista é um músico de sensibilidade e nobreza, mas que não é compreendido. É abandonado pela esposa, sua filha menor tem compaixão dele, pelo que vive deprimido e irritado. Apesar disso, cuidou até a morte de um amigo africano doente, até que surge a irmã desse amigo, e uma nova perspectiva de vida começa a mudar esse quadro. Precisamos mais de filmes assim, que tratam de problemas atuais (depressão) com uma visão de otimismo e esperança.
Well, shake it up baby now (Shake it up baby)
Twist and shout (Twist and shout) Desculpe, não consigo ver Matthew sem lembrar desse filme.
É um filme honesto, sem pretensões, com uma boa história bem montada, o que deixa bem agradável de assisti-lo.
(L) Broderick