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O Diabo Veste Prada 2 é o mais recente filme a ter uma sequência legada e, aos meus olhos, é uma perda de tempo. É adorável ver os personagens principais de volta depois de 20 anos, mas comparado ao original, este filme é uma forma de ganhar dinheiro que infelizmente raramente causou um impacto positivo em mim. O que fizeram com essa sequência? E olha que assisti antes o primeiro de 2006 e a diferença é colossal. No primeiro sentimos os personagens nas atuações andando passo a passo com a história (que agonia ver a Andy tendo que se virar em tentar conseguir tudo que Miranda pedia!). Inclusive, tínhamos uma Miranda com olhar e gestos intimidadores, dando aflição quem se aproximasse de sua mesa. Miranda perdeu muito de sua ousadia nesta sequência. Neste, passou apenas como uma mera personagem, mesmo eu gostando bastante da Meryl Streep, ela não conseguiu sustentar a carcaça de um personagem tão incrível que ela havia criado no primeiro, dando um ar de "cansaço". A interpretação de Nigel por Stanley Tucci foi icônica mais uma vez e foi definitivamente o destaque. A forma como desenvolveram Emily foi boa em conceito, mas a sua execução é fraca. Ela é menos arrogante e perdeu os elementos que tornam sua personagem interessante; no novo filme, ela parece uma vilã clássica que carece de qualidades intrigantes. Já Andy tem uma boa atuação, mas que carece de emoção, muito devido à ausência de química que Miranda deu como combustível no primeiro. Há também muitos momentos que não fazem absolutamente nenhum sentido, deixando o filme confuso (deixarei como spoilers)
Quando Andy leva um vestido de grife para um evento, ela é avisada por Nigel que não pode haver manchas. Quando ela finalmente mancha o vestido, não há consequências. Até Miranda não parece preocupada. Outro elemento da trama que é abandonado quase imediatamente é que Runway está tendo que cortar custos, o que força nosso elenco principal a entrar na classe econômica. Essa cena rápida foi realmente muito divertida, e Meryl Streep capturou perfeitamente o desgosto de Miranda ao sentar ao lado de um homem comendo um sanduíche de forma repugnante. O problema não é essa cena, mas mais tarde, quando eles chegam ao hotel em Milão, cada um dos personagens principais tem quartos enormes e altamente luxuosos. Não faz sentido nenhum. Essa escolha desconsidera a consistência e, no final das contas, apenas mostra uma escrita preguiçosa.
Fraco. "Signal One" é um filme de ficção científica com ambições modestas, ciente de seu escopo e do que pode ou não fazer ao sugerir a presença e a comunicação entre humanos e outras formas de vida. Lembrando que ele não fala sobre se essas formas de vida alienígenas existem, já que sua presença é confirmada desde cedo como estando ao nosso redor, mas sim suas possíveis tentativas de se comunicar com humanos, já levantando a questão de qual propósito. O que isso significa é que a maior parte do filme (que já tem longos 87 minutos de duração) se resume a algumas tentativas e erros com possíveis métodos de comunicação, que o tornam chato e monótono. Com um elenco até de certo modo de peso e conhecido, com exceção da protagonista Annika (que tem uma história meio clichê de fundo), todo o resto parece fazer uma figuração inútil, e isso acabou pesando no orçamento do filme, onde na parte final não entrega o que queremos de uma interação alienígena decente, se passando por efeitos bem toscos e que rapidamente passam na tela. Ruim. Nota: 3/10. Para aqueles que acharam o final um pouco confuso, coloquei algumas explicações nos spoilers:
1) Do que se trata o filme? “Signal One” não é sobre alienígenas, mas sim sobre a própria humanidade. O que poderia ter sido um exame introspectivo transforma-se numa explicação excessiva a todos os níveis.
2) O que acontece com a máquina alienígena no final? Annika previne com sucesso uma catástrofe global forçando manualmente uma sobrecarga estrutural total do núcleo da LITTLEMOUTH, sacrificando o avanço científico histórico para cortar permanentemente a conexão cósmica letal.
3) Por que o sinal alienígena causou caos no laboratório? O filme explica que a inteligência extraterrestre não estava executando uma invasão hostil, mas sim que sua complexa frequência de comunicação era simplesmente avançada demais para ser processada com segurança pela biologia humana primitiva.
4) Qual a mensagem final que o filme passa? O roteiro prova que a maior ameaça à espécie não é o sinal misterioso das estrelas, mas os bilionários imprudentes da tecnologia que estão totalmente dispostos a destruir o sistema operacional humano apenas para reivindicar a propriedade de um poder que eles nunca poderão controlar.
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Fraco. Esta é a palavra que defino este título, que colocava até certa expectativa por fazer parte do cinema oriental mesmo sendo um tema tão batido. O enredo é tão simples quanto carece de originalidade: um menino (Hee-joon) é possuído e cabe a duas freiras realizar um exorcismo e salvá-lo. Parecia evidente para mim como o filme é realmente desprovido de ideias, e as poucas que existem são mal exploradas; a tentativa de fusão entre o catolicismo e as tradições mágicas e xamânicas, embora interessante, não leva a resultados significativos que chamem a atenção do espectador, e a sensação é de que o filme realmente não tem nada a dizer. Se dividir ele em 3 partes, a primeira é a mais lenta e dolorosa para continuar, podendo desanimar o espectador, enquanto a última é o verdadeiro ato, mas chega desgastado devido à lentidão de todos os acontecimentos anteriores. Para um suposto filme de terror, há muitas cenas dramáticas e a sequência final do exorcismo dura algo como meia hora, com verdadeiros "banhos" de água benta, mas o resultado final é que estamos diante de um drama de uma freira tentando fazer uma sessão de exorcismo do que um terror propriamente dito. Como pontos positivos a filmagem merece destaque, com muitas cenas estéticas fazendo uso impressionante da luz solar — um contraste interessante com a abordagem típica de terror na escuridão, assim como elementos externos como a produção e a trilha sonora e as atuações por parte das freiras protagonistas. Enfim, filme esquecível. Ruim. Nota: 4/10.