Cláudia
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Últimas opiniões enviadas

Cláudia
1 semana atrás

Apesar da determinação dos atletas japoneses, as provas da Seleção Final, quando comparadas à intensidade da "Batalha dos 100", revelam-se bem inferiores e carregadas de uma complexidade que parece desnecessária.
Seria justo existir uma prova específica para as mulheres: infelizmente, a superioridade física dos homens acaba limitando suas chances de avançar.
No entanto, fiquei satisfeita com o desfecho. O meu atleta preferido soube equilibrar estratégia e força na prova decisiva e conquistou, com mérito, o prêmio final.

editado
Cláudia
1 semana atrás

Charlize Theron em Atomic Blonde é praticamente um evento cinematográfico por si só. Loura, morena ou ruiva, ela desfila estilos como quem troca de disfarce, e cada versão vem acompanhada daquele olhar sério, meio perturbado, que dá o charme extra.
Como agente secreta (ok, nem tão secreta assim), ela segura a trama com uma mistura de elegância e pancadaria que faz a gente pensar: se espionagem fosse esporte olímpico, ela levava ouro. Resultado? Um bom passatempo cheio de estilo, trilha sonora marcante e Charlize reinando absoluta.

Cláudia
1 semana atrás

A sexta temporada de Animal Kingdom foi um verdadeiro atentado à inteligência do espectador.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

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As escolhas de “trabalho” da família Cody beiram o absurdo: jogam alvejante para limpar DNA, mas não usam touca de cabelo e deixam rastros de sangue por todos os lados.
Como se não bastasse, temos a policial que investiga Pope e que, de forma amadorística, inverte a caixa de cereal que pegou na prateleira. Um detalhe tão ridículo que chega a ser cômico.
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Em toda a minha vida de cinéfila, nunca tinha visto uma vilã tão cruel, ardilosa, manipuladora e ruim como Janine Cody, a Smurf. Ela deixou no chinelo muita antagonista famosa, um verdadeiro manual de perversidade em carne e osso.
Finn Cole entrega uma atuação difícil de avaliar: performa de forma contida, quase apática, com cara de paisagem, e o espectador fica sem saber se é genialidade ou falta de expressão.
A quantidade de dinheiro que os Cody ganhavam nas operações nunca era suficiente, mas a produção gastou uma fortuna na impressão de notas cenográficas. E, para completar, parece que quiseram economizar no figurino para investir na destruição de carros: o “J” só tinha aquela camisa verde de porteiro de prédio, e o Craig repetia incansavelmente a camisa azul quadriculada.
Além disso, para executar seus planos mirabolantes, a família precisava entender de tudo — de “penico à bomba atômica”.
Moral da história: o crime compensa. Que o diga o “J”…
No fim das contas, a sensação foi de maratona forçada: eu não via a hora de acabar.

  • Filmow 1 semana atrás

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    Olá, cinéfilo!

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Cláudia 11 meses atrás

    ♥️

  • Laís 11 meses atrás

    Espero que o seu sobrinho esteja feliz em Belém! Prazer também!