Gostei do arco do Jimmy, especialmente da atuação do ator, que mostra a evolução de caráter do personagem. Esqueceram do póbi do Kayce? Ficou meio de lado nessa temporada. Gosto da série, mas infelizmente, durante todas as temporadas até aqui, o desenvolvimento das personagens mulheres da trama é muito ruim.
""Opção um. Eu conto ao meu pai, ele ligará para governadora e os dois serão presos. Seu pai sem carater e assassino de mulheres dirá na hora que foi ideia sua. Sabe disso, não é? Ele fará um acordo de imunidade e testemunhará contra você. Você será acusado de três tentativas de homicídio e passará o resto da vida na prisão, o que não será muito porque você provavelmente vai se matar depois de seu primeiro estupro.
Opção 2. E esta é boa. Contarei a meu marido o que seu pai fez, e ele o matará. Depois conto ao meu marido que você mandou arrancar o filho dele do meu ventre e depois mandou me esterilizarem para ele nunca poder ter uma família. E você, não importa onde se esconda, ele vai encontra-lo. E ele vai despedaçar você com as próprias mãos.
Não quer saber qual opção eu escolhi?''"
- Irmã Satanás dos Dutton, falando com seu irmão Nutella.
A 4ª temporada de "Yellowstone" começa exatamente onde a anterior parou, no meio ao caos e ao sangue do ultimo capitulo. Depois do ataque orquestrado contra John, Kayce e Beth Dutton, a temporada se envereda por três caminhos, mostrando a família tentando juntar os cacos de suas vidas, descobrirem os autores dos atentados e partir para o contra ataque, no estilo vingança que o oeste exige.
A busca pela verdade faz uma revelação chocante sobre o autor dos ataque aos Dotton, o mandante não era o esperado inimigo do mundo dos negócios de Walls Street, mas sim Garrett Randall (Will Patton), o pai biológico do pobre Jamie Dutton (Wes Bentley), coisa que John (Kevin Costner) desconfia e não acredita, mas que a anti-crista da sua irmã, tem certeza e aposta sua alma perdida por isso.
A ameaça corporativa da Market Equities, retorna no mundo de Marlboro de Montana com seus resort, aeroporto e residenciais, tudo bem no meio do "Yellowstone Dutton Ranch". Liderada agora pela CEO Caroline Warner (Jacki Weaver). A luta se torna menos sobre violência e mais sobre manobras financeiras e políticas, mas a batalha de bastidores é quase no nível militar, o duelo de Beth contra Caroline é travado de forma réptil, com estudos cerebrais, ameaças veladas e diálogos sem antidoto. Caroline tem Beth agora como sua funcionaria, e ela só atendeu a CLT humilhante por causa do amor eterno ao pai, onde nas sombras das reuniões, ela busca uma forma de destruir a ameaça colossal da Market Equities.
Mas Caroline não dorme, a CEO peçonha da Market Equities, não reconhece nada que não seja o que ela quer.
"Administro o maior fundo privado do mundo. E você sabe o que fez? Tornou pessoal para mim. Não me importa quanto gastemos, quanto tempo leve, colocarei um banho público onde está sua casa. Cortarei cada árvore, represarei cada riacho. Vou destruir sua fazenda. E você, maldita vadia, irá para a prisão. E nem preciso dizer que você está despedida."
- Satanás Caroline, falando com Satanás Beth.
Enquanto isso John Dutton é convencido a se candidatar a Governador e essa decisão, destrói as ambições do seu filho adotivo e de seu pai biológico, levando o conflito dos Duttons para a arena familiar e política, transformando o amado e odiado fazendeiro John numa salvadora figura pública e um horror ainda maior para seu filho problemático. Onde ele acaba se envolvendo com uma ativista ambiental que acaba conhecendo melhor o que antes era seu inimigo, agora vira quase que a amante do velho cowboy.
Kayce (Luke Grimes) vai na contra mão de tudo que ele foi antes, ele sede em favor a sua esposa Monica (Kelsey Chow) e de seu filho Tate (Brecken Merrill), abandonam o racho, se mudam para uma casa, e até gravida sua esposa fica. Mas a presença solitária e persistente de um lobo o faz a buscar respostas e foi só na pajelança que ele consegue encontrar.
Beth se recupera das lesões, mas as marcas no seu corpo não mentem o horror que ela viveu e imediatamente ela assume o controle da vingança. Sua genialidade satânica e sua crueldade desalmada, atingem o ápice quando ela arquiteta o plano para seu querido irmão Jamie e filho de um puto do pai biológico. Beth também encontra um novo propósito na sua vida ao adotar na surdina o jovem órfão Carter (Finn Little), mas mantém-se fiel ao seu código maldito de não ser chamada de mãe. A relação dela com de Rip Wheeler (Cole Hauser) é selada de maneira inesperada num casamento rústico, criminoso e cheio de emoção.
"A Queda de Jamie, foi essas quedas Shakespearianas, onde ele já era fragilizado pela descoberta da adoção, da surpresa da vinda repentina de sua ex amante gravida Christina (Katherine Cunningham), agora com sua filha nos braços, ele é encurralado por Beth e forçado a fazer a escolha mais terrível de sua vida, a 3ª opção que não foi mencionada acima: "assassinar seu pai biológico", em troca de manter seu próprio segredo. Coisa que fez de Jamie um refém eterno de Beth e do rancho. Diabo não descansa.
E nos cowboys do rancho, a vida de Jimmy (Jefferson White), se torna um capitulo a parte desse inferno em Montana. Depois de ser enviado pro "Rancho Four-Sixes" no Texas, para aprender o que significa ser um verdadeiro cowboy, Jimmy retorna quase que como um herói a Yellowstone com uma outra mulher, situação essa que nem as regras do rancho impedem o que vem a seguir.
A 4ª temporada de "Yellowstone" tem o galope diferente, a vida de cowboy munda, se concentra em guerras de tensões corporativas e familiares, aprofunda e define seus personagens, e se prepara pra um desfecho cruel, desses que só existem no velho oeste e nesses lugares onde o tempo decidiu não passar.
Essa série é medíocre! Desde a segunda temporada penso em largar, mas de alguma forma me via envolvida e curiosa com o que viria a seguir. Claro que depois do fim da terceira temporada fui compelida a continuar, mas logo o início da quarta já deixou demais a desejar. Eu escutei que a Beth é a melhor personagem e eu não consigo entender, para mim gostar de algo nela mostra um sério desvio de caráter. Não acho que a trama com o Jamie justifique de forma alguma o ódio que ela tem dele, e eu acho o Jamie um personagem muito injustiçado. Atores péssimos, com destaque para a ruindade do ator que faz o Kayce. Únicos personagens que não são um absoluto clichê, cujos diálogos não são uma lacração sem sentido, são o Jimmy e o Mo. Essa série mostra um mundo horrível que não tem por que ser conservado, uma violência gratuita que só mostra o pior do ser humano. Para queeee aquela cena do Lloyd com o Walker?! Aquilo ali me fez dar uma adiantada boa na série para os episódios finais. Podre, podre. Me arrependo de ter perdido o meu tempo, não farei com a quinta temporada.
Gostei do arco do Jimmy, especialmente da atuação do ator, que mostra a evolução de caráter do personagem.
Esqueceram do póbi do Kayce? Ficou meio de lado nessa temporada. Gosto da série, mas infelizmente, durante todas as temporadas até aqui, o desenvolvimento das personagens mulheres da trama é muito ruim.
4temp bem mais lenta , mas a trama ainda te prende .
Depois de 3 boas temporadas essa está mais devagar, e pra piorar
essa parte do Jamie totalmente manipulado pelo pai ficou absolutamente inverossímil
Tem Alguns Spoilers...
""Opção um. Eu conto ao meu pai, ele ligará para governadora e os dois serão presos.
Seu pai sem carater e assassino de mulheres dirá na hora que foi ideia sua. Sabe disso, não é? Ele fará um acordo de imunidade e testemunhará contra você.
Você será acusado de três tentativas de homicídio e passará o resto da vida na prisão, o que não será muito porque você provavelmente vai se matar depois de seu primeiro estupro.
Opção 2. E esta é boa. Contarei a meu marido o que seu pai fez, e ele o matará.
Depois conto ao meu marido que você mandou arrancar o filho dele do meu ventre e depois mandou me esterilizarem para ele nunca poder ter uma família. E você, não importa onde se esconda, ele vai encontra-lo. E ele vai despedaçar você com as próprias mãos.
Não quer saber qual opção eu escolhi?''"
- Irmã Satanás dos Dutton, falando com seu irmão Nutella.
A 4ª temporada de "Yellowstone" começa exatamente onde a anterior parou, no meio ao caos e ao sangue do ultimo capitulo. Depois do ataque orquestrado contra John, Kayce e Beth Dutton, a temporada se envereda por três caminhos, mostrando a família tentando juntar os cacos de suas vidas, descobrirem os autores dos atentados e partir para o contra ataque, no estilo vingança que o oeste exige.
A busca pela verdade faz uma revelação chocante sobre o autor dos ataque aos Dotton, o mandante não era o esperado inimigo do mundo dos negócios de Walls Street, mas sim Garrett Randall (Will Patton), o pai biológico do pobre Jamie Dutton (Wes Bentley), coisa que John (Kevin Costner) desconfia e não acredita, mas que a anti-crista da sua irmã, tem certeza e aposta sua alma perdida por isso.
A ameaça corporativa da Market Equities, retorna no mundo de Marlboro de Montana com seus resort, aeroporto e residenciais, tudo bem no meio do "Yellowstone Dutton Ranch". Liderada agora pela CEO Caroline Warner (Jacki Weaver). A luta se torna menos sobre violência e mais sobre manobras financeiras e políticas, mas a batalha de bastidores é quase no nível militar, o duelo de Beth contra Caroline é travado de forma réptil, com estudos cerebrais, ameaças veladas e diálogos sem antidoto. Caroline tem Beth agora como sua funcionaria, e ela só atendeu a CLT humilhante por causa do amor eterno ao pai, onde nas sombras das reuniões, ela busca uma forma de destruir a ameaça colossal da Market Equities.
Mas Caroline não dorme, a CEO peçonha da Market Equities, não reconhece nada que não seja o que ela quer.
"Administro o maior fundo privado do mundo. E você sabe o que fez? Tornou pessoal para mim. Não me importa quanto gastemos, quanto tempo leve, colocarei um banho público onde está sua casa. Cortarei cada árvore, represarei cada riacho. Vou destruir sua fazenda. E você, maldita vadia, irá para a prisão. E nem preciso dizer que você está despedida."
- Satanás Caroline, falando com Satanás Beth.
Enquanto isso John Dutton é convencido a se candidatar a Governador e essa decisão, destrói as ambições do seu filho adotivo e de seu pai biológico, levando o conflito dos Duttons para a arena familiar e política, transformando o amado e odiado fazendeiro John numa salvadora figura pública e um horror ainda maior para seu filho problemático. Onde ele acaba se envolvendo com uma ativista ambiental que acaba conhecendo melhor o que antes era seu inimigo, agora vira quase que a amante do velho cowboy.
Kayce (Luke Grimes) vai na contra mão de tudo que ele foi antes, ele sede em favor a sua esposa Monica (Kelsey Chow) e de seu filho Tate (Brecken Merrill), abandonam o racho, se mudam para uma casa, e até gravida sua esposa fica. Mas a presença solitária e persistente de um lobo o faz a buscar respostas e foi só na pajelança que ele consegue encontrar.
Beth se recupera das lesões, mas as marcas no seu corpo não mentem o horror que ela viveu e imediatamente ela assume o controle da vingança. Sua genialidade satânica e sua crueldade desalmada, atingem o ápice quando ela arquiteta o plano para seu querido irmão Jamie e filho de um puto do pai biológico. Beth também encontra um novo propósito na sua vida ao adotar na surdina o jovem órfão Carter (Finn Little), mas mantém-se fiel ao seu código maldito de não ser chamada de mãe. A relação dela com de Rip Wheeler (Cole Hauser) é selada de maneira inesperada num casamento rústico, criminoso e cheio de emoção.
"A Queda de Jamie, foi essas quedas Shakespearianas, onde ele já era fragilizado pela descoberta da adoção, da surpresa da vinda repentina de sua ex amante gravida Christina (Katherine Cunningham), agora com sua filha nos braços, ele é encurralado por Beth e forçado a fazer a escolha mais terrível de sua vida, a 3ª opção que não foi mencionada acima: "assassinar seu pai biológico", em troca de manter seu próprio segredo. Coisa que fez de Jamie um refém eterno de Beth e do rancho. Diabo não descansa.
E nos cowboys do rancho, a vida de Jimmy (Jefferson White), se torna um capitulo a parte desse inferno em Montana. Depois de ser enviado pro "Rancho Four-Sixes" no Texas, para aprender o que significa ser um verdadeiro cowboy, Jimmy retorna quase que como um herói a Yellowstone com uma outra mulher, situação essa que nem as regras do rancho impedem o que vem a seguir.
A 4ª temporada de "Yellowstone" tem o galope diferente, a vida de cowboy munda, se concentra em guerras de tensões corporativas e familiares, aprofunda e define seus personagens, e se prepara pra um desfecho cruel, desses que só existem no velho oeste e nesses lugares onde o tempo decidiu não passar.
Essa série é medíocre! Desde a segunda temporada penso em largar, mas de alguma forma me via envolvida e curiosa com o que viria a seguir. Claro que depois do fim da terceira temporada fui compelida a continuar, mas logo o início da quarta já deixou demais a desejar.
Eu escutei que a Beth é a melhor personagem e eu não consigo entender, para mim gostar de algo nela mostra um sério desvio de caráter. Não acho que a trama com o Jamie justifique de forma alguma o ódio que ela tem dele, e eu acho o Jamie um personagem muito injustiçado.
Atores péssimos, com destaque para a ruindade do ator que faz o Kayce. Únicos personagens que não são um absoluto clichê, cujos diálogos não são uma lacração sem sentido, são o Jimmy e o Mo. Essa série mostra um mundo horrível que não tem por que ser conservado, uma violência gratuita que só mostra o pior do ser humano.
Para queeee aquela cena do Lloyd com o Walker?! Aquilo ali me fez dar uma adiantada boa na série para os episódios finais. Podre, podre.
Me arrependo de ter perdido o meu tempo, não farei com a quinta temporada.