Médico de cidade do interior se vê em maus lençóis quando consegue curar um elefante que, agradecido, não quer mais sair de perto de seu salvador. Único filme estrelado pelo Gordo sem a presença do Magro.
Esse filme ficou marcado por ter sido feito com Oliver Hardy sem o seu parceiro Stan Laurel. O gordo até que se sai bem sem o seu amigo magro apesar deste fazer falta. É uma comédia divertida que traz diversos momentos inspirados. Mesmo aparecendo pouco os atores negros do elenco se destacam. Principalmente o garotinho que interpreta Zeke que protagoniza a melhor cena do filme.
Gratíssima surpresa! Imaginava uma comédia rápida e descompromissada - inclusive, por conta de sua duração mui breve - mas deparei-me com uma obra com intenções reconstitutivamente históricas e reparações intentadas em relação ao racismo local. Oliver Hardy está magnânimo como o dócil médico menosprezado pelos preconceitos classistas de outrem e a elefoa-título é linda demais. Ri alto em diversas seqüências e também amei a interpretação compenetrada de Harry Langdon, mas não há como não se sentir mui incomodado com o modo "conciliador" com que os negros são tratados (e estereotipados) no filme. OK, tramaticamente encontramo-nos no Mississipi, imediatamente após a Independência dos EUA, mas não havia necessidade de querer contornar uma chaga longeva de maneira tão condescendente - vide a cena em que
o garotinho recita uma Declaração de Princípios éticos e políticos para ganhar uma moeda
. Parece um momento de um triunfo, mas redunda em justificativa segregacional. Enquanto comédia, um primor, um dos melhores do gênero; enquanto historieta romântica, um filme repleto de defeitos, mas comprobatório do quão fecundo para Hollywood foi o ano de 1939! (WPC>)
Eu não vou a festas de negros, pq ir na dos brancos!? Vixi!!! Tenso essas partes! Na real o filme é bem fraquinho, só vou dar uma moral por ter o Ollie e o Elefante é simpático.
Esse filme ficou marcado por ter sido feito com Oliver Hardy sem o seu parceiro Stan Laurel. O gordo até que se sai bem sem o seu amigo magro apesar deste fazer falta. É uma comédia divertida que traz diversos momentos inspirados. Mesmo aparecendo pouco os atores negros do elenco se destacam. Principalmente o garotinho que interpreta Zeke que protagoniza a melhor cena do filme.
Gratíssima surpresa! Imaginava uma comédia rápida e descompromissada - inclusive, por conta de sua duração mui breve - mas deparei-me com uma obra com intenções reconstitutivamente históricas e reparações intentadas em relação ao racismo local. Oliver Hardy está magnânimo como o dócil médico menosprezado pelos preconceitos classistas de outrem e a elefoa-título é linda demais. Ri alto em diversas seqüências e também amei a interpretação compenetrada de Harry Langdon, mas não há como não se sentir mui incomodado com o modo "conciliador" com que os negros são tratados (e estereotipados) no filme. OK, tramaticamente encontramo-nos no Mississipi, imediatamente após a Independência dos EUA, mas não havia necessidade de querer contornar uma chaga longeva de maneira tão condescendente - vide a cena em que
o garotinho recita uma Declaração de Princípios éticos e políticos para ganhar uma moeda
Eu não vou a festas de negros, pq ir na dos brancos!? Vixi!!! Tenso essas partes! Na real o filme é bem fraquinho, só vou dar uma moral por ter o Ollie e o Elefante é simpático.