Yoshiwara, o distrito da luz vermelha de Tóquio, no século XIX. Um triângulo amoroso entre uma prostituta de alta classe, um oficial da Marinha russa, e um condutor de riquixá.
Max Ophüls exibindo seu imenso senso estético em uma história de amor, frustrações e choque cultural. Já esse cartaz não faz jus ao filme já que demoniza totalmente o trágico personagem de Sessue Hayakawa.
Tenho bastante resistência com filmes de ocidentais sobre japoneses. Quase sempre são carregados de estereótipos e uma visão de que os japoneses são ingênuos (japonês ingênuo no Império Meiji, é ruim hein?!)...
Mas para um filme francês dos anos 1930, até que foi bem fiel. Na época, mesmo o cinema japonês não tinha chegado ao ocidente. O imaginário japonês, para o ocidente, era uma visão contada por livros. E mesmo assim, Yoshiwara do Max Ophüls deu conta do recado. Até senti que eu estava vendo algo da época como Humanidade e Balões de Papel. Muito bom.
Max Ophüls exibindo seu imenso senso estético em uma história de amor, frustrações e choque cultural. Já esse cartaz não faz jus ao filme já que demoniza totalmente o trágico personagem de Sessue Hayakawa.
Tenho bastante resistência com filmes de ocidentais sobre japoneses. Quase sempre são carregados de estereótipos e uma visão de que os japoneses são ingênuos (japonês ingênuo no Império Meiji, é ruim hein?!)...
Mas para um filme francês dos anos 1930, até que foi bem fiel. Na época, mesmo o cinema japonês não tinha chegado ao ocidente. O imaginário japonês, para o ocidente, era uma visão contada por livros. E mesmo assim, Yoshiwara do Max Ophüls deu conta do recado. Até senti que eu estava vendo algo da época como Humanidade e Balões de Papel. Muito bom.