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Baseado no conto literário Adeus à Matyora (Proshchanie s Matyoroy), de Valentin Rasputin, A Despedida apresenta, inicialmente, a vida dos habitantes do vilarejo de Matyora, seus costumes tradicionais, sua cultura e a convivência entre os mesmos. Esta apresentação serve de pretexto para a segunda metade do filme, na qual, graças à construção de uma hidrelétrica no ambiente, estas pessoas se veem forçadas a abandonar seus lares, sua terra, suas vidas.
Proibido na União Soviética por anos devido ao conteúdo anti-revolucionário, o filme, tal como a história em que se baseia, trata das consequências da migração obrigatória em prol do progresso, na qual o povo é destituído de suas próprias origens e de sua identidade cultural. Nostálgico por natureza, A Despedida é um grito de ajuda e pedido de compaixão à humanidade, um anseio pelo retorno de uma vida simples e orgânica.
Inicialmente, Rasputin não permitiria que sua obra fosse adaptada; foi somente após um encontro com Larisa Shepitko, com quem havia familiarizado ao assistir sua obra A Ascensão (Voskhozhdeniye), que o autor concedeu autorização para que seu conto fosse adaptado para o cinema. O nome desta adaptação de seu livro é dolorosamente apropriada; a despedida do povo de Matyora à sua terra natal é também o adeus da cineasta Larisa Shepitko, morta num acidente durante as filmagens, tal como a homenagem de seu marido Elem Klimov, que concluiu a obra, à esposa falecida.
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oi! aqui em recefe rolou o janela de cinema. olha, um que gostei muito foi o "O nó do diabo". pega esse gênero de terror na época da escravidão. tiveram outros bons, mas não lembro o nome de todos... rs
tudo ok. o que tem visto de bom?
oi! tudo certo?
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Apesar de estabelecerem suas raízes em linguagens bastante distintas, teatro e cinema são artes que frequentemente dialogam entre si. Com o advento do teatro pós-moderno e peças interativas, o limite da quarta parede inexiste - não existem atores e público, todos são participantes. Em Interrupção, o conceito é levado ao limite extremo, no qual ficção e realidade são sinônimos, culminando inevitavelmente num conflito perturbador.