Fabio Gurski
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Fabio Gurski
7 anos atrás

It - Capítulo Dois Após vinte e sete anos, os adolescentes que faziam parte do Clube dos Perdedores, se reencontram na mesma cidade onde acontecimentos horripilantes tomaram espaço. No entanto, o evento se torna uma verdadeira batalha sangrenta quando Pennywise, o palhaço, retorna.

It - Capítulo Dois estreia com a tarefa difícil que é de manter o nível do primeiro filme It: A Coisa de 2017. A primeira película se tornou a maior bilheteria de terror na história do cinema, superando o cultuado “O Exorcista” de 1977 que ficou na primeira posição por todos estes anos. Porém, a tarefa mais difícil a ser superada é o clima aterrorizante empregada no primeiro longa. Os personagens, agora adultos, voltam a Derry (cidade fictícia) e precisam superar seus traumas do passado antes de confrontar Pennywise.

O filme começa com um ritmo frenético, a apresentação dos integrantes do Clube dos Perdedores é magnífica! A química do grupo funciona especialmente bem. Jessica Chastain e James McAvoy, a dupla estrelada do filme, desenvolvem seus personagens de forma que podemos acreditar que se tratam das mesmas crianças de 27 anos atrás. Mas é Bill Hader que rouba a cena em suas aparições, com piadas na hora certa, mas sem esquecer a carga dramática necessária, ele interpreta a versão adulta do Richie "o boca suja" do grupo.

O problema do filme acontece exatamente quando o grupo se divide. A partir desse momento, ele se torna um tanto arrastado ao explorar individualmente as personalidades. Mas, esse detalhe não lhe tira mérito de ser tão bom quanto o primeiro.

Andy Muschietti, diretor do filme, aposta em um terceiro ato grandioso cheio de efeitos visuais, sustos e muita aventura, sem esquecer a homenagem ao mestre da literatura de terror, Stephen King. It - Capítulo Dois é mais sangrento, mais assustador, mais violento e mais longo que seu antecessor.

Fabio Gurski
7 anos atrás

Velozes e furiosos:Hobbs e Shaw

“Hobbs & Shaw” é um derivado de Velozes e Furiosos, a franquia de ação mais bem sucedida do cinema (sem contar as franquias Disney) e conta com total de 8 filmes. A partir do quarto filme, foi estabelecido um estilo próprio e é importante ter isso em mente ao acompanhar essa franquia. Nela, nem sempre as leis da física são respeitadas, inúmeros super carros e, o mais importante, muita mas muita ação.

Hobbs e Shaw é roteirizado por Chris Morgan, responsável por todos os filmes da franquia desde Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio de 2006. Por isso, segue os padrões que citados acima, mas isso não faz dele um filme ruim, pelo contrário, transforma sua experiência em pura diversão.

A direção David Leitch, um especialista em filmes de ação que começou sua carreira como dublê. O ator e estreou na direção em 2014 no ótimo filme De Volta ao Jogo (John Wick), depois disso se consolidou em filmes como: Atômica de 2017 e Deadpool 2 de 2018. Ele consegue trazer o clima dos filmes do final dos anos 80 e começo dos 90, onde os diálogos são cheios de xingamentos e sexualidade.

A história deste filme é simples e clichê. Uma organização super secreta que pretende destruir metade da humanidade usando um vírus mortal. Para isso, a organização conta com a ajuda de Brixton (Idris Elba), um homem alterado geneticamente que pretende colocar em prática o plano para suposta evolução humana. Agora Hobbs (Dwayne Johnson/ The Rock) e Shaw (Jason Statham) terão de deixar as diferenças de lado para impedir Brixton.

Fica claro que o propósito do filme é explorar o carisma da dupla Dwayne Johnson e Jason Statham (que está divertidíssima) e mostrar cenas de ação espetaculares, para não dizer épicas. Tanto o vilão interpretado por Idris Elba como a personagem Hattie, a irmã de Shaw, interpretada por Vanessa Kirby, estão ótimos. Um tanto mal explorados devido a dupla principal roubar a cena em todos os aspectos do filme.

A surpresa fica por conta de aparições de astros famosos de Hollywood durante o decorrer da película, assim como, pistas para o futuro da franquia. Velozes e furiosos:Hobbs e Shaw, é um daqueles filmes onde sentamos e esquecemos da vida por alguns minutos e nos divertimos muito, entretenimento puro.

Fabio Gurski
7 anos atrás

Era uma vez em... Hollywood

As mudanças ocorridas nos final da década de 1960 também afetam Hollywood. Nela, o astro de TV Rick Dalton e seu dublê/amigo Cliff Booth precisam adaptar-se a este novo meio.
Tarantino, conhecido por contar histórias de maneira nada convencional, não faz diferente com este filme, onde não há um personagem principal. Os personagens: Rick Dalton, Cliff Booth e Sharon Tate dividem a tela em uma trama que mistura fatos reais com ficção. Superando um cultuado
Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de seriado de TV, um cowboy a moda antiga que vê sua carreira em declínio. Booth (Brad Pitt), duble e Dalton, enfrenta estigmas do passado e sem perspectiva de futuro, visto a crise que seu amigo/chefe está passando. Enquanto Tate (Margo Robbie), atriz recém casada com o diretor do momento, Roman Polanski, experimenta sua ascensão no cinema.
Mais uma vez, DiCaprio dá um show à parte em sua interpretação. Ele consegue transmitir com profundidade a frustração e ansiedade de um ator que precisa provar seu talento tanto para a Hollywood como para si mesmo. Facilmente, podemos considerá-lo como um dos nomeados ao Oscar de melhor ator.
Enquanto Brad Pitt desfruta de sua maturidade como o ator que parece se divertir com seu personagem que é bastante polêmico, inclusive fora das telas em que fãs de Bruce Lee ficaram incomodados com a cena de seu ídolo com o duble Booth.
Margo Robbie está linda e espirituosa e consegue passar aquele ar inocente típico das queridinhas (sweetheart) de Hollywood nesta época.
Quem esperava um filme sangrento e cheio de palavrões, se decepcionar. Tarantino faz deste filme uma homenagem à Hollywood e às pessoas que fazem a fábrica de sonhos funcionar. Sua maestria em fundir fatos reais com fictícios fica por conta de costurar a cabulosa história real do serial killer mais famoso dos Estados Unidos, Charles Manson e os personagens de Hollywood.
Era uma vez em… Hollywood é o nono filme de Tarantino que já afirmou algumas vezes que irá fazer apenas 10 filmes em sua carreira. Portanto, é melhor aproveitar o máximo que puder e desfrutar a genialidade deste diretor antes de sua aposentadoria. Queremos acreditar que eventualmente ele pode mudar de idéia, mas tratando-se de Tarantino, melhor não arriscar.

  • Filmow 1 semana atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Breno 11 meses atrás
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  • Breno 1 ano atrás
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