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Só de pensar que não veremos mais episódios, as roupas da Mid, a estranha amizade dela com Susie, a relações mirabolantes dela com os pais. Foi incrível acompanhar a história da Maisel, em quatro minutos ela conseguiu trazer tantas críticas em relação as mulheres, sempre esteve a frente do seu tempo, ela não desistiu.
É aquele tipo de série que todos deveriam ver, além de mostrar como era a sociedade naquela época, aborda temas filosóficos e críticos que são muito importantes. Eu entendo de todo meu coração a Sra. Maisel, ser mulher naquela época não era fácil, ainda mais sendo a frente do seu tempo. A estética da década de 50 é magnífica. Outra é que cada personagem tem seu momento, e como suas ideologias levam a certo tema, isso é inteligente e construtivo, vai muito além de "humor".
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Amizade aceita brother! Seja bem vindo Alex! 😅
Homem com H é mais do que um filme, é um ritual de libertação. Cada gesto de Ney, interpretado com febre e ternura por Jesuíta Barbosa, é uma oferenda ao corpo livre, ao desejo sem vergonha, à arte como resistência. A câmera não filma apenas um artista, mas uma alma que incendiou a censura com purpurina e poesia. É um delírio lúcido, onde o tempo histórico pulsa junto ao tempo da pele. Ao final, resta um silêncio cheio de cor: o tipo de silêncio que só a beleza verdadeira deixa.