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Parnahyba Indígena: de Mandu Ladino a Pedro Militão

  • aug
    9 meses atrás

    Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=XZc7-LG4JI4

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    ( ... )

  • aug
    1 ano atrás

    Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=mcnvuPLdmPQ

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  • aug
    1 ano atrás

    (…) é um média-metragem do prolífico artista Lalo Cura, de e sobre Parnaíba, a cidade mais intrigante do Piauí. trata-se de um registro cuidadoso e rebelde do trabalho de uma “nova nova” geração “nova” de artistas parnaibanos. mas não apenas isso… em muitos momentos, o filme capta um silêncio contemplativo sobre pontos mais ou menos conhecidos da cidade, por meio do olhar delicado e provocativo do seu realizador. mas, além do silêncio, o filme também retrata o barulho. e não me refiro apenas a decibéis, mas a um discurso incisivo e a expressões artísticas que chamam a atenção, que gritam. uma Parnaíba por vezes invisível (ou invisibilizada?), mesmo sendo vibrante, forte e colorida. a gente também ouve esse barulho no ruído do zoom da câmera, no vento estourando o áudio, nos culumim gritando, no beat estridente do boom bap… recursos que estão totalmente alinhados à estética rebelde que a narrativa retrata. inclusive, a escolha por manter o som e a luz naturais das filmagens aliada à câmera na mão, às críticas sociais, à descontinuidade da narrativa, ao peso do discurso, além de outras características, denunciam a inegável influência do cinema novo para a produção; entretanto, para Lalo, o que se propõe é um “novo novo cinema novo”, ou seja, (…). tal alternância não-narrada entre a ausência de som e o barulho das ruas de PHB pode ser perfeitamente representada pela cena da poderosa performance da atriz Fernanda Silva, que caminha sobre o entulho do espaço cultural abandonado pelo poder público em silêncio, o qual se rompe apenas com o estrondo de sua revolta materializada no ato de quebrar as telhas. além de Parnaíba, (…) fala sobre o próprio Lalo! o realizador se mostra não apenas nas projeções na parede da casa, mas Lalo, enquanto criador multiplataforma, compõe a cena artística diversa e efervescente retratada: uma geração talentosa de artistas independentes que coloca cor e som nas ruas da cidade, que reflete sobre suas origens, que produz um trabalho de qualidade inegável e de acesso democrático, e coloca seu trabalho e sua visão à disposição de Parnaíba, a qual quase nunca merece e valoriza os artistas que têm, mas sempre os inspira.

  • mateus 9 anos atrás

    saudades de ti :{ dsclp sumir sempre

  • mateus 9 anos atrás

    é sim <3333

  • Rafael Carlos 9 anos atrás

    KKKKKKK pq não? Afinal ele faz parte da minha história com filmes rsrsrs E conheci ele pessoalmente, foi super fofo e educado.