Últimas opiniões enviadas
Uma mistura de John Wick, com uma tentativa de referência à Deadly Viper do Bill e uma pitada de O Profissional. Sou fã do Mads, mas é um filme com o objetivo de se distrair mesmo. Tem um plot twist, mas não se desenvolve muito. Tem ponta solta, li por alto que vai ter o 2, mas podiam aprender no 1, que tem filme que precisa não ter sequência mesmo.
É um filme sobre luto, em forma de terror psicológico, mas que não assusta tanto assim. O início foi bem cansativo, não me prendeu, tanto que vi como uma série (em partes, em duas noites). A versão "calma" da Essie, no início, não estava tão legal, mas depois da "reviravolta", eu curti sua nova "versão", em relação à atuação mesmo. O personagem de Samuel é para ser chato mesmo, ele é um garoto de 6 anos, com uma mãe vivendo um luto do mesmo tempo da idade dele, então não tem como ser diferente. E ele também sofre as consequências dos comportamentos da mãe, fora o que ele mesmo sente. Mas ele é uma das figuras mais importantes pro desfecho da história.
Como ele mesmo diz "você não pode se livrar do Babadook", a gente não esquece o que aconteceu, a dor ameniza e a gente aprende a conviver depois do período do luto.
Últimos recados
Eu acho que há coisas que são inexplicáveis, há mistérios que é melhor nem tentar explicar, mas em religião em num acredito não. As historinhas fantasiosas, as regrinhas chatas, num consigo... Eu tenho tendência a depressão, mas combato isso com bom humor e muitas festas rs
Obrigado, acho que é isso mesmo, saber sem saber, sabe? rs Curti seu perfil, tem vários filmes em seus favoritos que eu adoro. Sobre religião,é complicado, se vc não acredita em deus as pessoas já pensam que tu tem pacto com o de lá de baixo rs É trágico.
te adicionei lá! :)
Ammonite era para ser um filme biográfico e acabou evidenciando um relacionamento entre Mary Anning e Charllote Murchinson, que sequer existem evidências que elas tinham um caso amoroso, além de uma amizade íntima.
O filme, no geral, é muito bem feito, tem críticas sutis à época, mas sempre fico alerta para roteiros com relacionamentos entre mulheres. De romance à fetichização é uma linha tênue.
E piorou depois que assisti e fui pesquisar sobre Mary Anning.
Ela tem extrema relevância e importância para a paleontologia. De família pobre, Mary estudou anatomia sozinha e a como preparar ilustrações científicas. Morava no que, hoje, é conhecida como Costa Jurássica e se tornou Patrimônio Cultural. Lymes Regis é rica em amonites e belemnites. A região ainda recebe cientistas e visitantes curiosos.
Aos 12 anos, Mary encontrou o restante de um fóssil com cerca ds 5,2m de comprimento. Na época, chamaram de Ichthyosaurus, mas depois de alguns estudos, concluíram que, na verdade, era um réptil.
Aos 24, Anning descobriu o esqueleto (quase completo) de um plesiossauro, que foi vendido e ela nunca recebeu os créditos pela descoberta.
Em 1828, com 29 anos, descobriu o primeiro pterossauro britânico, um réptil alado e voador. Além disso, foi pioneira no estudo de coprólitos.
A história de Mary Anning é longa e, mesmo não tendo nenhuma de suas descobertas reconhecidas e tendo sido recusada pela Sociedade Geológica de Londres, Mary não parou de escavar.
O local onde ficava a sua casa é, hoje, o Museu Lyme Regis. Anos mais tarde, Mary foi a primeira mulher a ser homenageada pela mesma sociedade Sociedade que a recusou.
Francis Lee podia ter escrito um roteiro e dirigido um filme belíssimo, cheio de histórias biográficas, e até considerar mostrar um suposto romance entre Anning e Charlotte e deixar no ar, pro espectador especular, já que não tem registro que confirme o romance, apenas que eram muito amigas.
Minha avaliação é para a atuação sempre espetacular de Kate Wislet, que contou com poucos diálogos e uma infinidade de emoções, em sua maioria, passadas só com expressões faciais ou pelas mãos.
Referências: tudo que eu escrevi, pesquisei nos sites do Museum of the Earth, Natural History Museum e Britannica.