007: Marcado para a Morte

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007: Marcado para a Morte (1987)
The Living Daylights
Média do filme: 3.4 de 5 — baseado em 2095 votos
MÉDIAFILMOW
3.4
2095 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por John Glen (II)
Data de lançamento 30 Junho 1987 Outras datas
País de origem Reino Unido 🇬🇧
Duração 130 min (2h010)
Classificação indicativa de 007: Marcado para a Morte: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

30 Junho 1987

Duração

130 minutos Classificação indicativa de 007: Marcado para a Morte: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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Sinopse

James Bond é destacado para ajudar Georgi Koskov, um general soviético, a desertar para o Ocidente. Porém, após o general ser rapidamente recapturado, Bond começa a desconfiar que a deserção foi uma farsa para encobrir um plano maligno. Bond se envolve com Kara Milovy, uma bela violoncelista tcheca, e acaba descobrindo uma grande trama ligada a Brad Whitaker, um grande comerciante de armamento bélico.

Elenco

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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
sennatri
Sisso
½
2 meses atrás

Faz um bom tempo que não assisto. Preciso reassistir em breve. Dito isso, em mais de 60 anos de filmes do 007, Timothy Dalton ainda não foi superado como o melhor James Bond de todos.
E sobre a música de abertura, eu sou suspeito para falar. A-ha é minha banda predileta dos anos 80!
5.7.26

mhenryque
Marcos
½
6 meses atrás

É engraçado ver que as maiores críticas aos filmes da era Dalton como 007 são em relação ao tom mais sério e violento imposto ao personagem nessa fase. Duas décadas depois, essas foram as características empregadas no reboot que foi sucesso de crítica e bilheteria com Daniel Craig, e com isso esses filmes tem sido revisitados sob uma nova ótica. Dalton andou para que Craig pudesse correr. Algumas coisas não envelheceram tão bem, como a trama no Afeganistão (que foi inserida não apenas nesse filme, mas em outros na época com intuito de propaganda), mas diria que o restante permanece bem agradável, com imagens belíssimas no release 4K, ótimos efeitos práticos e uma trilha sonora que está entre as melhores da série, misturando o tom clássico de John Barry com o Synth Pop do A-ha que era um fenômeno naquele ano. É um filme muito melhor resolvido do que boa parte do que foi feito no período anterior com Roger Moore, que partiu para um lado mais cômico e caricato do personagem.

editado
juliano-supostamente
JULIAN!Ø
½
6 meses atrás

A performance de Dalton trás um peso e uma complexidade psicológica não vistos desde os primeiros filmes de Connery

A trama intrincada e geopoliticamente relevante foi uma lufada de ar fresco após as fantasias da era Moore

O 1° Peitinho (. )( .)

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Engano e Aparência. Profissionalismo Vs. Moralidade. O Crepúsculo da Guerra Fri.

Koskov e Whitaker carecem da presença icônica dos grandes vilões da franquia. São mais burocráticos e patéticos do que verdadeiramente ameaçadores

Hoje você se alia aos Mujahideen contra os soviéticos, amanhã eles se tornam o Talibã. Não há mocinhos, apenas interesses. Profético sem querer

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A arte musical de Viena contrastada com o pragmatismo brutal do comércio de ópio.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Um James Bond que recusa as raparigas em favor de um relacionamento protetor e genuíno.

🎬 **Crítica | 007 – Marcado para Morrer (The Living Daylights)**

**Ano de lançamento:** 1987
**Duração:** 130 minutos
**Gêneros:** Ação • Espionagem • Thriller

**Elenco principal:**

* **Timothy Dalton** — *James Bond*
* **Maryam d’Abo** — *Kara Milovy* (Bond Girl)
* **Jeroen Krabbé** — *General Georgi Koskov*
* **Joe Don Baker** — *Brad Whitaker*
* **Desmond Llewelyn** — *Q*
* **Robert Brown** — *M*

🕵️ **Enredo & História**
*Marcado para Morrer* marca a estreia de Timothy Dalton como o terceiro intérprete de James Bond, trazendo uma abordagem mais séria e contida do personagem. Dalton se posiciona entre o charme clássico de Connery e a leveza de Moore, com um Bond menos mulherengo e mais focado na missão. A trama ainda carrega o peso da Guerra Fria, agora incorporando o conflito no Afeganistão — lembrando, em alguns momentos, o clima de *Rambo*.

🎥 **Produção, Fotografia & Efeitos**
A produção mantém o estilo típico dos anos 80: narrativa mais lenta, enredo extenso e ritmo cadenciado. O retorno do Aston Martin é um acerto nostálgico, assim como a presença de M. No entanto, ainda não vemos grandes saltos tecnológicos nem cenas de ação capazes de impressionar visualmente. Os efeitos especiais são funcionais, mas modestos.

🎭 **Atuações**
Dalton entrega um Bond mais humano e vulnerável, ainda encontrando seu espaço no papel. Maryam d’Abo, lembrando fisicamente Natasha Kinski, tem boa atuação e foge do estereótipo da Bond Girl puramente decorativa. Os vilões cumprem seu papel, mas carecem de imponência e ameaça real.

🎞️ **Sequências & Filmes Semelhantes**
Este filme é seguido por *007 – Permissão para Matar*. Filmes semelhantes: *Somente para Seus Olhos*, *Octopussy* e *Rambo III* (pela ambientação geopolítica).

✅ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
Vale como ponto de transição da franquia. Um Bond mais sério começa a nascer aqui, ainda que preso a um ritmo lento e a um roteiro pouco ousado.

⭐ **Nota final:** **6 / 10**

#007 #JamesBond #TimothyDalton #CinemaClássico #Saga007 #FilmesDeEspionagem #Anos80 #Cinema #Filmes 🎥🍸

rafinhaqq
rafinhaqq
½
8 meses atrás

The Living Daylights (1987), lançado no Brasil como 007: Marcado para a Morte, marca a estreia de Timothy Dalton como James Bond, e isso já cria uma expectativa, para ver se vai manter o nivel dos outros atores, porém muda o que vinha sendo construído no personagem até ali. Nada contra o ator principal, mas eu achei ele bem destoante da personalidade clássica do 007: menos sarcástico, com muito menos humor e quase nenhum charme irônico, justamente dois dos pilares que sempre fizeram o personagem funcionar tão bem nas mãos de Sean Connery e, depois, de Roger Moore. Aqui o Bond parece mais sério, sisudo e contido, o que pra mim enfraquece bastante o carisma do protagonista.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A trama também já me soa bem saturada, especialmente para quem, como eu, está assistindo a todos os filmes em sequência, mesmo sem ver em curtos espaços de tempo — eu vi o anterior a esse pouco mais de um mês atrás. De novo temos Rússia, mísseis, ameaça de guerra nuclear, jogos de espionagem da Guerra Fria, traições internas, agentes duplos, conspirações militares e aquele eterno medo de um conflito global prestes a explodir.

Eu entendo que esse era o grande pano de fundo político da época e que o trampo do Bond girava em torno disso, mas a repetição cansa, e a falta de variedade nas ameaças e nos conflitos acaba deixando tudo previsível demais.

O fato de o filme ser longo só piora essa sensação de desgaste. A narrativa se estende além do necessário, com várias subtramas que não agregam muito, e isso deixa o ritmo irregular, especialmente no segundo ato. Em vez de criar tensão, muitas cenas acabam apenas arrastando a história.

Também não consegui simpatizar muito com o James Bond de Dalton, nem com Kara Milovy (Maryam d’Abo). Apesar de a atriz ser naturalmente bonita, eu senti que faltou química entre os dois, principalmente por parte do Bond, que aqui parece menos sedutor e menos espirituoso. O romance, que sempre foi uma engrenagem importante da franquia, aqui parece mecânico e pouco envolvente.

Em comparação, esse Bond fica bem atrás do que Sean Connery fazia com tanta presença e até do Roger Moore, que, mesmo mais caricato, tinha um humor e um sarcasmo muito mais afiados.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Além disso, senti falta de uma participação maior de M (Robert Brown), que sempre ajuda a dar peso institucional à história e a reforçar a dinâmica de autoridade e tensão entre ele e o 007

.

Para completar, os vilões são completamente descartáveis, sem carisma e sem aquela aura de ameaça memorável que a série já apresentou tantas vezes. Falta personalidade, falta impacto e falta aquele antagonista que realmente marque a experiência.

No fim das contas, 007: Marcado para a Morte acaba sendo um filme que tenta renovar o personagem, mas faz isso abrindo mão de elementos essenciais da franquia. Entre uma trama repetitiva, um protagonista menos carismático e vilões sem força, o resultado é um 007 que, para mim, fica aquém do que a série já mostrou de melhor.

Assistido em 10/01/2026

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5

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Principais Notícias

Elenco de 007: Marcado para a Morte

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John Rhys-Davies 6 192

John Rhys-Davies

(General Leonid Pushkin)
Maryam d'Abo 2 22

Maryam d'Abo

(Kara Milovy)
Timothy Dalton 15 216

Timothy Dalton

(James Bond)
Alan Harris (III) 0 1

Alan Harris (III)

(Man firing 'Ghetto Blaster')
Alan Talbot 0 0

Alan Talbot

(Koskov's KGB Minder)
Andreas Wisniewski 3 4

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(Necros)

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