Últimas opiniões enviadas
Na minha opinião, a metáfora mais forte é a sobre o nome.
Perder o nome é perder a história, e quando isso acontece não se sabe por onde ir, não se quebra o feitiço (dominação?). Ninguém é sozinho nem constrói nada a partir de si mesmo. Temos nossa história que vem de um outro, que nomeou a gente e as coisas ao nosso redor. Isso se dá pelo amor,pelo cuidado com as crianças na transmissão da história/cultura. Chihiro me vez pensar muito sobre isso. Nosso lado comum, humano e solidário.
Difícil assistir em filme aquilo que você viu acontecer: Na tela, algo virtual, e ainda tão visceral. Me emocionei junto com a Dilma... Filme cansativo, como todo processo do próprio impeachment. Guerreira, a história absolverá.
ri na cena do toddynho, MORTA
O amor das mulheres, nas múltiplas formas de ser mulher.
Um amor que também devasta, engole e deseja ser engolido. Nós já fomos um dia engolidos por nossas mães. O amor e os limites entre eu e a diferença(alteridade) é um eterno exercício. Aquele que esquece as memórias, aquela que muda de corpo, aquele em que o sexo é contravenção. A estranheza da diferença que nos é familiar. Incrível!